GLOBO DE OURO-2017 – ELLE, LA LA LAND E MOONLIGHT

Na noite de entrega dos Globo de Ouro, edição 74, Meryl Streep roubou a festa. Foi a noite da estrela, uma das atrizes mais conscientes de seu papel na poderosa indústria de Hollywood, que está sendo alvo do novo presidente do País, o inacreditável Donald Trump. Mas, a premiação foi justa com os melhores filmes produzidos no ano passado, consagrando La La Land – cantando Estações, o drama francês Elle e o corajoso drama racial Moonlight – Sob a Luz do Luar

ELLE (2016), LA LA LAND - CANTANDO ESTAÇÕES (2016) E MOONLIGHT - SOB A LUZ DO LUAR (2016): ganhadores do Globo de Ouro-2017

ELLE (2016), LA LA LAND – CANTANDO ESTAÇÕES (2016) e MOONLIGHT – SOB A LUZ DO LUAR (2016): ganhadores do Globo de Ouro-2017

A Associação de Imprensa Estrangeira, responsável pelo prêmio Globo de Ouro, fez uma festa supimpa, cujo brilho foi roubado por uma estrela, Meryl Streep. Ela lembrou que, hoje, Hollywood, os estrangeiros e a imprensa estão sendo alvo dos rompantes de Donald Trump, o recém eleito presidente do País, e alfinetou o comportamento nada digno para ocupante de tal cargo: “Esse exemplo dado por uma pessoa tão poderosa dá permissão a outras pessoas para desrespeitar. A violência incita a violência. O desrespeito incita o desrespeito. Se alguém usa a sua posição para fazer bullying, todos nós perdemos“, disse.

Trump, toma possa daqui a alguns dias e os homofóbicos, intolerantes e racistas o comemoram. Assim como os ingleses se arrependeram com o resultado do brexit, os estadunidenses vão se arrepender de o terem eleito. Apenas questão de tempo.

Mas, a cerimônia 74 premiou os reais merecedores de seus prêmios. Como ainda não vi La La Land – cantando Estações, fico na esperança de que realmente seja sensacional, como dizem. Jimmy Fallon, o mestre de cerimônias, conduziu bem a premiação, que em resumo, destaca o musical de Damian Chazelle como o maior vencedor, pois todos os 7 aos quais estava indicado. O segundo grande vencedor pode ser considerado o drama francês Elle, de Paul Verhoeven: melhor filme estrangeiro e melhor atriz, Isabelle Huppert.

Casey Affleck, por Manchester à Beira-Mar,  de Kenneth Lonergan, já era esperado como o ganhador da estatueta de Melhor Ator; e o corajosíssimo Moonlight – Sob a Luz do Luar, de Barry Jenklins, o melhor filme dramático.

Confira todas as premiações, incluindo da televisão.

MELHOR FILME DRAMA
Moonlight – Sob a Luz do Luar, de Barry Jenkins

Confira o trailer de Moonlight – sob a luz do luar.

MELHOR FILME/MUSICAL OU COMÉDIA
La La Land – Cantando Estações, de Damian Chazelle

MELHOR DIRETOR
Damien Chazelle, La La Land – Cantando Estações

MELHOR ROTEIRO
Damien Chazelle, La La Land – Cantando Estações

MELHOR ATOR
Casey Affleck, Manchester à Beira-Mar

MELHOR ATRIZ
Isabelle Huppert, Elle

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE
Emma Stone, La La Land – Cantando Estações

MELHOR ATOR COADJUVANTE
Aaron-Taylor Johnson, Animais Noturnos

MELHOR ANIMAÇÃO
Zootopia

MELHOR TRILHA SONORA
La La Land – Cantando Estações

MELHOR CANÇÃO ORIGINAL
City of stars (Justin Hurwitz/Benj Pasek), La la land: Cantando estações

TELEVISÃO

The Crown, batendo Game of Thrones e Stranger Things, The Night Manager, com 3 prêmios, e Atlanta, escrita por Donald Glover, filho de Danny, levam os principais Globo de Ouro de televisão.

Melhor Ator em Série de Comédia ou Musical
Donald Glover, Atlanta

Melhor Série Dramática
The Crown

Veja o trailer de The Crown, produção Netflix.

Melhor Atriz em Série Dramática
Claire Foy, The Crown

Melhor Ator em Minissérie ou Filme para TV
Tom Hiddleston, The Night Manager

Melhor Atriz Coadjuvante em Série, Minissérie ou Filme para TV
Olivia Colman, The Night Manager

Melhor Ator Coadjuvante em Série, Minissérie ou Filme para TV
Hugh Laurie, The Night Manager

Melhor Minissérie ou Filme para TV
The People vs O.J. Simpson: American Crime Story

Melhor Atriz em Minissérie ou Filme para TV
Sarah Paulson, The People vs O.J. Simpson: American Crime Story

Melhor Atriz em Série de Comédia ou Musical
Tracee Ellis Ross, Black-ish

Melhor Série de Comédia ou Musical
Atlanta

Melhor Ator em Série Dramática
Billy Bob Thornton, Goliath

Confira o trailer legendado de La La Land – cantando estações.

 

EM PASSAGEM – CARRIE FISHER (1956-2016)

A princesa Leia Organa ficará eterna no Cinema. Carrie Fisher, que a viveu na saga Guerra nas Estrelas, está em passagem, rumando para um outro universo. Ela faleceu nesta 3ª feira, após sofrer um derrame cerebral na última sexta-feira, 23, enquanto fazia um voo de Londres para Los Angeles. A Princesa tinha 60 anos

Carrie Fischer: a princesa Lea Organa da franquia Guerra nas Estrelas

Carrie Fisher: a Princesa Lea Organa da franquia Guerra nas Estrelas

É com grande pesar que Billie Lourd confirma que sua amada mãe, Carrie Fisher, faleceu às 8h55 desta manhã. Ela era amada pelo mundo e sua ausência será sentida profundamente. Nossa família agradece pelos pensamentos e orações”, foi o texto do comunicado à imprensa através de Simon Halls, o porta-voz da família.

Filha do cantor pop Eddie Fisher e da atriz Debbie Reynolds, Carrie Fisher nasceu em Beverly Hills, Califórnia, em 21 de outubro de 1956. Criança reservada, levada pela mãe, iniciou a carreira ainda criança em Shampoo (1975), de Hal Ashby, com Warren Beatty, Goldie Hawn e Julie Christie; e em seguida chegou ao estrelato logo no segundo filme, ao ser escolhida por George Lucas para viver a princesa Leia Organa na icônica série Guerra nas Estrelas, produzidas em 1977 (Star Wars), 1980, O Império Contra-Ataca, e 1983, O Retorno de Jedi, além de Star Wars – o Desertar da Força (2015), quando apareceu como uma líder da Resistência. A seu lado estavam Mark Hamill e Harrison Ford. Já tinha finalizado as sua participação no episódio 8, a ser lançado em 2017, e já estava escalada para a sequência, o episódio 9, a ser filmada em 2017.

Empunhando uma pistola, dirigindo nave espacial e esbanjando um estranho penteado, ela conquistou uma dimensão de idolatria internacional numa época em que as mulheres exigiam ser as donas de seus corpos. No entanto, não conseguiu conquistar uma carreira sólida em Hollywood, fazendo poucos filmes expressivos, mas se tornou uma escritora ácida e irônica para com a realidade da meca do cinema e seus personagens de várias matizes em busca de sucesso.

