SEMANA 25 – AS ESTREIAS DESTA QUINTA-FEIRA EM FORTALEZA

Uma semana bem interessante, com um circuito alternativo voltando a bombar. Há o drama surrealista Na Vertical (2016), de Alain Guiraudie; o horror Ao Cair da Noite (2017), de Trey Edward Shults; a comédia Kiki – Os Segredos do Desejo (2016), de Paco León; os dramas Mulher do Pai (2016), de Cristiane Oliveira, e A Mulher Ocidental – Entre o Coração e a Tradição (2016), de Stephen Streker; o documentário Divinas Divas (2016), de Leandra Leal; o drama O Círculo (2017), de James Ponsoldt; e a comédia dramática Meus 15 Anos (2017), de Caroline Okoshi Fioratti. Em pré-estreia, o drama Um Instante de Amor (2016), de Nicole Garcia

Cena de NA VERTICAL (2016), de Alain Guiraudie

Cena de NA VERTICAL (2016), de Alain Guiraudie

Sempre muito bom estar vendo um filme e não estar acreditando no que está passando diante de nossos olhos. Não que estejamos vendo algo puramente feito para chocar, até porque estamos falando do diretor Alain Guiraudie, o mesmo do sensacional Um Estranho no Lago (2013). Por incrível que pareça, e por mais que Na Vertical (2016) seja um filme que carregue uma atmosfera de sonho o tempo inteiro, são vários os momentos em que a nossa consciência de estarmos vendo algo extraordinário se sobrepõe à nossa vontade de embarcar na viagem proposta por Guiraudie. Seja por causa de algumas imagens de encher os olhos, seja pelas sequências mais provocantes e surreais. Em cartaz no Cinema do Dragão.

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NA VERTICAL (Rester Vertical, França, 2016), de Alain Guiraudie. Com Damien Bonnard, India Hair, Raphaël Thiéry, Christian Bouillette, Basile Meilleurat. 98 min. Zeta. 18 anos.

Joel Edgerton em AO CAIR DA NOITE (2017), de Trey Edward Shults

Joel Edgerton em AO CAIR DA NOITE (2017), de Trey Edward Shults

Do mesmo diretor do cultuado Krisha (2015), chega um filme que se aproxima mais de um filme de horror tradicional, brincando com o medo do escuro e de coisas horríveis que podem surgir com a noite. Na sinopse oficial de Ao Cair da Noite, Paul (Joel Edgerton) mora com sua esposa e o filho numa casa solitária e misteriosa, mas segura, até que chega uma família desesperada procurando refúgio. Aos poucos a paranoia e a desconfiança vão aumentando e Paul vai fazer de tudo para proteger sua família contra algo que vem aterrorizando todos. Ao que parece, é um filme que une a arthouse do primeiro filme do diretor com um quê mais comercial de querer chegar ao grande público. Em cartaz no UCI Iguatemi e Cinépolis RioMar.

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AO CAIR DA NOITE (It Comes at Night, EUA, 2017), de Trey Edward Shults. Com Joel Edgerton, Christopher Abbott, Carmen Ejogo, Riley Keough, Kelvin Harrison Jr. 91 min. Diamond. 14 anos.

Cena de KIKI - OS SEGREDOS DO DESEJO (2016), de Paco León

Cena de KIKI – OS SEGREDOS DO DESEJO (2016), de Paco León

Já estava fazendo falta os bons filmes espanhóis com um pouco de teor erótico em nosso circuito. Para matar um pouco a saudade, chega Kiki – Os Segredos do Desejo que traz cinco histórias de amor e sexo em Madri. As tramas apresentam: um casal buscando reacender a paixão das suas relações sexuais; um homem tentando retomar os sentimentos pela esposa que vive agora em uma cadeira de rodas; um casal que tenta ter filhos, mas ela vê como problema o fato de não conseguir ter um orgasmo com ele; um caso de satisfação de fantasias eróticas versus casamento; e a história de uma mulher solteira à procura de um homem para se apaixonar. Em cartaz no Cinema do Dragão.

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KIKI – OS SEGREDOS DO DESEJO (Kiki, el Amor Se Hace, Espanha, 2016), de Paco León. Com Natalia de Molina, Álex García, Jacobo Sánchez, Silvia Rey, Paco León. 102 min. Imovision. 16 anos.

Cena de MULHER DO PAI (2016), de Cristiane Oliveira

Cena de MULHER DO PAI (2016), de Cristiane Oliveira

A história de Mulher do Pai é por si só tão intrigante quanto desconfortável: pai e filha foram criados ambos pela avó como se fossem filhos. O pai é cego e, agora, com a morte da avó, a filha terá de cuidar do pai, estar com ele em todos os momentos. A adolescente  é vivida por Maria Galant e o pai cego é interpretado por Marat Descartes, um pai que percebe o amadurecimento da filha e que a partir disso vai surgindo uma desconcertante intimidade entre eles. Porém, com a chegada de uma mulher na família, o ciúme ganhará espaço na vida de ambos. Todo filmado no interior do Rio Grande do Sul, o filme ganhou os prêmios de Melhor Diretor, Melhor Atriz Coadjuvante (Verónica Perrotta) e de Melhor Fotografia no Festival do Rio 2016.  Em cartaz no Cinema do Dragão.

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MULHER DO PAI (Brasil/Uruguai, 2016), de Cristiane Oliveira. Com Maria Galant, Marat Descartes, Verónica Perrotta, Áurea Baptista, Amélia Bittencourt. 94 min. Vitrine. Classificação a definir.

Cena de A GAROTA OCIDENTAL - ENTRE O CORAÇÃO E A TRADIÇÃO (2016), de Stephen Streker

Cena de A GAROTA OCIDENTAL – ENTRE O CORAÇÃO E A TRADIÇÃO (2016), de Stephen Streker

Filmes que mostram os dissabores da vida da mulher em um contexto totalmente machista e agressivo, seja no Ocidente, seja no Oriente Médio, por mais que doam, são bem-vindos para que funcionem como apelos para que haja uma mudança urgente nisso que causa muitos homicídios a mulheres. Na sinopse oficial de A Garota Ocidental, a jovem Zahira (Lina El Arabi) precisa lidar com a possibilidade de fazer um aborto, escondendo o caso dos pais, ou ter a criança. Tal situação é agravada ainda mais pela devoção religiosa de sua família, que apenas aceita que ela se case com um homem paquistanês. Decidida a escolher ela mesma o rumo de sua vida, Zahira acaba enfrentando sérios problemas com a família. Em cartaz no Pátio Dom Luís.

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A GAROTA OCIDENTAL – ENTRE O CORAÇÃO E A TRADIÇÃO (Noces, Bélgica/Paquistão/Luxemburgo/França, 2016), de Stephen Streker. Com Lina El Arabi, Sébastien Houbani, Babak Karimi, Nina Kulkarni, Olivier Gourmet. 98 min. Cinearte. Classificação a definir.

Cena de DIVINAS DIVAS (2016), de Leandra Leal

Cena de DIVINAS DIVAS (2016), de Leandra Leal

Primeiro trabalho de Leandra Leal na direção de longas-metragens, Divinas Divas apresenta um grupo de transexuais que teve seu auge na década de 1970. São elas: Rogéria, Valéria, Jane Di Castro, Camille K, Fujika de Holliday, Eloína dos Leopardos, Marquesa e Brigitte de Búzios formaram. O  grupo testemunhou o auge de uma Cinelândia repleta de cinemas e teatros. O documentário acompanha o reencontro das artistas para a a montagem de um espetáculo, trazendo para a cena as histórias e memórias de uma geração que revolucionou o comportamento sexual e desafiou a moral de uma época. Em cartaz no Cinema do Dragão. Haverá uma sessão especial, na terça-feira, com presença da diretora e atriz para debate.

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DIVINAS DIVAS (Brasil, 2016), de Leandra Leal. Documentário. Duração a definir. Vitrine. Classificação a definir.

Emma Watson em O CÍRCULO (2017), de James Ponsoldt

Emma Watson em O CÍRCULO (2017), de James Ponsoldt

Baseado em um best-seller de sucesso, O Círculo une Emma Watson e Tom Hanks e isso, por si só, já é comercialmente viável. Na trama, The Circle é uma das empresas mais poderosas do planeta que atua no ramo da Internet e é responsável por conectar os e-mails dos usuários com suas atividades diárias, suas compras e outros detalhes de suas vidas privadas. Ao ser contratada, Mae Holland (Emma Watson) fica muito empolgada com a possibilidade de estar perto das pessoas mais poderosas do mundo, mas logo ela percebe que seu papel lá dentro é muito diferente do que imaginava. As críticas não foram tão positivas lá fora, mas isso não quer dizer que o filme não tenha o seu interesse. Em cartaz em grande circuito.

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O CÍRCULO (The Circle, Emirados Árabes Unidos/EUA, 2017), de James Ponsoldt. Com Emma Watson, Tom Hanks, John Boyega, Bill Paxton, Ellar Coltrane. 110 min. Imagem. 12 anos.

Cena de MEUS 15 ANOS (2017), de Caroline Okoshi Fioratti

Cena de MEUS 15 ANOS (2017), de Caroline Okoshi Fioratti

Pelo visto, descobriram um filão de ouro: o dos filmes destinados aos adolescentes, principalmente às meninas. Foi o caso de É Fada!, e agora é a vez de Meus 15 Anos tentar a sorte. Já sai ganhando pelo carisma da menina Larissa Manoela, da série Carrossel (2012-2013) e dos filmes para cinema que se seguiram. Na trama, Bia (Larissa) descobre que vai ganhar uma grande festa de 15 anos. Mas tem um problema: ela não tem muitos amigos para convidar, por ser pouco popular na escola. Ela conta com a ajuda do único grande amigo, Bruno, e do pai Edu, para consertar a situação. Em cartaz em grande circuito.

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MEUS 15 ANOS (Brasil, 2017), de Caroline Okoshi Fioratti. Com Larissa Manoela, Anitta, Victor Meyniel, Rafael Infante, Daniel Botelho. 94 min. Downtown/Paris. 10 anos.

Pré-estreia

Cena de UM INSTANTE DE AMOR (2016), de Nicole Garcia

Cena de UM INSTANTE DE AMOR (2016), de Nicole Garcia

A diretora Nicole Garcia apresenta um retrato no mínimo interessante de uma mulher nascida no campo e vista pela família como louca: Gabrielle (Marion Cotillard) é uma mulher bela e solitária que não sabe lidar muito bem com seus impulsos sexuais, o que deixa a mãe tanto com a sanidade mental da filha, quanto com a dificuldade que ela pode ter de se casar. Daí ela consegue um casamento arranjado com o pedreiro José (Alex Brendemühl), que aceita os termos do casamento, mesmo sabendo que ela não gostava dele. Após sofrer um aborto e descobrir que tem problemas renais, Gabrielle vai se tratar durante algumas semanas numa clínica e encontra a paixão que jamais teve pelo marido em um tenente à beira da morte. Em pré-estreia com uma sessão diária no Cinema de Arte (Cinépolis RioMar).

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UM INSTANTE DE AMOR (Mal de Pierres, França/Bélgica/Canadá, 2016), de Nicole Garcia. Com Marion Cotillard, Alex Brendemühl, Louis Garrel, Brigitte Roüan, Victoire Du Bois. 120 min. Classificação a definir.

Saem de cartaz

Amor.com (?)
O Animal Político
Paris Pode Esperar

Z – A Cidade Perdida

As estreias desta quinta-feira, 22, que não entram em cartaz em Fortaleza

Bruxarias
Dangal
Frantz

Veja o trailer de Frantz

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SEMANA 24 – AS ESTREIAS DESTA QUINTA-FEIRA EM FORTALEZA

O principal filme da semana é a comédia Baywatch (2017), de Seth Gordon. Mas há ainda o documentário O Jardim das Aflições (2017), de Josias Teófilo; a comédia Um Tio Quase Perfeito (2017), de Pedro Antonio; e o melodrama Tudo e Todas as Coisas (2017), de Stella Meghie. Em pré-estreia, o drama O Círculo (2017), de James Ponsoldt; e a comédia dramática Meus 15 Anos (2017), de Caroline Okoshi Fioratti. No mais, o Festival Varilux de Cinema Francês ainda segue no Cinema do Dragão, no Cinépolis RioMar e no Cine São Luiz

Foto promocional de BAYWATCH (2017), de Seth Gordon

Foto promocional de BAYWATCH (2017), de Seth Gordon

Seth Gordon, diretor de Quero Matar Meu Chefe e produtor de diversas comédias para a televisão, comanda este que parece ser um dos filmes mais divertidos do ano. Trata-se de mais uma adaptação livre de uma série da TV transformada em comédia, o que não é algo ruim. Na trama, Mitch Buchannon (Dwayne Johnson) é um devoto salva-vidas, orgulhoso do seu trabalho. Enquanto está treinando o novo e exibido recruta Matt Brody (Zac Efron), os dois descobrem uma conspiração criminosa no local que pode ameaçar o futuro da baía. O terceiro elemento bastante atraente de Baywatch é a presença da belíssima Alexandra Daddario, que contracenou, inclusive, com Johnson em Terremoto – A Falha de San Andreas. Em cartaz em grande circuito.

