EM PASSAGEM – CARRIE FISHER (1956-2016)

A princesa Leia Organa ficará eterna no Cinema. Carrie Fisher, que a viveu na saga Guerra nas Estrelas, está em passagem, rumando para um outro universo. Ela faleceu nesta 3ª feira, após sofrer um derrame cerebral na última sexta-feira, 23, enquanto fazia um voo de Londres para Los Angeles. A Princesa tinha 60 anos

Carrie Fischer: a princesa Lea Organa da franquia Guerra nas Estrelas

Carrie Fisher: a Princesa Lea Organa da franquia Guerra nas Estrelas

É com grande pesar que Billie Lourd confirma que sua amada mãe, Carrie Fisher, faleceu às 8h55 desta manhã. Ela era amada pelo mundo e sua ausência será sentida profundamente. Nossa família agradece pelos pensamentos e orações”, foi o texto do comunicado à imprensa através de Simon Halls, o porta-voz da família.

Filha do cantor pop Eddie Fisher e da atriz Debbie Reynolds, Carrie Fisher nasceu em Beverly Hills, Califórnia, em 21 de outubro de 1956. Criança reservada, levada pela mãe, iniciou a carreira ainda criança em Shampoo (1975), de Hal Ashby, com Warren Beatty, Goldie Hawn e Julie Christie; e em seguida chegou ao estrelato logo no segundo filme, ao ser escolhida por George Lucas para viver a princesa Leia Organa na icônica série Guerra nas Estrelas, produzidas em 1977 (Star Wars), 1980, O Império Contra-Ataca, e 1983, O Retorno de Jedi, além de Star Wars – o Desertar da Força (2015), quando apareceu como uma líder da Resistência. A seu lado estavam Mark Hamill e Harrison Ford. Já tinha finalizado as sua participação no episódio 8, a ser lançado em 2017, e já estava escalada para a sequência, o episódio 9, a ser filmada em 2017.

Empunhando uma pistola, dirigindo nave espacial e esbanjando um estranho penteado, ela conquistou uma dimensão de idolatria internacional numa época em que as mulheres exigiam ser as donas de seus corpos. No entanto, não conseguiu conquistar uma carreira sólida em Hollywood, fazendo poucos filmes expressivos, mas se tornou uma escritora ácida e irônica para com a realidade da meca do cinema e seus personagens de várias matizes em busca de sucesso.

Entre os poucos trabalhos em produções de qualidade destacam-se Hannah e Suas Irmãs (1986), de Woody Allen, Harry e Sally: Feitos um Para o Outro (89), de Rob Reiner, Escritor Fantasma (2007), de Roman Polanski, e Mapa Para as Estrelas (2014), de David Cronenberg – e assim mesmo em papéis menores.

Um de seus livros, Postcards from the Edge, de 1987virou filme, Lembranças de Hollywood (1990), dirigido por Mike Nichols (1931-2014), com Meryl Streep, Shirley McLaine e Denis Quaid. Escreveu ainda textos para documentários e premiações da televisão, além de episódios para s série O Jovem Indiana Jones (1993).

Confira os principais livros escritos por Carrie Fisher, aqui.

Carrie Fisher brigou também contra a depressão, as drogas (e até que partilhou com Harrison Ford, disse recentemente) e o transtorno bipolar e fez um resumo de sua vida sob o fantasma da princesa Leia e as depreciações lhe imputadas em Memórias da Princesa: os Diários de Carrie Fisher (The Princess Diarist), lançado no início deste ano e com o qual fazia turnê de lançamento por vários países. Também vítima de comentários ridículos de humanos perfeitos e que nunca chegarão a idosos, os quais a consideram velha demais ao ser vista em O Despertar da Força, ela respondeu como sempre fez: altiva e repleta de ironias.

Veja Carrie Fisher no trailer original de Star Wars (1977).

