81 ANOS DE VIDA, 75 DE CINEMA: JOSÉ WILSON BALTAZAR

Mais antigo cinéfilo ainda em atividade na capital cearense, José Wilson Baltazar, 81 anos de vida e 75 de cinema, é tema do documentário CINEMEIRO, que será exibido amanhã, na Vila das Artes, dentro do projeto Fortaleza, presente e passado

José Wilson Baltazar é a estrela de CINEMEIRO (BRA, 2017), de Gabriel Petter. Imagem: divulgação.

José Wilson Baltazar é a estrela de CINEMEIRO (BRA, 2017), de Gabriel Petter. Foto: Allef Fragoso.

Para os habitués dos cinemas de Fortaleza, José Wilson Baltazar é um personagem familiar, daquele tipo que conhecemos de tanto ver. O senhor baixinho, de óculos e vestido como um servidor público, à primeira vista parece ser apenas mais um de tantos aposentados que gastam parte do seu tempo assistindo filmes. Porém, como reza a sabedoria popular, as aparências enganam. Ah, se enganam!

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Kiss me Like a Stranger: Gene Wilder na Vila das Artes

A partir da próxima sexta, dia 7 de outubro, o genial Gene Wilder (1933-2016) ganha justa homenagem do cineclube 24 Quadros, na Vila das Artes. A entrada é gratuita.

Gênio do humor, Gene Wilder, morto no último dia 9 de agosto, é homenageado este mês pelo cineclube 24 Quadros. Foto: reprodução.

Gênio do humor, Gene Wilder, morto no último dia 9 de agosto, é homenageado este mês pelo cineclube 24 Quadros. Foto: reprodução.

Desaparecido há pouco mais de um mês, Gene Wilder (1933-2016), cuja última aparição na mídia foi em 2003, é um nome desconhecido para as novas gerações. Vítima do Mal de Alzheimer, o astro das comédias impagáveis da década de 80, ao lado do saudoso Richard Pryor (1940-2005), e eterno Willy Wonka da Fantástica Fábrica de Chocolate (Willy Wonka and the Chocolat Factory, EUA, 1971) pode ser tranquilamente incluído no rol dos maiores comediantes de todos os tempos.

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MUITO ALÉM DO JARDIM – Na Vila das Artes

Menina dos olhos do genial Peter Sellers, Muito Além do Jardim encerra a última mostra de 2014 do Grupo 24 Quadros, dedicada aos gênios da comédia. O filme será exibido nessa sexta, dia 19 de dezembro, na Vila das Artes

Sequência de BEING THERE (EUA, 1979, de Hal Ashby), o qual será exibido nessa sexta

Peter Sellers em MUITO ALÉM DO JARDIM (1979), de Hal Ashby): na Vila das Artes

Não obstante tenha feito tanta gente rir às gargalhadas, Peter Sellers (1925-1980) sempre foi um infeliz. Para quem já teve a oportunidade de assistir ao maravilhoso A Vida e a Morte de Peter Sellers (The Life and the Death of Peter Sellers, EUA, 2004, de Stephen Hopkins), ou teve a curiosidade de saber um pouco mais sobre a história desse monstro da sétima arte, fica evidente que o eterno inspetor Closeau era um homem amaríssimo – chegou a questionar porque o público gostava tanto dos seus filmes, já que ele odiava tudo o que fazia -, e que, no fundo, vislumbrava na arte da atuação seu único esteio com a realidade.

Talvez tenha sido isso o que o ligou ao humilde jardineiro Chance, um homem que tinha na televisão sua exclusiva ligação com o mundo exterior. Ambos foram apresentados quando Sellers leu o livro Muito Além do Jardim, escrito por Jerzy Kozinski no início dos anos 1970. Foi amor à primeira vista. O ator britânico viu no homem medíocre que não sabia nada além de jardinagem e programas de TV a oportunidade de ser reconhecido como um grande ator “dramático” – como se ele precisasse disso. Em 1979, Peter estava a apenas um ano de nos deixar, aos precoces 54 anos, devastado por problemas cardíacos e domésticos. Muito desse desespero transparece na comédia dramática que garantiria a Peter seu primeiro Globo de Ouro (na sua quarta indicação) e sua segunda indicação ao Oscar, perdida para Dustin Hoffman, por Kramer vs. Kramer (Idem, EUA, 1979, de Robert Benton), na edição de 1980 do prêmio.