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BAYWATCH (EUA, 2017), de Seth Gordon. Com Dwayne Johnson, Zac Efron, Alexandra Daddario, Priyanka Chopra, Kelly Rohrbach. 116 min. Paramount. 14 anos.

Cena de O JARDIM DAS AFLIÇÕES (2017), de Josias Teófilo

Cena de O JARDIM DAS AFLIÇÕES (2017), de Josias Teófilo

Um filme que se detém sobre a vida e a obra de Olavo de Carvalho, o filósofo preferido do pessoal da direita conservadora, acaba sendo curioso justamente por isso. Além do mais, a polêmica em torno da participação do filme no agora suspenso Cine PE foi outra pequena forma de trazer mais curiosidade sobre a obra em questão. O Jardim das Aflições, que usa o mesmo nome do título de um livro do escritor, apresenta a rotina de trabalho, o pensamento, a vida com a família, na Virgínia, nos EUA, etc. Ao que parece, não é um filme que traz muitas novidades do ponto de vista formal, mas não deixa de ser curioso de ver, justamente por causa da fama ou má fama que tem provocado. Em cartaz no UCI Iguatemi.

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O JARDIM DAS AFLIÇÕES (Brasil, 2017), de Josias Teófilo. Documentário. 81 min. Distribuidora própria. 10 anos.

Cena de UM TIO QUASE PERFEITO (2017), de Pedro Antonio

Cena de UM TIO QUASE PERFEITO (2017), de Pedro Antonio

Marcus Majella, o comediante das séries Ferdinando Show e Vai Que Cola ganha um filme todo seu com este Um Tio Quase Perfeito, que tem a cara das atuais comédias brasileiras, principalmente as estreladas por Paulo Gustavo. Na história, ele é o Tio Tony, um simpático trambiqueiro que vive de bicos como estátua viva, cartomante, pastor e sempre conta com a cobertura da mãe, Cecilia. Quando eles são despejados do muquifo onde moram, procuram a irmã de Tony, Angela, com quem não falam há anos. Como Angela tem uma viagem de trabalho marcada e a babá não aparece, acaba aceitando o irmão e mãe em casa por uma temporada para ficarem com as crianças. Em cartaz em grande circuito.

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UM TIO QUASE PERFEITO (Brasil, 2017), de Pedro Antonio. Com Marcus Majella, Ana Lúcia Torres, Letícia Isnard, João Barreto, Eduardo Galvão. 96 min. H2O. Livre.

Cena de TUDO E TODAS AS COISAS (2017), de Stella Meghie

Cena de TUDO E TODAS AS COISAS (2017), de Stella Meghie

Nas últimas semanas temos visto o trailer de Tudo e Todas as Coisas nos cinemas. Ao que parece, é mais um desses filmes românticos com doença no meio, que pegam carona de sucessos recentes, como A Culpa É das Estrelas e Como Eu Era Antes de Você. Na trama, Maddie (Amandla Stenberg) está prestes a fazer 18 anos, mas nunca saiu de casa. Desde a infância, a jovem foi diagnosticada com Síndrome da Imunodeficiência Combinada, de modo que seu corpo não seria capaz de combater os vírus e bactérias presentes no mundo exterior. Um dia, uma nova família se muda para a casa ao lado, incluindo Olly (Nick Robinson), que se sente imediatamente atraído pela garota através da janela. Em cartaz em grande circuito.

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TUDO E TODAS AS COISAS (Everything, Everything, EUA, 2017), de Stella Meghie. Com Amandla Stenberg, Nick Robinson, Anika Noni Rose, Anna de la Reguera, Taylor Hickson. 96 min. Warner. 12 anos.

Pré-estreias

Emma Watson em O CÍRCULO (2017), de James Ponsoldt

Emma Watson em O CÍRCULO (2017), de James Ponsoldt

Baseado em um best-seller de sucesso, O Círculo une Emma Watson e Tom Hanks e isso, por si só, já é comercialmente viável. Na trama, The Circle é uma das empresas mais poderosas do planeta que atua no ramo da Internet e é responsável por conectar os e-mails dos usuários com suas atividades diárias, suas compras e outros detalhes de suas vidas privadas. Ao ser contratada, Mae Holland (Emma Watson) fica muito empolgada com a possibilidade de estar perto das pessoas mais poderosas do mundo, mas logo ela percebe que seu papel lá dentro é muito diferente do que imaginava. As críticas não foram tão positivas lá fora, mas isso não quer dizer que o filme não tenha o seu interesse. Em pré-estreia no UCI Iguatemi, Cinépolis RioMar e Via Sul.

Veja o trailer

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O CÍRCULO (The Circle, Emirados Árabes Unidos/EUA, 2017), de James Ponsoldt. Com Emma Watson, Tom Hanks, John Boyega, Bill Paxton, Ellar Coltrane. 110 min. Imagem. 12 anos.

Cena de MEUS 15 ANOS (2017), de Caroline Okoshi Fioratti

Cena de MEUS 15 ANOS (2017), de Caroline Okoshi Fioratti

Pelo visto, descobriram um filão de ouro: o dos filmes destinados aos adolescentes, principalmente às meninas. Foi o caso de É Fada! e agora é a vez de Meus 15 Anos tentar a sorte. Já sai ganhando pelo carisma da menina Larissa Manoela, da série Carrossel (2012-2013) e dos filmes para cinema que se seguiram. Na trama, Bia (Larissa) descobre que vai ganhar uma grande festa de 15 anos. Mas tem um problema: ela não tem muitos amigos para convidar, por ser pouco popular na escola. Ela conta com a ajuda do único grande amigo, Bruno, e do pai Edu, para consertar a situação. Em pré-estreia em grande circuito.

Veja o trailer

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MEUS 15 ANOS (Brasil, 2017), de Caroline Okoshi Fioratti. Com Larissa Manoela, Anitta, Victor Meyniel, Rafael Infante, Daniel Botelho. 94 min. Downtown/Paris. 10 anos.

Saem de cartaz

Corra!
Guardiões da Galáxia Vol. 2
Rei Arthur – A Lenda da Espada
Vida

As estreias nacionais desta quinta-feira, 15, que não entram em cartaz em Fortaleza

Colossal
Kiki – Os Segredos do Desejo
Os Transgressores
Quem É Primavera das Neves
Sepultura Edurance

Veja o trailer de Colossal

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SEMANA 23 – AS ESTREIAS DESTA QUINTA-FEIRA EM FORTALEZA

Mais uma semana em que um blockbuster impera no circuitão. Agora é a vez da aventura com horror A Múmia (2017), de Alex Kurtzman. Mas, ao que parece, há coisas mais interessantes para ver, como a comédia romântica Paris Pode Esperar (2016), de Eleanor Coppola; o thriller Neve Negra (2017), de Martin Hodara; e a comédia O Animal Político (2016), de Tião. Em pré-estreia, a comédia Baywatch (2017), de Seth Gordon; o drama Tudo e Todas as Coisas (2017), de Stella Meghie; e o documentário Sepultura Endurance (2017), de Otaviano Juliano. Mas o que vai atrair mais a atenção dos cinéfilos mesmo são os filmes do Festival Varilux de Cinema Francês. A maratona começa nesta quinta!

Cena de PARIS PODE ESPERAR (2016), de Eleanor Coppola

Cena de PARIS PODE ESPERAR (2016), de Eleanor Coppola

Talvez o último filme de destaque de Diane Lane como protagonista seja Noites de Tormenta, com Richard Gere. E lá se vão quase 10 anos. Mas Paris Pode Esperar parece ter um parentesco com outro trabalho de Diane, o gostoso Sob o Sol de Toscana. Trata-se de mais um filme com uma americana na Europa. Na trama, Anne (Diane Lane) está casada com o produtor de cinema Michael (Alec Baldwin). Ele a ama muito, mas não tem tempo para dedicar à esposa. Por isso, no trajeto de Cannes até Paris, Anne é acompanhada pelo sócio de seu marido (Arnaud Viard). O trajeto deveria demorar sete horas, mas ao longo de várias paradas, eles passam a se conhecer melhor enquanto apreciam as paisagens francesas. Filme dirigido pela esposa de Francis Ford Coppola. Em cartaz no UCI Iguatemi.

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PARIS PODE ESPERAR (Bonjour Anne / Paris Can Wait, EUA, 2016), de Eleanor Coppola. Com Diane Lane, Alec Baldwin, Arnaud Viard, Linda Gegusch, Élodie Navarre. 92 min. California. 12 anos.

Cena de NEVE NEGRA (2017), de Martin Hodara

Cena de NEVE NEGRA (2017), de Martin Hodara

O cinema argentino de vez em quando dá as caras por aqui e com frequência o rosto de Ricardo Darín está nele. E nem dá pra reclamar, pois é um baita ator. Neste novo filme, Darín é Salvador, um homem que vive isolado do mundo nas colinas geladas da Patagônia. Sozinho há décadas, ele recebe a inesperada visita do irmão Marcos (Leonardo Sbaraglia) e da cunhada Laura (Laia Costa). O objetivo dos dois é que Salvador aceite vender as terras que os irmãos receberam em herança, mas ele não está nem um pouco disposto. O filme recebeu críticas mistas, alguns elogiando a tensão criada, outras afirmando que o filme não consegue atingir suas pretensões. É ver e tirar suas próprias conclusões. Deve ser ao menos uma experiência prazerosa. Em cartaz no Pátio Dom Luís e no UCI Iguatemi.

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NEVE NEGRA (Nieve Negra, Argentina/Espanha, 2017), de Martin Hodara. Laia Costa, Ricardo Darín, Leonardo Sbaraglia, Andrés Herrera, Mikel Iglesias. 90 min. Paris. 12 anos.

Cena de A MÚMIA (2017), de Alex Kurtzman

Cena de A MÚMIA (2017), de Alex Kurtzman

Quais as chances de Tom Cruise ter acertado neste A Múmia? O trailer já traz um desses filmes com tantos efeitos especiais que parece se prejudicar por isso. De todo modo, não deixa de ser um projeto curioso para o astro que tem costumado trabalhar sempre como principal chamariz para os seus filmes. Agora, ele tem que dividir a tela com uma criatura sobrenatural. Na trama, uma antiga rainha (Sofia Boutella),  cujo destino foi injustamente tirado está mumificada, desperta nos dias atuais. Com uma maldade acumulada ao longo dos anos, ela espelha terror desde as areias do Oriente Médio até os becos de Londres. O filme é mais uma tentativa da Universal de trazer os monstros clássicos de volta. Será que desta vez dá certo? Em cartaz em grande circuito, inclusive na sala IMAX.

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A MÚMIA (The Mummy, EUA, 2017), de Alex Kurtzman. Com Tom Cruise, Sofia Boutella, Annabelle Wallis, Russell Crowe, Jake Johnson. 110 min. Universal. 12 anos.

Cena de ANIMAL POLÍTICO (2016), de Tião

Cena de ANIMAL POLÍTICO (2016), de Tião

Alguns filmes se destacam por serem desconcertantes. É o caso de Animal Político, que é protagonizado por uma vaca em busca de respostas para o vazio de sua existência. Na sinopse oficial, a citada vaca sempre levou uma vida tranquila: ela tem pais que a amam, boas condições financeiras e muitos amigos. Ela sempre sai, se diverte, faz compras no shopping e passa o tempo na academia. Mesmo assim, existe uma sensação de vazio. A vaca tenta estudar e se tornar culta, mas isso também não alivia as angústias. Ela decide então partir sem um destino preciso, em busca de autoconhecimento. Há muito humor no filme, mas há também, principalmente, espaço para reflexões sobre a vida e a existência. Em cartaz no Cinema do Dragão.

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ANIMAL POLÍTICO (Brasil, 2016), de Tião. Com Rodrigo Bolzan, Elisa Heidrich, Victor Laet, Mário Sérgio, Isabel Novaes. 76 min. Vitrine. Classificação a definir.

