THE PROMISE – A HISTÓRIA DO GENOCÍDIO ARMÊNIO

A Open Road Films, um dos estúdios independentes dos EUA, adquiriu os direitos de exibição e distribuição de The Promise, uma coprodução Espanha-EUA dirigida por Terry George, com Christian Bale

Christian Bale em THE PROMISE (2016), de Terry George

Christian Bale em  THE PROMISE (2016), de Terry George

Dirigido pelo irlandês Terry George, 64, autor do roteiro de Em Nome do Pai (1993) e O Lutador (1997), e realizador de Hotel Ruanda (2004) e O Negociador (2011), The Promise teve filmagens em Portugal e na Espanha com orçamento não revelado e tem no elenco Christian Bale, Oscar Isaac, Shohreh Aghdashloo, Charlotte Le Bon, James Cromwell, Jean Reno e Rade Serbedzija.

Escrito por George e Robin Swicord, 64, a mulher do produtor Nicholas Kazan, autora dos roteiros de Matilda (1996), Memórias de uma Queixa (2005) e O Curioso Caso de Benjamin Button (2008), The Promise se passa em Constantinopla em 1922, meses antes do fim do Império Otomano.

Para saber sobre o Império Otomano, clique aqui.

Charlotte Le Bron e Oscar Isaac em THE PROMISE (2016): história de amor no fim do império otamano

Charlotte Le Bron e Oscar Isaac em THE PROMISE (2016): história de amor no fim do império otamano

Bale interpreta Chris Myers, um renomado jornalista estadunidense sediado em Paris que acompanha os acontecimentos históricos e disputa com Oscar Isaac, 37 (o Poe Dameron de Star Wars – o Despertar da Força/ 2015), um estudante de minoria armênia Michael Boghosian, a atenção de Charlotte Le Bon, que interpreta Ana, uma bela artista armênia.

Estreia nos EUA em 28 de abril e ainda não tem data no Brasil.

Conheça o trailer de The Promise.

 

BAFTA-2016 – OS INDICADOS

Os indicados ao BAFTA, o prêmio da Academia Britânica de Artes da Televisão e do Cinema, conhecido como o Oscar britânico, já é do conhecimento de todos. Mas vale comentar o meu filme preferido, o qual é uma das maiores criações do cinema desde que Stanley Kubrick fez o maior de todos: 2001: uma Odisséia no Espaço. O Regresso é uma produção de Hollywood que se abre à análise filosófica sobre homem e a sua natureza, a construção de sua civilização sob duas vertentes: a história e a religião. E além, é claro da relacionar os pretendes à premiação em cada categoria

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Ponte dois Espiões (Bridge of Spies), já exibido, e Carol, que estreia na próxima 5a feira, 14, são os recordistas de indicações, 9 cada. A obra-prima O Regresso (The Revenants), do mexicano Alejandro González Iñarritu, pelo qual torcerei fervorosamente, tem 8 indicações. Na sequência, Mad Mad: Estrada de Fúria, com 7; e Perdido em Marte e Brooklyn, em 6 categorias. E destaco, ainda, outra obra de porte, a ficção-científica Ex-Machina – Instinto Artificial, do estreante Alex Garland.

A British Academy of Film and Television Arts fez, realmente, uma seleção ponderada das melhores produções feitas em 2015. Mas, há uma mistureba com produções norte-americanas, a forma de garantir a atenção do público e da crítica. Neste quesito, Carol, o belo drama de Todd Haynes adaptado do livro The Price of Salt, de Patricia Highsmith (que é destaque aqui no Cinemaeartes e recomendamos a leitura) parece levar nítidas vantagem sobre os seus concorrentes. Não me parece que Ponte dos Espiões seja um filme com força suficiente para desbancá-lo, e Spotlight – Segredos Revelados, com o seu enredo incômodo e mesmo tendo sido considerada a melhor produção de Hollywood em 2015.não tem o seu diretor, Thomas McCarthy, indicado à sua categoria. Resta então, como principal concorrente, o belíssimo e difícil O Regresso.

Leonardo Di Caprio: o por de sol a cada dia na jornada de sacrifiicio do homem para compor uma civilização

Leonardo Di Caprio: o por de sol a cada dia na jornada de sacrifiicio do homem para compor uma civilização

Eis o meu filme preferido: O Regresso. Não me dedico a estudar a a rever um filme assim desde que os meus sentidos se viram invadidos pela Zaratrusta de 2001: uma Odisséia no Espaço, a obra-prima de Stanleu Kubrick (é, a meu ver, a maior de todas as suas criações). Estou simplesmente encantado com este The Revenants, de Iñarritu. É um filme de concepção montada em 3 aspectos da criação do homem em sua evolução: filosófica, histórica e religiosa. Atentos: não dá para analisá-lo sem se focar nesses 3 aspectos.

Não escrevo críticas há quase 2 anos e este filme de instiga a fazê-lo. Estou pensando, mas como só vai estrear em fevereiro, deve ter um tempinho para encarar a análise. Não li e nem vou ler, antes de concluir e postar o texto, ler qualquer entrevista de Iñarritu sobre a sua criação. Quero reter, o máximo possível o meu encanto com as descobertas que o roteiro, a montagem, a fotografia, a trilha sonora, a sequência do ataque do urso e as sua quase 3 horas de duração me proporcionam de inquietação para juntar o que Iñarritu entende como o progresso e a evolução do homem em meio à sua selvageria (advinda de seu estado de natureza) e a crença na espiritualidade. Sim, senhoras e senhores, o filme é premente de amor, ódio, sangue, padecimento, choque de culturas, religião, proposto como instrumento de renovação e depuração do homem. Nada de místico ou fantástico, mas na crença de que somos espíritos e que isso tem a ver com a continuidade da vida após a morte.

É um filme fascinante, duro, difícil,ousado, que deve obter um grande circuito, muito mais pela presença magnética de Leonardo Di Caprio, mas que não acredito que vá fazer sucesso de público. Para este, o público, assisti-lo, será um teste de paciência e aceitar o jogo de quebra-cabeças.

A cerimônia de premiação acontece no dia 14 de fevereiro no Royal Opera House e será apresentada pelo ator inglês Stephen Fry.

Confira a lista completa de indicados:

MELHOR FILME
A Grande Aposta
Ponte dos Espiões
Carol
O Regresso
Spotlight – Segredos Revelados

Confira o trailer de O Regresso.

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MELHOR DIRETOR
Adam McKay, por A Grande Aposta
Steven Spielberg, por Ponte dos Espiões
Todd Haynes, por Carol
Ridley Scott, por Perdido em Marte
Alejandro Gonzáles Iñárritu, por O Regresso

MELHOR FILME BRITÂNICO
45 Anos, de Andrew Haigh
Amy, de Asif Capadia
Brooklyn, de John Crowley
A Garota Dinamarquesa, de Tom Hooper
Ex Machina – Instinto Artificial, de Alex Garland
The Lobster, de Yorgos Lanthimos

MELHOR ESTREIA – ROTEIRISTA/DIRETOR/PRODUTOR BRITÂNICO
Alex Garland (diretor), por Ex Machina – Instinto Artificial
Debbie Tucker Green (roteirista/diretor), por Second Coming
Naji Abu Nowar (roteirista/diretor) e Rupert Lloyd (produtor), por Theeb
Sean McAllister (diretor/produtor) e Elhum Shakerifar (produtor), por A Syrian Love Story
Stephen Fingleton (roteirista/diretor), por The Survivalist

Veja o trailer de Ex-Machina: Instinto Artificial.