 

MUITO ALÉM DO JARDIM – Na Vila das Artes

Menina dos olhos do genial Peter Sellers, Muito Além do Jardim encerra a última mostra de 2014 do Grupo 24 Quadros, dedicada aos gênios da comédia. O filme será exibido nessa sexta, dia 19 de dezembro, na Vila das Artes

Sequência de BEING THERE (EUA, 1979, de Hal Ashby), o qual será exibido nessa sexta

Peter Sellers em MUITO ALÉM DO JARDIM (1979), de Hal Ashby): na Vila das Artes

Não obstante tenha feito tanta gente rir às gargalhadas, Peter Sellers (1925-1980) sempre foi um infeliz. Para quem já teve a oportunidade de assistir ao maravilhoso A Vida e a Morte de Peter Sellers (The Life and the Death of Peter Sellers, EUA, 2004, de Stephen Hopkins), ou teve a curiosidade de saber um pouco mais sobre a história desse monstro da sétima arte, fica evidente que o eterno inspetor Closeau era um homem amaríssimo – chegou a questionar porque o público gostava tanto dos seus filmes, já que ele odiava tudo o que fazia -, e que, no fundo, vislumbrava na arte da atuação seu único esteio com a realidade.

Talvez tenha sido isso o que o ligou ao humilde jardineiro Chance, um homem que tinha na televisão sua exclusiva ligação com o mundo exterior. Ambos foram apresentados quando Sellers leu o livro Muito Além do Jardim, escrito por Jerzy Kozinski no início dos anos 1970. Foi amor à primeira vista. O ator britânico viu no homem medíocre que não sabia nada além de jardinagem e programas de TV a oportunidade de ser reconhecido como um grande ator “dramático” – como se ele precisasse disso. Em 1979, Peter estava a apenas um ano de nos deixar, aos precoces 54 anos, devastado por problemas cardíacos e domésticos. Muito desse desespero transparece na comédia dramática que garantiria a Peter seu primeiro Globo de Ouro (na sua quarta indicação) e sua segunda indicação ao Oscar, perdida para Dustin Hoffman, por Kramer vs. Kramer (Idem, EUA, 1979, de Robert Benton), na edição de 1980 do prêmio.

Muito Além do Jardim (Being There, EUA, 1979), pode ser considerado o último grande filme estrelado por Sellers, que ainda teria dois longas acrescentados ao currículo – um deles póstumo. Na estória que será apresentada ao público nessa sexta, na Vila das Artes, Chance (Peter Sellers) é um jardineiro que se parece com tantos outros homens e mulheres humildes que povoam nosso dia-a-dia de indiferença calcada na divisão social do trabalho. Introvertido, analfabeto e solitário, o pobre serviçal tem como único lazer na vida os TV Shows e as flores que ele cultiva para prazer de sua senhoria. Ocorre que um dia seu patrão morre e Chance é forçado a deixar o lugar onde gastara sua juventude, partindo rumo a um mundo muito diferente daquele que lhe era apresentado na telinha.

Por outro desses acasos da vida, porém, o humilde proletário é atropelado pelo carro do poderoso magnata Ben Rand (Melvyn Douglas, arrasando), que o acolhe e o introduz no seu círculo íntimo de amizades, incluindo ninguém menos que o presidente dos Estados Unidos. Numa sociedade de aparências e sentenças lacônicas desprovidas de qualquer sentido, Chance, que só consegue responder à qualquer questão com base em seus parcos conhecimentos sobre plantas, é reputado como um gênio pelos poderosos novos amigos, tornando-se uma espécie de celebridade instantânea. Isso parece familiar? Na era das frases de efeito (vazio) em perfis de redes sociais, a diluição do conhecimento e do pensamento crítico são reflexos do domínio dos meios de comunicação de massa sobre as nossas vidas. É provável que o grande drama dessa comédia toda seja, por um lado, o desespero dos homens brilhantes face a uma realidade dia-a-dia dominada por frases de efeito e, por outro, o desejo de homens como Chance, o jardineiro, de manter-se em sua feliz e tranquila obscuridade.