Pré-estreias

Foto promocional de BAYWATCH (2017), de Seth Rogen

Foto promocional de BAYWATCH (2017), de Seth Gordon

Seth Gordon, diretor de Quero Matar Meu Chefe e produtor de diversas comédias para a televisão, comanda este que parece ser um dos filmes mais divertidos do ano. Trata-se de mais uma adaptação livre de uma série da TV transformada em comédia, o que não é algo ruim. Na trama, Mitch Buchannon (Dwayne Johnson) é um devoto salva-vidas, orgulhoso do seu trabalho. Enquanto está treinando o novo e exibido recruta Matt Brody (Zac Efron), os dois descobrem uma conspiração criminosa no local que pode ameaçar o futuro da baía. O terceiro elemento bastante atraente de Baywatch é a presença da belíssima Alexandra Daddario, que contracenou, inclusive, com Johnson em Terremoto – A Falha de San Andreas. Em pré-estreia no UCI Iguatemi, UCI Parangaba e Cinépolis RioMar Kennedy.

Veja o trailer

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BAYWATCH (EUA, 2017), de Seth Gordon. Com Dwayne Johnson, Zac Efron, Alexandra Daddario, Priyanka Chopra, Kelly Rohrbach. 116 min. Paramount. 14 anos.

Cena de TUDO E TODAS AS COISAS (2017), de Stella Meghie

Cena de TUDO E TODAS AS COISAS (2017), de Stella Meghie

Nas últimas semanas temos visto o trailer de Tudo e Todas as Coisas nos cinemas. Ao que parece, é mais um desses filmes românticos com doença no meio, que pegam carona de sucessos recentes, como A Culpa É das Estrelas e Como Eu Era Antes de Você. Na trama, Maddie (Amandla Stenberg) está prestes a fazer 18 anos, mas nunca saiu de casa. Desde a infância, a jovem foi diagnosticada com Síndrome da Imunodeficiência Combinada, de modo que seu corpo não seria capaz de combater os vírus e bactérias presentes no mundo exterior. Um dia, uma nova família se muda para a casa ao lado, incluindo Olly (Nick Robinson), que se sente imediatamente atraído pela garota através da janela. Em pré-estreia no UCI Iguatemi, Cinépolis RioMar e UCI Parangaba.

Veja o trailer

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TUDO E TODAS AS COISAS (Everything, Everything, EUA, 2017), de Stella Meghie. Com Amandla Stenberg, Nick Robinson, Anika Noni Rose, Anna de la Reguera, Taylor Hickson. 96 min. Warner. 12 anos.

Cena de SEPULTURA ENDURANCE (2017), de Otaviano Juliano

Cena de SEPULTURA ENDURANCE (2017), de Otaviano Juliano

O Sepultura é uma das maiores bandas brasileiras desde pelo menos o final dos anos 1980. Na década seguinte, com o crescente apelo por música mais barulhenta, o mundo abraçou a criação dos irmãos Cavallera. Este documentário traça a trajetória da banda com imagens de arquivos de shows, bastidores do processo de criação dos álbuns e das músicas, além de momentos pessoais de seus integrantes, com várias entrevistas. Sepultura Endurance pode ser um programa interessante tanto para curiosos, quanto para fãs de metal e principalmente do trabalho da banda mineira de mais de 30 anos de história. Em pré-estreia no Cinépolis RioMar e Via Sul.

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SEPULTURA ENDURANCE (Brasil, 2017), de Otavio Juliano. Documentário. 102 min. O2 Play. Classificação a definir.

Especial

Catherine Deneuve em DUAS GAROTAS ROMÂNTICAS (1967), de Jacques Demy

Catherine Deneuve em DUAS GAROTAS ROMÂNTICAS (1967), de Jacques Demy

Ano após ano o Festival Varilux de Cinema Francês tem crescido. A edição do ano passado foi surpreendentemente muito boa, mesmo não trazendo novos títulos de diretores cultuados ou premiados em festivais. A deste ano, ao que parece, será ainda melhor, com vários filmes que passaram por importantes festivais internacionais, como Na Vertical (2016), de Alain Guiraudie; Frantz (2016), de François Ozon; Um Instante de Amor (2016), de Nicole Garcia; e A Vida de uma Mulher (2016), de Stéphanie Brizé. Além disso, há um clássico imperdível, o musical Duas Garotas Românticas (1967), de Jacques Demy. São 19 filmes exibidos ao longo de duas semanas no Cineteatro São Luís, Cinema do Dragão, Pátio Dom Luís e Cinépolis RioMar. Confira a programação completa AQUI.

Veja o trailer de Na Vertical

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Saem de cartaz

A Vida Após a Vida
Antes Que Eu Vá
Faces de uma Mulher
Guardiões da Galáxia Vol. 2
Muito Romântico

Real – O Plano por Trás da História
Silêncio
Todas as Manhãs do Mundo

As estreias nacionais desta quinta-feira, 8, que não entram em cartaz em Fortaleza

A Luta do Século
Filhos de Bach
Nunca Me Sonharam

Veja o trailer de Nunca Me Sonharam

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SEMANA 22 – AS ESTREIAS DESTA QUINTA-FEIRA EM FORTALEZA

Dois filmes se destacam nesta semana, justamente duas aventuras totalmente distintas: Z – A Cidade Perdida (2016), de James Gray, e Mulher-Maravilha (2017), de Patty Jenkins. As demais estreias são: o documentário Todas as Manhãs do Mundo (2017), de Lawrence Wahba; a comédia romântica Amor.com (2017), de Anita Barbosa; e a animação As Aventuras de Ozzy (2016), de Alberto Rodríguez e Nacho La Casa. Vale destacar também a 11ª Mostra Cinema e Direitos Humanos, a acontecer no Cinema do Dragão, no período de 1 a 7 de junho. Confira a programação AQUI

Cena de Z - A CIDADE PERDIDA (2016), de James Gray

Cena de Z – A CIDADE PERDIDA (2016), de James Gray

Um filme de James Gray em circuito é sempre um acontecimento. Seus cinco longas-metragens anteriores são excepcionais e só crescem com o tempo. A surpresa é ver o novo trabalho do diretor ganhando tanto espaço, tanto em cinemas de shopping quanto no circuito mais alternativo. Z – A Cidade Perdida nos apresenta à incrível história real do explorador britânico Percy Fawcett (Charlie Hunnam), que viaja para a Amazônia no século XX e descobre evidências de uma civilização avançada desconhecida que pode ter habitado a região. Apesar de a história se passar na selva amazônica, a maior parte das cenas foram realizadas na Irlanda do Norte. Em cartaz em grande circuito.

Veja o trailer

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Z – A CIDADE PERDIDA (The Lost City of Z, EUA, 2016), de James Gray. Com Charlie Hunnam, Robert Pattinson, Sienna Miller, Tom Holland, Edward Ashley. 141 min. Imagem. 16 anos.

Gal Gadot em MULHER-MARAVILHA (2017), de Patty Jenkins

Gal Gadot em MULHER-MARAVILHA (2017), de Patty Jenkins

A grande esperança da Warner/DC está depositada em Mulher-Maravilha, o filme solo da heroína mais famosa dos quadrinhos. Depois da receptividade ruim de Batman vs Superman e de Esquadrão Suicida, é preciso mesmo um amuleto de sorte. Se depender do carisma e da beleza de Gal Gadot, dá pra ficar tranquilo. Por sorte, andam pipocando umas críticas animadoras por aí. O filme acompanha a história de Diana Prince (Gal Gadot), uma guerreira que nunca saiu da paradisíaca ilha em que é reconhecida como princesa das Amazonas. Quando o piloto Steve Trevor (Chris Pine) se acidenta e cai numa praia do local, ela descobre que uma guerra sem precedentes está se espalhando pelo mundo e decide deixar seu lar certa de que pode parar o conflito. Em cartaz em grande circuito, inclusive na sala IMAX.

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MULHER-MARAVILHA (Wonder Woman, EUA, 2017), de Patty Jenkins. Com Gal Gadot, David Thewlis, Robin Wright, Chris Pine, Elena Anaya. 141 min. Warner. 10 anos.

Cena de TODAS AS MANHÃS DO MUNDO (2017), de Lawrence Wahba

Cena de TODAS AS MANHÃS DO MUNDO (2017), de Lawrence Wahba

Um documentário, se é que é possível classificá-lo assim, entra em cartaz no Cinema de Arte. Todas as Manhãs do Mundo é um filme para encher os olhos com belas e impressionantes imagens. Sinopse oficial: percorrendo todos os continentes do planeta, o filme demonstra as diferenças entre espécies de animais e plantas, com destaque para os procedimentos de adaptação ao habitat, a luta por comida e as mudanças climáticas. As espécies são observadas por dois narradores: o Sol (Ailton Graça) e a Água (Letícia Sabatella), que ressaltam sua importância no funcionamento do ecossistema. Em cartaz no Cinema de Arte (Cinépolis RioMar).

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TODAS AS MANHÃS DO MUNDO (Brasil/França, 2017), de Lawrence Wahba. Documentário. 94 min. Fox. Livre.

Cena de AMOR.COM (2017), de Anita Barbosa

Cena de AMOR.COM (2017), de Anita Barbosa

O trailer não é muito animador. Ao que parece é desses filmes para se ver sem esperar nada de realmente bom, o que às vezes é até positivo e pode gerar boas surpresas justamente por isso. Na sinopse oficial, Katrina (Isis Valverde) é uma famosa blogueira de modas que dita tendências no mercado brasileiro através de seus populares vídeos na internet. Fernando (Gil Coelho), por sua vez, é um vlogueiro de um canal de videogames que ainda não é muito famoso, mas que já está fazendo certo sucesso. Quando os dois se conhecem, em uma situação complicada, acabam se apaixonando e o romance dos dois vira “febre” na internet, uma febre que eles vão precisar controlar, equilibrando o mundo real e o virtual. Em cartaz em grande circuito.

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AMOR.COM (Brasil, 2017), de Anita Barbosa. Com Isis Valverde, Gil Coelho, Joaquim Lopes, João Côrtes, Marcos Mion. 92 min. H2O. 12 anos.

Cena de AS AVENTURAS DE OZZY (2016), de Alberto Rodríguez e Nacho La Casa

Cena de AS AVENTURAS DE OZZY (2016), de Alberto Rodríguez e Nacho La Casa

Mais uma animação vinda de um país diferente chega aos cinemas. Como é dublado, não faz muita diferença e funciona como mais uma oferta para o público infantil. Espera-se ao menos que seja bom para as crianças. Na sinopse divulgada, Ozzy é um pacífico e amigável cão da raça Beagle que mora com os Martins. Quando a família decide fazer uma longa viagem na qual cães não são permitidos, eles decidem deixar o amado Ozzy em um spa para cachorros. Acontece que esse lugar perfeito na verdade é um fachada construída por um vilão que deseja sequestrar cachorros. Preso, Ozzy precisa evitar o perigo e encontrar força nos seus novos amigos para conseguir voltar a salvo para casa. Em cartaz em grande circuito.

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AS AVENTURAS DE OZZY (Ozzy, Espanha/Canadá, 2016), de Alberto Rodríguez e Nacho La Casa. Com as vozes originais de Guillermo Romero, Dani Rovira, José Mota. 90 min. PlayArte. Livre.

Saem de cartaz

A Autópsia
Alien – Covenant
Cães Selvagens

Comeback – Um Matador Nunca Se Aposenta
Joaquim
Melhores Amigos
Ninguém Entra, Ninguém Sai
O Cidadão Ilustre
O Rastro
Os Smurfs e a Vila Perdida
Paterson
Velozes e Furiosos 8

As estreias nacionais desta quinta-feira, 1, que não entram em cartaz em Fortaleza

Ande Comigo
Inseparáveis

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SEMANA 21 – AS ESTREIAS DESTA QUINTA-FEIRA EM FORTALEZA

Uma semana em que os filmes “menores” se destacam frente a um blockbuster insistente. Entre os filmes menores e interessantes estão os dramas Faces de uma Mulher (2016), de Arnaud des Pallières; Muito Romântico (2016), de Melissa Dullius e Gustavo Jahn; Comeback – Um Matador Nunca Se Aposenta (2017), de Erico Rassi; A Vida Após a Vida (2016), de Hanyi Zhang; e Punhos de Sangue (2016), de Phillippe Falardeau. Contra esses filmes, em grande circuito, há o drama histórico Real – O Plano por Trás da História (2017), de Rodrigo Bittencourt, e a fantasia Piratas do Caribe – A Vingança de Salazar (2017), de Joachim Rønning e Espen Sandberg. Em pré-estreia, a aventura Mulher-Maravilha (2017), de Patty Jenkins, e a animação As Aventuras de Ozzy (2016), de Alberto Rodríguez e Nacho La Casa

Cena de FACES DE UMA MULHER (2016), de Arnaud des Pallières

Cena de FACES DE UMA MULHER (2016), de Arnaud des Pallières

Dos filmes de Arnaud des Pallières, Michael Kohlhaas – Justiça e Honra (2013) foi um que acabou ganhando alguma visibilidade, ainda que discreta. Faces de uma Mulher tem a vantagem de ter em seu elenco a lindíssima Adèle Exarchopoulos, que brilhou em Azul É a Cor Mais Quente e agora é chamariz para alguns filmes. Na trama, ela é Sandra, uma jovem se mudando para Paris. As outras duas personagens principais são Karine (Solène Rigot),  uma adolescente que passa por infinitas sucessões de fugas, homens e percalços, Kiki (Vega Cuzytek), uma criança que vive uma tragédia após ser pega em um jogo de esconde-esconde, e  Renée (Adèle Haenel) é uma mulher estabelecida, que pensava estar livre do seu passado. Em cartaz no Pátio Dom Luís.