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MELHOR FILME EM LÍNGUA ESTRANGEIRA
A Assassina (Nie yin niang, China), de Hou Hsiao Hsien
Força Maior (Force Mejeure, Suécia), de Ruben Ostlund
Theeb (Emirados Árabes Unidos-Qatar-Jorania-Reino Unido), de Naji Abu Nowar
Timbuktu (Mauritânia/França), de Abderrahmane Sissako
Relatos Selvagens (Argentina), de Damian Szifrón

MELHOR DOCUMENTÁRIO
Amy (EUA) de Asif Kapadia
Cartel Land (EUA-0México), de Matthew Heineman
Malala (EUA), de  Davis Guggenheim
Listen to Me Marlon (EUA), de Davis Guggenheim
Sherpa (Austrália Nepal), de Jennifer Peedom

MELHOR ANIMAÇÃO
Divertida Mente
Minions
Shaun: O Carneiro

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL
Matthew Charman, Ethan Coen, Joel Coen, por Ponte dos Espiões
Alex Garland, por Ex Machina – Instinto Artificial
Quentin Tarantino, por Os Oito Odiados
Josh Cooley, Pete Docter, Meg LeFauve, por Divertida Mente
Tom McCarthy, Josh Singer, por Spotlight – Segredos Revelados

MELHOR ROTEIRO ADAPTADO
Adam McKay, Charles Randolph, por A Grande Aposta
Nick Hornby, por Brooklyn
Phyllis Nagy, por Carol
Emma Donoghue, por O Quarto de Jack
Aaron Sorkin, por Steve Jobs

Confira o trailer de O Quarto de Jack.

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MELHOR ATOR
Bryan Cranston, por Trumbo: Lista Negra
Eddie Redmayne, por A Garota Dinamarquesa
Leonardo DiCaprio, por O Regresso
Matt Damon, por Perdido em Marte
Michael Fassbender, por Steve Jobs

MELHOR ATRIZ
Alicia Vikander, por A Garota Dinamarquesa
Brie Larson, por O Quarto de Jack
Cate Blanchett, por Carol
Maggie Smith, por A Senhora da Van
Saoirse Ronan, por Brooklyn

MELHOR ATOR COADJUVANTE
Benicio del Toro, por Sicario: Terra de Ninguém
Christian Bale, por A Grande Virada
Idris Elba, por Beasts of No Nation
Mark Ruffalo, por Spotlight – Segredos Revelados
Mark Rylance, por Ponte dos Espiões

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE
Alicia Vikander, por Ex Machina – Instinto Artificial
Jennifer Jason Leigh, por Os Oito Odiados
Julie Walters, por Brooklyn
Kate Winslet, por Steve Jobs
Rooney Mara, por Carol

Veja o trailer de Brooklyn.

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MELHOR TRILHA SONORA ORIGINAL
Thomas Newman, por Ponte dos Espiões
Ennio Morricone, por Os Oito Odiados
Ryuichi Sakamoto, Carsten Nicolai, por O Regresso
Jóhann Jóhannsson, por Sicario: Terra de Ninguém
John Williams, por Star Wars: O Despertar da Força

MELHOR FOTOGRAFIA
Janusz Kamiński, por Ponte dos Espiões
Ed Lachman, por Carol
John Seale, por Mad Max: Estrada da Fúria
Emmanuel Lubezki, por O Regresso
Roger Deakins, por Sicario: Terra de Ninguém

MELHOR MONTAGEM
Hank Corwin, por A Grande Aposta
Michael Kahn, por Ponte dos Espiões
Margaret Sixel, por Mad Max: Estrada da Fùria
Pietro Scalia, por Perdido em Marte
Stephen Mirrione, por O Regresso

MELHOR DESENHO DE PRODUÇÃO
Adam Stockhausen, Rena DeAngelo, por Ponte dos Espiões
Judy Becker, Heather Loeffler, por Carol
Colin Gibson, Lisa Thompson, por Mad Max: Estrada da Fúria
Arthur Max, Celia Bobak, por Perdido em Marte
Rick Carter, Darren Gilford, Lee Sandales, por Star Wars: O Despertar da Força

MELHOR FIGURINO
Odile Dicks-Mireaux, por Brooklyn
Sandy Powell, por Carol
Sandy Powell, por Cinderela
Paco Delgado, por A Garota Dinamarquesa
Jenny Beavan, por Mad Max: Estrada da Fúria

Conheça o trailer de A Garota Dinamarquesa.

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MELHOR MAQUIAGEM E PENTEADO
Morna Ferguson, Lorraine Glynn, por Brooklyn
Jerry DeCarlo, Patricia Regan, por Carol
Jan Sewell, por A Garota Dinamarquesa
Lesley Vanderwalt, Damian Martin, por Mad Max: Estrada da Fúria
Sian Grigg, Duncan Jarman, Robert Pandini, por O Regresso

MELHOR SOM
Drew Kunin, Richard Hymns, Andy Nelson, Gary Rydstrom, por Ponte dos Espiões
Scott Hecker, Chris Jenkins, Mark Mangini, Ben Osmo, Gregg Rudloff, David White, por Mad Max: Estrada da Fúria
Paul Massey, Mac Ruth, Oliver Tarney, Mark Taylor, por Perdido em Marte
Lon Bender, Chris Duesterdiek, Martin Hernandez, Frank A. Montaño, Jon Taylor, Randy Thom, por O Regresso
David Acord, Andy Nelson, Christopher Scarabosio, Matthew Wood, Stuart Wilson, por Star Wars: O Despertar da Força

MELHORES EFEITOS ESPECIAIS
Jake Morrison, Greg Steele, Dan Sudick, Alex Wuttke, por Homem-Formiga
Mark Ardington, Sara Bennett, Paul Norris, Andrew Whitehurst, por Ex Machina: Instinto Artificial
Andrew Jackson, Dan Oliver, Tom Wood, Andy Williams, por Mad Max: Estrada da Fúria
Chris Lawrence, Tim Ledbury, Richard Stammers, Steven Warner, por Perdido em Marte
Chris Corbould, Roger Guyett, Paul Kavanagh, Neal Scanlan, por Star Wars: O Despertar da Força

MELHOR CURTA-METRGAEM DE ANIMAÇÃO
Edmond
Manoman
Prologue

MELHOR CURTA-METRGAEM BRITÂNICO
Elephant
Mining Poems or Odes
Operator
Over
Samuel-613

ESTRELA EM ASCENSÃO/Escolhido pelo público
Bel Powley
Brie Larson
Dakota Johnson
John Boyega
Taron Egerton

Veja o trailer de 45 Anos.

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RANKING BRASIL – Os pinguins continuam no topo

Os Pinguins de Madagascar seguraram a liderança obtida na estreia no fim de semana passado, deixando o estreante Busca Implacável 3 na segunda colocação, mesmo com o sucesso mundo afora. Loucas pra Casar perdeu a segunda colocação para o estreante, terminando esse fim de semana no terceiro lugar do ranking. Êxodo: Deuses e Reis e Uma Noite no Museu 3: O Segredo da Tumba completaram a lista dos cinco melhores nas bilheterias brasileiras desse último fim de semana

Cena de OS PINGUINS DE MADAGASCAR

Cena de OS PINGUINS DE MADAGASCAR

Já na segunda semana na liderança do ranking, Os Pinguins de Madagascar não se cansaram de bater os estreantes. No fim de semana passado, a animação tirou a primeira colocação da comédia brasileira Loucas pra Casar, atualmente na terceira posição do ranking, agora foi a vez de Busca Implacável 3 levar a pior. Mesmo com o sucesso no mercado internacional de cinema, a ação estrelada por Liam Neeson não alcançou a primeira colocação do ranking em sua estreia, terminando o domingo atrás da animação, que obteve cerca de R$ 6,84 milhões de 22 a 25. Nesse fim de semana, mais de 465 mil espectadores foram aos cinemas conferir o longa protagonizado pelos pinguins de Madagascar, enquanto apenas cerca de 387 mil assistiram a ação.