Entre os poucos trabalhos em produções de qualidade destacam-se Hannah e Suas Irmãs (1986), de Woody Allen, Harry e Sally: Feitos um Para o Outro (89), de Rob Reiner, Escritor Fantasma (2007), de Roman Polanski, e Mapa Para as Estrelas (2014), de David Cronenberg – e assim mesmo em papéis menores.

Um de seus livros, Postcards from the Edge, de 1987virou filme, Lembranças de Hollywood (1990), dirigido por Mike Nichols (1931-2014), com Meryl Streep, Shirley McLaine e Denis Quaid. Escreveu ainda textos para documentários e premiações da televisão, além de episódios para s série O Jovem Indiana Jones (1993).

Confira os principais livros escritos por Carrie Fisher, aqui.

Carrie Fisher brigou também contra a depressão, as drogas (e até que partilhou com Harrison Ford, disse recentemente) e o transtorno bipolar e fez um resumo de sua vida sob o fantasma da princesa Leia e as depreciações lhe imputadas em Memórias da Princesa: os Diários de Carrie Fisher (The Princess Diarist), lançado no início deste ano e com o qual fazia turnê de lançamento por vários países. Também vítima de comentários ridículos de humanos perfeitos e que nunca chegarão a idosos, os quais a consideram velha demais ao ser vista em O Despertar da Força, ela respondeu como sempre fez: altiva e repleta de ironias.

Veja Carrie Fisher no trailer original de Star Wars (1977).

 

SAG-2017 – OS INDICADOS

O Screen Actores Guild-SAG, o Sindicato dos Atores de Hollywood, divulgou a lista dos filmes que concorrem aos prêmios de melhores de 2016 para Cinema e Televisão. Manchester à Beira-Mar lidera as indicações para Cinema e as séries The Crown, The People vs O. J. Simpson: American Crime Story, e Stranger Things para a televisão

Indicadas a Melhor Atriz Foto: reprodução/instagram

Indicadas a Melhor Atriz de Série Dramática – Foto: reprodução/instagram

Este é um prêmio muito especial porque é representa a escolha dos atores e atrizes de Hollywood. Lembrando que é esse mesmo contingente que ele os seus escolhidos para o Oscar, daí, quem está nesta lista, pode estar muito bem na endereçada à Academia de Ciências e Artes Cinematográficas. O prêmio será entregue em 29 de janeiro, domingo, em transmissão pela TNT.

Confira a lista completa dos indicados.

CINEMA

Melhor Elenco em Filme
Capitão Fantastico
Fences
Estrelas Além do Tempo
Manchester by the Sea
Moonlight

Veja o trailer de Capitão Fantástico.

Melhor Ator
Casey Affleck – Manchester à Beira-Mar
Andrew Garfield – Até o Último Homem
Ryan Gosling – La La Land – cantando Estações
Viggo Mortensen – Capitão Fantástico
Denzel Washington – Fences

Melhor atriz
Amy Adams – A Chegada
Emily Blunt – A Garota no Trem
Natalie Portman – Jackie
Emma Stone – La La Land: Cantando Estações
Meryl Streep – Florence, Quem é Essa Mulher?

Melhor ator coadjuvante
Mahershala Ali – Moonlight
Jeff Bridges – A Qualquer Custo
Hugh Grant – Florence, Quem é Essa Mulher?
Lucas Hedges – Manchester à Beira-Mar
Dev Patel – Lion – uma Jornada Para Casa

Veja o trailer de A Qualquer Custo.

Melhor atriz coadjuvante
Viola Davis – Fences
Naomie Harris – Moonlight
Nicole Kidman – Lion – uma Jornada Para Casa
Octavia Spencer – Estrelas Além do Tempo
Michelle Williams – Manchester à Beira-Mar

TELEVISÃO

Melhor elenco de série dramática
The Crown
Downton Abbey
Game of Thrones
Stranger Things
Westworld

Melhor atriz de série dramática
Millie Bob Brown – Stranger Things
Claire Foy – The Crown
Thandie Newton – Westworld
Winona Ryder – Stranger Things
Robin Wright – House of Cards

Veja o trailer de The Crown.

Melhor ator de série dramática
Sterling K. Brown – This Is Us
Peter Dinklage – Game of Thrones
John Lithgow – The Crown
Rami Malek – Mr. Robot
Kevin Spacey – House of Cards

Melhor elenco de série cômica
The Big Bang Theory
Black-ish
Modern Family
Orange Is The New Black
Veep

Melhor atriz de série cômica
Uzo Aduba – Orange Is The New Black
Jane Fonda – Grace & Frankie
Ellie Kemper – Unbreakable Kimmy Schmidt
Julia Louis-Dreyfus – Veep
Lily Tom – Grace & Frankie

Melhor ator de série cômica
Anthony Anderson – Black-ish
Tituss Burgess – Unbreakable Kimmy Schmidt
Donald Glover – Atlanta
William H. Macy – Shameless
Jeffrey Tambor – Transparent

Melhor atriz em minissérie ou filme feito para a TV
Bryce Dallas Howard – Black Mirror
Felicity Huffman – American Crime
Audra MacDonald – Lady Day at Emerson’s Bar & Grill
Sarah Paulson – The People vs O.J. Simpson: American Crime Story
Kerry Washington – Confirmation

Melhor ator em minissérie ou filme feito para a TV
Riz Ahmed – The Night Of
Sterling K. Brown – The People vs O.J. Simpson: American Crime Story
Bryan Cranston – All The Way
John Turturro – The Night Of
Courtney B. Vance – The People vs O.J. Simpson: American Crime Story

Veja um comentário sobre a série The Night Off.

 

GLOBO DE OURO-2017 – OS INDICADOS E BRASIL DE FORA

Não tem jeito. O Brasil faz bons filmes, ganham destaque internacional, mas não conseguem ascensão nas importantíssimas premiações do cinema dos EUA. O qual, a bem da verdade, neste ano, deslanchou mais uma vez com o cinema independente, com ótimas surpresas, muitas delas presentes nas indicações às estatuetas do Globo de Ouro. E bota surpresas nisso. Enquanto o musical La La Land – Cantando Estações e o drama racial Moonlight dominam as indicações, há ausências nas principais categorias, de filmes que a imprensa estadunidense estabelece como incompreensíveis, como as de Silêncio, de Martin Scorsese, A Chegada, de Denis Villeneuve, e Sully – o Herói do Rio Hudson, de Clint Eastwood (produções de grandes estúdios); e Loving, de Jeff Nichols. Agora é acompanhar os que estão chegando aos cinemas brasileiros

Os indicados a categoria de Melhor Filme em 2016

Os indicados a categoria de Melhor Filme em 2016

O Globo de Ouro é o prêmio da Associação da Imprensa Estrangeira em Hollywood. Para uns, é mais importante do que o Oscar da Academia de Ciências e Artes Cinematográficas de Hollywood, que é o prêmio da indústria e nas últimas duas décadas tem se tornado a festa do cinema independente. Nesta 74ª edição não será diferente. A premiação se concentra, em quase 100%, as suas indicações aos filmes produzidos pelos estúdios e médios, aqueles que propduzem com pequenos orçamentos e envergadura de obras de arte.

La La land – cantando Estações, ganhador de prêmios em Veneza e Toronto, além dos da crítica, indicado para melhor musical ou comédia, realizado com estimados US$ 30 milhões, está presente em 7 categorias, entre elas, melhor filme, diretor, roteiro, ator, Ryan Gosling, e atriz, Emma Stone. A história aborda o relacionamento entre um pianista de jazz (Gosling) e uma atriz iniciante (Stone) que têm de lidar com a paixão e equilibrar as dificuldades da luta pela ascensão profissional.