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FACES DE UMA MULHER (Orpheline, França, 2016), de Arnaud des Pallières. Com Adèle Haenel, Adèle Exarchopoulos, Solène Rigot, Vega Cuzytek, Gemma Arterton. 111 min. Mares. Classificação a definir.

Cena de MUITO ROMÂNTICO (2016), de Melissa Dullius e Gustavo Jahn

Cena de MUITO ROMÂNTICO (2016), de Melissa Dullius e Gustavo Jahn

Muito bom quando temos a oportunidade de ver um filme que oferece uma proposta de experimentação totalmente distinta do que se costuma esperar. E é assim que Muito Romântico tem sido vendido, sem medo de parecer difícil, até porque o público alvo é o de espectadores mais interessados em algo novo. Na trama (se é que há), Melissa (Melissa Dullius) e Gustavo (Gustavo Jahn) estão buscando uma nova vida em Berlim. Eles entram em um cargueiro, atravessam o Oceano Atlântico e encontram uma casa no novo país. O local se torna centro do universo dos dois e, a medida que o tempo passa, eles continuam fazendo filmes, amizades e músicas, até ambos ficarem perdidos no meio do caminho. Em cartaz no Cinema do Dragão.

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MUITO ROMÂNTICO (Alemanha/Brasil, 2016), de Melissa Dullius e Gustavo Jahn. Com Gustavo Jahn, Melissa Dullius, Gustavo Beck, Kana Chiaki, Aqico Coco. 72 min. Vitrine. Classificação a definir.

Cena de COMEBACK - UM MATADOR NUNCA SE APOSENTA (2017), de Erico Rassi

Cena de COMEBACK – UM MATADOR NUNCA SE APOSENTA (2017), de Erico Rassi

Estreia na direção de Erico Rassi, Comeback – Um Matador Nunca Se Aposenta foi o último trabalho de Nelson Xavier, antes de partir, no último dia 10 de maio. Na sinopse de divulgação de Comeback, ele é Amador, um aposentado da antiga carreira de pistoleiro que leva uma vida solitária que nada se compara com os dias de perigo e, principalmente, de temor por parte das pessoas. Um dia, é procurado pelo neto de um antigo amigo, que deseja trabalhar com ele devido à sua fama. Amador logo o coloca como ajudante de sua atual atividade, o transporte de máquinas caça-níqueis para bares próximos, mas a falta de reconhecimento em relação ao que foi passa a incomodá-lo cada vez mais. Em cartaz no Cinema de Arte (Cinépolis RioMar).

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COMEBACK – UM MATADOR NUNCA SE APOSENTA (Brasil, 2017), de Erico Rassi. Com Nelson Xavier, Marcos de Andrade, Gê Martu, Everaldo Pontes, Eucir de Souza. 89 min. O2 Play. 16 anos.

Cena de A VIDA APÓS A VIDA (2016), de Hanyi Zhang

Cena de A VIDA APÓS A VIDA (2016), de Hanyi Zhang

Há filmes sobre tudo. Até sobre um espírito de uma mulher que usa o corpo do filho pequeno como veículo para que o marido mude uma árvore de lugar. Sim, A Vida Após a Vida, do chinês Hanyi Zhang, tem essa história como mote. Mas sabemos que a história não é o mais importante nesse tipo de obra. Também não é um filme feito para assustar, mas que deve ser visto com ar de intriga e contemplação. Este primeiro trabalho do realizador é tão espiritual quanto terreno. A força da natureza é imensa e nos chamados tempos mortos a questão espiritual às vezes passa a ser vista como algo concreto, por mais que o filme em si não o seja. A produção é do cultuado cineasta Zhangke Jia. Em cartaz no Cinema do Dragão.

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A VIDA APÓS A VIDA (Zhi Fan Ye Mao, China, 2016), de Hanyi Zhang. Com Zhang Li, Zhang Mingjun. 80 min. Zeta. Classificação a definir.

Cena de PUNHOS DE SANGUE (2016), de Phillippe Falardeau

Cena de PUNHOS DE SANGUE (2016), de Phillippe Falardeau

Do diretor do emocionante drama de professor O Que Traz Boas Novas (2011), Punhos de Sangue é inspirado na história de Chuck Wepner (Liev Schreiber), boxeador peso-pesado que inspirou a saga Rocky, de Sylvester Stallone. Ele era vendedor de bebidas na cidade de Nova Jersey, e entrou no ringue 15 vezes com o maior pugilista do mundo, Muhammead Ali. O filme conta com uma ótima produção que recria bem o espírito dos anos 1970 e traz um elenco muito bom. As semelhanças, pelo que dizem, com os filmes da série Rocky são bem evidentes, mas provavelmente deve ter uma pegada menos sentimental. É um filme sobre a fama que transforma uma pessoa. Deve ser interessante por ter maior compromisso com uma história real. Em cartaz no Cinépolis RioMar (sala VIP).

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PUNHOS DE SANGUE (Chuck / The Bleeder, EUA, 2016), de Phillippe Falardeau. Com Liev Schreiber, Elisabeth Moss, Naomi Watts, Ron Perlman, Michael Rapaport. 98 min. California. 12 anos.

Cena de REAL - O PLANO POR TRÁS DA HISTÓRIA (2017), de Rodrigo Bittencourt.

Cena de REAL – O PLANO POR TRÁS DA HISTÓRIA (2017), de Rodrigo Bittencourt.

Eis um filme que chega um timing terrível. Justo quando o presidente do PSDB e outros comparsas estão em uma fria, entra em cartaz um filme claramente feito para fazer propaganda do partido. O trailer nunca enganou que se tratava de um filme ruim, mas é possível que seja divertido como comédia involuntária. A trama se passa em 1993 e o arrogante e inflexível Gustavo Franco (Emílio Orciollo Neto) é um crítico feroz da política econômica adotada pelo governo brasileiro que resultou em um cenário de hiperinflação. Quando o presidente Itamar Franco (Bemvindo Siqueira) nomeia Fernando Henrique Cardoso (Norival Rizzo) como o novo Ministro da Fazenda, Gustavo é convidado a integrar a equipe para criar um novo plano econômico. Em cartaz em grande circuito.

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REAL – O PLANO POR TRÁS DA HISTÓRIA (Brasil, 2017), de Rodrigo Bittencourt. Com EmíliO Orciollo Neto, Bemvindo Sequeira, Norival Rizzo, Tato Gabus Mendes, Paolla Oliveira. 96 min. Paris. 12 anos.

Cena de PIRATAS DO CARIBE - A VINGANÇA DE SALAZAR (2017), de Joachim Rønning e Espen Sandberg

Cena de PIRATAS DO CARIBE – A VINGANÇA DE SALAZAR (2017), de Joachim Rønning e Espen Sandberg

E a Disney não desiste da chatíssima franquia Piratas do Caribe. Enquanto tiver interessados, mais desses filmes surgirão. Este novo tem o mérito de reunir a trinca original, formada por Johnny Depp, Orlando Bloom (que era o protagonista) e Keira Knightley, e ainda trazer um ator do porte de Javier Bardem. Na sinopse divulgada, o Capitão Salazar (Javier Bardem) é a nova pedra no sapato do capitão Jack Sparrow (Johnny Depp). Ele lidera um exército de piratas fantasmas assassinos e está disposto a matar todos os piratas existentes na face da Terra. Para escapar, Sparrow precisa encontrar o Tridente de Poseidon, que dá ao seu dono o poder de controlar o mar. Em grande circuito, inclusive na sala IMAX.

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PIRATAS DO CARIBE – A VINGANÇA DE SALAZAR (Pirates of the Caribbean – Dead Men Tell No Tales, EUA, 2017), de Joachim Rønning e Espen Sandberg. Com Johhny Depp, Geoffrey Rush, Javier Bardem, Keira Knightley, Orlando Bloom. 129 min. Disney. 12 anos.

Pré-estreias

Gal Gadot em MULHER-MARAVILHA (2017), de Patty Jenkins

Gal Gadot em MULHER-MARAVILHA (2017), de Patty Jenkins

A grande esperança da Warner/DC está depositada em Mulher-Maravilha, o filme solo da heroína mais famosa dos quadrinhos. Depois da receptividade ruim de Batman vs Superman e de Esquadrão Suicida, é preciso mesmo um amuleto de sorte. Se depender do carisma e da beleza de Gal Gadot, dá pra ficar tranquilo. Por sorte, andam pipocando umas críticas animadoras por aí. O filme acompanha a história de Diana Prince (Gal Gadot), uma guerreira que nunca saiu da paradisíaca ilha em que é reconhecida como princesa das Amazonas. Quando o piloto Steve Trevor (Chris Pine) se acidenta e cai numa praia do local, ela descobre que uma guerra sem precedentes está se espalhando pelo mundo e decide deixar seu lar certa de que pode parar o conflito. Em pré-estreia em grande circuito, na quarta-feira, 31.

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MULHER-MARAVILHA (Wonder Woman, EUA, 2017), de Patty Jenkins. Com Gal Gadot, David Thewlis, Robin Wright, Chris Pine, Elena Anaya. 141 min. Warner. 10 anos.

Cena de AS AVENTURAS DE OZZY (2016), de Alberto Rodríguez e Nacho La Casa

Cena de AS AVENTURAS DE OZZY (2016), de Alberto Rodríguez e Nacho La Casa

Mais uma animação vinda de um país diferente chega aos cinemas. Como é dublado, não faz muita diferença e funciona como mais uma oferta para o público infantil. Espera-se ao menos que seja bom para as crianças. Na sinopse divulgada, Ozzy é um pacífico e amigável cão da raça Beagle que mora com os Martins. Quando a família decide fazer uma longa viagem na qual cães não são permitidos, eles decidem deixar o amado Ozzy em um spa para cachorros. Acontece que esse lugar perfeito na verdade é um fachada construída por um vilão que deseja sequestrar cachorros. Preso, Ozzy precisa evitar o perigo e encontrar força nos seus novos amigos para conseguir voltar a salvo para casa. Em cartaz em grande circuito.

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AS AVENTURAS DE OZZY (Ozzy, Espanha/Canadá, 2016), de Alberto Rodríguez e Nacho La Casa. Com as vozes originais de Guillermo Romero, Dani Rovira, José Mota. 90 min. PlayArte. Livre.

Saem de cartaz

Norman – Confie em Mim
O Dia do Atentado
Taego Ãwa

As estreias nacionais desta quinta-feira, 25, que não entram em cartaz em Fortaleza

Degradé
Reset

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SEMANA 20 – AS ESTREIAS DESTA QUINTA-FEIRA EM FORTALEZA

Uma semana de filmes menores. O destaque é um filme de horror, Corra! (2017), de Jordan Peele. Mas há também o drama de fantasia Antes Que Eu Vá (2017), de Ry Russo-Young; o horror O Rastro (2017), de J.C. Feyer; o melodrama Um Homem de Família (2016), de Mark Williams; e a aventura épica Rei Arthur – A Lenda da Espada (2017), de Guy Ritchie. Em pré-estreia, a fantasia Piratas do Caribe – A Vingança de Salazar (2017), de Joachim Rønning e Espen Sandberg. No mais, entra novamente em cartaz o drama Silêncio (2016), de Martin Scorsese, no Cinema do Dragão, uma boa chance para quem perdeu ou quer rever na telona

Cena de CORRA! (2017), de Jordan Peele

Cena de CORRA! (2017), de Jordan Peele

Um dos filmes de horror mais curiosos da safra recente, Corra! é do mesmo estúdio que trouxe filmes como Atividade Paranormal, Invocação do Mal e Sobrenatural, a Blumhouse. Mas Corra! parece ter algo de novo, ao brincar com a questão do racismo. Na trama, Chris (Daniel Kaluuya) é um jovem negro que está prestes a conhecer a família de sua namorada branca Rose (Allison Williams). No começo, ele acredita que o comportamento excessivamente carinhoso por parte da família dela é uma tentativa de lidar com o relacionamento de Rose com um rapaz negro, mas, com o tempo, Chris percebe que a família esconde algo muito mais perturbador. O filme tem recebido críticas ótimas de grandes veículos internacionais. Em cartaz em grande circuito.