Muito Além do Jardim (Being There, EUA, 1979), pode ser considerado o último grande filme estrelado por Sellers, que ainda teria dois longas acrescentados ao currículo – um deles póstumo. Na estória que será apresentada ao público nessa sexta, na Vila das Artes, Chance (Peter Sellers) é um jardineiro que se parece com tantos outros homens e mulheres humildes que povoam nosso dia-a-dia de indiferença calcada na divisão social do trabalho. Introvertido, analfabeto e solitário, o pobre serviçal tem como único lazer na vida os TV Shows e as flores que ele cultiva para prazer de sua senhoria. Ocorre que um dia seu patrão morre e Chance é forçado a deixar o lugar onde gastara sua juventude, partindo rumo a um mundo muito diferente daquele que lhe era apresentado na telinha.

Por outro desses acasos da vida, porém, o humilde proletário é atropelado pelo carro do poderoso magnata Ben Rand (Melvyn Douglas, arrasando), que o acolhe e o introduz no seu círculo íntimo de amizades, incluindo ninguém menos que o presidente dos Estados Unidos. Numa sociedade de aparências e sentenças lacônicas desprovidas de qualquer sentido, Chance, que só consegue responder à qualquer questão com base em seus parcos conhecimentos sobre plantas, é reputado como um gênio pelos poderosos novos amigos, tornando-se uma espécie de celebridade instantânea. Isso parece familiar? Na era das frases de efeito (vazio) em perfis de redes sociais, a diluição do conhecimento e do pensamento crítico são reflexos do domínio dos meios de comunicação de massa sobre as nossas vidas. É provável que o grande drama dessa comédia toda seja, por um lado, o desespero dos homens brilhantes face a uma realidade dia-a-dia dominada por frases de efeito e, por outro, o desejo de homens como Chance, o jardineiro, de manter-se em sua feliz e tranquila obscuridade.

FICHA TÉCNICA

Título original: Being There
País de origem: EUA
Direção: Hal Ashby
Elenco: Peter Sellers, Melvin Douglas, Shirley McLaine, Jack Warden, Richard A. Dysart, Richard Basehart, Ruth Attaway, David Clennon, Fran Brill, Denise duBarry, Oteil Burbridge e Revenell Keller III
130 minutos
Distribuidora: Columbia Pictures do Brasil

ONDE

Vila das Artes – Rua 24 de Maio, 1121, Centro. Sexta, dia 19 de dezembro, a partir das 18h30min. Haverá comentário prévio do filme

QUANDO

Confira o trailer original do filme:

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CINECLUBE 24 QUADROS – A ARTE DE FAZER RIR

Mostra dedicada aos gênios do humor fecha o calendário de 2014 do grupo 24 quadros. Intitulada Gênios da Comédia, a mostra reúne os mestres Charles Chaplin, Jerry Lewis e Peter Sellers em seus trabalhos menos populares. 2 filmes finalizam o mês de dezembro, na Vila das artes

Charles Chaplin como MONSIEUR VERDOUX (EUA, 1947), filme que abriu a mostra Gênios da Comédia, em cartaz durante o mês de dezembro na Vila das Artes

Charles Chaplin como MONSIEUR VERDOUX (EUA, 1947), filme que abriu a mostra Gênios da Comédia, em cartaz durante o mês de dezembro na Vila das Artes

A arte de fazer rir não é métier para qualquer um. Dentro desse universo ora divertido, ora melancólico, é possível distinguir o palhaço, o humorista e o ator que encara bem personagens non sense. Isso não costuma ser tão claro para o público, mas fica fácil de entender quando assistimos a atuações de mestres como Charles Spencer Chaplin (1889-1977), artista que conseguia reunir características de todos esses profissionais. Como ator, era capaz de provocar o riso mesmo encarando personagens à beira da desgraça; como palhaço, era o trapalhão Carlitos, um vagabundo meio pícaro que estava sempre às voltas com a necessidade de sobrevivência; como humorista, era a síntese dos dois últimos, fazendo rir sem recorrer à apelações e se valendo de todos os truque aprendidos nos tempos de teatro de Vaudeville.

