SEMANA 42 – AS ESTREIAS DESTA QUINTA-FEIRA EM FORTALEZA

Uma semana de filmes pouco atraentes, mas que podem surpreender positivamente. O destaque é a comédia dramática Doentes de Amor (2017), de Michael Showalter. Os demais filmes também merecem uma espiada: o melodrama Uma Razão para Recomeçar (2016), de Drew Waters; a comédia De Volta para Casa (2017), de Hallie Meyers-Shyer; o horror Além da Morte (2017), de Hallie Meyers-Shyer; a comédia A Comédia Divina (2017), de Toni Venturi; a aventura Tempestade – Planeta em Fúria (2017), de Dean Devlin. Em pré-estreia, a comédia biográfica O Formidável (2017), de Michel Hazanavicius; e a aventura Thor – Ragnarok (2017), de Taika Waititi. O melhor mesmo é a programação da Retrospectiva Sessão Vitrine Petrobrás. Confira a programação na fanpage do Cinema do Dragão

Cena de DOENTES DE AMOR (2017), de Michael Showalter

Cena de DOENTES DE AMOR (2017), de Michael Showalter

O drama de uma pessoa paquistanesa obrigada a casar com uma pessoa do mesmo país já pôde ser vista em outro filme muito bom exibido este ano em circuito, A Garota Ocidental – Entre o Coração e a Tradição. Agora é a vez de uma comédia dramática indie tratar da questão. Na trama de Doentes de Amor, o comediante e motorista de Uber paquistanês Kumail (Kumail Nanjiani) e a estudante de psicologia Emily (Zoe Kazan) se apaixonam em Chicago, mas encontram dificuldades no momento em que suas culturas entram em conflito. Pra completar, Emily contrai uma doença misteriosa e é colocada em coma. Em cartaz no Cinema de Arte (Cinépolis RioMar), UCI Iguatemi e Pátio Dom Luís.

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DOENTES DE AMOR (The Big Sick, EUA, 2017), de Michael Showalter. Com Kumail Nanjiani, Zoe Kazan, Holly Hunter, Ray Romano, Anupam Kher. 120 min. California. 12 anos.

Cena de UMA RAZÃO PARA RECOMEÇAR (2016), de Drew Waters

Cena de UMA RAZÃO PARA RECOMEÇAR (2016), de Drew Waters

A estreia na direção do pouco conhecido ator Drew Waters foi recebida com frieza pela crítica internacional. Ainda assim, não deixa de ter um bom apelo para os apreciadores do gênero melodrama. Na trama, Ben (Jonathan Patrick Moore) conheceu Ava (Erin Bethea) aos sete anos quando ela estava de pé na entrada de sua garagem. À medida que o tempo passa, os dois viajam juntos através das estações da vida, até que ocorre uma tragédia que deixa todo o seu futuro em perigo. Pelo que se tem escrito sobre o filme na imprensa internacional, trata-se de uma obra que tem chamado a atenção de um público familiar, pela mensagem que deixa. Em cartaz no Del Paseo, Centerplex Messejana e Centerplex Via Sul.

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UMA RAZÃO PARA RECOMEÇAR (New Life, EUA, 2016), de Drew Waters. Com Jonathan Patrick Moore, Erin Bethea, James Marsters, Barry Corbin, Terry O’Quinn. 88 min. Cineart. 10 anos.

Cena de DE VOLTA PARA CASA (2017), de Hallie Meyers-Shyer

Cena de DE VOLTA PARA CASA (2017), de Hallie Meyers-Shyer

Quem estava com saudades da Reese Witherspoon agora poderá ter a chance de vê-la em uma comédia aparentemente muito simpática. Na trama, recém-separada do marido, ela é Alice Kinney, uma jovem mulher que decide recomeçar a sua vida mudando-se para sua cidade natal, Los Angeles, com suas duas filhas. Durante uma comemoração noturna do seu aniversário de 40 anos, Alice conhece três aspirantes a cineastas que precisam de um lugar para morar. Ela deixa os rapazes permanecerem em seu quarto de hóspede temporariamente, mas o acordo gera situações inesperadas. A nova família de Alice e um novo amor em vista chegam a um ponto crucial quando seu marido aparece. Em cartaz em grande circuito.

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DE VOLTA PARA CASA (Home Again, EUA, 2017), de Hallie Meyers-Shyer. Com Reese Witherspoon, Michael Sheen, Lake Bell, Nat Wolff, Candice Bergen. 97 min. H2O. 14 anos.

Cena de ALÉM DA MORTE (2017), de Niels Arden Oplev

Cena de ALÉM DA MORTE (2017), de Niels Arden Oplev

O filme de horror da vez não parece tão interessante quanto A Morte Te Dá Parabéns, sucesso pop gigante da semana passada, mas, além de contar com a simpatia da Ellen Page, o enredo deste Além da Morte, remake de Linha Mortal (1990), é curioso. Na trama, estudantes de medicina, na esperança de fazer algumas descobertas, começam a explorar o reino das experiências de quase morte. Cada um deles passa pela experiência de ter o coração parado e depois revivido. Eles passam a ter visões em flash, como pesadelos da infância, e a refletir sobre pecados que cometeram. Os experimentos se intensificam, e eles passam a serem afetados fisicamente por suas visões enquanto tentam achar uma cura para a morte. Em cartaz em grande circuito.

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ALÉM DA MORTE (Flatliners, EUA, 2017), de Niels Arden Oplev. Com Ellen Page, Diego Luna, Nina Dobrev, James Norton, Kiersey Clemons. 110 min. Sony. 14 anos.

Cena de A COMÉDIA DIVINA (2017), de Toni Venturi

Cena de A COMÉDIA DIVINA (2017), de Toni Venturi

A trama desta comédia brasileira lembra, a princípio, a série americana Lúcifer, que é trazer o príncipe das trevas para a Terra. Mas é possível que esse seja um dos poucos pontos em comum. Na sinopse oficial de A Comédia Divina, um programa jornalístico em crise demite uma repórter e em seu lugar contrata Raquel (Mônica Iozzi), jornalista recém-formada, caso do âncora garanhão, Mateus (Dalton Vigh). Incomodada pela convivência com Lucas (Thiago Mendonça), um inconformado ex-namorado que trabalha na produção, ela vê sua carreira decolar graças a um furo: o Diabo (Murilo Rosa) acaba de abrir sua própria igreja na Terra. Em cartaz no UCI Iguatemi, UCI Parangaba e Cinépolis RioMar.

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A COMÉDIA DIVINA (Brasil, 2017), de Toni Venturi. Com Murilo Rosa, Mônica Iozzi, Juliana Alves, Zezé Motta, Debora Duboc. 95 min. Imagem. 14 anos.

Cena de TEMPESTADE - PLANETA EM FÚRIA (2017), de Dean Devlin

Cena de TEMPESTADE – PLANETA EM FÚRIA (2017), de Dean Devlin

O trailer de Tempestade – Planeta em Fúria não consegue esconder que se trata de um filme trash com muito dinheiro torrado por Hollywood. Na trama, devido à cada vez mais frequente série de eventos climáticos capazes de ameaçar a existência da humanidade, cria-se uma extensa rede de satélites, ao redor de todo o planeta, de forma a controlar o próprio clima. Após anos de dedicação, o engenheiro vivido por Gerard Butler é afastado da função devido a questões políticas e, em seu lugar, é nomeado seu irmão caçula, personagem de Jim Sturgess. Como era de esperar, não tardará para precisarem do personagem casca grossa (como sempre) de Butler. Em cartaz em grande circuito, inclusive na sala IMAX.

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TEMPESTADE – PLANETA EM FÚRIA (Geostorm, EUA, 2017), de Dean Devlin. Com Abbie Cornish, Gerard Butler, Jim Sturgess, Ed Harris, Andy Garcia. 109 min. Warner. 12 anos.