FICHA TÉCNICA

Título original: Being There
País de origem: EUA
Direção: Hal Ashby
Elenco: Peter Sellers, Melvin Douglas, Shirley McLaine, Jack Warden, Richard A. Dysart, Richard Basehart, Ruth Attaway, David Clennon, Fran Brill, Denise duBarry, Oteil Burbridge e Revenell Keller III
130 minutos
Distribuidora: Columbia Pictures do Brasil

ONDE

Vila das Artes – Rua 24 de Maio, 1121, Centro. Sexta, dia 19 de dezembro, a partir das 18h30min. Haverá comentário prévio do filme

QUANDO

Confira o trailer original do filme:

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SEMANA 48 – NOVOS FILMES EM CARTAZ NESTA QUINTA-FEIRA

Depois do efeito bombástico da estreia de Jogos Vorazes: a Esperança – Parte 1, que ocupou cerca de 50% das salas de todo o país na semana passada, o circuito começa a respirar um pouco mais. Embora essa não seja uma boa safra, é sempre possível que boas surpresas surjam de onde menos se espera. A semana é marcada pela presença curiosa de filmes gays ou com personagens gays, já que de 28.11 a 04.12 o Cinema do Dragão sedia o 8º For Rainbow – Festival de Cinema e Cultura da Diversidade Sexual, com a exibição de longas e curtas metragens abordando o tema por diferentes perspectivas. Veja a programação no site oficial. Quanto ao circuito, três filmes trazem personagens homossexuais: os brasileiros Trinta (2014), de Paulo Machiline, e O Casamento de Gorete (2013), de Paulo Vespúcio, e, em pré-estreia, Saint Laurent (2014), de Bertrand Bonello. A semana também é marcada por histórias de amor, como as contadas em Boa Sorte (2014), de Carolina Jabor, Elsa & Fred (2014), de Michael Radford, e Uma Nova Chance para Amar (2013), de Arie Posin. Correndo por fora, o thriller de ação De Volta ao Jogo (2014), de Chad Stahelski e David Leitch, e a comédia Quero Matar Meu Chefe 2 (2014), de Sean Anders, este em sessões de pré-estreia. Como se vê, não faltam filmes nos cinemas para os cinéfilos em Fortaleza

Matheus Nachtergaele em TRINTA, de Paulo Machline

Matheus Nachtergaele em TRINTA (2014), de Paulo Machline

Já estamos perdendo a conta da quantidade de cinebiografias que foram produzidas nos últimos anos só no Brasil. Só este ano tivemos filmes sobre Getúlio Vargas, Paulo Coelho, Tim Maia e Irmã Dulce. Junta-se ao coro esta história do mestre do carnaval carioca Joãozinho Trinta, chamada apenas Trinta. Matheus Nachtergaele incorpora o carnavalesco numa performance bastante elogiada pela crítica. O enredo acompanha a trajetória de Joãozinho desde a partida de sua cidade natal (São Luís-MA) em busca de sucesso no Rio de Janeiro, onde começou como bailarino. Depois ele seria convidado para produzir o seu primeiro desfile carnavalesco, na Acadêmicos do Salgueiro, há 40 anos. O elenco de apoio do filme é também digno de nota.

TRINTA (Brasil, 2014), de Paulo Machile. Com Matheus Nachtergaele, Paulo Tiefenthaler, Paolla Oliveira, Milhem Cortaz, Fabrício Boliveira, Mariana Nunes, Ernani Moraes, Vinicius de Oliveira, Marco Ricca. 96 min. Fox. 12 anos.

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Keanu Reeves em DE VOLTA AO JOGO (2014), de Chad Stahelski e David Leitch

Keanu Reeves em DE VOLTA AO JOGO (2014), de Chad Stahelski e David Leitch

Um estranho no ninho entre as estreias, mas ao mesmo tempo o mais atraente dos filmes, De Volta ao Jogo é mais uma história de um assassino de aluguel aposentado que tem que voltar ao trabalho por causa de algo que perturba sua paz. Já vimos algo parecido em O Protetor, com Denzel Washington, mas ao que parece existe apenas este ponto em comum. A intenção dos diretores do filme é emular tanto animes e filmes de ação de Hong Kong, quanto westerns spaghetti. Com tanta homenagem boa e um sempre simpático Keanu Reeves à frente do elenco, De Volta ao Jogo parece animador.