Liam Neeson e Maggie Grace, em cena de BUSCA IMPLACÁVEL 3

Liam Neeson e Maggie Grace, em cena de BUSCA IMPLACÁVEL 3

Mesmo terminando o fim de semana na segunda colocação, Busca Implacável 3 ficou bem próximo dos pinguins, terminando o domingo com uma renda de R$ 5,62 milhões no fim de semana, cerca de R$ 1,2 milhões de diferença para o obtido pela animação. A ação liderou o ranking internacional no fim de semana passado, tendo caído para a segunda colocação nesse último, mas ainda com uma boa renda. Talvez o fato da queda seja devido a péssima recepção da crítica internacional. No MetaCritic, a média do filme já está em 25 de 100, enquanto o primeiro e o segundo saíram de cartaz com média 50 e 45 no site, respectivamente. No IMDb o filme está com a mesma média que o segundo, 6,3, que como de costume do site deverá diminuir por ocorrer com a maioria dos filmes em cartaz; o terceiro está atualmente com média bem maior, 7,9. Já não bastando a péssima recepção por esses famosos sites, Busca Implacável 3 ficou com o pior desempenho no RottenTomatoes estando atualmente com uma média de 10 de 100, obtida pela opinião do público e da crítica.

Cena de LOUCAS PRA CASAR

Cena de LOUCAS PRA CASAR

Na terceira colocação, ficou a comédia brasileira estrelada por Ingrid Guimarães, Loucas pra Casar. Mesmo caindo pela segunda vez consecutiva, Loucas pra Casar tem mostrado um bom desempenho nos números referentes as rendas do fim de semana. Comparando com o fim de semana passado, a comédia obteve uma queda de apenas cerca de 24%, tendo terminado o último fim de semana com uma renda de aproximadamente R$ 5 milhões. Cerca de 358 mil espectadores foram aos cinemas assistir ao filme.

Christian Bale, em cena de ÊXODO: DEUSES E REIS

Christian Bale, em cena de ÊXODO: DEUSES E REIS

O épico Êxodo: Deuses e Reis também caiu uma posição como Loucas pra Casar e Uma Noite no Museu 3: O Segredo da Tumba, ficando na quarta posição do ranking, no entanto foi o que teve a pior queda em relação ao fim de semana passado dentre os cinco primeiros colocados do ranking, quase 50%. Estrelado por Christian Bale, famoso ator que interpretou Batman em O Cavaleiro das Trevas, Êxodo: Deuses e Reis terminou o fim de semana com uma renda de R$ 2,2 milhões, tendo sido exibido por cerca de 136 mil pessoas.

Cena de UMA NOITE NO MUSEU 3: O SEGREDO DA TUMBA

Cena de UMA NOITE NO MUSEU 3: O SEGREDO DA TUMBA

Uma Noite no Museu 3: O Segredo da Tumba ficou com a quinta colocação do ranking após uma queda razoável de 33% em relação ao fim de semana passado. A comédia estrelada por Ben Stiller e Robbin Williams terminou o domingo com cerca de 155 mil espectadores no fim de semana, de 22 a 25, fazendo uma renda de aproximadamente R$ 2 milhões.

Confira abaixo a tabela com os dez melhores do ranking Brasil.

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Confira um trecho dublado de Os Pinguins de Madagascar, de exclusividade da Fox Family Entertainment Brasil, feito para a Comic Con Experience.

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RANKING BRASIL – LOUCAS PRA CASAR estreia em primeiro

A comédia brasileira estrelada por Ingrid Guimarães e Marcio Garcia, Loucas pra Casar, estreou com tudo nos cinemas do país, tomando logo a posição de Êxodo: Deuses e Reis, de Ridley Scott, que vinha dominando o topo do ranking nas últimas semanas. Uma Noite no Museu 3: O Segredo da Tumba veio logo atrás, na terceira posição, seguido de Operação Big Hero e Os Caras de Pau, outra comédia brasileira.

Marcio Garcia e Ingrid Guimarães, em cena de LOUCAS PRA CASAR

Marcio Garcia e Ingrid Guimarães, em cena de LOUCAS PRA CASAR

Como de costume, mais uma comédia brasileira estreou com sucesso no país. Dirigido por Roberto Santucci, de Bellini e a Esfinge, Loucas pra Casar estrou dia 8 nos cinemas brasileiros, terminando o domingo, 11, completamente isolado na primeira colocação do ranking nacional, com uma renda de aproximadamente R$ 8,35 milhões. Cerca de 600 mil espectadores foram conferir a comédia nos cinemas nesse fim de semana. Distribuído pela Downtown e Paris Filmes, Loucas pra Casar já está com saldo financeiro positivo, tendo sido orçado em apenas R$ 3 milhões, valor baixo comparado ao de outras comédias, como Até Que a Sorte Nos Separe que custou R$ 6 milhões e saiu de cartaz com uma receita acumulada de cerca de R$ 34 milhões.

Christian Bale, em cena de ÊXODO: DEUSES E REIS

Christian Bale, em cena de ÊXODO: DEUSES E REIS

Não se passaram três semanas e o novo épico de Ridley Scott, Êxodo: Deuses e Reis, já caiu cerca de 70% na renda, quando comparada com a obtida no fim de semana de estreia, o que acabou fazendo com que esse perdesse a primeira colocação do ranking para a comédia brasileira Loucas pra Casar por uma diferença de quase R$ 2 milhões. A aventura bíblica estrelada por Christian Bale no papel de Moisés terminou o fim de semana com apenas R$ 6,7 milhões, tendo sido exibida, nesse período de três dias, por cerca de 390 mil espectadores. Com o valor, a renda acumulada no país desde a estreia chega a R$ 46,9 milhões.

Cena de UMA NOITE NO MUSEU 3: O SEGREDO DA TUMBA

Cena de UMA NOITE NO MUSEU 3: O SEGREDO DA TUMBA

Como no fim de semana passado, Uma Noite no Museu 3: O Segredo da Tumba terminou o domingo logo atrás de Êxodo: Deuses e Reis. Na terceira colocação do ranking Brasil, a comédia estrelada por Ben Stiller arrecadou cerca de R$ 5,1 milhões no país, uma queda de cerca de 70% em relação ao fim de semana passado, tendo sido exibida por cerca de 380 mil pessoas de quinta a domingo. O filme soma agora uma renda total de R$ 17,6 milhões no país.

Cena de OPERAÇÃO BIG HERO

Cena de OPERAÇÃO BIG HERO

A animação Operação Big Hero também repetiu o feito por Uma Noite no Museu 3 e Êxodo, caindo uma posição em relação fim de semana passado, terminando esse último na quarta colocação do ranking com uma renda de R$ 3,3 milhões. Ainda na terceira semana em cartaz no país, apenas cerca de 235 mil espectadores foram assistir ao filme nos cinemas brasileiros nesse último fim de semana. No domingo, a renda total de Operação Big Hero no Brasil terminou o dia em cerca de R$ 26,8 milhões.