Pré-estreia

Cena de FORMIDÁVEL (2017), de Michel Hazanavicius

Cena de O FORMIDÁVEL (2017), de Michel Hazanavicius

Um filme sobre a juventude de Jean-Luc Godard. Não deixa de ser no mínimo muito curioso. A direção é do oscarizado Michel Hazanavicius, de O Artista (2011). A trama se concentra no famoso relacionamento de Godard com sua musa Anna Karina e durante a fase revolucionária de sua carreira. É neste período que Godard, vivido por Louis Garrel, inicia a produção de seu mais novo filme: A Chinesa (1967), longa que narra a história de um grupo de jovens que tentam incorporar princípios maoístas ao seu cotidiano político. Durante as filmagens, ele conhece Anne Wiazemsky (Stacy Martin, de Ninfomaníaca) e, logo, os dois se apaixonam. Em pré-estreia neste sábado, no Cinema do Dragão.

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O FORMIDÁVEL (Le Redoutable, França/Myanmar, 2017), de Michel Hazanavicius. Com Louis Garrel, Stacy Martin, Bérénice Bejo, Micha Lescot, Grégory Gadebois. 107 min. Imovision. Classificação a definir.

Cena de THOR - RAGNAROK (2017), de Taika Waititi

Cena de THOR – RAGNAROK (2017), de Taika Waititi

E mais um filme da Marvel chega para inflar ainda mais os cofres da Disney. O terceiro filme solo de Thor brinca agora com o fim dos tempos, o famoso Ragnarok da mitologia nórdica e que tantas vezes foi explorado nos quadrinhos. Na trama, Thor é preso do outro lado do universo, sem o seu martelo poderoso e encontra-se numa corrida contra o tempo para voltar a Asgard e impedir Ragnarok – a destruição do seu mundo e o fim da civilização Asgardiana -, que se encontra nas mãos de uma nova e poderosa ameaça, a implacável Hela. Mas, primeiro precisa de sobreviver a uma luta mortal de gladiadores, que o coloca contra um ex-aliado e companheiro Vingador, o Hulk. Em pré-estreia em grande circuito, na quarta-feira, 25, inclusive na sala IMAX.

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THOR – RAGNAROK (EUA, 2017), de Taika Waititi. Com Chris Hemsworth, Tom Hiddleston, Cate Blanchett, Mark Ruffalo, Jeff Goldblum. 130 min. Disney. 12 anos.

Especial

Cena de O ORNITÓLOGO (2016), de João Pedro Rodrigues

Cena de O ORNITÓLOGO (2016), de João Pedro Rodrigues

O Cinema do Dragão vai conceder um outro presente para seus fiéis fãs: trouxe para Fortaleza a Retrospectiva Sessão Vitrine Petrobrás, com alguns filmes escolhidos a dedo e outros que estão inéditos em nosso circuito, como é o caso de A Cidade É uma Só?, de Adirley Queirós; As Hiper-Mulheres, de Takumã Kuikuro, Carlos Fausto e Leonardo Sette; Avenida Brasília Formosa e Um Lugar ao Sol, ambos de Gabriel Mascaro; e Crítico, de Kleber Mendonça Filho. Para quem perdeu, há também a chance de ver O Ornitólogo, de João Pedro Rodrigues; A Cidade Onde Envelheço, de Marília Rocha; Divinas Divas, de Leandra Leal, e Doce Amianto, de Guto Parente e Uirá dos Reis.

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Saem de cartaz

Chocante
Churchill
Divórcio
Duas de Mim
O Que Será de Nozes 2

A estreia nacional desta quinta-feira, 19, que não entra em cartaz em Fortaleza

A Guerra dos Sexos

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SEMANA 41 – AS ESTREIAS DESTA QUINTA-FEIRA EM FORTALEZA

Depois de uma semana recheada de estreias, não dá nem tempo de respirar e vem outra. Os destaques desta semana são o drama Detroit em Rebelião (2017), de Kathryn Bigelow; o documentário A Gente (2013), de Aly Muritiba; e o drama Entre Irmãs (2017), de Breno Silveira. Há ainda a comédia Logan Lucky – Roubo em Família (2017), de Steven Soderbergh; o horror A Morte Te Dá Parabéns (2017), de Christopher Landon; o drama A Menina Índigo (2016), de Wagner de Assis; a comédia Como Se Tornar o Pior Aluno da Escola (2017), de Fabrício Brittar; e a animação As Aventuras do Capitão Cueca – O Filme (2017), de David Soren. Em pré-estreia, a comédia De Volta para Casa (2017), de Hallie Meyers-Shyer

Cena de DETROIT EM REBELIÃO (2017), de Kathryn Bigelow

Cena de DETROIT EM REBELIÃO (2017), de Kathryn Bigelow

Kathryn Bigelow, a talentosa diretora de Guerra ao Terror (2008) e A Hora Mais Escura (2012) está de volta com outro filme explosivo. Desta vez se passando em um momento um pouco mais distante da história americana, ainda que com o objetivo de falar dos Estados Unidos de hoje. Na trama, no ano de 1967, Detroit vive cinco dias de intensos protestos e violência. Um ataque policial na cidade resulta em um dos maiores tumultos na história dos Estados Unidos, levando à federalização da Guarda Nacional de Michigan e ao envolvimento de duas divisões aéreas do Exército americano. Trata-se de mais um filme que vem para discutir o racismo, no mesmo ano que tivemos Corra!, de Jordan Peele. Em cartaz em grande circuito.

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DETROIT EM REBELIÃO (Detroit, EUA, 2017), de Kathryn Bigelow. Com John Boyega, Anthony Mackie, Algee Smith, Jacob Latimore, Jason Mitchell. 143 min. Imagem. 16 anos.

Cena de A GENTE (2013), de Aly Muritiba

Cena de A GENTE (2013), de Aly Muritiba

Depois de um bom tempo esperando a hora para entrar em cartaz, só agora o documentário A Gente, de Aly Muritiba, entra em cartaz, dois anos depois do ótimo Para Minha Amada Morta (2015). O diretor trabalhou por sete anos em uma prisão como integrante da Equipe Alfa. Ele retorna, como cineasta, ao seu antigo local de trabalho para documentar a rotina dos 28 homens e mulheres, que integram a referida equipe, responsável pela custódia de mais de mil criminosos de uma penitenciária brasileira. Exibido no Festival de Brasília de 2013, A Gente faz parte de uma trilogia carcerária que inclui os premiados curtas A Fábrica (2011) e Pátio (2013). Em cartaz no Cinema do Dragão.

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A GENTE (Brasil, 2013), de Aly Muritiba. Documentário. 89 min. Olhar. 12 anos.

Cena de ENTRE IRMÃS (2017), de Breno Silveira

Cena de ENTRE IRMÃS (2017), de Breno Silveira

Breno Silveira, o diretor brasileiro contemporâneo que mais se especializou no registro do melodrama, está de volta depois de um bom tempo longe das telonas – seu último trabalho foi Gonzaga – De Pai para Filho (2012). O novo filme também trata de questões familiares. Passa-se em Pernambuco, na década de 1930. Na trama, Luzia (Nanda Costa) e Emília (Marjorie Estiano) são irmãs que vivem na pequena Taguaritinga do Norte, ao lado da tia. A vida destas três mulheres muda por completo quando o cangaceiro Carcará (Júlio Machado) cruza seu caminho, obrigando-as a costurar para o bando que lidera. Ao que parece, em termos de produção, é um dos filmes brasileiros mais ambiciosos dos últimos anos. Em cartaz em grande circuito.

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ENTRE IRMÃS (Brasil, 2017), de Breno Silveira. Com Nanda Costa, Marjorie Estiano, Júlio Machado, Claudio Jaborondy, Ângelo Antônio. 166 min. Sony/H2O. 12 anos.

Cena de LOGAN LUCKY - ROUBO EM FAMÍLIA (2017), de Steven Soderbergh

Cena de LOGAN LUCKY – ROUBO EM FAMÍLIA (2017), de Steven Soderbergh

Steven Soderbergh está de volta, depois de um tempo em que anunciou a aposentadoria. Não conseguiu ficar longe das telas, pelo visto. Logan Lucky – Roubo em Família traz os irmãos Jimmy (Channing Tatum) e Clyde Logan (Adam Driver), que não são conhecidos por suas ideias geniais, mas bolam um plano para fazer um enorme assalto em plena corrida da NASCAR. Para concretizar a tarefa, contam com a ajuda de um especialista em roubos, Joe Bang (Daniel Craig). Mas primeiro eles precisam tirá-lo da prisão. Deve ser tão divertido quanto a trilogia de filmes de roubou de Soderbergh, Onze Homens e um Segredo (2001) e suas duas sequências. Em cartaz no UCI Iguatemi e Cinépolis RioMar.