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CORRA! (Get Out, EUA, 2017), de Jordan Peele. Com Daniel Kaluuya, Allison Williams, Bradley Whitford, Catherine Keener, Caleb Landry Jones. 104 min. Universal. 14 anos.

Cena de ANTES QUE EU VÁ (2017), de Ry Russo-Young

Cena de ANTES QUE EU VÁ (2017), de Ry Russo-Young

A premissa de Antes Que Eu Vá é basicamente a mesma de Feitiço do Tempo e também de No Limite do Amanhã. Ou seja, mostra uma protagonista que acorda sempre no mesmo dia, tentando sair de algo parecido com um pesadelo. Na trama, Samantha Kingston (Zoey Deutch) é uma jovem que tem tudo o que uma jovem pode desejar da vida. Porém, essa vida perfeita chega a um final repentino no dia 12 de fevereiro, um dia que seria um dia como outro qualquer se não fosse o dia de sua morte. Porém, segundos antes de realmente morrer, ela terá a oportunidade de mudar a sua última semana e, talvez, o seu destino. Em cartaz em grande circuito.

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ANTES QUE EU VÁ (Before I Fall, EUA, 2017), de Ry Russo-Young. Com Zoey Deutch, Halston Sage, Cynthy Wu, Logan Miller, Kian Lawley. 98 min. Paris. 10 anos.

Cena de O RASTRO (2017), de J.C. Feyer

Cena de O RASTRO (2017), de J.C. Feyer

Mais uma arriscado terror brasileiro chega aos cinemas. Este, pelo trailer, tem mais cara de beber das fórmulas do cinema de horror americano, inclusive com uma cena envolvendo luzes se apagando e deixando as trevas tomarem conta. Bem clichê. Mas é possível que O Rastro seja um bom filme, até por ter a Leandra Leal, que costuma escolher bem os seus projetos. Na trama, João Rocha (Rafael Cardoso) é um jovem e talentoso médico em ascensão que cuida de uma tarefa ingrata: supervisionar a transferência de pacientes quando um hospital público da cidade do Rio de Janeiro é fechado por falta de verba. Quando tudo parece correr dentro da normalidade, uma das pacientes, criança, desaparece no meio da noite e João segue em uma jornada sombria e perigosa. Em cartaz em grande circuito.

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O RASTRO (Brasil, 2017), de J.C. Feyer. Com Rafael Cardoso, Leandra Leal, Alice Wegmann, Cláudia Abreu, Felipe Camargo. Duração a definir. Imagem. 14 anos.

Cena de UM HOMEM DE FAMÍLIA (2016), de Mark Williams

Cena de UM HOMEM DE FAMÍLIA (2016), de Mark Williams

Um bom melodrama anda em falta ultimamente. Ruins até que de vez em quando aparece. Não custa torcer para que Um Homem de Família seja um bom filme, embora as chances não sejam tão boas assim. Na trama, Dane Jensen (Gerard Butler) é um headhunter corporativo de Chicago que está disputando com uma colega de trabalho (Alison Brie) a chance de substituir o chefe da empresa (Willem Dafoe), prestes a se aposentar. Ele é o favorito, mas ainda assim precisa bater as metas nos últimos três meses do ano. Enquanto a rivalidade atinge níveis extremos, uma tragédia familiar faz com que ele coloque na balança suas prioridades. Se o filme souber manipular bem o espectador, lágrimas devem rolar. Em cartaz em grande circuito.

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UM HOMEM DE FAMÍLIA (The Headhunter’s Calling, Canadá/EUA, 2016), de Mark Williams. Com Alison Brie, Gerard Butler, Willem Dafoe, Gretchen Mol, Alfred Molina. 108 min. California. 12 anos.

Cena de REI ARTHUR - A LENDA DA ESPADA (2017), de Guy Ritchie

Cena de REI ARTHUR – A LENDA DA ESPADA (2017), de Guy Ritchie

Um dos maiores fracassos de bilheteria da Warner, Rei Arthur – A Lenda da Espada chega uma semana depois ao Brasil. O filme, dirigido por Guy Ritchie, cujo filme anterior tinha sido bem-sucedido, pelo menos do ponto de vista da recepção do público (O Agente da U.N.C.L.E., 2015). Bons filmes sobre o Rei Arthur andam em falta já faz um bom tempo, por mais que a lenda seja fascinante há séculos. Nesta nova tentativa, Arthur (Charlie Hunnam) é um jovem das ruas que controla os becos de Londonium e desconhece sua predestinação até o momento em que entra em contato pela primeira vez com a Excalibur. Desafiado pela espada, ele precisa tomar difíceis decisões, enfrentar seus demônios e aprender a dominar o poder que possui para conseguir unir seu povo. Em cartaz em grande circuito.

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REI ARTHUR – A LENDA DA ESPADA (King Arthur – Legend of the Sword, EUA, 2017), de Guy Ritchie. Com Charlie Hunnam, Astrid Bergès-Frisbey, Jude Law, Djimon Hounsou, Eric Bana. 126 min. Warner. 14 anos.

Pré-estreia

Cena de PIRATAS DO CARIBE - A VINGANÇA DE SALAZAR (2017), de Joachim Rønning e Espen Sandberg

Cena de PIRATAS DO CARIBE – A VINGANÇA DE SALAZAR (2017), de Joachim Rønning e Espen Sandberg

E a Disney não desiste da chatíssima franquia Piratas do Caribe. Enquanto tiver interessados, mais desses filmes surgirão. Este novo tem o mérito de reunir a trinca original, formada por Johnny Depp, Orlando Bloom (que era o protagonista) e Keira Knightley, e ainda trazer um ator do porte de Javier Bardem. Na sinopse divulgada, o Capitão Salazar (Javier Bardem) é a nova pedra no sapato do capitão Jack Sparrow (Johnny Depp). Ele lidera um exército de piratas fantasmas assassinos e está disposto a matar todos os piratas existentes na face da Terra. Para escapar, Sparrow precisa encontrar o Tridente de Poseidon, que dá ao seu dono o poder de controlar o mar. Em pré-estreia, na meia-noite de quarta para quinta-feira, 24, em grande circuito, inclusive na sala IMAX.

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PIRATAS DO CARIBE – A VINGANÇA DE SALAZAR (Pirates of the Caribbean – Dead Men Tell No Tales, EUA, 2017), de Joachim Rønning e Espen Sandberg. Com Johhny Depp, Geoffrey Rush, Javier Bardem, Keira Knightley, Orlando Bloom. 129 min. Disney. 12 anos.

Saem de cartaz

A Bela e a Fera
A Mulher Que Se Foi

As estreias nacionais desta quinta-feira, 18, que não entram em cartaz em Fortaleza

Entrelinhas
Más Notícias para o Sr. Mars
Um Casamento

Veja o trailer de Más Notícias para o Sr. Mars

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SEMANA 19 – AS ESTREIAS DESTA QUINTA-FEIRA EM FORTALEZA

Mais uma semana recheada de filmes bem distintos. Há o drama A Mulher Que Se Foi (2016), de Lav Diaz; o thriller Cães Selvagens (2016), de Paul Schrader; a comédia dramática O Cidadão Ilustre (2016), de Gastón Duprat e Mariano Cohn; o drama A Promessa (2016), de Terry George; o horror sci-fi Alien – Covenant (2017), de Ridley Scott; o documentário Taego Ãwa (2016), de Henrique Borela e Marcela Borela; e o thriller dramático O Dia do Atentado (2017), de Peter Berg. Em pré-estreia, o drama fantástico Antes Que Eu Vá (2017), de Ry Russo-Young. Em sessão especial, o documentário Histórias Que Nosso Cinema (Não) Contava (2017), de Fernanda Pessoa. Vale lembrar também da Mostra Outros Cinemas, que se inicia no dia 10 de julho e que vai até domingo, 14. Confira a programação no site oficial

Cena de A MULHER QUE SE FOI (2016), de Lav Diaz

Cena de A MULHER QUE SE FOI (2016), de Lav Diaz

Terceiro filme de Lav Diaz a ser exibido em terras cearenses, depois das históricas sessões únicas de Norte – O Fim da História (2013) e Do Que Vem Antes (2014), A Mulher Que Se Foi é mais uma obra do cineasta filipino que não deve ser perdida. Na trama, que se passa em 1997, a pena de 30 anos de cadeia de Horacia Somorostro (Charo Santos-Concio), imputada injustamente, chega ao seu fim. Ao sair, Horacia reencontra sua filha, mas descobre que seu marido não está mais vivo, e ninguém sabe do paradeiro de seu filho. A Mulher Que Se Foi foi o grande vencedor do Festival de Veneza do ano passado. Em cartaz no Cinema do Dragão.

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A MULHER QUE SE FOI (Ang Babaeng Humayo, Filipinas, 2016), de Lav Diaz. Com Charo Santos-Concio, John Lloyd Cruz, Michael De Mesa, Nonie Buencamino, Shamaine Buencamino. 226 min. Zeta. 12 anos.

Cena de CÃES SELVAGENS (2016), de Paul Schrader

Cena de CÃES SELVAGENS (2016), de Paul Schrader

Há tempos um filme de Paul Schrader não é lançado comercialmente nos cinemas. Principalmente nos cinemas da cidade. O cineasta ganhou aura de maldito, mas nunca parou de estar na ativa, mesmo com filmes pequenos. Cães Selvagens tem algo de meio louco e atraente que já chama a atenção desde o trailer. O filme conta a história de três homens que saíram da prisão e que agora tentam se adaptar à vida civilizada. Troy (Nicolas Cage) tenta mas não consegue deixar de odiar o sistema; Diesel (Christopher Matthew Cook) perde a cada dia o interesse na rotina suburbana; e Mad Dog (Willem Dafoe), o mais insatisfeito, planeja um crime perfeito. Em cartaz no Cinema do Dragão.

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CÃES SELVAGENS (Dog Eat Dog, EUA, 2016), de Paul Schrader. Com Nicolas Cage, Willem Dafoe, Christopher Matthew Cook, Omar J. Dorsey, Louisa Krause. 93 min. Imagem. 14 anos.

Cena de UM CIDADÃO ILUSTRE (2016), de Gastón Duprat e Mariano Cohn

Cena de O CIDADÃO ILUSTRE (2016), de Gastón Duprat e Mariano Cohn

O premiado O Cidadão Ilustre ganha nosso circuito. É sempre bom quando um filme argentino consegue emplacar espaço, até porque geralmente o que vem dos nossos hermanos costuma ser muito bom. Na trama de O Cidadão Ilustre, Daniel Mantovani (Oscar Martínez), um escritor argentino e vencedor do Prêmio Nobel, radicado há 40 anos na Europa, volta à sua terra natal, ao povoado onde nasceu e que inspirou a maioria de seus livros, para receber o título de “Cidadão Ilustre” da cidade – um dos únicos prêmios que aceitou receber. No entanto, sua ilustre visita desencadeará uma série de situações complicadas entre ele e o povo local. Em cartaz no Pátio Dom Luís.

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O CIDADÃO ILUSTRE (El Ciudadano Ilustre, Argentina/Espanha, 2016), de Gastón Duprat e Mariano Cohn. Com Oscar Martínez, Dady Brieva, Andrea Frigerio, Nora Navas, Manuel Vicente. 118 min. Cineart. Classificação a definir.