Leandro Hassum e, em cena de OS CARAS DE PAU

Cena de OS CARAS DE PAU

Outra comédia brasileira, Os Caras de Pau, estrelada por Marcius Melhem e Leandro Hassum, veio logo em seguida na quinta colocação do ranking, tendo caído também uma posição em relação ao fim de semana passado como ocorreu com os outros três a sua frente. Na sua terceira semana em cartaz, o filme teve uma queda razoável em relação ao fim de semana passado, cerca de 40%, tendo terminado o último fim de semana com uma receita de R$ 2,4 milhões, chegando assim a um acumulado de R$ 17,2 milhões.

Cena de OUIJA - O JOGO DOS ESPÍRITOS

Cena de OUIJA – O JOGO DOS ESPÍRITOS

Os que mais caíram dentre os dez primeiros, mas que ainda estão entre esses, são O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos, da quinta para a sétima colocação, e Ouija – O Jogo dos Espíritos, da sexta para a oitava, tendo terminado o fim de semana com uma renda de R$ 1,3 milhão e R$ 273 mil, respectivamente. Confira abaixo a tabela com os 10 filmes com melhor desempenho nas bilheteria brasileiras nesse último fim de semana, de 8 a 11.

Tabela ranking brasil 02-2015

Veja o trailer de Acima das Nuvens:

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Semana 01 – Êxodo: Deuses e Reis

Assim como aconteceu no mercado norte-americano, 2015 chegou com apenas uma novidade nas telonas nacionais, o filme Uma Noite no Museu 3, que terminou por apresentar um forte desempenho nas bilheterias tupiniquins, porém, não tão forte a ponto de desbancar o épico bíblico Êxodo: Deuses e Reis, que permaneceu líder absoluto da lista dos mais rentáveis no país

Christian Bale em cena de ÊXODO: DEUSES E REIS

Christian Bale em cena de ÊXODO: DEUSES E REIS

Sucesso em sua estreia no mercado nacional na semana passada, o épico bíblico Êxodo: Deuses e Reis continuou com tudo nas telonas brasileiras e garantiu mais uma vez a liderança isolada do ranking dos mais rentáveis do fim de semana no país. Ao todo, a versão de Ridley Scott para a história do profeta Moisés adicionou de quinta a domingo mais R$ 11,14 milhões à sua renda total, que agora chega a ótimos R$ 34,19 milhões. Em se tratando de público, Êxodo alcançou a marca de 682 espectadores, o que faz com que o seu total acumulado chegue a 2,21 milhões de pagantes.

Banner internacional de UMA NOITE NO MUSEU 3 (2014), de Shawn Levy

Banner internacional de UMA NOITE NO MUSEU 3 (2014), de Shawn Levy

No segundo lugar aparece o filme-família Uma Noite no Museu 3 (Night at the Museum: Secret of the Tomb), que tirou proveito da combinação “criançada de férias + única estreia da semana” para registrar uma sólida abertura de R$ 7,91 milhões, com um público de 607 mil pessoas.

Assista ao trailer de Uma Noite no Museu 3:

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Na trama do novo filme, o vigilante noturno Larry Daley (Ben Stiller) precisa viajar até Londres para encontrar uma maneira de restaurar o poder da placa de Akhmenrah, que começou a se corroer. Owen Wilson (Penetras Bons de Bico), Steve Coogan (Philomena), Dan Stevens (Caçada Mortal), Rebel Wilson (A Escolha Perfeita), Rami Malek (Need for Speed), Ben Kingsley (Homem de Ferro 3) e o já falecido Robin Williams (Uma Babá Quase Perfeita) também estão no elenco.

Cena de OPERAÇÃO BIG HERO

Cena de OPERAÇÃO BIG HERO

A medalha de bronze ficou com a animação Operação Big Hero, que levou 367 mil pessoas aos cinemas e faturou com isso R$ 5,13 milhões. No total, a divertida animação da Disney já rendeu R$ 19,70 milhões no mercado nacional, e foi assistida por 1,49 milhão de brasileiros.

Na esquerda, cena de OS CARAS DE PAU e na direita cena de O HOBBIT: A BATALHA DOS CINCO EXÉRCITOS

Na esquerda, cena de OS CARAS DE PAU e na direita cena de O HOBBIT: A BATALHA DOS CINCO EXÉRCITOS

Completando a lista dos cinco mais rentáveis estão a comédia nacional Os Caras de Pau em O Misterioso Roubo do Anel e a aventura O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos, que arrecadaram respectivamente R$ 4,05 milhões e R$ 2,74 milhões. Em 11 dias, o filme da hilária dupla de seguranças Pedrão (Marcius Melhem) e Jorginho (Leandro Hassum) acumula uma bilheteria de R$ 11,87 milhões, com público de 942 mil espectadores, enquanto que a terceira parte da jornada de Bilbo Bolseiro (Martin Freeman) contabiliza em quatro semanas um faturamento de R$ 47,09 milhões e 3,30 milhões de pagantes.

Confira abaixo o ranking completo com as dez maiores bilheterias deste final de semana no Brasil:

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FESTIVAL DE CINEMA DE BERLIM – MALICK NA COMPETIÇÃO

Knight of Cups, de Terrence Malick, está entre os seis primeiros títulos anunciados para a seleção oficial do Festival de Cinema de Berlim. O diretor Darren Aronofsky presidirá o júri do festival, que acontece de 5 a 15 de fevereiro

Christian Bale e Natalie Portman em KNIGHT OF CUPS (2015), de Terrence Malick

Christian Bale e Natalie Portman em KNIGHT OF CUPS (2015), de Terrence Malick

Com Christian Bale, Natalie Portman e Cate Blanchett no elenco, Knight of Cups é o novo longa-metragem de Terrence Malick que acaba de ser selecionado para a competição oficial do 65º Festival de Cinema de Berlim. Com enredo mantido em sigilo, o filme versa sobre o tema “celebridades e excesso”, algo semelhante a Um Lugar Qualquer (Somewhere, 2010), de Sofia Coppola, que também era ambientado em Hollywood.

Conhecido por sua reclusão e por nunca dar entrevistas, Malick já foi queridinho em Berlim: ele ganhou o Urso de Ouro em 1999 com Além da Linha Vermelha (The Thin Red Line, 1998). O ganhador da Palma de Ouro em 2011 por A Árvore da Vida (The Tree of Life, 2011) gosta de manter suas produções em segredo até o momento da estreia. Knight of Cups é seu sétimo longa.

Além de Knight of Cups, já foram anunciados para a competição do festival os novos filmes dos britânicos Peter Greenaway e Andrew Haigh. Diretor de O Livro de Cabeceira (The Pillow Book, 1996), Greenaway traz para Berlim seu novo filme Eisenstein in Guanajuato, que narra a passagem do cineasta russo Sergei Eisenstein no México, em 1931. Já Andrew Haigh apresenta 45 Years, inspirado em um conto do poeta David Constantine e interpretado por Charlotte Rampling e Tom Courtenay.