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LOGAN LUCKY – ROUBO EM FAMÍLIA (Logan Lucky, EUA, 2017), de Steven Soderbergh. Com Channing Tatum, Adam Driver, Daniel Craig, Katie Holmes, Seth MacFarlane. 118 min. Diamond. 12 anos.

Cena de A MORTE TE DÁ PARABÉNS (2017), de Christopher Landon

Cena de A MORTE TE DÁ PARABÉNS (2017), de Christopher Landon

Engraçado como a fórmula inventada por O Feitiço do Tempo lá nos anos 1990 acabou rendendo frutos em outros filmes, como foi o caso de No Limite do Amanhã, de Doug Liman, e o recente Antes Que Eu Vá, de Ry Russo-Young. Esses filmes mostram pessoas revivendo o mesmo dia a cada manhã. Na trama de A Morte Te Dá Parabéns, uma mulher é assassinada e fica presa em um ciclo vicioso entre vida e morte. Ela deve resolver o mistério de seu próprio assassinato, ressuscitando várias vezes até descobrir quem foi o responsável pelo crime. Só quando ela compreender o que causou sua morte, poderá escapar de seu destino trágico. Em pré-estreia no Centerplex Messejana, Centerplex Via Sul e Cinépolis RioMar Kennedy.

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A MORTE TE DÁ PARABÉNS (Happy Death Day, EUA, 2017), de Christopher Landon. Com Jessica Rothe, Israel Broussard, Ruby Modine, Rachel Matthews, Charles Aitken. 96 min. Universal. 12 anos.

Cena de A MENINA ÍNDIGO (2016), de Wagner de Assis

Cena de A MENINA ÍNDIGO (2016), de Wagner de Assis

Dirigido pelo mesmo diretor de Nosso Lar (2010), A Menina Índigo, pelo trailer, apresenta características que o aproximam dos vários filmes espíritas que foram moda na primeira metade da década. Na trama, a menina Sofia, diferente das outras crianças,  descobre em meio as suas habilidades de pintar o dom de conseguir curar doenças. A notícia acaba se espalhando e chega nas mãos de uma jornalista sensacionalista. Para proteger a garota, seus pais separados precisam se unir. Diferente de Nosso Lar, que tinha uma intenção de trazer milhões de pessoas para as salas de cinema, A Menina Índigo parece que terá uma trajetória mais modesta. Em cartaz no UCI Iguatemi, em sessão única diária.

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A MENINA ÍNDIGO (Brasil, 2016), de Wagner de Assis. Com Fernanda Machado, Murilo Rosa, Letícia Braga, Giovanna de Toni, Nika Bonfim. 99 min. Film Connection. Livre.

Cena de COMO SE TORNAR O PIOR ALUNO DA ESCOLA (2017), de Fabrício Brittar

Cena de COMO SE TORNAR O PIOR ALUNO DA ESCOLA (2017), de Fabrício Brittar

Ao mesmo tempo que gosta de flertar com o politicamente incorreto, Danilo Gentili parece querer trazer de volta para o cinema um pouco do espírito das comédias juvenis dos anos 1980. Neste filme, Bernardo (Bruno Munhoz) e Pedro (Daniel Pimentel) são estudantes e enfrentam as clássicas tarefas de cumprir as obrigações escolares, tirar boas notas, ter bom comportamento e cumprir as regras da escola, cada vez mais elaboradas graças ao diretor Ademar (Carlos Villagrán). Frustrados, Pedro acaba encontrando um diário de como provocar o caos na escola sem ser pego, o que leva os dois amigos a seguirem as dicas do caderno. Em cartaz em grande circuito.

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COMO SE TORNAR O PIOR ALUNO DA ESCOLA (Brasil, 2017), de Fabrício Bittar. Com Bruno Munhoz, Daniel Pimentel, Danilo Gentili, Carlos Villagrán, Fábio Porchat. 104 min. Paris/Downtown. 14 anos.

Cena de AS AVENTURAS DO CAPITÃO CUECA - O FILME (2017), de David Soren

Cena de AS AVENTURAS DO CAPITÃO CUECA – O FILME (2017), de David Soren

Criado pelo americano Dav Pikey para uma série de livros infantis, o Capitão Cueca fez sucesso e rendeu uma série de TV, ainda que curta. Agora é a chance de o super-herói ser levado para o cinema e se tornar maior. Na trama, Jorge e Haroldo são amigos inseparáveis, tanto no colégio quanto na casa na árvore que mantém juntos, onde se dedicam a escrever histórias em quadrinhos do Capitão Cueca, super-herói por eles inventado. Ambos adoram se divertir na base de pegadinhas, especialmente em relação aos professores e ao rabugento diretor Krupp. Quando são ameaçados de serem separados de turma, Jorge usa um anel hipnótico contra o diretor, que faz com que ele obedeça a todas as suas ordens. É quando a dupla tem a ideia de transformá-lo no próprio Capitão Cueca. Em cartaz em grande circuito.

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AS AVENTURAS DO CAPITÃO CUECA – O FILME (Captain Underpants: The First Epic Movie, EUA, 2017), de David Soren. Com as vozes originais de Kevin Hart, Thomas Middleditch, Ed Helms, Jordan Peele. 89 min. Fox. Livre.

Pré-estreia

Cena de DE VOLTA PARA CASA (2017), de Hallie Meyers-Shyer

Cena de DE VOLTA PARA CASA (2017), de Hallie Meyers-Shyer

Quem estava com saudades da Reese Witherspoon agora poderá ter a chance de vê-la em uma comédia aparentemente muito simpática. Na trama, recém-separada do marido, ela é Alice Kinney, uma jovem mulher que decide recomeçar a sua vida mudando-se para sua cidade natal, Los Angeles, com suas duas filhas. Durante uma comemoração noturna do seu aniversário de 40 anos, Alice conhece três aspirantes a cineastas que precisam de um lugar para morar. Ela deixa os rapazes permanecerem em seu quarto de hóspede temporariamente, mas o acordo gera situações inesperadas. A nova família de Alice e um novo amor em vista chegam a um ponto crucial quando seu marido aparece. Em pré-estreia no UCI Iguatemi.

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DE VOLTA PARA CASA (Home Again, EUA, 2017), de Hallie Meyers-Shyer. Com Reese Witherspoon, Michael Sheen, Lake Bell, Nat Wolff, Candice Bergen. 97 min. H2O. 14 anos.

Saem de cartaz

As Duas Irenes
Divórcio
Em Defesa de Cristo
Exodus – De Onde Eu Vim Não Existe Mais
O Assassino – O Primeiro Alvo
O Fantasma da Sicília
O Melhor Professor da Minha Vida
Pendular

As estreias nacionais desta quinta-feira, 12, que não entram em cartaz em Fortaleza

El Amparo
Garoto Fantasma

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SEMANA 40 – AS ESTREIAS DESTA QUINTA-FEIRA EM FORTALEZA

Para compensar a semana fraca da semana passada, temos uma semana bem especial de estreias. A começar pela ficção científica Blade Runner 2049 (2017), de Denis Villeneuve, e pelo drama Na Praia à Noite Sozinha (2017), de Hong Sangsoo. Mas há ainda o drama O Melhor Professor da Minha Vida (2017), de Olivier Ayache-Vidal; a cinebiografia Churchill (2017), de Jonathan Teplitzky; e a comédia Chocante (2017), de Johnny Araújo e Gustavo Bonafé. Correndo por fora, e para alegrar os pequenos, a comédia Pica-Pau – O Filme (2017), de Alex Zamn, e a animação My Little Pony – O Filme (2017), de Jayson Thiessen. Em pré-estreia, o horror A Morte Te Dá Parabéns (2017), Jonathan Landon. Vale destacar também a mostra Cinema e Resistência

Cena de BLADE RUNNER 2049 (2017), de Denis Villeneuve

Cena de BLADE RUNNER 2049 (2017), de Denis Villeneuve

A ideia de uma continuação para Blade Runner, o Caçador de Androides (1982) talvez não tivesse sido sequer passada pela cabeça de Ridley Scott. Mas nasceu. E o curioso é que o novo filme não é dirigido por Scott, mas por Denis Villeneuve, um dos mais talentosos cineastas da nova geração e que aqui dirige sua segunda ficção científica após o sucesso de A Chegada (2016). Na trama de Blade Runner 2049, que se passa 30 anos após os acontecimentos do primeiro filme,  um oficial novato chamado K (Ryan Gosling) desenterra um terrível segredo que tem o potencial de mergulhar a sociedade no completo caos. A descoberta acaba levando-o a uma busca por Rick Deckard (Harrison Ford), desaparecido há 30 anos. Em cartaz em grande circuito, inclusive na sala IMAX.