Em seguida, com 6 indicações, surge Moonlight, escrito e dirigido por Barry Jenkins, um drama racial que conquistou 31 prêmios, o British Independent Awards, o Hollywood Film Awards, o National Film Board e os festivais de Toronto, Nova York e de Mar Del Plata, na Argentina. No Globo de Ouro, compete nas categorias de filme dramático, diretor, roteiro e ator (Mahershala Ali) e atriz coadjuvantes (Naomie Harris). No enredo, o despertar da homossexualidade em um jovem negro.

Em 5º lugar aparece o aclamado Manchester à Beira-Mar, que tem pelo menos uma cartada certa: Casey Affleck, vencedor de quase todos os prêmios da categoria de ator, no ano. Outras boas surpresas, as indicações de Viola Davis e Denzel Washington por Fences, obra de estreia de Denzel na direção, que aborda o processo de humanização de um violento chefe de família negro. Aliás, este foi o ano em que o Cinema estadunidense entrou nas telças para retratara discriminação e a violência contra os negros em 3 filmes notáveis: Moonlight, Fences e Loving.

Ryan Gosling e Emma Stone em LA LA LAND 0 CANTANDO ESTAÇÕES (2016)): favorito ao Globo de Ouro

Ryan Gosling e Emma Stone em LA LA LAND – CANTANDO ESTAÇÕES (2016)): favorito ao Globo de Ouro

OS ESNOBADOS DE LÁ

A relação dos indicados trouxe surpresas nas ausências de filmes como Silêncio, a obra religiosa de Martin Scorsese; A Chegada, a celebrada ficção científica de Denis Villeneuve, além de produções elogiadas como Miss Sloane, de John Madden, e The Edge of Seventeen, de Kelly Fremon Craig, entre outros. Mas, o maior perdedor foi mesmo o drama real Sully – o Heróis do Rio Hudson, de Clint Eastwood, cuja atuação brilhante de Tom Hanks era dada como indicação certa. Quanto a Loving, de Jeff Nichols, que conta a história real de um homem branco perseguido na sociedade da década de 30 por se casar com uma mulher negra, foi engolido pela maior exposição de Moonlight.

OS ESNOBADOS DE CÁ

Inicialmente com 3 representantes, o oficial Pequeno Segredo, de David Schurmann, o polêmico Aquarius, de Kleber Mendonça Filho, e o intruso Chatô – o Rei do Brasil, de Guilherme Fontes, nenhum ficou na seleção final para a categoria de Melhor Filme em Língua Estrangeira, que tem como destaque a França com 3 títulos: Divines, de Houda Benyamina, que conta a história de uma jovem negra de um bairro pobre e religioso de Paris que empreende uma subida na vida a qualquer custo; Elle, a polêmica obra que trata da violência sexual contra as mulheres e que tem na atuação de Isabelle Huppert um de seus esteios; e O Apartamento, a coprodução com o Irã dirigida por Asghar Farhady. Surpreende, ainda a presença de Neruda, a decantada obra do chileno Pablo Larrain. O mais aguardado está lá: o alemão Toni Erdman, de Karen Ade, inegavelmente, o favorito.

Nas categorias menores, há justas menções a obras pequenas e ganhadoras de prêmios e elogios da crítica como o australiano Lion – uma Jornada Para Casa (Lion, 2016), de Garth Davis, que deu indicações para os seus atores centrais, o indiano Dev Patel e a australiana Nicole Kidman; o independente Até o Último Homem (Hacksaw Ridge, 2016), elogiadíssimo drama de guerra com cunho religioso que trouxe Mel Gibson à tona e lhe trouxe uma indicação a Melhor Diretor e a Melhor Ator, Andrew Garfield, o ex-homem-Aranha.

Veja o trailer de Leion – uma Jornada Para Casa.

ESTREIAS NO BRASIL

Confira as datas de estreias dos indicados ao Globo de Ouro:

Já lançados
Cães de Guerra
Deadpool
Florence – quem é esta Mulher?
Kubo e as Cordas Mágicas
Sing – quem Canta Seus Males Espanta

Em Cartaz
A Chegada
Elle
Moana
Neruda
Sully – o Herói do Rio

Em lançamento

24 de dezembro
Capitão Fantástico

29 de dezembro
Animais Noturnos (EUA), de Tom Ford

05 de Janeiro
A Qualquer Custo (EUA), de David Mackenzie
O Apartamento (França/Irã), de Asghar Farhady
12 de Janeiro
Até o Último Homem (EUA), de Mel Gibson
Manchester à Beira-Mar (EUA), de Kenneth Lonnergan

19 de janeiro
La La Land – cantando Estações (EUA), de Damien Chazelle
Estrelas Além do Tempo (EUA), de Theodore Melfi

02 de fevereiro
Miss Sloane
The Edge of Seventeen

09 de fevereiro
Lion – uma Jornada Para Casa

23 de fevereiro
Ouro e Cobiça

02 de Março
Jackie

Confira o trailer de Jackie.

Sem data
20th Century Women
Divines
Fences
Loving
O Lagosta
Rules Don’tApply
Singer Street
Toni Erdman

A ENTREGA

No dia 8 de janeiro, o hotel Beverly Hilton, em Los Angeles, será o palco para a entrega do Globo de Ouro, edição 74, com apresentação de Jimmy Fallon. Meryl Streep, que já tem 8 prêmios somente nos EUA, receberá o prêmio Cecil B. DeMille, homenagem para aqueles que dedicaram o seu talento para a indústria de Cinema dos EUA.
Confira a lista completos dos indicados : Cinema e Tewlevisão.

CINEMA

Filme – drama
A Qualquer Custo (Hell or High Water, EUA, 2016), de David MacKenzie
Até o Último Homem (Hacksaw Ridge, EUA, 2016), de Mel Gibson
Lion: Uma Jornada Para Casa (Lion, Austrália, 20156), de Garth Davis
Manchester à Beira-Mar (Manchester by the Sea, EUA,  2016), de Kenneth Lonnergan
Moonlight (Moonlight, EUA, 2016), de Barry Jenkins

Veja o trailer de A Qualquer Custo.

Filme – comédia ou musical
20th Century Women (2016), de Mike Mills
Deadpool (2016), de Tim Miller
Florence: quem é Essa Mulher? (Florence Foster Jenklins, 2016), de Stephen Frears
La La Land – Cantando Estações (La La Land, 2016), de Damien Chazelle
Sing Street (2016), de John Carney

Melhor Diretor
Damien Chazelle, La La Land – Cantando Estações
Tom Ford, Animais Noturnos
Mel Gibson, Até o Último Homem
Barry Jenkins, Moonlight
Kenneth Lonergan, Manchester à Beira-Mar

Atriz – drama
Amy Adams, A Chegada
Jessica Chastain, Miss Sloane – Armas na Mesa
Isabelle Huppert, Elle
Ruth Negga, Loving
Natalie Portman, Jackie

Veja o trailer de Miss Sloane – Armas na Mesa.

Ator – drama
Casey Affleck, Manchester À Beira-Mar
Joel Edgerton, Loving
Andrew Garfield, Até o Último Homem
Ryan Gosling, La La Land – Cantando Estações
Viggo Mortensen, Capitão Fantástico
Denzel Washington, Fences

Atriz – comédia ou musical
Annette Bening, 20th Century Women
Lily Collins, Rules Don’t Apply
Hailee Steinfeld, The Edge of Seventeen
Emma Stone, La La Land – cantando Estações
Meryl Streep, Florence: quem é essa mulher?