Jerry Lewis, com seu antológico O Professor Aloprado (The Nutty Professor, EUA, 1963) é o próximo gênio da mostra, que continua nessa sexta, dia 12 do correnteNessa comédia mais fiel a essência do gênero, Lewis, além de dirigir, encarna um genial professor universitário e (estereótipo de) cientista que cria uma fórmula mágica que o converte de pobre nerd sem vida social num galante conquistador que, claro, acabará se dando mal. Você já ouviu essa história antes? Qualquer semelhança não representa qualquer coincidência.

Veja o trailer de O Professor Aloprado:

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Sim, esta é uma mostra de gênios do humor, e estes, assim como nos fazem rir, também têm a capacidade – quando são atores de verdade, óbvio – de gerar bolos na garganta. Que o diga o monstruoso Peter Sellers, que com o sensível Muito Além do Jardim (Being There, EUA, 1979), de Hal Ashby, cumpre esse papel. A comédia dramática que era a menina dos olhos do ator – incompreensivelmente ressentido por não conseguir papeis mais “sérios” – nos confronta com um homem de vida absolutamente medíocre que tem seu destino transformado a partir de uma tragédia.

FICHA TÉCNICA

O PROFESSOR ALOPRADO
The Nutty Professor
EUA, 1963
Direção: Jerry Lewis
Roteiro: Lewis e Bill Richmond
Elenco: Jerry Lewis, Stella Stevens, Del Moore, Kathleen Freeman, Norman Alden, Howard Morris, Elvia Eliman e Milton Frome
107 minutos
Paramount
Livre

Dias 12 de dezembro a partir das 18h30min, no auditório da Escola Pública de Audiovisual da Vila das Artes. Haverá apresentação prévia do filme.

MUITO ALÉM DO JARDIM
Being There
EUA, 1979
Direção: Hal Ashby
Roteiro: Jerry Kosinsky, baseado em romance de sua autoria
Elenco: Peter Sellers, Shirley MacLaine, Melvyn Douglas, Jack Warden, Richard Dysart, Richard Basehart, Ruth Attway e David Clennon
130 minutos
Lorimar Pictures
14 anos

Dia 19 de dezembro a partir das 18h30min, no auditório da Escola Pública de Audiovisual da Vila das Artes. Haverá apresentação prévia do filme.

SERVIÇO

Mostra Gênios da Comédia

ONDE
Vila das Artes – Rua 24 de Maio, 1121, Centro

Confira o trailer de Muito além do Jardim:

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MACBETH – NO CINECLUBE 24 QUADROS

Dando sequência à mostra O teatro vai ao Cinema, o Cineclube 24 Quadros exibe nessa sexta-feira, dia 21 de novembro, MacBeth: Reinado de Sangue, outro dos grandes filmes do gênio Orson Welles, que completará seu centenário no próximo ano. A mostra segue durante todo o mês, às sextas, na Vila das Artes

MC BETH (1948), de Orson Welles, será exibido nessa sexta, dia 16 de novembro, no cineclube do  Grupo 24 Quadros

Jeanette Nolan em MACBETH REINADO DE SANGUE (1948), de Orson Welles

Em 1948, Orson Welles já era um nome consagrado quando resolveu levar às telas uma adaptação de Otelo, de William Shakespeare. Como soía ocorrer nos projetos desse maldito da sétima arte, não foi exatamente essa a peça que ele conseguiu adaptar para o cinema. Pouco importava. Quem é o artista – sobretudo um homem de teatro – que não ambiciona se apropriar (no bom sentido do termo) de uma obra do bardo inglês? O resultado da adaptação de MacBeth, que Welles visualizava como “uma mistura perfeita de O Morro dos Ventos Uivantes (Wuthering Heights, EUA, 1939), adaptação da obra homônima de Emily Brontë e A Noiva de Frankenstein (The Bride of Frankenstein, EUA, 1935), horror movie estrelado por Boris Karloff, poderá ser conferida pelo público nessa sexta, dia 21 de novembro, no Cine clube do Grupo 24 Quadros, dentro da mostra O Teatro vai ao Cinema, realizada durante todo o mês de novembro do corrente.