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BLADE RUNNER 2049 (Reino Unido/Canadá/EUA, 2017), de Denis Villeneuve. Com Ryan Gosling, Harrison Ford, Dave Bautista, Robin Wright, Ana de Armas. 163 min. Sony. 14 anos.

Cena de NA PRAIA À NOITE SOZINHA (2017), de Hong Sangsoo

Cena de NA PRAIA À NOITE SOZINHA (2017), de Hong Sangsoo

Os fãs de Hong Sangsoo costumam dizer, em tom jocoso, que seus filmes são todos iguais. Mas claro que dizem isso com muito amor pelos seus trabalhos. Ter entre as estreias locais uma obra como Na Praia à Noite Sozinha é de dar gosto. É o quarto filme de Sangsoo a ser exibido em Fortaleza. Os outros foram A Visitante Francesa (2012), Filha de Ninguém (2013) e Certo Agora, Errado Antes (2015). No novo filme, de título poético, Younghee (Kim Min-hee) é uma atriz famosa que tem a sua vida pessoal exposta após um caso com um homem casado. Ela acaba então decidindo deixar sua cidade e passar um tempo em Hamburgo, na Alemanha, e dar uma pausa na carreira. Em cartaz no Cinema do Dragão.

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NA PRAIA À NOITE SOZINHA (Bamui Haebyun-eoseo Honja, Coreia do Sul/Alemanha, 2017), de Hong Sangsoo. Com Min-hee Kim, Young-hwa Seo, Jae-yeong Jeong, Seong-kun Mun. 101 min. Zeta. 14 anos.

Cena de O MELHOR PROFESSOR DA MINHA VIDA (2017), de Olivier Ayache-Vidal

Cena de O MELHOR PROFESSOR DA MINHA VIDA (2017), de Olivier Ayache-Vidal

Filmes sobre professores sempre são muito convidativos, por mais convencionais que possam ser. A comédia dramática O Melhor Professor da Minha Vida tem também como intenção fazer uma reflexão sobre o atual sistema de ensino francês – e que dizem valer também para o sistema brasileiro. Há uma discussão saudável a partir da pergunta: os alunos não querem aprender ou o professor é que não torna a matéria interessante? Na trama, o professor François Foucault (Denis Podalydès) leciona no renomado Liceu Henri IV, perto do Panthéon de Paris. Devido a uma série de eventos, porém, ele é obrigado a aceitar a transferência de um ano para uma escola no subúrbio da cidade e teme que o pior possa acontecer. Em cartaz no Pátio Dom Luís.

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O MELHOR PROFESSOR DA MINHA VIDA (Les Grands Esprits, França, 2017), de Olivier Ayache-Vidal. Com Denis Podalydès, Abdoulaye Diallo, Marie-Julie Baup, Léa Drucker, Pauline Huruguen. 106 min. Imovision. Classificação a definir.

Cena de CHURCHILL (2017), de Jonathan Teplitzky

Cena de CHURCHILL (2017), de Jonathan Teplitzky

Só em poder fornecer um resumo da vida do estadista Winston Churchill em um longa-metragem já torna o novo filme do diretor do pouco badalado Uma Longa Viagem (2013) no mínimo curioso. Churchill apresenta a vida do primeiro-ministro britânico vivido por Brian Cox e o momento histórico marcado como o Dia D, em 6 de junho de 1944, data em que o plano militar chamado Operação Overlord foi colocado em prática, com tropas aliadas desembarcando na Normandia. Este foi considerado o dia mais importante da Segunda Guerra Mundial, sendo decisivo para a vitória dos Aliados contra o Eixo. Logo, é também um filme interessante para os aficionados por Segunda Guerra Mundial. Em cartaz no Cinema de Arte (Cinépolis RioMar) e Pátio Dom Luís.

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CHURCHILL (Reino Unido, 2017), de Jonathan Teplitzky. Com Brian Cox, Miranda Richardson, John Slattery, Ella Purnell, Julian Wadham. 105 min. California. 14 anos.

Cena de CHOCANTE (2017), de Johnny Araújo e Gustavo Bonafé

Cena de CHOCANTE (2017), de Johnny Araújo e Gustavo Bonafé

Engraçado que o fenômeno das boy bands e o jeito como é mostrado no trailer da comédia Chocante tem mais a ver com os anos 1980, não? De todo modo, o filme é sobre uma famosa boy band brasileira que foi marcante para a juventude nos anos 1990, a Chocante. Vinte anos mais tarde, o grupo acabou, e Clay (Marcus Majella), Tim (Lúcio Mauro Filho), Téo (Bruno Mazzeo), Toni (Bruno Garcia) e Tarcísio tomaram rumos diferentes na vida. Os antigos colegas se reúnem para um evento inesperado: a morte de Tarcísio. No funeral, eles decidem se apresentar mais uma vez, em nome dos velhos tempos. No lugar do falecido colega, entra o novato Rod (Pedro Neschling). É torcer para que seja um filme bom e engraçado. Em cartaz em grande circuito.

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CHOCANTE (Brasil, 2017), de Johnny Araújo e Gustavo Bonafé. Com Tony Ramos, Bruno Mazzeo, Marcus Majella, Lúcio Mauro Filho, Klara Castanho. 94 min. Imagem. 12 anos.

Cena de PICA-PAU - O FILME (2017), de Alex Zamn

Cena de PICA-PAU – O FILME (2017), de Alex Zamn

Não sei quantas gerações viveram para acompanhar tão de perto o anárquico pássaro Pica-Pau. Pica-Pau – O Filme traz o personagem para um live action (com o pássaro sendo uma animação em CGI). Na trama, Pica-Pau está metido em mais uma de suas insanas brigas por território. Os inimigos da vez são o vigarista Lance Walters (Timothy Omundson) e sua namorada Vanessa (a brasileira Thaila Ayala). Precisando de dinheiro, eles estão determinados a construir uma extravagante mansão na floresta e lucrar com sua venda, mas Pica-Pau também mora no terreno e não pretende deixá-los em paz. Em cartaz em grande circuito.

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PICA-PAU – O FILME (Woody Woodpecker, EUA, 2017), de Alex Zamn. Com Timothy Omundson, Thaila Ayala, Eric Bauza, Graham Verchere, Jordana Largy. 84 min. Universal. Livre.

Cena de MY LITTLE PONY - O FILME (2017), de Jayson Thiessen

Cena de MY LITTLE PONY – O FILME (2017), de Jayson Thiessen

Às vezes há alguns sucessos que só são conhecidos pelo grande público quando chegam nos cinemas. My Little Pony, por exemplo, que começou com brinquedos da Hasbro (a mesma de G.I. Joe e dos Transformers), é um deles. Depois de ter virado filme e depois série animada de sucesso, eis que um filme mais ambicioso aporta nos cinemas: My Little Pony – O Filme. Na trama, uma força obscura ameaça Ponyville e a Mane 6, e os pequenos pôneis embarcam em uma viagem até o fim de Equestria para salvar sua amada casa. Lá eles conhecem novos amigos e passam por desafios perigosos ao longo do caminho. Em cartaz em grande circuito.

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MY LITTLE PONY – O FILME (My Little Pony – The Movie, Canadá/EUA, 2017), de Jayson Thiessen. Com as vozes originais de Emily Blunt, Kristin Chenoweth, Liev Schreiber. 99 min. Paris. Livre.