Cena de A PROMESSA (2016), de Terry George

Cena de A PROMESSA (2016), de Terry George

Bom ver que filmes diferentes e de aparentemente pouco apelo popular têm ganhado espaço em nosso circuito. A Promessa nos apresenta a Michael (Oscar Isaac), um jovem armênio que sonha em estudar medicina, mas não tem dinheiro para arcar com os estudos. Por isso, ele promete se casar com uma garota de seu vilarejo, na intenção de receber o dote. Com o dinheiro em mãos, Michael viaja à Turquia e faz seus estudos durante os meses finais do Império Otomano. Neste contexto, conhece a armênia Ana (Charlotte Le Bon) e se apaixona, embora a professora namore o fotógrafo americano Chris (Christian Bale). Um triângulo amoroso se forma e uma situação se complica. Em cartaz no Cinema de Arte (Cinépolis RioMar), no Del Paseo e no UCI Iguatemi.

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A PROMESSA (The Promise, Espanha/EUA, 2016), de Terry George. Com Oscar Isaac, Charlotte Le Bon, Christian Bale, Daniel Giménez Cacho, Shohreh Aghdashloo. 133 min. Diamond. Classificação a definir.

Cena de ALIEN - COVENANT (2017), de Ridley Scott

Cena de ALIEN – COVENANT (2017), de Ridley Scott

Pelo visto, Ridley Scott tomou gosto e quer mesmo voltar à franquia Alien, iniciada por ele com Alien, o Oitavo Passageiro (1979) e retomada mais recentemente com Prometheus (2012). Do elenco do último filme, retorna Michael Fassbender, o que é sempre uma ótima aquisição em qualquer filme. Sendo do Scott, então, melhor ainda. Na trama de Alien – Covenant, em 2104, viajando pela galáxia, os tripulantes da nave colonizadora Covenant encontram um planeta remoto com ares de paraíso inexplorado. Encantados, eles acreditam na sorte e ignoram a realidade do local: uma terra sombria que guarda terríveis segredos e tem o sobrevivente David (Michael Fassbender) como habitante solitário. Em cartaz em grande circuito, inclusive na sala IMAX.

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ALIEN – COVENANT (EUA/Austrália/Nova Zelândia/Reino Unido, 2017), de Ridley Scott. Com Michael Fassbender, Katherine Waterston, Billy Crudup, Danny McBride, Demián Bichir. 123 min. Fox. 14 anos.

Cena de TAEGO ÃWA (2016), de Marcela Borela e Henrique Borela

Cena de TAEGO ÃWA (2016), de Marcela Borela e Henrique Borela

Depois de Martírio, outro filme sobre o massacre dos índios em terras brasileiras chega a nossos cinemas. Taego Ãwa nos apresenta a uma dupla de cineastas que, na faculdade, encontrou cinco fitas VHS contendo registros culturais da tribo Ãwa. Reunindo outros materiais, eles partem em busca do grupo, apresentando as imagens pela primeira vez e descobrindo a trajetória de enfrentamento com o povo branco desde 1973. Hoje, os Ãwa lutam pela demarcação e restituição de suas terras. É importante que esses filmes que falam sobre as  lutas do índio sejam vistos, pois o tiram de uma invisibilidade cruel a que parecem destinados, até desaparecerem de vez. Em cartaz no Cinema do Dragão.

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TAEGO ÃWA (Brasil, 2016), de Henrique Borela e Marcela Borela. Documentário. 75 min. Vitrine. 10 anos.

Cena de O DIA DO ATENTADO (2017), de Peter Berg

Cena de O DIA DO ATENTADO (2017), de Peter Berg

O trailer de O Dia do Atentado tem sido veiculado já faz algumas semanas, chegando a ser incômodo, com seu patriotismo exagerado e sua demarcação ridícula do “bem contra o mal”. Ainda assim, é possível que se encontre algo de bom neste novo filme do diretor de Horizonte Profundo – Desastre no Golfo. A trama foca a atenção nos atentados terroristas ocorridos durante a Maratona de Boston em 2013, quando um grupo formado pelo Sargento da Polícia Tommy Saunders (Mark Wahlberg), o Agente Especial Richard Deslauries (Kevin Bacon), o Comissário da Polícia Ed Davis (John Goodman), o Sargento Jeffrey Pugliese (J.K. Simmons) e a enfermeira Carol Saunders (Michelle Monaghan) se une para capturar os responsáveis antes que eles possam fazer novas vítimas. Em cartaz em grande circuito.

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O DIA DO ATENTADO (Patriots Day, Hong Kong/EUA, 2016), de Peter Berg. Mark Wahlberg, John Goodman, Michelle Monaghan, Rhet Kidd, Christopher O’Shea. 133 min. Paris. 14 anos.

Pré-estreia

Cena de ANTES QUE EU VÁ (2017), de Ry Russo-Young

Cena de ANTES QUE EU VÁ (2017), de Ry Russo-Young

A premissa de Antes Que Eu Vá é basicamente a mesma de Feitiço do Tempo e também de No Limite do Amanhã. Ou seja, mostra uma protagonista que acorda sempre no mesmo dia, tentando sair de algo parecido com um pesadelo. Na trama, Samantha Kingston (Zoey Deutch) é uma jovem que tem tudo o que uma jovem pode desejar da vida. Porém, essa vida perfeita chega a um final repentino no dia 12 de fevereiro, um dia que seria um dia como outro qualquer se não fosse o dia de sua morte. Porém, segundos antes de realmente morrer, ela terá a oportunidade de mudar a sua última semana e, talvez, o seu destino. Em pré-estreia, no fim de semana, no UCI Iguatemi e Cinépolis RioMar (sala VIP).

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ANTES QUE EU VÁ (Before I Fall, EUA, 2017), de Ry Russo-Young. Com Zoey Deutch, Halston Sage, Cynthy Wu, Logan Miller, Kian Lawley. 98 min. Paris. 10 anos.

Especial

Cena de HISTÓRIAS QUE NOSSO CINEMA (NÃO) CONTAVA (2017), de Fernanda Pessoa

Cena de HISTÓRIAS QUE NOSSO CINEMA (NÃO) CONTAVA (2017), de Fernanda Pessoa

Excelente iniciativa, a do professor, crítico e pesquisador Marcelo Ikeda, que dá início aqui a um cineclube voltado para o cinema brasileiro de invenção, homenageando, pelo título, Cine Rebuceteio, o clássico do erotismo brasileiro dirigido por Cláudio Cunha em 1984. Em Histórias Que Nosso Cinema (Não) Contava, a diretora Fernanda Pessoa faz mais ou menos o que Erik Rocha fez em Cinema Novo, mas agora centrado nos filmes da chamada pornochanchada, e com a intenção de mostrar a face política dessas obras, através apenas de imagens e sons. O filme pretende se tornar um objeto de compreensão de parte da história brasileira. Sessão única no Cinema do Dragão, na segunda-feira, 15, às 19 hs, com debate com a diretora, logo em seguida.

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HISTÓRIAS QUE NOSSO CINEMA (NÃO) CONTAVA (Brasil, 2017), de Fernanda Pessoa. Documentário. 80 min. 16 anos.

Saem de cartaz

Além da Ilusão
Além das Palavras
Elon Não Acredita na Morte
Fragmentado

T2 Trainspotting
Vermelho Russo

As estreias nacionais desta quinta-feira, 11, que não entram em cartaz em Fortaleza

Crônica da Demolição
Uma Dama de Óculos Escuros com uma Arma no Carro

Veja o trailer de Uma Dama de Óculos Escuros com uma Arma no Carro

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SEMANA 18 – AS ESTREIAS DESTA QUINTA-FEIRA EM FORTALEZA

Uma boa variedade de estreias nesta semana. Há os dramas Melhores Amigos (2016), de Ira Sachs, e Norman – Confie em Mim (2016), de Joseph Cedar; o horror A Autópsia (2016), de André Øvredal; a comédia Ninguém Entra Ninguém Sai (2017), de Hsu Chien Hsin; e a animação Rock Dog – No Faro do Sucesso (2016), de Ash Brannon. Em pré-estreia, o drama A Mulher Que Se Foi (2016), de Lav Diaz; o horror sci-fi Alien Covenant (2017), de Ridley Scott; e o drama fantástico Antes Que Eu Vá (2017), de Ry Russo-Young

Cena de MELHORES AMIGOS (2016), de Ira Sachs

Cena de MELHORES AMIGOS (2016), de Ira Sachs

Ao que parece o cinema de Ira Sachs está cada vez se afinando mais a um público maior, ainda que a temática da homossexualidade continue sendo o foco da atenção. Depois de abordar de maneiras diferentes a relação entre homens do mesmo sexo em Deixe a Luz Acesa (2012) e O Amor É Estranho (2014), o diretor põe luz sobre a amizade e aproximação entre dois adolescentes, Jake, que está de mudança junto com a sua família para a casa onde vivia o seu avô, e Tony, com quem faz amizade e se tornam grandes amigos com o passar do tempo. Junto com a evolução da amizade dos dois, suas famílias passam a ser inimigas e isso começa a provocar uma tensão no ar. Em cartaz no Cinema do Dragão.

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MELHORES AMIGOS (Little Men, Grécia/Brasil/EUA, 2016), de Ira Sachs. Com Theo Taplitz, Michael Barbieri, Jennifer Ehle, Paulina García, Gregg Kinnear. 85 min. Alpha Filmes/Pandora. 10 anos.

Cena de NORMAN - CONFIE EM MIM (2016), de Joseph Cedar

Cena de NORMAN – CONFIE EM MIM (2016), de Joseph Cedar

Joseph Cedar, cineasta americano, mas estabelecido em Israel, faz o seu primeiro filme em língua inglesa com locações em Nova York e Jerusalém. Na trama de Norman – Confie em Mim, Norman Oppenheimer (Richard Gere) é o dono de um pequeno negócio que faz amizade com um jovem político em um período complicado da vida. Porém, três anos depois, o político torna-se um influente líder mundial, transformando drasticamente a vida de Norman tanto positiva quanto negativamente. O filme teve uma recepção muito boa da crítica estrangeira, ganhando 90% de aprovação no site Rotten Tomatoes. O papel de Gere também tem sido elogiado como um dos melhores de sua filmografia. Em cartaz no Pátio Dom Luís, no UCI Iguatemi e no Cinépolis RioMar (sala VIP).

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NORMAN – CONFIE EM MIM (Norman – The Moderate Rise and Tragic Fall of a New York Fixer, Israel/EUA, 2016), de Joseph Cedar. Com Richard Gere, Lior Ashkenazi, Michael Sheen, Charlotte Gainsbourg, Dan Stevens. 117 min. California. 14 anos.

Cena de A AUTÓPSIA (2016), de André Øvredal

Cena de A AUTÓPSIA (2016), de André Øvredal

Um bom filme de horror é sempre bem-vindo quando entra em nosso circuito. A Autópsia foi bastante elogiado por veículos de respeito, como o New York Times e o Collider.  Na trama de A Autópsia, Tommy Tilden (Brian Cox) e Austin Tilden (Emile Hirsch), seu filho, são os responsáveis por manter o necrotério de uma cidadezinha do interior dos Estados Unidos. Os trabalhos que recebem costumam ser muito tranquilos, mas, certo dia, uma mulher desconhecida é encontrada morta nos arredores da cidade.  Conforme pai e filho procuram descobrir a identidade da mulher morta, coisas estranhas e perigosas começam a acontecer. Trata-se da estreia do diretor norueguês em Hollywood. Em cartaz em grande circuito.

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A AUTÓPSIA (The Autopsy of Jane Doe, Reino Unido/EUA, 2016), de André Øvredal. Com Brian Cox, Emile Hirsch, Ophelia Lovibond, Michael McElhatton, Owen Catherine Kelly. 86 min. Diamond. 14 anos.

Cena de NINGUÉM ENTRA NINGUÉM SAI (2017), de Hsu Chien Hsin

Cena de NINGUÉM ENTRA NINGUÉM SAI (2017), de Hsu Chien Hsin

A cota de comédias brasileiras tem que constar com pelo menos uma por mês. E isso é bom. Ninguém Entra Ninguém Sai parece bem mais modesto, mas a ideia parece bem divertida: juntar várias pessoas diferentes presas dentro de um motel. Na trama, após fazer uma vaquinha entre amigos, Edu (Emiliano D’Ávila) consegue dinheiro suficiente para levar Suellen (Letícia Lima) ao Zeffiro’s, um motel bastante conceituado e caro. Lá também está outro grupo diverso que é apresentado ao público. Acontece que um funcionário do motel vai até um hospital e é diagnosticado com um vírus raro, que até então não existia no Brasil. Por causa disso, o lugar é imediatamente colocado em quarentena, para desespero de todos. Em cartaz em grande circuito.

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NINGUÉM ENTRA NINGUÉM SAI (Brasil, 2017), de Hsu Chien Hsin. Com Letícia Lima, Rafael Infante, Emiliano D’Ávila, Daniele Winits, Mariana dos Santos. 83 min. Imagem. 12 anos.