Ator – comédia e musical
Colin Farrell, O Lagosta
Ryan Gosling, La La Land: Cantando Estações
Hugh Grant, Florence: quem é Essa Mulher?
Jonah Hill, Cães de Guerra
Ryan Reynolds, Deadpool

Atriz coadjuvante
Viola Davis, Fences
Naomie Harris, Moonlight
Nicole Kidman, Lion – Uma Jornada Para Casa
Octavia Spencer, Hidden Figures
Michelle Williams, Manchester à Beira-Mar

Veja o trailer de Estrelas Além do Tempo.

Ator coadjuvante
Mahershala Ali, Moonlight
Jeff Bridges, A Qualquer Custo
Simon Helberg, Florence: quem é Essa Mulher?
Dev Patel, Lion: Uma Jornada Para Casa
Aaron Taylor-Johnson, Animais Noturnos

Filme estrangeiro
Divines (França), de Uda Bediamina
Elle (França), de Paul Verhoeven
Neruda (França), de Pablo Larrain
O Apartamento (Irâ/França), de Asghar Farhady
Toni Erdmann (Alemanha), de Maren Ade

Animação
Kubo e as Cordas Mágicas (EUA, 2016), de Travis Knight
Moana – um Mar de Aventuras (EUA, 2016), de John Musker e Ron Clements
Ma Vie de Courgette (França, 2016), de Claude Barras
Sing – quem Canta os Seus Males Espanta (EUA, 2016), de Garth Jennings e Christophe Lourdelet
Zootopia (EUA, 2016), de Byron Howard e Rish Moore

Roteiro
Damien Chazelle, La La Land – Cantando Estações
Tom Ford, Animais Noturnos
Barry Jenkins, Moonlight
Kenneth Lonnergan, Manchester à Beira-Mar
Taylor Sheridan, A Qualquer Custo

Canção Original
“Can’t Stop This Feeling”, Trolls
“City of Stars”, La La Land
“Faith”, Sing – quem canta os seus Males Espanta
“Gold”, Ouro e Cobiça
“How Far I’ll Go”, Moana

Conheça o trailer de Ouro e Cobiça.

Trilha original
Hans Zimmer, Pharrell Williams, Benjamin Wallfisch, Estrelas Além do Tempo
Nicholas Britell, Moonlight
Justin Hurwitz, La La Land – Cantando Estações
Johann Johannsson, A Chegada
Dustin O’Halloran, Hauschka, Lion – uma Jornada Para Casa

CATEGORIAS DE TELEVISÃO

Série de drama
Stranger Things
The Crown
Game of Thrones
Westworld
This Is Us

Série de comédia ou musical
Atlanta
Blackish
Mozart in the Jungle
Transparent
Veep

Minissérie ou filme feito para a TV
American Crime
The Dresser
The Night Manager
The Night Of
People v. O J: Simpson: the american crime story

Ator em série dramática
Rami Malek, Mr. Robot
Bob Odenkirk, Better Call Saul
Matthew Rhys, The Americans
Liev Schreiber, Ray Donovan
Billy Bob Thornton, Goliat

Veja o trailer de Mr. Robot.

Melhor ator em comédia
Anthony Anderson, Black-ish”
Gael Garcia Bernal, Mozart in the Jungle
Donald Glover, Atlanta
Nick Nolte, Graves
Jeffrey Tambor, Transparent

Atriz de série dramática
Caitriona Balfe, Outlander
Claire Foy, The Crown
Kerry Russell, The Americans
Winona Ryder, Stranger Things
Evan Rachel Wood, Westworld”

Ator em minissérie ou filme feito para a TV
Riz Ahmed, The Night of
Bryan Cranston, All the Way
Tom Hiddleston, The Night Manager
John Turturro, The Night of
Courtney B. Vance, The People v. O.J. Simpson: American Crime Story

Veja o trailer de The People v. O.J. Simpson: American Crime Story

Atriz em série de comédia ou musical
Rachel Bloom, Crazy Ex-Girlfriend
Julia Louis Dreyfus, Veep
Sarah Jessica Parker, Divorce
Issa Era, Insecure
Gina Rodriguez, Jane the Virgin
Tracee Ellis Ross, Black-ish

Ator em minissérie ou filme feito para a TV
Riz Ahmed, The Night Of
Bryan Cranston, All the Way
John Turturro, The Night Of
Tom Hiddleston, Night Manager
Courtney B. Vance, People v. O.J. Simpson: American Crime Story

Ator em série dramática
Rami Malek, Mr. Robot
Bob Odenkirk, Better Call Saul
Matthew Rhys, The Americans
Liev Schreiber, Ray Donovan
Billy Bob Thornton, Goliath

Atriz em minissérie ou filme feito para a TV
Felicity Huffman, American Crime
Riley Keough, The Girlfriend Experience
Sarah Paulson, People v. O.J. Simpson: American Crime Story
Charlotte Rampling, London Spy
Kerry Washington, Confirmation

Conheça o trailer de London Spy.

Melhor atriz coadjuvante de TV
Olivia Colman, The Night Manager
Lena Headey, Game of Thrones
Chrissy Metz, This Is Us
Mandy Moore, This Is Us
Thandie Newton, Westworld

Melhor ator coadjuvante de TV
Sterling K. Brown, The People v. O.J.: American Crime Story
Hugh Laurie, The Night Manager
John Lithgow, The Crown
Christian Slater, Mr. Robot
John Travolta, The People v. O.J.: American Crime Story

Melhor ator de comédia e musical
Anthony Anderson, Black-ish
Gael Garcia Bernal, Mozart in the Jungle
Donald Glover, Atlanta
Nick Nolte, Graves
Jeffrey Tambor, Transparent

Conheça o trailer de Até o Último Homem.

 

 

21º SATÉLITE DE OURO – INDICADOS ENTRE NOVIDADES E SURPRESAS

Neste ano, o IPA, International Press Academy, formado por jornalistas internacionais da área de Cinema, claro, anunciou muitas novidades e, também, algumas surpresas, quanto aos indicados ao 21º Golden Satellite Awards. Perceba como as coproduções estão fazendo efeito e cada vez mais promovendo a liberdade de temas pelo efeito da globalização, a unificação do planeta em suas diferenças. Esse processo está em risco caso o governo de Donald Trump cumpra a sua promessa de fechar o País à comunidade internacional. Tema para análise, em 2017, mas, por enquanto confiram a lista de indicações e os traillers. O Satelllite será entregue em 19 de fevereiro

LION - UMA JORNADA PARA CASA (Lion, Austrália, 2016), de Garth Davis

LION – UMA JORNADA PARA CASA (Lion, Austrália, 2016), de Garth Davis

Vamos ser sucintos, pois ainda há muitas indicações a serem anunciadas de outras premiações, assim também como as listas dos melhores da crítica estadunidense, europeia e brasileira. Para falar das surpresas, as ausências de filmes como A Chegada (The Arrival, 2016), de Dennis Villeneve, e Silêncio (Silence, 2016), a obra de caráter religioso de Martin Scorsese. As surpresas começam o número recorde de indicados à Melhor Filme: 12 títulos. Há ainda as presenças de Fences (Fences, 2016), estreia de Denzel Washington na direção; o emocionante road movie Lion – uma Jornada Para Casa (Lion, EUA-Austrália-Reino Unido, 2016),  assinada por Garth Davis; o novo trabalho de Mel Gibson, Até o Último Homem (Hacksaw Ridge, 2016), um drama que oscila entre a religiosidade e a violência; além do drama feminista Estrelas Além do Tempo (Hidden Figures, 2016)de Theodore Melfi; e o eletrizante e reflexivo thriller policial À Qualquer Custo (Hell or High Water, 2016), de David MacKenzie, entre outros.