Pré-estreia

Cena de A MORTE TE DÁ PARABÉNS (2017), de Christopher Landon

Cena de A MORTE TE DÁ PARABÉNS (2017), de Christopher Landon

Engraçado como a fórmula inventada por O Feitiço do Tempo lá nos anos 1990 acabou rendendo frutos em outros filmes, como foi o caso de No Limite do Amanhã, de Doug Liman, e o recente Antes Que Eu Vá, de Ry Russo-Young. Esses filmes mostram pessoas revivendo o mesmo dia a cada manhã. Na trama de A Morte Te Dá Parabéns, uma mulher é assassinada e fica presa em um ciclo vicioso entre vida e morte. Ela deve resolver o mistério de seu próprio assassinato, ressuscitando várias vezes até descobrir quem foi o responsável pelo crime. Só quando ela compreender o que causou sua morte, poderá escapar de seu destino trágico. Em pré-estreia no Centerplex Messejana, Centerplex Via Sul e Cinépolis RioMar Kennedy.

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A MORTE TE DÁ PARABÉNS (Happy Death Day, EUA, 2017), de Christopher Landon. Com Jessica Rothe, Israel Broussard, Ruby Modine, Rachel Matthews, Charles Aitken. 96 min. Universal. 12 anos.

Especial

Cena de ANTÔNIO UM DOIS TRÊS (2017), de Leonardo Mouramateus

Cena de ANTÓNIO UM DOIS TRÊS (2017), de Leonardo Mouramateus

A mesma turma que fez as ótimas mostras Cinema em Transe e Mostra Eddie Saeta está de volta com novos e interessantes filmes a serem exibidos durante uma semana no Cinema do Dragão. É a Mostra Cinema e Resistência. O filme que introduz a mostra, nesta quinta-feira, é Era uma Vez em Brasília, o novo trabalho de Adirley Queirós. Outros títulos que merecem destaque são António Um Dois Três, de Leonardo Mouramateus, e o novo filme de Lucrécia Martel, Zama, que encerra a mostra, na quarta-feira. Certamente os filmes menos badalados merecem a devida atenção, até por terem sido selecionados com muito carinho. Só quem ganha é o cinéfilo com uma iniciativa como esta. Programação e detalhes na fanpage do evento AQUI.

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Saem de cartaz

Bingo – O Rei das Manhãs
Columbus
Lino
Mulher-Maravilha
O Que Será de Nozes 2
O Sono da Morte
Rodin
Uma Mulher Fantástica

A estreia nacional desta quinta-feira, 5, que não entra em cartaz em Fortaleza

Rock’n Roll – Por Trás da Fama

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SEMANA 39 – AS ESTREIAS DESTA QUINTA-FEIRA EM FORTALEZA

Uma semana pouco usual e que conta com alguns títulos bem diversificados entre as estreias. Os destaques são o drama O Fantasma da Sicília (2017), de  Fabio Grassadonia e Antonio Piazza; o documentário Exodus – De Onde Eu Vim Não Existe Mais (2017), de Hank Levine; e a aventura Kingsman – O Círculo Dourado (2017), de Matthew Vaughn. Correndo por fora, o horror Sono Mortal (2016), de Phillip Guzman; a comédia Duas de Mim (2017), de Cininha de Paula; e a animação LEGO Ninjago – O Filme (2017), de Charlie Bean, Paul Fisher e Bob Logan

Cena de O FANTASMA DA SICÍLIA (2017), de Fabio Grassadonia e Antonio Piazza

Cena de O FANTASMA DA SICÍLIA (2017), de Fabio Grassadonia e Antonio Piazza

Há sempre a esperança de que o cinema italiano renasça, com novos nomes na direção. O Fantasma da Sicília pode ser uma chance. O filme abriu a Semana da Crítica do Festival de Cannes deste ano, ganhou um prêmio de roteiro no Festival de Sundance e tem recebido vários elogios por onde passou. Na trama, Giuseppe (Gaetano Fernandez) é um corajoso garoto de 13 anos de idade, que desapareceu nas mediações de uma misteriosa floresta localizada na pequena aldeia em que vivia. A única pessoa que parece não se conformar com o sumiço dele é a pequena Luna (Julia Jedlikowska), que está disposta a enfrentar todos os perigos para resgatar seu amigo.  Em cartaz no Cinema do Dragão.

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O FANTASMA DA SICÍLIA (Sicilian Ghost Story, Itália/França/Suíça, 2017), de Fabio Grassadonia e Antonio Piazza. Com Julia Jedlikowska, Gaetano Fernandez, Corinne Musallari, Andrea Falzone, Federico Finocchiaro. 122 min. Pandora. 14 anos.

Cena de EXODUS - DE ONDE EU VIM NÃO EXISTE MAIS (2017), de Hank Levine

Cena de EXODUS – DE ONDE EU VIM NÃO EXISTE MAIS (2017), de Hank Levine

Uma boa chance de ver um documentário bem ambicioso produzido aqui mesmo no Brasil e que se passa em diversas partes do mundo. O filme acompanha as jornadas de seis refugiados, Napuli, Tarcha, Bruno, Dana, Nizar e Lahtow. Exodus é uma observação sobre o estado do mundo frente à crise dos refugiados que se espalhou por todo o planeta, visto que cada vez mais pessoas deixam seus lares para fugirem de motivos diversos como guerras e epidemias, buscando um porto seguro para recomeçar suas vidas. O documentário conta com a voz do politizado e talentoso Wagner Moura, na narração. Em cartaz no Cinema do Dragão e no Cinema de Arte (Cinépolis RioMar).

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EXODUS – DE ONDE EU VIM NÃO EXISTE MAIS (Brasil/Alemanha, 2017), de Hank Levine. Documentário. 105 min. O2 Play/Paris. 14 anos.

Cena de KINGSMAN - O CÍRCULO DOURADO (2017), de Matthew Vaughn

Cena de KINGSMAN – O CÍRCULO DOURADO (2017), de Matthew Vaughn

O primeiro filme, Kingsman – Serviço Secreto (2014), foi um sucesso. Agora, o mesmo diretor, o sempre competente Matthew Vaughn, se reúne ao elenco original e a novos nomes para uma aventura nos Estados Unidos. Na trama, um súbito e grandioso ataque de mísseis praticamente elimina o Kingsman, que conta apenas com Eggsy (Taron Egerton) e Merlin (Mark Strong) como remanescentes. Em busca de ajuda, eles partem para os Estados Unidos à procura da Statesman, uma organização secreta de espionagem onde trabalham outros agentes. A intenção é unir forças contra a grande inimiga: Poppy (Julianne Moore), a maior traficante de drogas da atualidade. Em cartaz em grande circuito, inclusive na sala IMAX.

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KINGSMAN – O CÍRCULO DOURADO (Kingsman – The Golden Circle, Reino Unido/EUA, 2017), de Matthew Vaughn. Com Taron Egerton, Colin Firth, Mark Strong, Hanna Alström, Julianne Moore. 141 min. Fox. 16 anos.

Cena de SONO MORTAL (2016), de Phillip Guzman

Cena de SONO MORTAL (2016), de Phillip Guzman

Sono Mortal tem tudo para ser um desses filmes de terror bem genéricos que logo esquecemos. Mas é sempre bom poder descobrir boas surpresas de onde menos se espera, principalmente para quem é fã do gênero. Na trama oficial, Kate Bowman (Jocelin Donahue) é uma assistente social que está investigando uma série de casos em que pessoas morreram enquanto dormiam. Pouco antes das mortes, as vítimas relataram que uma força sobrenatural apareceu enquanto sofriam paralisia do sono. A medida que se aprofunda no caso, Kate abre espaço para a fúria da criatura, fazendo com que ela e sua família sofram com um antigo mal. Em cartaz no Centerplex Via Sul e Centerplex Messejana.

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SONO MORTAL (Dead Awake, EUA, 2016), de Phillip Guzman. Com Jocelin Donahue, Jesse Bradford, Jesse Borrego, Lori Petty, Brea Grant. 99 min. Europa. 14 anos.

Cena de DUAS DE MIM (2017), de Cininha de Paula

Cena de DUAS DE MIM (2017), de Cininha de Paula

Mais uma comédia popular com tiques de humor televisivo pinta nas telonas. Desta vez para contar a história de Suellen (Thalita Carauta, do programa humorístico Zorra), uma cozinheira que trabalha duro para manter sozinha o filho pequeno, a irmã mais nova e a mãe. Um dia, seus sonhos viram realidade: ela se divide em duas. Sua cópia, idêntica fisicamente, tem claras diferenças de personalidade, sendo muito mais extrovertida e corajosa. A ideia seria dividir as tarefas com a comparsa, mas logo Suellen percebe que sua sósia tem planos próprios. Duas de Mim marca a estreia na direção de longas da diretora Cininha De Paula, que já tem um longo currículo na televisão. Pode ser divertido, se a diretora e o elenco acertarem o tom. Em cartaz em grande circuito.