Elmer Bäck em EISENSTEIN IN GUANAJUATO (2015), de Peter Greenaway

Elmer Bäck em EISENSTEIN IN GUANAJUATO (2015), de Peter Greenaway

A seleção inclui Under Electric Clouds, do russo Alexey German Jr., As We Were Dreaming, do alemão Andreas Dresen, e Ixcanul Volcano, estreia em direção do guatelmateco Jayro Bustamante. Fora da competição, o festival exibirá Cinderella, dirigido por Kenneth Branagh e produzido pelos estúdios Disney. O filme refaz em live action a tradicional história da gata borralheira, com Cate Blanchett no papel da madrasta e Lily James como Cinderela.

O presidente do júri oficial do festival é o diretor norte-americano Darren Aronofsky, escolhido por representar a nova geração do “cinema de autor, cuja linguagem fílmica explora novas possibilidades de expressão”, segundo o diretor do festival, Dieter Kosslick. Aronofsky dirigiu produções premiadas, como Pi (1998), ganhador do prêmio de melhor direção em Sundance; O Lutador (The Wrestler, 2008), que conquistou o Leão de Ouro em Veneza; e Cisne Negro (Black Swan, 2011), que ganhou o Oscar, o Globo de Ouro e o Bafta na categoria de melhor direção. Em 2014, Aronofsky dirigiu a superprodução Noé (Noah).

Darren Aronofsky: presidente do júri

Darren Aronofsky: presidente do júri

Previsto para ser realizado de 5 a 15 de fevereiro, o Festival de Cinema de Berlim homenageará o cineasta alemão Wim Wenders e celebrará o centenário da criação do Technicolor, o processo de película a cores que se popularizou no cinema norte-americano dos anos 40 e 50.

Veja o trailer de Knight of Cups:

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RANKING BRASIL – QUANDO OS BLOCKBUSTERS BOMBAM

Nesta análise do Ranking de Bilheteria e Público dos filmes em exibição nas 2.800 salas de cinema do Brasil, chamo a sua atenção porque, no grande circuitão, os blockbusters de Hollywood estão bombando, mesmo os fracassados de público nos cinemas dos EUA. É para que você avalie o sistema do mercado de exibidor brasileiro e veja a situação do cinema brasileiro, não por culpa dos donos dos complexos, mas, pela ineficiência das produções brasileiras, limitadíssimas em termos de poder de atração sobre o grande público. No Ranking dos 10 Mais, apenas 2 filmes, Os Caras de Pau em O Misterioso Roubo do Anel e A Noite da Virada, se fazem presente, enquanto no Ranking dos 20, outros 2 (Irmã Dulce e As Aventuras do Avião Vermelho) aparecem timidamente. Dá para comemorar 4 filmes nacionais em um Ranking de 20 em uma época de predomínio total e absoluto dos blockbusters? Para alguns mais conformados, sim. Deixo a caso para vocês refletirem. Por enquanto, vamos dar uma analisada, em termos de números, dos filmes que estão em cartaz. O Hobbit – A Batalha dos 5 Exércitos, de Peter Jackson, perdeu a liderança para Êxodo – Deuses e Reis, de Ridley Scott, a animação Operação Big Hero, foi para o terceiro lugar e Jogos Vorazes: A Esperança – Parte 1, em sexto lugar, continua na liderança em termos de público com quase 5 milhões de espectadores

Christian Bale e  Joel Edgerton em EXODO – DEUSES E REIS (2014), de Ridley Scott

Christian Bale e Joel Edgerton em EXODO – DEUSES E REIS (2014), de Ridley Scott

Considerado um fracasso nos EUA (confira no Ranking EUA) e apedrejado por críticos e religiosos por suas inconsistências bíblicas e históricas, Êxodo – Deuses e Reis (Exodus – Gods and Kings, 2014), promove uma virada nas bilheterias internacionais, sendo um Brasil um dos fortes mercados a apontar a tendência. Em apenas 4 dias foi conferido por 999.951 mil espectadores, que deixaram R$ 17,9 milhões nas bilheterias. Acumulando ao público das pré-estreias, sobe para 1 milhão e 154 ingressos vendidos, o que dá a Fox o segundo lugar na lista das maiores aberturas da distribuidora no Brasil. A produção custou US$ 140 milhões e para sair no lucro tem que obter uma renda mundial superior a 420 milhões de dólares. Por enquanto, está em US$ 152 milhões.

OPERAÇÃO BIG HERO (2014), de Hall e Chris

OPERAÇÃO BIG HERO (2014), de  Don Hall e Chris Williams

Em segundo lugar o destaque vai para Operação Big Hero (Big Hero 6, 2014), de Don Hall e Chris Williams, um sucesso da Buena Vista (Disney) ao preço de US$ 165 milhões, que em todo o mundo já está na casa dos 325 milhões – e porá ser rentável precisa chegar aos US$ 500 milhões. No Brasil, a animação estreou bem, levando aos cinemas 496 mil e 548 pessoas, uma média 50% menor em termos de público em relação ao líder, mas ainda assim, com uma nada desprezível renda de R$ 11,18 milhões.

Marcos Melhem e Leandro Hassum em OS CARAS DE PAU E O MISTERIOSO ROUBO DO ANEL (2014), de Felipe Joffily

Marcos Melhem e Leandro Hassum em OS CARAS DE PAU E O MISTERIOSO ROUBO DO ANEL (2014), de Felipe Joffily

Grande surpresa, em terceiro está o brasileiro Os Caras de Pau em O Misterioso Roubo do Anel (Imagem Filmes), de Felipe Joffily, comédia sobre dois seguranças (Leandro Hassum e Marcos Melhem) acusados de ter roubado uma joia durante a sua exposição em um museu e que para reavê-la enfrentam ninjas e mafiosos. Ajudado pela exibição em 526 salas, foi visto por 432 mil e 112 espectadores, obtendo uma arrecadação inicial de R$ 5,6 milhões. Agora é ver se o público, através do boca-a-boca, vai mantê-lo com uma boa média e dar-lhe um lugar os 10 de melhor bilheteria e frequência do ano. Outra produção nacional, A Noite da Virada (Paris Filmes), de Fábio Mendonça, não está indo bem, talvez pela alta classificação etária em 16 anos. Nesta final de semana atraiu apenas 66 mil espectadores e agora tem o público acumulado em 273,4 mil, o que provavelmente o deixará com menos de 500 mil ingressos vendidos. A comédia com requintes de drama tem no elenco Luana Piovani e Marcos Palmeira e está em 5º no Ranking. E embora estejam há mais tempo em cartaz, O Hobbit – A Batalha dos 5 Exércitos, de Peter Jackson, em 4º lugar, continua faturando alto. Mesmo com uma queda de 45% em frequência de público, a sua arrecadação bateu os R$ 42,2 milhões. O público acumulado já chega a 3 milhões, mas isso não é sinônimo de liderança, pois Jogos Vorazes: A Esperança – Parte 1, de Francis Lawrence, tem melhores números (no momento, ocupa o 8º lugar no Ranking Brasil de Bilheteria-2014). Neste final de semana, 56 mil e 106 pessoas foram conferi-lo (no acumulado, são 4 milhões e 779 mil espectadores), o que o fez ultrapassar mais 2 concorrentes, Transformers – A Era da Extinção e Capitão América- O Soldado Invernal e está a poucos milhões do horroroso bíblico Noé, estacionado em 4 milhões e 887 espectadores.