Nas categorias de interpretação, para ator, novamente Casey Affleck, com Manchester à Beira-Mar (Manchester by the Sea, 2016) posta-se à frente de concorrentes como Joseph Gordon-Levitt, o Snowden; Andrew Garfield, o Sully, o Herói do Rio Hudson (Sully, 2016); Viggo Mortensen, o chefe da família diferente, o Capitão Fantástico (Captain Fantastic, 20156)e Joel Edgerton, o homem que desposa corajosamente uma negra no lindíssimo Loving. No time das atrizes indicadas, a parada será mais difícil. Annette Bening, uma das 20th Century Women, Emma Stone, a apaixonada em La La Land – Cantando Estações; Nathalie Portman, a Jackie (2016); Isabelle Huppert, em atuação indescritível em Elle (Elle, 2016),  e Amy Adams, por Animais Noturnos (Nocturnal Animals, 2016), mas poderia ter sido por A Chegada.

Veja o trailer de Loving.

Observe bem os indicados para Melhor Filme Estrangeiro. Pela primeira vez aparece o eletrizante A Criada (Ah-ga-ssi/The Handmaiden, 2016), o novo e celebradíssimo Chan Wook Park, competindo com o grande favorito, o alemão Toni Ederman (2016), de Maren Ade, o recordista do ano em premiações. Mas, figura, também, o drama O Apartamento (Forushande, 2016), do iraniano Asghar Farhadi, e o francês Elle, do holandês Paul Verhoeven. Faça as suas apostas.

Há homenagens, também: Edward James Olmos vai apresentar o prêmio Mary Pickford, e o prêmio Tesla para John Toll, o fotógrafo de Coração Valente.
Confira todos os concorrentes.

MELHOR FILME
La La Land – cantando Estações (La La Land, EUA, 2016), de Damian Chazelle
Moonlight (EUA, 2016), de Barry Jenkins
Manchester À Beira-Mar (Manchester by the Sea, 2016), de Kenneth Lonnergan
Lion – uma Jornada Para Casa (Lion, Austrália), de Garth Davis
Jackie (EUA, 2016), de Pablo Larrain
Até o Último Homem (Hacksaw Ridge, EUA, 2016), de Mel Gibson
Loving (EUA, 2016), de Jeff Nichols
À Qualquer Custo (Hell or High Water), de David MacKenzie
Animais Noturnos (Nocturnal Animals), de Tom Ford
Capitão Fantástico (Captain Fantastic), de Matt Ross
Estrelas Além do Tempo (Hidden Figures), de Theodore Melfi
Fences (EUA, 2016), de Denzel Washington

MELHOR DIRETOR
Barry Jenkins, Moonlight
Kenneth Lonergan, Manchester à Beira-Mar
Mel Gibson, Até o Último Homem
Damien Chazelle, La La Land
Tom Ford, Animais Noturnos
Pablo Larrain, Jackie
Denzel Washington, Fences

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL
Barry Jenkins, Moonlight
Damian Chavelle, La La Land
Kenneth Lonnergan, Manchester à Beira-Mar
Taylor Sheridan, À Qualquer Custo
Matt Ross, Capitão Fantástico
Yorgos Lanthimos e Efthymis Filippou, The Lobster

MELHOR ROTEIRO ADAPTADO
Robert Schenkkan e Andrew Knight, Até o Ultimo Homem, do romance “Hero at Hacksaw Ridge”, de Booton Herndon
Luke Davis, por Lion – uma Jornada de Esperança, do romance A Long Way Home, de Saroo Brierley
Kieran Fitzgerald e Oliver Stone, Snowden, dos livros de Anatoly Kucherena e Luke Harding
Justin Marks, Mogli o Menino-Lobo, do Rudyard Kipling
Allison Schroeder e Theodore Melfi, Estrelas Além do Tempo, do romance de Margot Lee Shetterly
Todd Komarnicki, Chesley Sullenberger, Sully – o Herói do Rio Hudson, do romance de Jeffrey Zaslow

Veja o trailer de Lion – uma Jornada Para Casa.

MELHOR ATRIZ
Annette Bening, 20th Century Women
Emma Stone, La La Land – cantando Estações
Natalie Portman, Jackie
Ruth Negga, Loving
Taraji P. Henson, Estrelas Além do Tempo
Meryl Streep, Florence
Isabelle Huppert, Elle
Amy Adams, Animais Noturnos

MELHOR ATOR
Casey Affleck, Manchester à Beira-Mar
Ryan Gosling, La La Land
Joseph Gordon-Levitt, Snowden
Viggo Mortensen, Captão Fantastico
Joel Edgerton, Loving
Andrew Garfield, Até o Último Homem
Tom Hanks, Sully, o Herói do Rio Hudson
Denzel Washington, Fences

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE
Helen Mirren, Eye in the Sky
Michelle Williams, Manchester à Beira-Mar
Nicole Kidman, Lion – uma Jornada Para Casa
Octavia Spencer, Estrelas Além do Tempo
Naomi Harris, Moonlight
Viola Davis, Fences

MELHOR ATOR COADJUVANTE
Jeff Bridges, À Qualquer Custo
Mahershala Ali, Moonlight
Dev Patel, Lion – uma Jornada Para Casa
Lucas Hedges, Manchester à Beira-Mar
Eddie Murphy, Mr. Church
Hugh Grant, Florence

Veja o trailer de Fences.

MELHOR DOCUMENTÁRIO
Gleason (EUA, 2016), de Clay Tweel
Life, Animated (EUA, 2016), de Roger Ross Williams
O. J.: Made in America (EUA, 2016), de Ezra Edelmann
A 13ª Emenda (13th, EUA, 2016), de Spencer Averick e Ava Duvernay
The Ivory Game (Áustria, 2016), de Kief Davidson e Richard Ladkani
The Eagle Huntress (Reino Unido-Mongolia-EUA, 2016), de Otto Bell
Tower (EUA, 2016), de Keith Maitland
Fogo no Mar (Fuocoammare/Fire at Sea, Itália-França), de Gianfranco Rosi
Zero Days (EUA), de Alex Gibney
The Beatles: Eight Days a Week (EUA, 2016), de Ron Howard

MELHOR FILME ESTRANGEIRO
The Happiest Day in the Life of Olli Maki (Hymyilevä Mies, Suécia-Finlândia-Alemanha), de Juho Kuosmanen
Toni Erdmann (Alemanha-Áustria-Romênia), de Maren Ade
Julieta (Espanha-Argentina), de Pedro Almodóvar
A Man Called Ove (Em Man som Heter Ove, Suécia), de Hannes Holm
O Apartamento (Forushande/The Salesman, Irã-França), de Asghar Farhadi
The Ardennes (Les Ardennes, Bélgica), de Robbin Pront
Ma’ Rosa (Filipinas), de Brillante Mendoza
A Criada (Ah-ga-ssi/The Handmaiden, 2016), de Chan Wook Park
Elle (França-Alemanha-Bélgica), de Paul Verhoeven
Pan (Ray/Paradise, Rússia-Alemanha), de Andrei Konchalovsky

Conheça o trailer de A Criada.