Cena de ROCK DOG - NO FARO DO SUCESSO (2016), de Ash Brannon

Cena de ROCK DOG – NO FARO DO SUCESSO (2016), de Ash Brannon

Animação baseada em uma graphic novel chinesa chamada Tibetan Rock Dog, o filme acompanha um cachorro que deixa sua casa nas montanhas para se tornar um músico de rock em uma cidade grande. Rock Dog foi lançado primeiramente na China, no ano passado, e só este ano nos Estados Unidos. A dublagem americana conta com alguns nomes famosos. Pode parecer uma animação barata pelo trailer, mas ela custou 60 milhões. Acabou não conseguindo render nas bilheterias mundiais o suficiente para pagar o seu custo e, como se trata da mais cara animação com dinheiro chinês, é possível que eles evitem algo tão extravagante novamente. As críticas também não foram muito favoráveis ao filme, o que também não é bom sinal. Em cartaz em grande circuito.

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ROCK DOG – NO FARO DO SUCESSO (China/EUA, 2016), de Ash Brannon. Com as vozes originais de Luke Wilson, Eddie Izzard, J.K. Simmons, Lewis Black. 90 min. Paris. Livre.

Pré-estreias

Cena de A MULHER QUE SE FOI (2016), de Lav Diaz

Cena de A MULHER QUE SE FOI (2016), de Lav Diaz

Terceiro filme de Lav Diaz a ser exibido em terras cearenses, depois das históricas sessões únicas de Norte – O Fim da História (2013) e Do Que Vem Antes (2014), A Mulher Que Se Foi é mais uma obra de duração extensa (quase 4 horas de duração) e que justamente por isso não deve ser perdida, sob o risco de não ser exibida em outra sessão. Essa é uma das características dos trabalhos do diretor filipino. Na trama, que se passa em 1997, a pena de Horacia Somorostro (Charo Santos-Concio), imputada injustamente, chega ao seu fim. Ao sair, Horacia reencontra sua filha, mas descobre que seu marido não está mais vivo, e ninguém sabe do paradeiro de seu filho. Em pré-estreia no sábado, 6, no Cinema do Dragão.

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A MULHER QUE SE FOI (Ang Babaeng Humayo, Filipinas, 2016), de Lav Diaz. Com Charo Santos-Concio, John Lloyd Cruz, Michael De Mesa, Nonie Buencamino, Shamaine Buencamino. 226 min. Zeta. 12 anos.

Cena de ALIEN - COVENANT (2017), de Ridley Scott

Cena de ALIEN – COVENANT (2017), de Ridley Scott

Pelo visto, Ridley Scott tomou gosto e quer mesmo voltar à franquia Alien, iniciada por ele com Alien, o Oitavo Passageiro (1979) e retomada mais recentemente com Prometheus (2012). Do elenco do último filme, retorna Michael Fassbender, o que é sempre uma ótima aquisição em qualquer filme. Sendo do Scott, então, melhor ainda. Na trama de Alien – Covenant, em 2104, viajando pela galáxia, os tripulantes da nave colonizadora Covenant encontram um planeta remoto com ares de paraíso inexplorado. Encantados, eles acreditam na sorte e ignoram a realidade do local: uma terra sombria que guarda terríveis segredos e tem o sobrevivente David (Michael Fassbender) como habitante solitário. Em pré-estreia em grande circuito, na quarta-feira, 10.

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ALIEN – COVENANT (EUA/Austrália/Nova Zelândia/Reino Unido, 2017), de Ridley Scott. Com Michael Fassbender, Katherine Waterston, Billy Crudup, Danny McBride, Demián Bichir. 123 min. Fox. 14 anos.

Cena de ANTES QUE EU VÁ (2017), de Ry Russo-Young

Cena de ANTES QUE EU VÁ (2017), de Ry Russo-Young

A premissa de Antes Que Eu Vá é basicamente a mesma de Feitiço do Tempo e também de No Limite do Amanhã. Ou seja, mostra uma protagonista que acorda sempre no mesmo dia, tentando sair de algo parecido com um pesadelo. Na trama, Samantha Kingston (Zoey Deutch) é uma jovem que tem tudo o que uma jovem pode desejar da vida. Porém, essa vida perfeita chega a um final repentino no dia 12 de fevereiro, um dia que seria um dia como outro qualquer se não fosse o dia de sua morte. Porém, segundos antes de realmente morrer, ela terá a oportunidade de mudar a sua última semana e, talvez, o seu destino. Em pré-estreia, no sábado, 10, no UCI Iguatemi e Cinépolis RioMar (sala VIP).

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ANTES QUE EU VÁ (Before I Fall, EUA, 2017), de Ry Russo-Young. Com Zoey Deutch, Halston Sage, Cynthy Wu, Logan Miller, Kian Lawley. 98 min. Paris. 10 anos.

Sai de cartaz

Power Rangers

As estreias nacionais desta quinta-feira, 4, que não entram em cartaz em Fortaleza

A Filha
Clash
Sobre Viagens e Amores

Veja o trailer de Sobre Viagens e Amores

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SEMANA 17 – AS ESTREIAS DESTA QUINTA-FEIRA EM FORTALEZA

A aventura Guardiões da Galáxia Vol. 2 (2017), de James Gunn, não deixou espaço para mais nada estrear na cidade no circuitão. Em compensação, o circuito alternativo está com ótimas opções, começando pelo drama biográfico Além das Palavras (2016), de Terence Davies; passando pelo suspense Elon Não Acredita na Morte (2016), de Ricardo Alves Jr.; o docudrama Vermelho Russo (2016), de Charlie Braun; e o thriller Além da Ilusão (2016), de Rebecca Zlotowski. Em pré-estreia, Norman – Confie em Mim (2016), de Joseph Cedar. Além disso, há uma pequena e interessante mostra de documentários no Maloca Dragão

Cena de ALÉM DAS PALAVRAS (2016), de Terence Davies

Cena de ALÉM DAS PALAVRAS (2016), de Terence Davies

O inglês Terence Davies é um dos mais interessantes cineastas surgidos na “Terra da Rainha” desde os anos 1980. No entanto, seus filmes raramente têm espaço em nosso circuito e alguns deles sequer chegam ao mercado nacional. Talvez os seus filmes mais badalados, isso por serem muito queridos pela crítica, sejam Vozes Distantes (1988) e A Essência da Paixão (2000). O novo filme, Além das Palavras, é baseado na vida e na obra da poeta Emily Dickinson (Cynthia Nixon) e acompanha seu trajeto desde os primeiro dias como uma jovem estudante até seus últimos anos como uma artista reclusa. Em cartaz no Cinema de Arte (Cinépolis RioMar) e Pátio Dom Luís.

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ALÉM DAS PALAVRAS (A Quiet Passion, Reino Unido/Bélgica, 2016), de Terence Davies. Com Cynthia Nixon, Jennifer Ehle, Duncan Duff, Keith Carradine, Jodhi May. 125 min. Cineart. 14 anos.

Cena de ELON NÃO ACREDITA NA MORTE (2016), de Ricardo Alves Jr.

Cena de ELON NÃO ACREDITA NA MORTE (2016), de Ricardo Alves Jr.

Uma das obras mais interessantes da atual safra, Elon Não Acredita na Morte aposta no mistério, na estranheza e nos riscos para conquistar o seu público. Na trama, a esposa de Elon (Rômulo Braga, em cartaz atualmente também em Joaquim), Madalena (Clara Choveaux), desaparece misteriosamente e não volta para casa depois do trabalho. Ele inicia então uma longa jornada por respostas: começa a seguir as rotas diárias da mulher, além de visitar os lugares mais sombrios da cidade. Mas o que ele encontra são vários mal-entendidos e estranhos encontros. Não é o primeiro longa-metragem de Ricardo Alves Jr., mas seus trabalhos anteriores são bem pouco conhecidos, embora sejam lembrado por quem frequenta os festivais. Em cartaz no Cinema do Dragão.

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ELON NÃO ACREDITA NA MORTE (Brasil, 2016), de Ricardo Alves Jr. Com Rômulo Braga, Clara Choveaux, Ricardo Alves Jr., Helvecio Alves Izabel, Francisco Loyola. 75 min. Vitrine. 18 anos.

Cena de VERMELHO RUSSO (2016), de Charlie Braun

Cena de VERMELHO RUSSO (2016), de Charlie Braun

Vermelho Russo é um filme que se construiu a partir de uma história real envolvendo as duas atrizes do filme, Martha Nowill e Maria Manoella, que fizeram de fato uma viagem para Moscou para estudar o célebre método de atuação do russo Constantin Stanislavski, em 2009. O filme reconstitui esse momento de suas vidas e as mostra envolvidas em um complexo triângulo amoroso, precisando descobrir como ultrapassar suas diferenças fora e dentro dos palcos e sobreviver em um país tão diferente como a Rússia. Há uma mistura de documentário e ficção que pode ser muito interessante para o espectador. Em cartaz no Cinema do Dragão.

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VERMELHO RUSSO (Brasil/Portugal/Rússia, 2016), de Charly Braun. Com Elena Babenko, Soraia Chaves, Esteban Feune de Colombo, Maria Manoella, Michel Melamed. 90 min. Vitrine. 12 anos.

Cena de GUARDIÕES DA GALÁXIA VOL. 2 (2017), de James Gunn

Cena de GUARDIÕES DA GALÁXIA VOL. 2 (2017), de James Gunn

O reinado da Marvel/Disney parece não ter fim. Depois do sucesso-surpresa do primeiro Guardiões da Galáxia (2014), o mesmo diretor James Gunn retorna, junto com o grupo original para mais uma aventura com muito bom humor e uma trilha sonora com mais ótimas canções. Resta saber se a recepção será tão boa ou mesmo melhor que a do primeiro filme, que visto hoje talvez tenha sido um pouco superestimado. O segundo volume volta com um público que agora conhece e curte esse grupo de super-heróis até então obscuro, até para muita gente que lia os quadrinhos da Marvel há muito tempo. Em cartaz em grande circuito, inclusive na sala IMAX.

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GUARDIÕES DA GALÁXIA VOL. 2 (Guardians of the Galaxy Vol. 2, EUA, 2017), de James Gunn. Com Chris Pratt, Zoe Saldana, Bradley Cooper, Vin Diesel, Karen Gillan. 137 min. Disney. 12 anos.

Cena de ALÉM DA ILUSÃO (2016), de Rebecca Zlotowski

Cena de ALÉM DA ILUSÃO (2016), de Rebecca Zlotowski

Na trama de Além da Ilusão, na Paris de 1930, duas irmãs americanas vividas por Natalie Portman e Lily-Rose Depp (filha de Johnny Depp) têm o dom de se comunicar com fantasmas, seres do outro plano. Por causa disso, elas acabam despertando o interesse do visionário produtor francês André Korben (Emmanuel Salinger), de quem se aproximam. Um dos aspectos interessantes do filme é justamente trazer uma verdadeira magia sendo flagrada pelo cinema em vez de lidar com truques feitos para enganar a plateia através da magia do cinema. A presença de Natalie Portman, certamente, é também um atrativo dessa produção franco-belga. Em cartaz no Pátio Dom Luís.

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ALÉM DA ILUSÃO (Planetarium, França/Bélgica, 2016), de Rebecca Zlotowski. Com Natalie Portman, Lily-Rose Depp, Emmanuel Salinger, Amira Casar, Pierre Salvadori. 105 min. Mares. 14 anos.

Pré-estreia

Cena de NORMAN - CONFIE EM MIM (2016), de Joseph Cedar

Cena de NORMAN – CONFIE EM MIM (2016), de Joseph Cedar

Joseph Cedar, cineasta americano, mas estabelecido em Israel, faz o seu primeiro filme em língua inglesa com locações em Nova York e Jerusalém. Na trama de Norman – Confie em Mim, Norman Oppenheimer (Richard Gere) é o dono de um pequeno negócio que faz amizade com um jovem político em um período complicado da vida. Porém, três anos depois, o político torna-se um influente líder mundial, transformando drasticamente a vida de Norman tanto positiva quanto negativamente. O filme teve uma recepção muito boa da crítica estrangeira, ganhando 90% de aprovação no site Rotten Tomatoes. O papel de Gere também tem sido elogiado como um dos melhores de sua filmografia. Em pré-estreia no Pátio Dom Luís, de sexta a domingo.