Jake Gyllenhall e René Russo em O ABUTRE (2014), de Dan Gilroy

Jake Gyllenhall e René Russo em O ABUTRE (2014), de Dan Gilroy

Por fim, vale mencionar que 2 filmes de arte resistem bravamente: O Abutre (Nightcrawler, 2014), de Dan Gilroy, que tem um público acumulado de 45 mil e 524 pessoas (renda total de R$ 707.931), e o argentino Relatos Selvagens (Relatos Salvajes, 2014), de Damian Szifrón, com 304 mil e 245 espectadores e renda de R$ 4,50 milhões.

Confira o quadro com as 10 Maiores Bilheterias e Público da última semana de 2014, de 25 a 31 de dezembro.

Veja o trailer de Os Caras de Pau e O Misterioso Roubo do Anel.

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RANKING INTERNACIONAL > O HOBBIT SEGUE NA FRENTE

Mesmo com as festas de fim de ano o mercado mundial do cinema não sofreu abalos – ao contrário. Com O Hobbit: a Batalha dos 5 Exércitos ainda em sua terceira semana em cartaz, milhares foram se despedir dos personagens da Terra Media, os quais dificilmente retornarão às produções de Hollywood. E o resultado foi ótimo, de US$ 89,2 milhões, tendo terminando o último fim de semana com quase o triplo do obtido pelo segundo colocado do Ranking, Êxodo: deuses e Reis, épico de Ridley Scott, que contabilizou uma média mais alta em menos salas, e, no Brasil, obteve um ótimo resultado no Brasil ao faturar US$ 6,7 milhões, tornando-se a segunda maior abertura da história de um filme da Fox no país. E, ainda por cima, bateu em Uma Noite no Museu 3: o Segredo da Tumba, o terceiro do Ranking estrangeiro

Cena de O HOBBIT: A BATALHA DOS CINCO EXÉRCITOS

Martin Freeman em O HOBBIT: A BATALHA DOS CINCO EXÉRCITOS (2014), de Peter Jackson

O Hobbit: a Batalha dos Cinco Exércitos segurou a liderança do Ranking Internacional terminando o último fim de semana do ano, a semana 52, com uma ótima renda, de US$ 89,2 milhões, quase três vezes o valor obtido pelo segundo colocado Êxodo: deuses e Reis. Nesse fim de semana, a aventura dos hobbit obteve quase US$ 5 milhões apenas em 228 salas IMAX. Segundo o Movieline, a renda total do filme já ultrapassa a faixa dos US$ 405 milhões, um ótimo número comparado ao obtido pelos dois primeiros , que já o coloca na 11ª posição do ranking das melhores rendas do mercado internacional.

Christian Bale em ÊXODO: DEUSES E REIS

Christian Bale em cena de ÊXODO: DEUSES E REIS

Na segunda posição aparece o épico Êxodo: deuses e Reis, que mesmo não sendo muito bem recebido pela crítica, já chega próximo a faixa dos US$ 100 milhões na renda total acumulada, tendo obtido US$ 31 nesse fim de semana, uma boa renda para um filme que está sendo exibido em menos de 40 países e, mesmo em sua quarta semana no mercado internacional, apenas estreou no Brasil nesse último fim de semana, onde em 4 dias, 5a a domingo, terminou com uma renda local de US$ 6,68 milhões, tornando-se o filme da Twenty Century Fox com a segunda melhor abertura no país.

Banner internacional de UMA NOITE NO MUSEU 3

Banner internacional de UMA NOITE NO MUSEU 3

Na terceira posição do Ranking, Uma Noite no Museu 3: o Segredo da Tumba, que em sua segunda semana em cartaz estreou em mais 12 países e findou a estreia com saldo positivo quando comparado a semana passada, na qual contabilizou apenas US$ 30,3 milhões. A continuação da famosa comédia soma agora uma renda de aproximadamente US$ 48,6 milhões. No México, tornou-se o filme de Ben Stiller com melhor estreia, terminando o fim de semana com US$ 5,8 milhões, ocupando mais de 200 cinemas no país. A estreia de Uma Noite no Museu 3: o Segredo da Tumba no Brasil está prevista para esta 5a feira, dia 1º de janeiro.

Cena de OPERAÇÃO BIG HERO

Cena de OPERAÇÃO BIG HERO

Na sua décima semana em cartaz, a animação Operação Big Hero terminou o fim de semana no mercado internacional na quarta posição do ranking com uma boa renda de US$ 24,7 milhões, um saldo positivo comparado ao fim de semana passado. Isso se deve, obviamente, devido a estreia em cerca de 15 países nesse último fim de semana. A aventura animada conta atualmente com uma renda acumulada de US$ 120,9 milhões. Na quinta colocação, ficou outra animação, Os Pinguins de Madagascar, com US$ 16,1 milhões, e uma renda total de US$ 160,6 milhões.

ANNE (2014), musical de Will Gluck

ANNIE (2014), musical de Will Gluck

Em 6º lugar, a primeira do final da saga Jogos Vorazes – a Esperança, arrecadou mais de US$ 330 milhões no final de semana e agora já contabiliza US$ 670 milhões em todo o mundo. Em 5º, Annie, o musical de Will Glick, uma das produções tiradas do acervo da Sony e jogadas na Internet pelos hackers da Coreia do Norte entrou apressadamente em cartaz em 1.250 telas de 21 países, distribuído, também, pela Village Roadshow, obtendo uma renda de US$ 82, milhões, um resultado surpreendente.

Jay Courtney e Russell Crowe em THE WATER DIVINER (2014), sua estreia atrás das câmeras

Jay Courtney e Russell Crowe em THE WATER DIVINER (2014), sua estreia atrás das câmeras

Em 9º e 10º lugares, respectivamente, surgem o drama com misto de aventura The Water Diviner e a aventura de guerra Invencível, ambos, já com datas confirmadas no Brasil em 2015, também obtiveram com altas cotações da crítica internacional. The Water Diviner é uma superprodução australiana e marca a estreia do ator Russell Crowe na direção. Estreou em 155 cinemas do país e em 80 na Nova Zelândia, obtendo, em ambos, uma arrecadação de US$ 3 milhões. Segundo o Movieline, é uma arrecadação muito forte para um filme de temática adulta – um fazendeiro que chega à Turquia em busca de seus 3 filhos que não retornam para casa após a batalha de Gallipoli. A distribuição na Europa e Oceania é da Universal, mas no Brasil é da Paris Filmes. Outra produção inédita no Brasil, Invencível (Unbroken, 2014), estreou na Espanha (com US$ 1,6 milhões, 322 cinemas), Reino Unido e Irlanda, arrecadando US$ 2,7 milhões. Nesta sexta, 2, abre exibição em mais 12 países: Chipre, Egito, Grécia, Islândia, Coréia, Líbano, Polónia, Emirados Árabes Unidos e outros países de Oriente Médio.

Jay em O SÉTIMO FILHO (2014), de Sergey Bodrov

Kit Harrington em O SÉTIMO FILHO (2014), de Sergey Bodrov

Por fim, chamo a atenção para um filme de aventura e fantasia, O 7º Filho (Seventh Son, 2014), coprodução Reino Unido-EUA-Canadá e China, dirigida pelo ótimo Sergey Bodrov, o realizador de O Prisioneiro das Montanhas (1996) e O Guerreiro Genhis Khan (2007). Em cartaz em 10 países e ocupando 421 salas, arrecadou US$ 1,3 milhão. Nesta sexta, entra em mais 14 nações, entre elas, Rússia (terra natal do cineasta Bodrov) e Espanha. O enredo trata de um velho feiticeiro  (Jeff Bridges) e seu aprendiz (Kit Harrington) que têm protegido o país contra bruxas, demônios, fantasmas e maus espíritos e, de repente, têm de enfrentar uma poderosa feiticeira sedenta de vingança. No elenco destacam-se ainda Julianne Moore, Alicia Vikander, Ben Barnes, Djimon Hounsou e Olivia Williams.