MELHOR ANIMAÇÃO
Zootopia – essa Cidade é um Bicho, de Byron Howard e Rich Moore
Kubo e as Cordas Mágicas (EUA, 2016), de Travis Knight
Moana – um Mar de Aventuras (EUA, 2016), de Ron Clements e John Hall
Procurando Dory (EUA, 2016), de Andrew Stanton
Ma Vie de Courgette (My Life as a Zucchini, Suiça França), de Claude Barras
Mougli – o Menino Lobo (The Jungle Book, de Jon Favreau
La Tortue Rouge (The Red Turtle, França-Bélgica), de Michael Dudok de Wit
Sarusuberí: Miss Hokusai (Miss Hokusai, Japão, 2015), de Kiichi Hara
Trolls (EUA, 2016), de Mike Mitchell
Kimi No No Va (Your Name, Japão, 2016), de Makoto Shinkai

TRILHA SONORA
Até o Último Homem
La La Land – cantando Estações
Manchester à Beira-Mar
O Bom Gigante Amigo
Mougli – o Menino-Lobo
Estrelas Além do Tempo

MELHOR CANÇÃO ORIGINAL
Audition, de La La Land
City of Stars fromm, de La La Land
Dancing with Your Shadow, de Po
Can’t Stop the Feeling, de Trolls
I’m Still Here, de Miss Sharon Jones
Running, Estrelas Além do Tempo

MELHOR DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA
A Longa Caminhada de Billy Lynn
La La Land
Moonlight
Até o Último Homem
The Happiest Day in the Life of Olli Maki
Mougli – o Menino-Lobo

Veja o trailer de A Longa Caminhada de Billy Lynn.

MELHOR EFEITOS VISUAIS
Mougli – o Menino-Lobo
A Longa Caminhada de Billy Lynn
Doutor Estranho
O Bom Gigante Amigo
Sully, o Herói do Rio Hudson
Deadpool

MELHOR MONTAGEM/EDIÇÃO
La La Land
Moonlight
A Longa Caminhada de Billy Lynn
Lion – uma Jornada Para Casa
Até o Último Homem
O Nascimento de uma Nação

MELHOR EDIÇÃO DE SOM E MIXAGEM
La La Land
Billy Lynn’s Long Halftime Walk
Até o ùltimo Homem
Mougli – o Menino-Lobo
Aliados
13 Horas: os Soldados Secretos de Benghazi

Veja o trailer de Até o Último Homem.

MELHOR DESENHO DE PRODUÇÃO E ARTES
La La Land
Até o Último Homem
Jackie
Mogli – o Menino-Lobo
Aliados
Alice no País dos Espelhos

MELHOR FIGURINO
Alice no País dos Espelhos
Amor & Amizade
Capitão Fantástico
Jackie
La La Land
Doutor Estranho

Veja o trailer de Capitão Fantástico.

 

DE PASSAGEM – MICHAEL CIMINO, AOS 77

Michael Cimino, o cineasta que teve uma das carreiras mais meteóricas de Hollywood, indo do céu ao inferno em apenas 2 anos, faleceu neste sábado, anunciou Theirry Fremaux, diretor do Festival de Cinema de Cannes, via twitter. Talentoso e crítico, ficou marcado por 2 filmes: O Franco Atirador, uma obra-prima, e O Portal do Paraíso, um dos mais injustiçados da História do Cinema

Michael Cimino: sai da cena da vida o cineasta talentoso e de crítica visão da sociedade humana

Michael Cimino: sai da cena da vida o cineasta talentoso e de crítica visão da história do homem

Michael Cimino era visto como talentoso e esbanjador de orçamentos. Sua carreira começou com roteiros consistes e inteligentes como Corrida Silenciosa (1972), brilhante e antecipatória ficção-científica de Douglas Trumbull, e o polêmico Magnum 44 (1973), de Ted Post, com Clint Eastwood. Estreou na direção com O Último Golpe (1974), também com Eastwood, e se tornou um fenômeno com O Franco-Atirador (1978), impactante e devastadora exposição das consequências humanas da Guerra do Vietnã.

A obra, consagradora também para Robert De Niro, Christopher Walken, Meryl Streep e John Cazale (que faleceria naquele ano), custou US$ 19 milhões, faturou US$ 49 milhões e recebeu 17 prêmios, entre eles 7 Oscar e 3 Globo de Ouro, além da consagração pela crítica, a qual o elegeu como um dos mais inovadores da Nova Geração, ou Nova Hollywood, já que desde a década anterior uma leva de novos realizadores renovava a linguagem cinematográfica – Stanley Kubrick, Robert Altman, Francis Ford Coppola, Roman Polanski, Woody Allen, Steven Spielberg, Martin Ritt e Martin Scorsese, entre outros.

O FRANCO ATIRADOR (1975): exposição dilacerante da Guerra do Vietnã e consagração de Michael Cimino

O FRANCO ATIRADOR (1978): exposição dilacerante da Guerra do Vietnã e consagração de Michael Cimino

Mas, em 1980, ao gastar US$ 40 milhões (hoje equivalente a US$ 200 milhões) na produção do western épico O Portal do Paraíso (Heaven’s Gate) e nas bilheterias arrecadar somente US$ 3,5 milhões, levou a United Artists (que tinha lhe dado carta-branca), estúdio criado em 5 de fevereiro de 1919 por Charles Chaplin, Mary Pickford, Douglas Fairbanks e David Ward Griffith, à falência. Comprado pela Metro Goldwyn Mayer, nunca se reergueria – e a própria MGM também faliu e ressuscitou, mas sem a grandeza de outrora.

Cimino, que se mostrou obsessivo e agressivo nos sets, recusou a dar aceso aos produtores à sala de montagem e os levou ao desespero ao entregar-lhes uma versão com 5 horas de duração. A muito custo, a reduziu para 3h40 – uma metragem terrível para os exibidores, gerando outro conflito.

O fracasso de O Portal do Paraíso teve consequências: visto como um exemplo dos excessos dessa New Hollywood e da excessiva liberdade dada aos diretores, os estúdios estabeleceram regras mais rígidas e fiscalização constante sobre os orçamentos. De lambuja, o faroeste passou a ser contabilizado como um gênero sem atrativos e a sua produção praticamente sumiu a partir da segunda metade da década.

O PORTAL DO PARAÍSO (1980): corajosa expressão do massacre de imigrantes nos EUA de 1980 e declínio de Cimino

O PORTAL DO PARAÍSO (1980): corajosa expressão do massacre de imigrantes nos EUA de 1980 e declínio de Cimino

O cineasta não levou em conta que o tema abordado era um dos mais inconvenientes para a sociedade estadunidense – a Guerra do Condado Johnson, em 1890, no estado de Wyoming, entre os barões do gado e os imigrantes – os quais foram massacrados. É um dos acontecimentos mais cruéis da história do País, cujos cidadãos preferem deixa-lo no esquecimento.

Eleito o pior diretor do ano, deram-lhe um troféu Framboesa de Ouro, e, defenestrado de Hollywood, foi trabalhar na Europa sob a guarda do produtor italiano Dino de Laurentiis (1919-2010), para quem dirigiu O Ano do Dragão (1985, filmado na Tailândia) e Horas de Desespero (1990). Entre estes, fez outra produção independente, O Siciliano (1987), e, em 1996, o último longa, Na Trilha do Sol, com Woody Harrelson, Jon Seda e Anne Bancroft, lançado aqui no Brasil diretamente no mercado de vídeo, 3 anos depois.

Michael Cimino deixa o legado de um cineasta talentoso e preocupado com a exposição da sociedade humana e os fatos de sua história. Neste momento, para realmente termos uma posição de sua importância, torna-se obrigatória a revisão de seus apenas 8 filmes. Seriam 9. Segundo noticiou o The New York Times, ele trabalhava na filmagem do livro A Condição Humana, de André Malraux (1901-76), já em processo de pré-produção, e o elenco contava com Daniel Day-Lewis, Johnny Depp, Alain Delon e John Malkovich.

Confira o trailer de O Portal do Paraíso.