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DUAS DE MIM (Brasil, 2017), de Cininha de Paula. Com Thalita Carauta, Luma Costa, Marcio Garcia, Maria Gladys, Letícia Lima. 83 min. Downtown/Paris. 12 anos.

Cena de LEGO NINJAGO - O FILME (2017), de Charlie Bean, Paul Fisher e Bob Logan

Cena de LEGO NINJAGO – O FILME (2017), de Charlie Bean, Paul Fisher e Bob Logan

Para quem gosta desses filmes baseados nos brinquedos LEGO, e que já rendeu três grandes produções para cinema, contando com este, LEGO Ninjago – O Filme pode ser uma boa diversão. Na trama, Nya, Cole, Jay, Zane, Kai e Lloyd são adolescentes comuns enfrentando os problemas na escola durante o dia. Mas à noite eles se tornam ninjas, defendendo a sua ilha natal, Ninjago. Quando Garmadon ataca a cidade com monstros, Lloyd descobre que seu adversário é ninguém menos que o próprio pai. Há a brincadeira em torno de Star Wars, mas deve haver outras inúmeras piadas internas, embora eu não veja muita graça no que o trailer mostra. Em cartaz em grande circuito.

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LEGO NINJAGO – O FILME (The LEGO Ninjago Movie, Dinamarca/EUA, 2017), de Charlie Bean, Paul Fisher e Bob Logan. Com as vozes originais de Jackie Chan, Dave Franco, Fred Armisen. 101 min. Warner. Livre.

Saem de cartaz

A Torre Negra
Amytiville – O Despertar
Anabelle 2 – A Criação do Mal
Atômica
Carros 3
Como Nossos País
Esta É a Sua Morte – O Show
Meus 15 Anos
O Jantar
O Que Será de Nozes 2
O Sequestro

As estreias nacionais desta quinta-feira, 28, que não entram em cartaz em Fortaleza

A Ópera de Paris
Amor, Paris, Cinema

Veja o trailer de Amor, Paris, Cinema

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SEMANA 38 – AS ESTREIAS DESTA QUINTA-FEIRA EM FORTALEZA

Mais uma semana interessante de estreias, com destaque para o horror Mãe! (2017), de Darren Aronofsky, e o drama Pendular (2017), de Júlia Murat. Há também a comédia Divórcio (2017), de Pedro Amorim; e os thrillers O Assassino – O Primeiro Alvo (2017), de Michael Cuesta, O Sequestro (2017), de Luis Prieto, e Esta É a Sua Morte – O Show (2017), de Giancarlo Esposito. Vale destacar também o retorno em cartaz do drama Bingo – O Rei das Manhãs (2017), de Daniel Rezende, em virtude de sua escolha para o Oscar

Jennifer Lawrence em MÃE! (2017), de Darren Aronofsky

Jennifer Lawrence em MÃE! (2017), de Darren Aronofsky

Um dos filmes mais controversos do ano dirigido por um cineasta também famoso por polêmicas e divisões. Vaiado no Festival de Veneza, onde foi apresentado pela primeira vez, Mãe! ainda assim é dessas obras que tem recebido comentários bem contraditórios e por isso mesmo chama a atenção para si, que ainda por cima tem gente como Jennifer Lawrence, Javier Bardem e Michelle Pfeiffer no elenco. Na trama, um casal tem o relacionamento testado quando pessoas não convidadas surgem em sua residência acabando com a tranquilidade reinante. O filme declarou ter se inspirado em O Bebê de Rosemary, de Roman Polanski. Em cartaz em grande circuito.

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MÃE! (Mother!, EUA, 2017), de Darren Aronofsky. Com Jennifer Lawrence, Javier Bardem, Ed Harris, Michelle Pfeiffer, Brian Gleeson. 121 min. Paramount. 16 anos.

Cena de PENDULAR (2017), de Júlia Murat

Cena de PENDULAR (2017), de Júlia Murat

Os espectadores do ainda em andamento Festival de Brasília puderam ver em première brasileira Pendular, o novo filme de Júlia Murat, que ganhou o prêmio FIPRESCI da Mostra Panorama do Festival de Berlim. Na trama oficial, em um galpão abandonado, um casal de artistas contemporâneos observa a arte, a performance e sua intimidade se misturarem. A partir de contradições, eles vão aos poucos perdendo sua capacidade de distinguir o que faz parte dos seus projetos artísticos e o que nada mais é que a relação amorosa, criando até mesmo um conflito com seu passado. A performance de Raquel Karro vem sendo muito elogiada e para os espectadores de Fortaleza é a chance de ter um filme da diretora em circuito. Em cartaz no Cinema do Dragão.

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PENDULAR (Brasil/Argentina/França, 2017), de Júlia Murat. Com Raquel Karro, Rodrigo Bolzan, Valeria Barretta, Renato Linhares, Neto Machado. Vitrine. Classificação a definir.

Cena de DIVÓRCIO (2017), de Pedro Amorim

Cena de DIVÓRCIO (2017), de Pedro Amorim

Terceiro longa-metragem de Pedro Amorim, depois de Mato sem Cachorro (2013) e Superpai (2015), Divórcio é mais um exemplar de comédia que se espera que seja acima da média. Também não parece pedir mais do que isso. Na trama de Divórcio, O casal Noeli (Camila Morgado) e Júlio (Murilo Benício) leva uma vida humilde, até que os dois ficam ricos depois de criar um molho de tomate que virou sucesso nacional. Com o passar dos anos os dois vão se distanciando e um incidente é a gota d’água para a separação. Enquanto vão em busca do melhor advogado para defender o patrimônio, os dois se envolvem num processo de divórcio complicado. Interessante notar que Camila Morgado tem ficado bem à vontade em comédias. Em cartaz em grande circuito.

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DIVÓRCIO (Brasil, 2017), de Pedro Amorim. Com Murilo Benício, Camila Morgado, André Mattos, Luciana Paes, Márcia Cabritta. 104 min. Warner. 12 anos.

Cena de O ASSASSINO - O PRIMEIRO ALVO (2017), de Michael Cuesta

Cena de O ASSASSINO – O PRIMEIRO ALVO (2017), de Michael Cuesta

Sempre bom quando filmes de ação também procuram ser um bom combustível para mostrar situações dramáticas. Pode ser o caso deste O Assassino – O Primeiro Alvo, a julgar pela sinopse oficial: Stan Hurley (Michael Keaton), veterano da Guerra Fria, recebe sua tarefa mais complexa enquanto agente de treinamento da CIA quando o seu superior ordena que Hurley treine um ex-soldado das forças especiais cujo estado psicológico está devastado após a morte de sua noiva. O filme chama atenção pela presença de Michael Keaton, que tem se mostrado cada vez melhor à medida que envelhece – ele quase salvou o bobo e novo filme do Homem-Aranha, inclusive. Em cartaz em grande circuito.

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O ASSASSINO – O PRIMEIRO ALVO (American Assassin, EUA, 2017), de Michael Cuesta. Com Dylan O’Brien, Michael Keaton, Sanaa Lathan, Charlotte Vega, Jeff Davis. 112 min. Paris. 16 anos.

Cena de O SEQUESTRO (2017), de Luis Prieto

Cena de O SEQUESTRO (2017), de Luis Prieto

Já faz um bom tempo que Halle Berry ganhou seu Oscar com a ótima performance de A Última Ceia (2001), de Marc Forster. Desde então, porém, a carreira da atriz não andou muito boa. Talvez apenas, dentre os filmes que ela protagonizou, Coisas Que Perdemos pelo Caminho (2007), de Suzanne Bier, seja um título de destaque. Agora que O Sequestro está chegando aos cinemas, é possível lembrar de outro suspense similar feito em 2013 com ela, Chamada de Urgência. Na trama de O Sequestro, ela é uma mãe que vive um pesadelo: seu filho pequeno é sequestrado e ela resolve não agir passivamente esperando pela polícia e passa a ir em busca dos bandidos. Em cartaz em grande circuito.