Datas de Estreia

15 de Janeiro
Invencível

29 de Janeiro
O Sétimo Filho

12 de fevereiro
Annie

5 de Março
The Water Diviner

Confira abaixo o top 10 do ranking internacional do último fim de semana.

Sem títuloConfira o trailer de The Water Diviner:

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Êxodo (ou: eram os deuses judeus estadunidenses?)

Diretor de emergências dos governos estadunidenses, Ridley Scott premia a burrice com Êxodo: deuses e reis, mal disfarçada propaganda das virtudes da democracia liberal face à tirania representada por inimigos externos dos EUA e de Israel, como o emergente Estado islâmico, e o crescimento de adeptos do islamismo mundo afora. Seu western bíblico se destaca apenas por ser uma espécie de parábola sem criatividade, adornada por efeitos especiais que não compensam nada a perda de tempo em assistir a essa propaganda desesperada da plutocracia capitalista estadunidense em tempos difíceis até para o mais otimista apologista da “democracia” fundada na economia de mercado

Christian Bale em ÊXODO: DEUSES E REIS (EUA, 2014, Ridley Scott): Deus é estadunidense

Christian Bale em ÊXODO: DEUSES E REIS (EUA, 2014, de Ridley Scott): Deus é estadunidense

Embora essa ideia possa ser apontada como “anti semita”, “nazista”, ou algo que o valha, é notória a influência judaica sobre Hollywood. Joel Stein, judeu e colunista do Los Angeles Times escreveu, em 2008, que os americanos [e o resto do mundo, por extensão] que pensam que os judeus não controlam a indústria audiovisual estadunidense simplesmente são “burros”. A provocação faz certo sentido, quando somos confrontados com os nomes dos principais responsáveis pelos maiores grupos de comunicação dos Estados Unidos e, especialmente, quando assistimos a produtos como Êxodo: Deuses e Reis (Exodus: Gods and Kings, EUA, 2014), a nova empreitada pró-Washington de Ridley Scott, inglês e agnóstico que, com suas declarações tolas e incoerentes, e comportamento à lá Tony Blair (o ex-premier britânico subserviente ao governo Bush) , está aos poucos ajudando a sepultar sua própria dignidade artística.

Para quem já teve paciência de assistir à 1492: A Conquista do Paraíso (1492: Conquest of Paradise, EUA, 1992), a peça comemorativa dos 500 anos do “Descobrimento da América” – isto é, dos Estados Unidos – também dirigida por Scott, o que se poderia esperar da sua nova película era uma chatice monumental, com distorções históricas e teológicas a torto e a direito. Para decepção do público, essa expectativa não é contrariada. É exatamente isso o que o espera em duas horas e meia da versão democrático-liberal da estória de Moisés (Christian Bale, em atuação competente), personagem bíblico responsável pela libertação do povo hebreu – leia-se judeu. Centrado na luta entre a escravidão e a “liberdade” – de vender sua força de trabalho num mercado que não liga bulhufas para a sua felicidade -, Êxodo mal esconde a que veio. Com o fracasso da política estadunidense no Oriente Médio, cuja expressão mais contundente é a formação de um heteróclito político chamado Estado Islâmico (que vem tirando o sono dos EUA e de Israel), a ordem do dia é vender ao público as virtudes do Estado “democrático” e liberal exemplificado pelos Estados Unidos onde milhões de pessoas livres e felizes passam fome, desnorteadas com a especulação financeira e a proteção governamental aos grandes agentes do capitalismo yankee.

Se em 1992, logo após a triunfante vitória americana na Guerra do Golfo e na aurora de um dos maiores períodos de crescimento econômico da história estadunidense, a peça publicitária travestida de filme de Scott (1492 etc.) vinha somar-se ao otimismo geral, agora o imperativo é reforçar o apelo desesperado à “ordem” – capitalista, óbvio – que ameaça desmoronar face ao crescimento sem precedentes de fiéis muçulmanos e de pessoas que se dispõem a  engrossar as fileiras de grupos guerrilheiros, prontas a sacrificar as próprias vidas em nome de uma fé cega, mas que seduz quem já não vê sentido num mundo onde a contradição e a injustiça socioeconômicos são a regra – isto é, a imensa maioria da humanidade. sobretudo numa África e num Oriente Médio esquecidos pelos abutres do “É tudo negócio”.

Como fazê-lo? Através da mistificação de sempre: maniqueísmo, com enredo enfatizando as diferenças entre o “bem” – o pobre hebreu (judeu?) que é oprimido pelo soberano egípcio – e o “mal” – o faraó Ramsés (Joel Edgerton, o mais anglo-saxão dos egípcios) que acha que é Deus, quase uma encarnação de Luís XIV -, metáforas sutis entre a situação dos escravos e da sociedade egípcia face à moderna e “livre” sociedade democrática liberal – com direito a sequências de perseguição ao povo hebreu dignas dos pogroms nazistas e muitas, muitas falsas polêmicas. Como o filme em si não possui qualidade alguma – não passa de um faroeste bíblico – recorre-se a escândalos para se tentar promovê-lo. Ora divulga-se que ele foi proibido no Egito (justamente o país símbolo da “Primavera Árabe”), ora uma declaração imbecil de Ridley Scott (“Não poderíamos fazer esse filme com um Muhammad  qualquer”) ou do galês Christian Bale (“Moisés foi um dos homens mais cruéis que eu conheci” – pergunta: onde?) e uma chuva de efeitos especiais que em nada alteram toda a besteira exibida em tela grande. Claro, quando não há conteúdo, só resta o artifício, mesmo. Ridley Scott poderia perfeitamente ter passado sem esse vexame artístico. Mas a proximidade com o poder seduz e ele, tal como seu Moisés pelo menos não é Muhammad está confiante que “Deus está conosco” – anglo-saxões e capitalistas. Pena que com essa alegoria do povo eleito ele até consiga persuadir alguém de que Deus é estadunidense, mas, no fundo, Scott só faz mesmo é martelar os últimos pregos do caixão da sua errônea carreira artística.

Confia o trailer:

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FICHA TÉCNICA

Título original: Exodus: Gods and Kings
País de origem: EUA
Tempo de duração: 150 min
Elenco: Christian Bale, Sigourney Weaver, John Turturro, Aaron Paul, Ben Mendelsohn, Ben Kingsley e María Valverde
Direção: Ridley Scott
Produtora: Chernin Entertainment/Scott Free Productions
Distribuidora: FOX Filmes

Semana 53 – As estreias desta quinta-feira em Fortaleza

A última semana de estreias deste 2014 recheado de belos filmes reserva ainda algumas cartas na manga. A começar pelo épico bíblico Êxodo – Deuses e Reis (2014), de Ridley Scott. Complementam o cardápio o drama musical (punk) Nós Somos as Melhores (2013), de Lukas Moodysson; a animação Operação Big Hero (2014), de Don Hall e Chris Williams; a comédia As Férias do Pequeno Nicolau (2014), de Laurent Tirard; e a comédia Os Caras de Pau em O Misterioso Roubo do Anel (2014), de Felipe Joffily. Um feliz 2015 a todos com mais e ainda melhores filmes

Christian Bale em ÊXODO - DEUSES E REIS (2014), de Ridley Scott

Christian Bale em ÊXODO – DEUSES E REIS (2014), de Ridley Scott

É uma responsabilidade e tanto a de Ridley Scott em recontar a história de Moisés e sua luta contra a escravidão do povo hebreu, então sob domínio dos egípcios, tendo uma obra de referência tão grandiosa como Os Dez Mandamentos (1956), de Cecil B. DeMille. Mas o cineasta inglês tem coragem de sobra e embora o filme não tenha sido tão bem recebido pela crítica americana (apenas 28% de críticas positivas), é confiar no seu tato em lidar com a arte da narrativa cinematográfica. Como o trailer mostra, Êxodo – Deuses e Reis mostrará as famosas sete pragas e a célebre passagem pelo Mar Vermelho, dois momentos que não poderiam faltar na história de Moisés. Resta saber se Christian Bale convencerá na pele do profeta e se a produção fará jus ao orçamento inchado de 140 milhões de dólares.