AS SUFRAGISTAS – A LUTA DAS MULHERES PELO DIREITO À VOTO

Baseado em fatos reais, As Sufragistas (Suffragette, 2015), de Sarah Gavron, retrata episódios em torno de um grupo de mulheres que resistia à opressão de forma passiva, sendo ridicularizadas e ignoradas pelos homens, até terem que optar por meios mais violentos

Cena de AS SUFRAGISTAS (Suffragette, 2015) de Sarah Gavron

Cena de AS SUFRAGISTAS (2015), de Sarah Gavron

O filme se passa no início do século XX (1912). Após décadas de manifestações pacíficas, as mulheres ainda não possuem o direito de voto no Reino Unido, até que um grupo militante decide coordenar atos de insubordinação, quebrando vidraças e explodindo caixas de correio, para chamar a atenção dos políticos locais à causa.

O grande mérito do filme é o arco narrativo da lavadeira Maud Watts (Carey Mulligan, muito segura no papel), que já sofreu com a opressão masculina, sem nunca ter questionado o sistema, e que aos poucos vai descobrindo seus direitos como cidadã e, mesmo sem nenhuma formação política, descobre o movimento de sufrágio e passa meio que involuntariamente a cooperar com as novas feministas, se rebelando contra as injustiças de gênero que destituem as mulheres de direitos básicos de cidadania. Ela enfrenta grande pressão da polícia e dos familiares para voltar ao lar e se sujeitar à opressão masculina, mas decide que o combate pela igualdade de direitos merece alguns sacrifícios.

Cena do filme AS SUFRAGISTAS (Suffragette, 2015) de Sarah Gavron

Cena do filme AS SUFRAGISTAS

O movimento sufragista, que reivindicou durante anos o direito ao voto feminino, ganha força e encontra na ativista e uma das fundadoras da ação, Emmeline Pankhurst (Meryl Streep, que aparece em apenas uma cena), a forma para conseguir fazer mudanças, frente ao avanço da urbanização e da industrialização, uma vez que as mulheres ansiavam em ter um lugar na sociedade. O movimento sufragista ganhou força nos Estados Unidos e na Inglaterra, mas só em 1883 o voto feminino foi permitido, na Nova Zelândia.

O preço para lutar pelo sufrágio universal, como Maud descobre bem cedo, é ser assediada, espancada, encarcerada e aos poucou vai refletindo sobre as injustiças de gênero cometidas. O roteiro de Abi Morgan é bem didático e expõe tudo cuidadosamente. Sarah Gavron utiliza-se de uma câmera de mão para acompanhar de perto a saga dessa mulher comum, que se tornou uma feminista e participou indiretamente de um evento que chamou a atenção da imprensa para a causa. Destaque para a direção de arte na recriação da época em que o filme se passa.

A partir do momento em que começam a encarar uma crescente agressão da polícia, elas decidem se rebelar publicamente. Um dia, após sair da lavanderia em que trabalha, Maud se assusta com o caos de um protesto e acaba reconhecendo uma companheira de trabalho entre os manifestantes. A partir desse momento, a personagem decide reivindicar seus direitos como mulher e a lutar por sua dignidade. Vemos em tela a luta das mulheres pela igualdade e pela eliminação de dogmas machistas impostos. A cena da separação de Maud e do filho é tocante. No final, uma relação de países e o ano em que as mulheres tiveram direito a voto. Uma aula de história no cinema.

Poster AS SUFRAGISTAS (Suffragette, 2015) de Sarah GavronTítulo: As Sufragistas (Suffragette)

Estreia: 24/12/2015

Gênero: Drama, História

Duração: 106 min.

Origem: Reino Unido

Direção: Sarah Gavron

Roteiro: Abi Morgan

Distribuidor: Universal Pictures do Brasil

Classificação: 12 anos

Ano: 2015

 

Segue o trailer de As Sufragistas:

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EM TRANSITO – WES CRAVEN, 1939-2015

Um cineasta quase lendário. Assim era Wes Craven, um dos mais criativos do cinema independentes dos EUA e criador de, Freddy Kuerger, o personagem mais emblemático do gênero, representante da violência que cotidianamente ameaça todos os seres vivos do planeta. Craven perdeu a luta que mantinha, há alguns anos, contra um tumor no cérebro

Wes Craven - 1939-2015

Wes Craven – 1939-2015

Não estranhe, mas esse homem que ficou famoso ao criar mundos e ambientes de pânico, personagens de pesadelos e renovar o gênero terror ao colocar a violência como um mal da sociedade moderna era um amante da natureza, membros de entidades de proteção do meio-ambiente e dos animais, além de comprometido conservacionista de pássaros. Sua terra natal, Cleveland, Ohio. E foi para esse ambiente bucólico e fascinante da natureza que ele retornou há aos 3 anos, com o intuito de trabalhar menos e cuidar da saúde.

Ao lado de George Romero, Tobe Hooper, John Carpenter e Sam Raimi, Wes Craven integrou a galeria dos grandes diretores que renovaram o gênero terror a partir dos anos 70. Craven, com Aniversário Macabro (The Last House on the Left, 1972), sua obra de estreia, a qual dirigiu, produziu e editou, e Quadrilha de Sádicos (The Hills Have Eyes, 77), tirou o gênero da mesmice e trouxe os adolescentes para dentro de histórias inovadoras. Tobe Hooper apareceria com O Massacre da Serra Elétrica (The Texas CHainshaw Massacre, 74); e John Carpenter com Halloween: Noite de Terror (1978), com o seu serial killer Michael Myers. A influência dessa trinca apareceria em George A. Romero com os 77 episódios da antológica série de TV Tales from the Darkside (1984-88), e mais tarde, em Sam Raimi, com Uma Noite Alucinante: a Morte do Demônio (Evil Dead, 1981). Ao longo das décadas seguintes, eles deram as cartas do gênero tratando do homem no horror da civilização.

Ghostface e Freddy Krueger: filhos de Wes Craven

Ghostface e Freddy Krueger: filhos de Wes Craven

Um criador por excelência. Desde o seu primeiro filme, o já citado Aniversário Macabro,  procurou diversificar os temas dentro do gênero. Em 1984 lançou A Hora do Pesadelo (Nightmare on Elm Street), que se transformaria em uma série assustadora e que deu fama a Robert Englund na pele de Freddy Kruger, e nos anos 90 fez uma nova chacoalhada do gênero com a série Pânico (1996/97/2000 e 2011). Além de ter sido, também, um raro descobridor, concedendo as primeiras oportunidades para Johnny Dee, Sharon Stone e outros que se perderam ou desistiram da profissão de ator ao longo do caminho. Os mais recentes são Emma Roberts e Hayden Pennetierre.

Em 2005, no documentário Por Dentro da Garganta Profunda (Inside Deep Throat, 2005), de Fenton Bailey e Randy Barbatto, revelou ter participado de roteiros de filmes pornográficos, entre eles o célebre Garganta Profunda (Deep Throut, 1974). E, em 1999, fez uma obra especial, A Música do Coração (The Music of the Heart), que deu uma indicação ao Oscasr a Meryl Streep.

O cineasta sai de cena aos 74 anos deixando 23 longas inéditos, Home, de Dennis Iliadis, sobre um rapaz que herda uma casa assombrada; e The Girl in the Photographs, de Nick Simon, ambos em pós-produção, e a série de TV Pânico (Scream), cujo episódio piloto foi assistido por apenas 1.026.000 telespectadores – prenúncio de fracasso – e está disponibilizado no youtube pela MTV, a sua produtora.

Confira o piloto da série, sem legendas.