Macbeth: Reinado de Sangue (Mc Beth, EUA, 1948) foi um filme difícil desde o começo. Welles conseguiu convencer o produtor Herbert Yates, da Republic Pictures – produtora que teve grande lucro com películas estreladas por Roy Rogers – a financiar o projeto, mas o orçamento foi apertado e liberado apenas depois que o próprio Welles se comprometeu a colocar o seu próprio dinheiro em caso de estouro do orçamento. O jeito foi improvisar: muitos dos figurinos que se veem na película vieram de uma loja de aluguel de roupas chamada Western Costume, que fornecia figurinos para filmes de bang bang. Em entrevista ao cineasta e escritor Peter Bogdanovich, Welles expressou bem o constrangimento de envergar tal indumentária, quando declarou que seu personagem ficou parecido com a Estátua da LIberdade (!). Por outro lado, a crítica implicou com o sotaque escocês que Welles impôs aos atores para se aproximar mais do texto original, o qual foi por ele adaptado, o que incluiu a introdução de personagens inexistentes na peça.

O interessante é que Welles fora convidado para dirigir, em 1936, uma montagem chamada Voodoo Macbethestrelada – vejam só! – por um elenco exclusivamente afro-americano e seria dessa experiência que ele colheria os elementos para sua ideia de levar Shakespeare, à sua maneira, para o écran. Welles era mesmo um homem à frente do seu tempo. E isso não é força de expressão.

Ficha Técnica

MACB1Macbeth: Reinado de Sangue
Título original: 
MacBeth
País de origem: EUA
Ano de produção: 1948
Direção: Orson Welles
Elenco: Orson Welles, Jeanette Nolan, Dan O’Herlihy, Peggy Webber, Christopher Welles, Erskine Sanford, Roddy McDowall, Edgar Barrier, Alan Napier, John Dierkes, Keene Curtis, Peggy Webber e Lionel Braham
Orçamento: 75 mil dólares
Tempo de duração no Cinema: 98 minutos
Tempo de duração original: 107 minutos (Restaurado para o vídeo)
Produtora: Republic Pictures
Distribuidora: Versátil

Onde

Cineclube 24 Quadros > Rua 24 de maio, 1221, Centro

Quando

Sexta-feira/21 de novembro, 14h. Haverá apresentação prévia do filme.

Confira o trailer:

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DO PALCO PARA AS TELAS – cineclube 24 quadros

Em novembro, o cineclube 24 quadros traz uma mostra dedicada ao cinema baseado em peças teatrais. Contemplando artistas consagrados no mundo dos palcos e das telas, o evento apresenta ao público experiências bem-sucedidas de apropriação cinematográfica de peças teatrais, oferecendo-lhe a possibilidade de distinguir o que torna cada arte singular em relação à outra

O PAGADOR DE PROMESSAS (1962) abre a mostra de novembro do Grupo 24 Quadros

O PAGADOR DE PROMESSAS (1962) abre a mostra de novembro do Grupo 24 Quadros

Juntamente com a literatura, o teatro foi uma das artes que consubstanciaram aquilo que conhecemos hoje como cinema. Isto não é novidade, mesmo entre os cinéfilos que não são íntimos da história do cinema. Entretanto, a realação entre ambas as artes, umbilicalmente ligadas, nem sempre foi das mais pacíficas, o que se expressou no desprezo de certos artistas do teatro em relação ao nascente cinema, considerado como arte “menor”.

Para mentes mais arejadas, como as de Luchino Visconti e Ingmar Bergman, a relação cinema/teatro representou um campo de experiências estéticas que alimentaram e enriqueceram ambas as artes. A bem da verdade, ainda antes desses mestres, grandes nomes do teatro como o alemão Bertolt Bretch e cineastas como o soviético Dziga Vertov já haviam experimentado o intercâmbio entre a sétima arte e o teatro. Entretanto, apenas quando a vertente narrativa clássica do cinema – leia-se Hollywood – adaptou peças teatrais para o écran esse casamento com cara de namoro adolescente foi popularizado.