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NORMAN – CONFIE EM MIM (Norman – The Moderate Rise and Tragic Fall of a New York Fixer, Israel/EUA, 2016), de Joseph Cedar. Com Richard Gere, Lior Ashkenazi, Michael Sheen, Charlotte Gainsbourg, Dan Stevens. 117 min. California. 14 anos.

Especial

Cena de É TUDO VERDADE (1993), de Orson Welles

Cena de É TUDO VERDADE (1993), de Orson Welles

O evento Maloca Dragão, além de trazer muita coisa interessante e que movimenta bastante o Dragão do Mar, ainda conta com um pequeno festival de Cinema que começa na quarta-feira, 26, e vai até o sábado, 29. Os quatro filmes são todos documentários, dois brasileiros e dois clássicos estrangeiros exibidos em full HD. São eles: Baronesa (Brasil, MG), de Juliana Antunes (quarta-feira); Soy Cuba (URSS/Cuba, 1964), de Mikhail Kalatozov (quinta-feira); Vidas na Orla (Brasil, CE), de Alexandre Fleming (sexta-feira); e a obra inacabada de Orson Welles, É Tudo Verdade (França/EUA, 1993), exibido no sábado, com seminário ministrado pelo professor Alexandre Fleming. Todos os filmes têm entrada franca.

Veja o trailer de Soy Cuba

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Saem de cartaz

A Vigilante do Amanhã – Ghost in the Shell
Capitão Fantástico
Martírio
O Espaço entre Nós
Paixão Obsessiva (com sessões saideira no UCI Iguatemi)

As estreias desta quinta-feira, 27, que não entram em cartaz em Fortaleza

Colossal
O Grande Dia

Veja o trailer de Colossal

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SEMANA 16 – AS ESTREIAS DESTA QUINTA-FEIRA EM FORTALEZA

Dois filmes se destacam entre as estreias desta semana: os dramas Paterson (2016), de Jim Jarmursch, e Joaquim (2017), de Marcelo Gomes. Completam as estreias o suspense espacial Vida (2017), de Daniel Espinosa; o suspense Paixão Obsessiva (2017), de Denise Di Novi; e a comédia Gostosas, Lindas e Sexies (2017), de Ernani Nunes. Em exibição especial, o docudrama Baronesa (2017), de Juliana Antunes. E em pré-estreia o drama Vermelho Russo (2016), de Charlie Braum, a aventura Guardiões da Galáxia Vol. 2 (2017), de James Gunn, e o drama Além da Ilusão (2016), de Rebecca Zlotowski;

Cena de PATERSON (2016), de Jim Jarmusch

Cena de PATERSON (2016), de Jim Jarmusch

E a excelente safra de filmes saídos da seleção de Cannes 2016 continua alimentando o nosso circuito com preciosidades. Desta vez teremos a chance de ver Paterson, o mais novo filme de Jim Jarmusch, depois do ótimo Amantes Eternos (2013) e da reexibição do cultuado Estranhos no Paraíso (1984) em cópia restaurada, no ano passado. Paterson é o nome do personagem de Adam Driver, um pacato motorista de ônibus que tem um diferencial entre os demais motoristas: ele também é poeta. Paterson vive com a namorada e um cachorro. O filme narra uma semana na vida deste casal, com detalhe para uma valorização bonita no modo simples de viver a vida. Em cartaz no Cinema do Dragão.

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PATERSON (EUA/França/Alemanha, 2016), de Jim Jarmusch. Com Adam Driver, Golshifteh Farahani, Rizwan Manji, Barry Shabaka Henley, Trevor Parham. 118 min. Fênix. 12 anos.

Cena de JOAQUIM (2017), de Marcelo Gomes

Cena de JOAQUIM (2017), de Marcelo Gomes

Joaquim, terceiro longa-metragem solo de Marcelo Gomes (Cinema, Aspirinas e Urubus, 2005), é um filme que diz muito do Brasil atual, tanto na forma como mostra os índios como mendigos, os negros como amáveis e um exemplo de alegria de espírito, mas que devem se manter em posição subalterna, e os pobres, ainda que brancos, como possíveis instrumentos para o interesse dos ricos, como é o caso de Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes, que lê os textos da independência das 13 colônias americanas e acredita que o Brasil também pode se livrar do fardo de Portugal. Trata-se de um cinebiografia bem diferente, com o diretor fugindo das regras o tempo inteiro. Em cartaz no Cinema do Dragão.

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JOAQUIM (Brasil/Portugal, 2017), de Marcelo Gomes. Com Júlio Machado, Rômulo Braga, Welket Bungué, Nuno Lopes, Isabél Zuaa. 97 min. Imovision. 12 anos.

Cena de VIDA (2017), de Daniel Espinosa

Cena de VIDA (2017), de Daniel Espinosa

Antes de entrar em cartaz Alien – Covenant, de Ridley Scott, um filme de ficção científica e terror mais modesto entra em cartaz. Vida se pretende mais realista, partindo da primeira evidência de vida em Marte. A descoberta é feita por uma equipe de seis astronautas da Estação Espacial Internacional e a investigação do fato gera consequências inimagináveis. Pelo que o filme vende pelo trailer, a intenção é mesmo trazer suspense para dentro de uma espaçonave e por isso a semelhança e primeira lembrança com a franquia Alien. O uso dos elementos de horror podem ser trunfos para o sucesso do filme diante do público. Em cartaz em grande circuito.

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VIDA (Life, EUA, 2017), de Daniel Espinosa. Com Jake Gyllenhaal, Rebecca Ferguson, Ryan Reynolds, Hiroyuka Sanada, Olga Dihovichnaya. 104 min. Sony. 12 anos.

Cena de PAIXÃO OBSESSIVA (2017), de Denise Di Novi

Cena de PAIXÃO OBSESSIVA (2017), de Denise Di Novi

Só de ver o trailer de Paixão Obsessiva, já se percebe um certo ar de déjà vu, fazendo lembrar os thrillers dos anos 1980 e 90, tão em alta devido ao sucesso de filmes como Atração Fatal e Instinto Selvagem. Na trama de Paixão Obsessiva, o casamento entre David (Geoff Stults) e Tessa (Katherine Heigl) termina, ele fica com a casa e com a guarda da filha pequena. A ex-esposa, furiosa com a situação, descobre que ele já está envolvido com uma nova mulher, Julia (Rosario Dawson), vítima de abuso por parte do ex-marido. Tessa passa a bolar um plano para sabotar a nova namorada de David e trazer de volta o amado. Em cartaz em grande circuito.

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PAIXÃO OBSESSIVA (Unforgettable, EUA, 2017), de Denise Di Novi. Com Rosario Dawson, Katherine Heigl, Geoff Stults, Cheryl Ladd, Whitney Cummings. 100 min. Warner. 14 anos.

Cena de GOSTOSAS, LINDAS E SEXIES (2017), de Ernani Nunes

Cena de GOSTOSAS, LINDAS E SEXIES (2017), de Ernani Nunes

Quem já viu este Gostosas, Lindas e Sexies nas cabines de imprensa anda falando cobras e lagartos. O trailer também não ajuda e tudo leva a crer que estamos diante de uma das mais grotescas comédias brasileiras recentes. Na trama, no Rio de Janeiro, vivem quatro grandes amigas: Beatriz, Tânia, Ivone e Marilu. Elas vestem manequim plus size e enfrentam todas as aventuras e desencontros amorosos e profissionais que quatro jovens mulheres podem enfrentar na capital carioca. A ideia de mostrar o empoderamento da mulher e a ascensão das modelos plus size não deixa de ser louvável, mas difícil é ter a coragem de encarar o filme para ver se é mesmo ruim como dizem. Em cartaz em grande circuito.

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GOSTOSAS, LINDAS E SEXIES (Brasil, 2017), de Ernani Nunes. Com Carolinie Figueiredo, Mariana Xavier, Cacau Protásio, Lyv Ziese, André Bankoff. 111 min. Downtown/Paris. 12 anos.

Especial

Cena de BARONESA (2017), de Juliana Antunes

Cena de BARONESA (2017), de Juliana Antunes

Grande vencedor do festival de Tiradentes deste ano, Baronesa, de Juliana Antunes, tem sessão especial nesta quarta-feira, 26, no Cinema do Dragão. A sessão marca o início da mostra Cinema Documental: Fronteiras e Verdades, parte da programação Maloca Dragão. O longa-metragem registra a rotina de duas amigas, Andreia e Leidiane, que vivem no bairro Vila Mariquinha, em Belo Horizonte. Com uma câmera muito próxima das personagens, o filme aborda a experiência de ser mulher em um bairro de periferia. O filme abriu uma série de debates polêmicos no festival, como questões envolvendo abuso sexual, drogas e sistema carcerário. A sessão de Baronesa contará com a presença da realizadora Juliana Antunes.

Veja depoimento da diretora sobre o filme

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BARONESA (Brasil, 2017), de Juliana Antunes. Com Andreia Pereira de Sousa, Leidiane Ferreira, Gabriela Souza, Felipe Rangel dos Santos. 75 min. 16 anos.

Pré-estreias

Cena de VERMELHO RUSSO (2016), de Charlie Braun

Cena de VERMELHO RUSSO (2016), de Charlie Braun

Vermelho Russo é um filme que se construiu a partir de uma história real envolvendo as duas atrizes do filme, Martha Nowill e Maria Manoella, que fizeram de fato uma viagem para Moscou para estudar o célebre método de atuação do russo Constantin Stanislavski, em 2009. O filme reconstitui esse momento de suas vidas e as mostra envolvidas em um complexo triângulo amoroso, precisando descobrir como ultrapassar suas diferenças fora e dentro dos palcos e sobreviver em um país tão diferente como a Rússia. Há uma mistura de documentário e ficção que pode ser muito interessante para o espectador. Em pré-estreia na quinta-feira, 20, no Cinema do Dragão.

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VERMELHO RUSSO (Brasil/Portugal/Rússia, 2016), de Charly Braun. Com Elena Babenko, Soraia Chaves, Esteban Feune de Colombo, Maria Manoella, Michel Melamed. 90 min. Vitrine. 12 anos.

Cena de GUARDIÕES DA GALÁXIA VOL. 2 (2017), de James Gunn

Cena de GUARDIÕES DA GALÁXIA VOL. 2 (2017), de James Gunn

O reinado da Marvel/Disney parece não ter fim. Depois do sucesso-surpresa do primeiro Guardiões da Galáxia (2014), o mesmo diretor James Gunn retorna, junto com o grupo original para mais uma aventura com muito humor e trilha sonora com boas canções. Resta saber se a recepção será tão boa ou mesmo melhor que a do primeiro filme, que visto hoje talvez tenha sido um pouco superestimado. O segundo volume volta com um público que agora conhece esse grupo de super-heróis até então obscuro, mesmo para muita gente que lia quadrinhos da Marvel há muito tempo. Em pré-estreia na madrugada de quarta para quinta-feira em grande circuito, inclusive na sala IMAX.

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GUARDIÕES DA GALÁXIA VOL. 2 (Guardians of the Galaxy Vol. 2, EUA, 2017), de James Gunn. Com Chris Pratt, Zoe Saldana, Bradley Cooper, Vin Diesel, Karen Gillan. 137 min. Disney. 12 anos.

Cena de ALÉM DA ILUSÃO (2016), de Rebecca Zlotowski

Cena de ALÉM DA ILUSÃO (2016), de Rebecca Zlotowski

Na trama de Além da Ilusão, na Paris de 1930, duas irmãs americanas vividas por Natalie Portman e Lily-Rose Depp (filha de Johnny Depp) têm o dom de se comunicar com fantasmas, seres do outro plano. Por causa disso, elas acabam despertando o interesse do visionário produtor francês André Korben (Emmanuel Salinger), de quem se aproximam. Um dos aspectos interessantes do filme é justamente trazer uma verdadeira magia sendo flagrada pelo cinema em vez de lidar com truques feitos para enganar a plateia através da magia do cinema. A presença de Natalie Portman, certamente, é também um atrativo dessa produção franco-belga. Em cartaz no Pátio Dom Luís.

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ALÉM DA ILUSÃO (Planetarium, França/Bélgica, 2016), de Rebecca Zlotowski. Com Natalie Portman, Lily-Rose Depp, Emmanuel Salinger, Amira Casar, Pierre Salvadori. 105 min. Mares. 14 anos.

Saem de cartaz

Despedida em Grande Estilo (com sessões saideira no UCI Iguatemi)
Eu Te Levo
Logan
O Ornitólogo
Pitanga
Todas as Cores da Noite

As estreias nacionais desta quinta-feira, 20, que não entram em cartaz nesta quinta-feira

O Novato
O Profeta das Águas
O Sonho de Greta

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