DE VOLTA AO JOGO (John Wick, EUA/Canadá/China, 2014), de Chad Stahelski e David Leitch. Com Keanu Reeves, Michael Nyqvist, Alfie Allen, Willem Dafoe, Dean Winters, Adrianne Palicki. 101 min. Imagem Filmes. 18 anos.

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João Pedro Zappa e Deborah Secco em BOA SORTE (2014), de Carolina Jabor

João Pedro Zappa e Deborah Secco em BOA SORTE (2014), de Carolina Jabor

Depois de uma semana de pré-estreia com poucas sessões, Boa Sorte promete alcançar um público maior agora que entra em cartaz pra valer. Deborah Secco emagreceu 11 quilos para viver uma jovem soropositiva em estado grave em uma clínica psiquiátrica. Judite, sua personagem, foi internada por causa dos delírios e alucinações. O que ela não esperava é que, dentro da instituição psiquiátrica, encontraria um grande amor, na figura do jovem João (João Pedro Zappa). Adaptação de um conto de Jorge Furtado, Boa Sorte é a estreia na direção de Carolina Jabor, filha do cineasta, cronista e comentarista político Arnaldo Jabor. Na trama, como ela não tem muito tempo de vida, o máximo que eles podem fazer é aproveitar a oportunidade de ficarem juntos, nem que seja entre os muros da clínica.

BOA SORTE (Brasil, 2014), de Carolina Jabor. Com Deborah Secco, João Carlos Zappa, Gisele Froés, Felipe Camargo, Cássia Kis Magro, Edmilson Barros, Pablo Sanábio, Fernanda Montenegro. 89 min. Imagem Filmes. 16 anos.

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Shirley MacLaine e Christopher Plummer em ELSA & FRED (2014), de Michael Radford

Shirley MacLaine e Christopher Plummer em ELSA & FRED (2014), de Michael Radford

Refilmagem do argentino Elsa e Fred (2005), de Marcos Carnevale, a versão americana traz um casal que já fez muito pelo cinema hollywoodiano no papel do casal de idosos que descobrem que ainda não é tarde para se apaixonar e voltar a estar de bem com a vida. Na história, os dois passam a ficar amigos e a partir da amizade surge o amor. É um tipo de enredo que depende muito de diálogos bem construídos e de boas interpretações, além de bom pulso do diretor. Aqui, temos Michael Radford, que conta com alguns ótimos e bem distintos filmes no currículo, como 1984 (1984) e O Carteiro e o Poeta (1994).

ELSA & FRED (EUA, 2014), de Michael Radford. Com Shirley MacLaine, Christopher Plummer, Marcia Gay Harden, Scott Bakula, Chris Noth, George Segal, James Brolin. 94 min. Diamond. 14 anos.

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Annette Bening e Ed Harris em UMA NOVA CHANCE PARA AMAR (2013), de Arie Posin

Annette Bening e Ed Harris em UMA NOVA CHANCE PARA AMAR (2013), de Arie Posin

Um outro filme sobre uma outra história de amor entre pessoas mais maduras é o cartaz do Cinema de Arte, Uma Nova Chance para Amar, cujo enredo é bem interessante. Na trama, Annette Bening é uma viúva que sofre durante muitos anos com a perda do marido, que morreu afogado no mar. Sua vida vira de pernas para o ar quando ela descobre um homem idêntico a ele (Ed Harris) e passa a persegui-lo, a fim de iniciar um novo romance. O filme equilibra bem o lado romântico com o clima misterioso, com passagens que remetem ao clássico do suspense de Alfred Hitchcock Um Corpo Que Cai.

UMA NOVA CHANCE PARA AMAR (The Face of Love, EUA, 2013), de Arie Posin. Com Annette Bening, Ed Harris, Robin Williams, Jess Weixler, Linda Park, Jeffrey Vincent Parise, Amy Brenneman. 92 min. California. 12 anos.