Semana 32 – Missão: Impossível – Nação Secreta

Para o pesadelo dos executivos da Fox, o reboot de Quarteto Fantástico registrou uma abertura vergonhosa no mercado norte-americano, situação que fez com que o novo Missão: Impossível sustentasse o primeiro lugar no ranking das bilheterias. Quanto às outras novidades, o thriller The Gift iniciou com o pé direito a trajetória do estúdio STX Entertainment, ao passo que a dramédia Ricki and the Flash teve um desempenho dentro do esperado

Tom Cruise e Rebecca Ferguson em cena de MISSÃO: IMPOSSÍVEL - NAÇÃO SECRETA

Tom Cruise e Rebecca Ferguson em cena de MISSÃO: IMPOSSÍVEL – NAÇÃO SECRETA

Principal estreia na semana na América do Norte, o reboot de Quarteto Fantástico (Fantastic Four) ficou longe de alcançar o sucesso inicialmente projetado pelos analistas e com isso o caminho ficou livre para que a aventura Missão: Impossível – Nação Secreta liderasse o ranking dos mais rentáveis pela segunda vez consecutiva. Ao todo, o quinto filme do espião Ethan Hunt faturou US$ 29,40 milhões de sexta a domingo, quantia que representa uma perda de apenas 47% em relação à sua abertura. Em dez dias, Nação Secreta acumula uma renda de elogiáveis US$ 108,65 milhões, o que leva os especialistas a acreditarem que a produção deverá chegar a uma arrecadação total de US$ 170 milhões.

Banner internacional de QUARTETO FANTÁSTICO (2015), de Josh Trank

Banner internacional de QUARTETO FANTÁSTICO (2015), de Josh Trank

Em segundo lugar temos Quarteto Fantástico que, após ter sido execrado pela crítica (o índice de aprovação do RottenTomatoes foi de pífios 9%), acabou sendo também rejeitado pelo público, o que culminou com a produção se tornando um fiasco comercial. Presente em 3.995 salas de cinema, Quarteto Fantástico (que por aí já está sendo chamado de Fracasso Fantástico) rendeu somente US$ 26,20 milhões nos seus três primeiros dias em cartaz, resultado que se torna vergonhoso frente às projeções iniciais de arrecadação (que apontavam para US$ 45 milhões) e ao orçamento do longa, estimado em US$ 120 milhões.

E para completar ainda mais o quadro negativo da situação, além de representar uma das piores aberturas de um filme baseado em personagens da Marvel, o faturamento do novo Quarteto equivale a menos da metade do valor obtido durante a estreia dos outros dois filmes protagonizados pela família de heróis, que foram lançados em 2005 (US$ 56,06 milhões) e 2007 (US$ 58,05 milhões). Foi uma combinação de o filme ter sido massacrado pela crítica com a velocidade que o boca-a-boca tem hoje em dia com as mídias sociais. Nós estamos decepcionados, mas não vamos nos esconder da resposta negativa ao filme, disse ao The Wrap o chefe de distribuição da Fox, Chris Aronson. Quarteto Fantástico está em exibição nos cinemas brasileiros.

Banner internacional de THE GIFT (2015), de Joel Edgerton

Banner internacional de THE GIFT (2015), de Joel Edgerton

Estreia na direção do ator Joel Edgerton (Guerreiro) e primeiro filme lançado pelo recém-criado estúdio STX Entertainment, o thriller The Gift apresentou um bom desempenho e conquistou a medalha de bronze com US$ 12 milhões, performance que supera bastante as expectativas de mercado de US$ 8 milhões e já cobre os custos de produção do longa, que somaram US$ 5 milhões. Nós estamos na Lua, declarou animado o chefe de distribuição da STX, Kevin Grayson, ao Hollywood Reporter. Por enquanto, The Gift não possui data de estreia definida no Brasil.

Na esquerda, cena de FÉRIAS FRUSTRADAS e na direita cena de HOMEM-FORMIGA

Na esquerda, cena de FÉRIAS FRUSTRADAS e na direita cena de HOMEM-FORMIGA

Completando a lista dos cinco mais rentáveis estão a comédia Férias Frustradas e a aventura Homem-Formiga, que tiveram quedas na casa dos 30% e arrecadaram respectivamente US$ 9,14 milhões e US$ 7,82 milhões. No total de doze dias, Férias Frustadas soma uma bilheteria de US$ 37,32 milhões, enquanto que Homem-Formiga contabiliza US$ 147,43 milhões em quatro semanas.

Banner internacional de RICKI AND THE FLASH (2015), de Jonathan Demme

Banner internacional de RICKI AND THE FLASH (2015), de Jonathan Demme

Um pouco mais abaixo, na sétima posição, aparece a dramédia Ricki and the Flash: De Volta Pra Casa (Ricki and the Flash) que encerrou seu primeiro final de semana com uma renda de US$ 7 milhões, valor que não chega a ser muito empolgante, mas que ficou dentro das expectativas dos executivos da TriStar, que optaram por lançar o filme em um número mais reduzido de salas (1.603). Estrelado por Meryl Streep (A Dama de Ferro), Ricki and the Flash chega aos cinemas brasileiros no dia 10 de setembro.

Confira abaixo o ranking completo com as dez maiores bilheterias deste final de semana na América do Norte:

06

Assista ao trailer de Quarteto Fantástico:

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MTV MOVIE AWARDS-2015 – OS VENCEDORES

Apresentada pela comediante Amy Schumer sob elegante vestido preto e branco, ocorreu ontem, domingo, 5, a festa de premiação do MTV Movie Awards-2015, dedicados aos melhores trabalhos do cinema para o público jovem dos EUA. A Culpa é das Estrelas foi eleito o melhor filme e Robert Downey Jr. teve a carreira premiada. Pipocas Dourada para ele

Amy Shumer, apresentadora da desta em 2015

Amy Shumer, apresentadora da festa MTV em 2015

O filme de maior votação do público jovem durante a temporada foi A Culpa é das Estrelas (The Fault in our Stars, 2014), de Josh Boone, com Shailene Woodley e Ansel Algort. O fortão Dwayne Johnson fez sátira de todos os demais indicados à principal premiação e o entregou o prêmio a John Green, autor do livro, que encorajou as pessoas que enfrentam situações parecidas com os dos personagens de seu romance.

Confira abaixo toda a premiação.

FILME DO ANO
A culpa é das Estrelas, de Josh Boone

MELHOR ATRIZ
Shailene Woodley – A culpa é das Estrelas

MELHOR ATOR
Bradley Cooper – Sniper Americano

MELHOR ATUAÇÃO ASSUSTADORA
Jennifer Lopez – O garoto da Casa ao Lado

REVELAÇÃO
Dylan O’Brien – Maze Runner

MELHOR ATOR SEM CAMISA
Zac Efron – Vizinhos

MELHOR DUPLA
Zac Efron & Dave Franco – Vizinhos

MELHOR LUTA
Dylan O’Brien vs. Will Poulter – Maze Runner

MELHOR BEIJO
Ansel Elgort & Shailene Woodley – A culpa é das Estrelas

MELHOR MOMENTO “WTF”
Seth Rogen & Rose Byrne – Vizinhos

MELHOR VILÃO
Meryl Streep – Caminhos da Floresta

MELHOR MOMENTO MUSICAL
Jennifer Lawrence – Jogos vorazes: a Esperança – Parte 1

MELHOR ATUAÇÃO CÔMICA
Channing Tatum – Anjos da Lei 2

MELHOR TRANSFORMAÇÃO
Elizabeth Banks – Jogos vorazes: a Esperança – Parte 1

Veja o trailer de A Culpa é das Estrelas.

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