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O SEQUESTRO (Kidnap, EUA, 2017), de Luis Prieto. Com Halle Berry, Sage Correa, Chris McGinn, Lew Temple, Jason George. 95 min. H2O. 14 anos.

Cena de ESTA É A SUA MORTE - O SHOW (2017), de Giancarlo Esposito

Cena de ESTA É A SUA MORTE – O SHOW (2017), de Giancarlo Esposito

Giancarlo Esposito não é muito famoso como diretor. Ele deve ser mais conhecido pelas novas gerações por seu marcante papel de chefe das drogas em Breaking Bad, embora tenha já uma carreira de ator com quase 200 títulos. Esta É a Sua Morte – O Show é o seu segundo filme como diretor. Na trama, Adam Rogers (Josh Duhamel) é um apresentador de TV que tem um novo e ousado programa, em que as pessoas são pagas para se matarem ao vivo. Tal iniciativa macabra gera muitos protestos mas também faz bastante sucesso, graças ao fascínio do público em acompanhar a degradação de outras pessoas. Pena que o filme só será exibido na cidade em cópias dubladas. Em cartaz no Centerplex Via Sul e Centerplex Messejana.

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ESTA É A SUA MORTE – O SHOW (This Is Your Death, EUA, 2017), de Giancarlo Esposito. Com James Franco, Famke Janssen, Josh Duhamel, Sarah Wayne Callies, Giancarlo Esposito. 104 min. Cineart. 18 anos.

Cena de RODIN (2017), de Jacques Doillon

Cena de RODIN (2017), de Jacques Doillon

Um filme que só tem duas horas mas parece ter três este Rodin, de Jacques Doillon. Impressionantemente desinteressante, mesmo com um ator da força de um Vincent Lindon à frente do personagem. Tentam dar um ar “de arte”, com uns fade outs e uns hiatos temporais e tal, mas não tem jeito. De ponto positivo, as modelos e, claro, o trabalho impressionante do artista. No caso, o problema nem é o filme ser quadrado. Se fosse, quem sabe até descesse melhor. Na trama, o escultor Auguste Rodin (Vincent Lindon) já é bastante conhecido, mas nunca conseguiu nenhuma encomenda do Estado. Esta oportunidade chega aos 40 anos de idade, com a escultura “La Porte de l’Enfer”. Em cartaz no Pátio Dom Luís.

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RODIN (França/Bélgica/EUA, 2017), de Jacques Doillon. Com Vincent Lindon, Izïa Higelin, Séverine Caneele, Bernard Verley, Anders Danielsen Lie. 119 min. Mares. Classificação a definir.

Saem de cartaz

Corpo Elétrico
David Lynch – A Vida de um Artista
Dupla Explosiva
Homem-Aranha – De Volta ao Lar
Meu Malvado Favorito 3

A estreia nacional desta quinta-feira, 21, que não entra em cartaz em Fortaleza

A Garota do Armário

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SEMANA 37 – AS ESTREIAS DESTA QUINTA-FEIRA EM FORTALEZA

Depois de uma semana fraca de estreias, como foi a passada, temos uma que anima, principalmente pelos filmes independentes. Os destaques são os dramas Columbus (2017), de Kogonada, As Duas Irenes (2017), de Fabio Meira, Uma Mulher Fantástica (2017), de Sebastián Lelio, e O Jantar (2017), de Oren Moverman. No circuitão, há o thriller Feito na América (2017), de Doug Liman; o horror Amityville – O Despertar (2017), de Franck Khalfoun; o drama religioso Em Defesa de Cristo (2017), de Jon Gunn; e a animação O Que Será de Nozes 2 (2017), de Carl Brunker. Em pré-estreia, o suspense O Sequestro (2017), de Luis Prieto

Cena de COLUMBUS (2017), de Kogonada

Cena de COLUMBUS (2017), de Kogonada

Uma das estreias mais festejadas pela crítica e pelo público dos festivais independentes recentemente foi a do diretor Kogonada, e seu longa Columbus. Tem-se falado bastante dos detalhes arquitetônicos e do fascínio pelos espaços que se soma muito bem ao relacionamento dos dois protagonistas, vividos por John Cho e Haley Lu Richardson, em uma relação que tem sido comparada à da trilogia iniciada com Antes do Amanhecer, por Richard Linklater.  Na trama, Casey (Richardson) vive com sua mãe em uma cidade pouco conhecida e Jin (Cho) é um visitante do outro lado do mundo que visita seu pai que está quase falecendo. Sobrecarregados pelo peso do futuro, eles encontram refúgio um no outro e na arquitetura que os rodeia. Em cartaz no Cinema do Dragão.

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COLUMBUS (EUA, 2017), de Kogonada. Com John Cho, Haley Lu Richardson, Parker Posey, Erin Allegretti, Rory Culkin. 100 min. Supo Mungam. Classificação a definir.

Cena de AS DUAS IRENES (2017), de Fabio Meira

Cena de AS DUAS IRENES (2017), de Fabio Meira

Exibido em Berlim e bastante premiado no recente Festival de Gramado, As Duas Irenes é o longa-metragem de estreia na direção de Fabio Meira, roteirista do ótimo De Menor (2013), de Caru Alves de Souza. Na trama oficial de As Duas Irenes, Irene (Priscila Bittencourt) é a filha do meio de uma família tradicional do interior, que um dia descobre que o pai (Marco Ricca) tem uma filha fora do casamento, também chamada Irene (Isabela Torres) e da mesma idade que ela. Revoltada com a descoberta, Irene passa a se aproximar de sua meio-irmã e da mãe dela, sem revelar sua identidade. É o início de uma cumplicidade entre elas, que passa também pela descoberta da sexualidade. Em cartaz no Cinema do Dragão.

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AS DUAS IRENES (Brasil, 2017), de Fabio Meira. Com Priscila Bittencourt, Isabela Torres, Marco Ricca, Suzana Ribeiro, Inês Peixoto. 89 min. Vitrine. Classificação a definir.

Cena de UMA MULHER FANTÁSTICA (2017), de Sebastián Lelio

Cena de UMA MULHER FANTÁSTICA (2017), de Sebastián Lelio

Uma Mulher Fantástica, de Sebastián Lelio, diretor de Gloria (2013), é desses filmes que tem como principal mérito a capacidade de deixar o espectador muito interessado em acompanhar a história de Marina (Daniela Vega), uma mulher transexual, em seu calvário, após perder o amante/companheiro, vítima de um aneurisma. Como aquele homem que se foi representava para ela o mais próximo que conseguira chegar de uma aceitação como mulher pela sociedade, o que vem a seguir é uma série de situações de humilhação e agressão. O vigor de Uma Mulher Fantástica o destaca como uma obra que tende a alcançar um público até bem grande dentro do circuito alternativo. Em cartaz no Pátio Dom Luís.

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UMA MULHER FANTÁSTICA (Una Mujer Fantástica, Chile/Alemanha/Espanha/EUA, 2017), de Sebastián Lelio. Com Daniela Vega, Francisco Reyes, Luis Gnecco, Aline Küppenheim, Nicolás Saavedra. 104 min. Imovision. 14 anos.

Cena de O JANTAR (2017), de Oren Moverman

Cena de O JANTAR (2017), de Oren Moverman

O diretor Oren Moverman é possivelmente um nome a ser visto com mais atenção pelo público mais exigente. Como diretor, tem em seu currículo o elogiado O Mensageiro (2009) e outros dois outros filmes que passaram batido em nosso circuito. O anterior, O Encontro (2014), é também protagonizado por Richard Gere, um dos principais nomes de O Jantar. Na trama, dois casais se encontram em um elegante restaurante de Amsterdã. Enquanto a comida vai e vem, eles começam a conversar, passando por banalidades da vida até assuntos mais complicados. A discussão chega ao seu limite quando falam sobre seus filhos adolescentes, dois rapazes que estão envolvidos em uma complicada investigação policial. Em cartaz no Cinema de Arte (Cinépolis RioMar)

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O JANTAR (The Dinner, EUA, 2017), de Oren Moverman. Com Richard Gere, Rebecca Hall, Laura Linney, Steve Coogan, Chloë Sevigny. 120 min. California. 16 anos.