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Leticia Spiller em O CASAMENTO DE GORETE (2012), de Paulo Vespúcio

Leticia Spiller em O CASAMENTO DE GORETE (2012), de Paulo Vespúcio

Ao que parece, pelo jeito que se vende no trailer, O Casamento de Gorete é uma dessas produções que remetem muito ao humor televisivo decadente estilo Zorra Total, com exageros no trato com os personagens homossexuais, em geral mostrados de maneira estereotipada e histriônica. Há críticos que já viram o filme em festival que dizem que se trata de uma obra até mesmo preconceituosa com o público gay, mas é preciso ver para confirmar se isso não é uma acusação infundada. Na trama, pai rejeita o filho por ele ser homossexual. Passados vários anos, quando o pai está à beira da morte e o filho já é uma mulher chamada Gorete (Rodrigo Sant’Anna), ela descobre que para receber a herança é preciso casar. Começa a corrida para encontrar um marido para Gorete. Letícia Spiller aparece no papel de uma drag queen.

O CASAMENTO DE GORETE (Brasil, 2013), de Paulo Vespúcio. Com Rodrigo Sant’Anna, Tadeu Mello, Ataíde Arcoverde, Antônio Firmino,  Carlos Bonow, José Victor Amorim, Leila Viany, Letícia Spiller, Maria Cristina Gatti, Nando Rodrigues, Pedro Novaes, Ricardo Blat, Tonico Pereira, Virginia Rodrigues. 93 min. Europa. 12 anos.

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Pré-estreias

Gaspard Ulliel em SAINT LAURENT (2014), de Bertrand Bonello

Gaspard Ulliel em SAINT LAURENT (2014), de Bertrand Bonello

Ao que parece, a onda das cinebiografias não está acontecendo só no Brasil, já que, no mesmo ano, o estilista Yves Saint Laurent ganhou dois filmes sobre sua vida. O primeiro, Yves Saint Laurent, de Jalil Lespert, foi lançado no Brasil em outubro. O segundo, Saint Laurent, do celebrado cineasta Bertrand Bonello, de filmes como O Pornógrafo (2001), Tirésia (2003) e L’Apollonide – Os Amores da Casa de Tolerância (2011), parece ter tudo para ser bem melhor, tendo em vista o respeitável histórico do diretor. O filme acompanha a vida do estilista de 1967 a 1976, quando estava no auge da carreira.

SAINT LAURENT (França/Bélgica, 2014), de Bertrand Bonello. Com Gaspar Ulliel, Jérémie Renier, Louis Garrel, Léa Seydoux, Amira Casar, Aymeline Valade, Helmut Berger, Valeria Bruni Tedeschi. 150 min. Imovision. 12 anos.

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Jason Sudeikis, Jason Bateman, Charlie Day e Jennifer Aniston em QUERO MATAR MEU CHEFE 2 (2014), de Sean Anders

Jason Sudeikis, Jason Bateman, Charlie Day e Jennifer Aniston em QUERO MATAR MEU CHEFE 2 (2014), de Sean Anders

Depois do divertido Quero Matar Meu Chefe (2011), de Seth Gordon, a gangue do elenco principal novamente se reúne para novas presepadas. Mudou o diretor. Se Seth Gordon tinha um bom currículo de comédias, Sean Anders não fica atrás, tendo como trabalhos de destaque a direção de Sex Drive – Rumo ao Sexo (2008) e o roteiro de Família do Bagulho (2013). É esperar que em Quero Matar Meu Chefe 2 as piadas não estejam requentadas e que a criatividade impere. Tudo em prol da arte de fazer rir. Jennifer Aniston, pelo que dizem, volta tão tarada quanto no primeiro filme. Bom para o espectador.

QUERO MATAR MEU CHEFE 2 (Horrible Bosses 2, EUA, 2014), de Sean Anders. Com Jason Sudeikis, Jason Bateman, Charlie Day, Jennifer Aniston, Kevin Spacey, Jamie Foxx, Chris Pine, Christoph Waltz, Jonathan Banks. 108 min. Warner. 14 anos.

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Saem de cartaz

O Melhor de Mim
Questão de Escolha

Estreias nacionais desta quinta-feira, 27, que não entram em cartaz em Fortaleza

Os Amigos, de Lina Chamie
Sétimo, de Patxi Amezcua

Veja o trailer de Os Amigos

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