É a partir dessa vertente que a mostra do mês de novembro do cineclube 24 Quadros foi pensada. Exibindo quatro longas baseados em peças teatrais, compreendendo desde o universal William Shakespeare ao menos conhecido (mas não menos brilhante) Dias Gomes, os curadores da mostra pretendem apresentar experiências bem-sucedidas de apropriação – e este é o termo exato – dos códigos do teatro pelo cinema de matriz clássica, oferecendo ao público a possibilidade de perceber o que distingue ambas as artes, assim como suas possibilidades de intercâmbio mútuo. Uma verdadeira experiência de educação estética prática, que pode (deve) gerar um novo olhar em relação a duas artes umbilicalmente ligadas e que só entraram em conflito por efeito de falsas polêmicas teóricas.

Serviço

Mostra Do Palco para as Telas
Quando: dias 7, 14, 21 e 28 de novembro de 2014
Onde: Vila das Artes – Rua 24 de maio, 1121, Centro.
Horário: a partir das 18h30min.

Confira abaixo a programação:

Dia 07/11- O Pagador de Promessas (1962)
Zé do Burro (Leonardo Villar) e sua mulher Rosa (Glória Menezes) vivem em uma pequena propriedade a 42 quilômetros de Salvador. Um dia, o burro de estimação de Zé é atingido por um raio e ele acaba indo a um terreiro de candomblé, onde faz uma promessa a Santa Bárbara para salvar o animal. Com o restabelecimento do bicho, Zé põe-se a cumprir a promessa e doa metade de seu sítio, para depois começar uma caminhada rumo a Salvador, carregando nas costas uma imensa cruz de madeira. Mas a via crucis de Zé ainda se torna mais angustiante ao ver sua mulher se engraçar com o cafetão Bonitão (Geraldo Del Rey) e ao encontrar a resistência ferrenha do padre Olavo (Dionísio Azevedo) a negar-lhe a entrada em sua igreja, pela razão de Zé haver feito sua promessa em um terreiro de macumba.

Dia 14/11- Gata em Teto de Zinco Quente (1958)
Harvey Pollitt (Burt Ives) é um patriarca que é um rico proprietário de terras, além de possuir uma fortuna de US$ 10 milhões. Harvey celebra seu aniversário e é visitado pelos dois filhos, mas ele ignora que tem um câncer inoperável, pois seu médico lhe disse que tinha se recuperado. Gooper (Jack Carson), um dos filhos, e sua esposa (Madeleine Sherwood) tiveram algumas crianças e cobiçam poder herdar os milhões do “Velho”. Por outro lado Brick (Paul Newman), seu filho favorito, é um alcoólatra e ex-astro de futebol americano, que vive um casamento infeliz. Esta situação deixa Maggie (Elizabeth Taylor), sua esposa, muito frustrada, pois ama o marido apesar de ser desprezada por ele.

Dia 21/11- Macbeth-Reinado de Sangue (1948)
Baseado na obra literária de William Shakespeare, somos apresentados a Macbeth (Orson Welles), um homem simples designado por feiticeiras a se tornar rei. Conquistando as batalhas com muita violência e sangue, sua mente vai ficando cada vez mais conturbada, o que viria a ser sua ruína.

Dia 28/11- Conduzindo Miss Daisy (1990)
Atlanta, 1948; uma rica judia de 72 anos (Jessica Tandy) joga acidentalmente seu Packard novo em folha no jardim premiado do seu vizinho. O filho (Dan Aykroyd) dela tenta convencê-la de que seria o ideal ela ter um motorista, mas ela resiste a esta idéia. Mesmo assim o filho contrata um afro-americano (Morgan Freeman) como motorista. Inicialmente ela recusa ser conduzida por este novo empregado, mas gradativamente ele quebra as barreiras sociais, culturais e raciais que existem entre eles.

Veja o trailer de Conduzindo Miss Daisy.

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