Veja o trailer

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ÊXODO – DEUSES E REIS (Exodus – Gods and Kings, Reino Unido/EUA/Espanha, 2014), de Ridley Scott. Christian Bale, Joel Edgerton, John Turturro, Aaron Paul, Ben Mendelsohn, María Valverde, Sigourney Weaver, Ben Kingsley. 150 min. Fox. 12 anos.

Mira Barkhammar, Mira Grosin e Liv LeMoyne em NÓS SOMOS AS MELHORES (2013), de Lukas Moodysson

Mira Barkhammar, Mira Grosin e Liv LeMoyne em NÓS SOMOS AS MELHORES (2013), de Lukas Moodysson

“Eu não sei fazer música, mas eu faço. Eu não sei cantar as músicas que faço, mas eu canto”. Esse filosofia punk parece ser a alma de Nós Somos as Melhores!, o mais recente filme do realizador sueco Lukas Moodysson, o mesmo de obras memoráveis, além de também atentas ao inquieto espírito juvenil, Amigas de Colégio (1998) e Para Sempre Lilya (2002). Em Nós Somos as Melhores!, na Estocolmo dos anos 1980, Bobo e Klara são duas garotas de 13 anos que desejam montar uma banda punk, apesar de não terem instrumentos e de todo dizer que o punk está morto. Elas cortam seus cabelos em estilo moicano e usam a música como forma de protesto. Para melhorar a qualidade da banda, que já não era mesmo das melhores, elas convidam Hedvig, tímida e brilhante na guitarra. É um filme sobre os encantos de se crescer e de não se encaixar nos padrões da sociedade.

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NÓS SOMOS AS MELHORES! (Vi är Bäst, Suécia/Dinamarca, 2013), de Lukas Moodysson. Com Mira Barkhammar, Mira Grosin, Liev LeMoyne, Johan Liljemark, Mattias Wiberg, Jonathan Salomonsson. 102 min. Zeta Filmes. 12 anos.

O garoto Hiro e o robô Baimax em OPERAÇÃO BIG HERO (2014), de Don Hall e Chris Williams

O garoto Hiro e o robô Baimax em OPERAÇÃO BIG HERO (2014), de Don Hall e Chris Williams

Começamos o ano com uma excelente produção da Walt Disney Animation Studios, Frozen – Uma Aventura Congelante (2013), e estamos terminando 2014 com mais uma produção classe A dessa turma. Espera-se que os criativos animadores da Disney tenham acertado novamente em Operação Big Hero, uma aventura cômica para toda a família, inspirada nos quadrinhos da Marvel Big Hero 6. Na trama, que se passa em uma cidade chamada San Fransokyo (a aproximação com o japonês é bem explicitada), o garoto Hiro Hamada é um gênio da robótica que se junta ao robô Baimax e a uma turma de amigos para se tornarem os grandes heróis da cidade, desvendarem mistérios e enfrentarem o que for preciso.

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OPERAÇÃO BIG HERO (Big Hero 6, EUA, 2014), de Don Hall e Chris Williams. Com as vozes originais de Ryan Potter, Scott Adsit, Jamie Chung, Daniel Henney, T.J. Miller, Damon Wayans Jr., Genesis Rodriguez, James Cromwell. 102 min. Disney. Livre.

A meninada na praia em AS FÉRIAS DO PEQUENO NICOLAU (2014), de  Laurent Tirard

A meninada na praia em AS FÉRIAS DO PEQUENO NICOLAU (2014), de Laurent Tirard

O Pequeno Nicolau (2009) foi uma das mais simpáticas produções francesas a aportar nos últimos anos. Seu apelo familiar e sua alegria contagiante foram um convite para que houvesse esta continuação, As Férias do Pequeno Nicolau, dirigida também por Laurent Tirard. O novo filme se passa após o final do ano letivo, quando Nicolau (Mathéo Boisselier) e seus pais viajam para o litoral, a fim de aproveitar ao máximo o verão. Na praia, o menino faz novos amigos e conhece uma garota de quem gosta tanto que afirma ser sua futura esposa. O filme chega com cópia dublada e em sua língua original (francês).

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AS FÉRIAS DO PEQUENO NICOLAU (Les Vacances du Petit Nicolas, França, 2014), de Laurent Tirard. Com Mathéo Boisselier, Valérie Lemercier, Kad Merad, Dominique Lavanant, François-Xavier Demaison, Bouli Lanners, Daniel Prévost, Erja Malatier. 90 min. Imovision. Livre.

Marcius Melhem, Leandro Hassum e Alexandra Richter em OS CARAS DE PAU EM O MISTERIOSO ROUBO DO ANEL (2014), de Felipe Joffily

Marcius Melhem, Leandro Hassum e Alexandra Richter em OS CARAS DE PAU EM O MISTERIOSO ROUBO DO ANEL (2014), de Felipe Joffily

Impressionante o quanto Leandro Hassum tem lucrado nas bilheterias brasileiras desde as impressionantes cifras conquistadas com a comédia Até Que a Sorte Nos Separe (2012). Depois da sequência Até Que a Sorte Nos Separe 2 (2013), neste ano ele conseguiu estar em três produções (todas comédias) bastante atraentes para o grande público. Notou-se que só a sua presença no cartaz do filme já era sinônimo de boas bilheterias. Resultado: além de Vestido para Casar e O Candidato Honesto, Hassum aparece agora em Os Caras de Pau em O Misterioso Roubo do Anel, derivado de uma série de televisão. Na trama, Pedrão (Marcius Melhem) e Jorginho (Hassum) são dois seguranças de um importante museu que se veem às voltas com o roubo do anel mais valioso do mundo, enfrentando ninjas e mafiosos.

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OS CARAS DE PAU EM O MISTERIOSO ROUBO DO ANEL (Brasil, 2014), de Felipe Joffily. Com Leandro Hassum, Marcius Melhem, Christine Fernandes, Marcio Vitto, André Mattos, Adriano Garib. 100 min. Imagem Filmes. 10 anos.

Saem de cartaz

As Aventuras do Avião Vermelho
Debi e Lóide 2
Caçada Mortal
Interestelar
Quero Matar Meu Chefe 2
O Último Concerto

Estreias nacionais desta quinta-feira, 25, que não entram em cartaz em Fortaleza

A Família Belier, de Eric Lartigau
Ida, de Pawel Pawlikowski
O Crítico, de Hernán Guerschuny

Veja o trailer de Ida

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