Cena de FEITO NA AMÉRICA (2017), de Doug Liman

Cena de FEITO NA AMÉRICA (2017), de Doug Liman

De vez em quando é bom ver Tom Cruise fazendo algo que não esteja entre suas já famosas e um pouco cansadas franquias. Em Feito na América, nova parceria com o cineasta Doug Liman, com quem fez o ótimo No Limite do Amanhã (2014), Tom Cruise é Barry Seal, um piloto que trafica drogas e armas para o mítico cartel de Medellín e, recrutado pela CIA, torna-se agente duplo. Resta saber se dá pra comprar as cenas de perigo com Cruise estando neste papel, levando em consideração que ele é sempre imbatível e nunca perde o rebolado. Porém, é possível que as várias críticas positivas no exterior sejam um bom sinal de que se trata de um belo e interessante filme. Em cartaz em grande circuito.

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FEITO NA AMÉRICA (American Made, EUA, 2017), de Doug Liman. Com Tom Cruise, Domhnall Gleeson, Sarah Wright, Jesse Plemons, Caleb Landry Jones. 115 min. Universal. 14 anos.

Cena de AMITYVILLE - O DESPERTAR (2017), de Franck Khalfoun

Cena de AMITYVILLE – O DESPERTAR (2017), de Franck Khalfoun

Se colocarmos no Google a palavra Amityvillle seguido de IMDB vamos dar de cara com pelo menos nove títulos com o nome da cidade onde ocorreram os eventos tenebrosos e que foram para o cinema primeiramente em 1979 com Horror em Amityville, de Stuart Rosemberg. A partir daí vieram continuações, remakes e derivados que não param de surgir. Amityville – O Despertar é um dos novos títulos a engrossar as tentativas de capitalizar em cima dos sustos e medos da casa amaldiçoada. Na trama, uma jovem jornalista decide fazer uma reportagem para revelar todos os acontecimentos de Amityville, desde 1976. Ela chega ao local acompanhada de padres, outros jornalistas e de investigadores de atividades paranormais. No entanto, os fenômenos de antigamente voltam a acontecer. Em cartaz em grande circuito.

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AMITYVILLE – O DESPERTAR (Amityville: The Awakening, EUA, 2017), de Franck Khalfoun. Com Jennifer Jason Leigh, Bella Thorne, Cameron Monaghan, Jennifer Morrison, Mckenna Grace. 85 min. Paris. 12 anos.

Cena de EM DEFESA DE CRISTO (2017), de Jon Gunn

Cena de EM DEFESA DE CRISTO (2017), de Jon Gunn

Na linha de filmes religiosos, chega ao Brasil este Em Defesa de Cristo, que conta com alguns nomes famosos no elenco, o que em geral é pouco comum em se tratando de produções baratas e que miram um público cristão. Na trama oficial, Lee Strobel é um jornalista durão que está exatamente onde queria na sua carreira: no topo. Após ganhar um prêmio por um relatório investigativo, ele foi promovido no Chicago Tribune. Em casa, a situação é diferente. Leslie, sua esposa, começou a ter fé em Cristo, indo contra suas crenças, já que é um ateu declarado. Para salvar seu casamento, Lee utiliza sua experiência jornalística e legal para iniciar uma busca a fim de contestar as reivindicações do Cristianismo. Em cartaz nos cinemas da rede Cinépolis.

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EM DEFESA DE CRISTO (The Case for Christ, EUA, 2017), de Jon Gunn. Com Mike Vogel, L. Scott Caldwell, Erika Christensen, Faye Dunaway, Robert Forster. 117 min. California. 12 anos.

Cena de O QUE SERÁ DE NOZES 2 (2017), de Carl Brunker

Cena de O QUE SERÁ DE NOZES 2 (2017), de Carl Brunker

O primeiro O Que Será de Nozes (2014) nos apresentou ao esquilo Surly, que foi expulso de um parque na cidade grande e precisou encontrar outras maneiras de sobreviver. O lugar dos seus sonhos estava muito perto dele: uma loja repleta de nozes, castanhas, amêndoas etc. e Surly reuniu os amigos para invadir o lugar. Na sequência da comédia de sucesso, Surly e seus amigos descobrem que o prefeito da cidade está planejando instalar em cima de seu lar um gigantesco parque de diversões. A ideia é procurar impedir que isso aconteça. O Que Será de Nozes 2 é uma animação da Universal Pictures. Os nomes na dublagem americana denunciam que se trata de uma animação classe A. Em cartaz em grande circuito.

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O QUE SERÁ DE NOZES 2 (The Nut Job 2: Nutty by Nature, Canadá/Coreia do Sul/EUA, 2017), de Carl Brunker. Com as vozes originais de Will Arnett, Katherine Heigl, Maya Rudolph, Bobby Cannavale. 91 min. Diamond. Livre.

Pré-estreia

Cena de O SEQUESTRO (2017), de Luis Prieto

Cena de O SEQUESTRO (2017), de Luis Prieto

Já faz um bom tempo que Halle Berry ganhou seu Oscar com a ótima performance de A Última Ceia (2001), de Marc Forster. Desde então, porém, a carreira da atriz não andou muito boa. Talvez apenas, dentre os filmes que ela protagonizou, Coisas Que Perdemos pelo Caminho (2007), de Suzanne Bier, seja um título de destaque. Agora que O Sequestro está chegando aos cinemas, é possível lembrar de outro suspense similar feito em 2013 com ela de título Chamada de Urgência. Na trama de O Sequestro, ela é uma mãe que vive um pesadelo: seu filho pequeno é sequestrado e ela resolve não agir passivamente esperando pela polícia e passa a ir em busca dos bandidos. Em pré-estreia no UCI Iguatemi e no UCI Parangaba.

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O SEQUESTRO (Kidnap, EUA, 2017), de Luis Prieto. Com Halle Berry, Sage Correa, Chris McGinn, Lew Temple, Jason George. 95 min. H2O. Classificação a definir.

Saem de cartaz

2:22 – Encontro Marcado
Afterimage

Bingo – O Rei das Manhãs
Doidas e Santas
Dupla Explosiva
Os Guardiões

Os Últimos Dias em Havana
Um Filme de Cinema

As estreias nacionais desta quinta-feira, 14, que não entram em cartaz em Fortaleza

A Gente
Deserto
Glory

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SEMANA 36 – AS ESTREIAS DESTA QUINTA-FEIRA EM FORTALEZA

Depois de uma semana de ótimas estreias, eis que chega uma semana fraca de estreias. Entre as opções, há o horror It – A Coisa (2017), de Andy Muschietti; a animação Lino – O Filme (2017), de Rafael Ribas; e os thrillers 2:22 – Encontro Marcado (2017), de Paul Currie, e Polícia Federal – A Lei É para Todos (2017), de Marcelo Antunez

Cena de IT - A COISA (2017), de Andy Muschietti

Cena de IT – A COISA (2017), de Andy Muschietti

Uma adaptação de It, de Stephen King, já havia sido feita para a televisão em uma produção que saiu em VHS um tempo atrás, no início dos anos 1990. O novo filme tem a vantagem de ser dirigido pelo cineasta argentino Andy Muschietti, o mesmo do controverso Mama (2013). Na trama oficial, quando as crianças começam a desaparecer na cidade de Derry, no Maine, os meninos do bairro se unem para atacar Pennywise, um palhaço malvado, cuja história de assassinato e violência remonta há séculos. O trailer já vem sendo exibido há algumas semanas nos cinema e promete ser um sucesso de público. A duração um pouco longa é meio atípica para um filme de horror, mas esperamos que o diretor consiga contornar este obstáculo. Em cartaz em grande circuito.

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IT – A COISA (It, EUA, 2017), de Andy Muschietti. Com Bill Skarsgård, Finn Wolfhard, Sophia Lillis, Javier Botet, Jaeden Lieberher. 135 min. Warner. 14 anos.

Cena de LINO - O FILME (2017), de Rafael Ribas

Cena de LINO – O FILME (2017), de Rafael Ribas

Não é sempre que temos a oportunidade de ver uma animação brasileira estrelando com algum destaque em nossos cinemas. E como é um gênero muito complicado e difícil de fazer, é importante prestigiar. Na trama oficial, Lino é um animador de festas muito azarado que não aguenta mais seu emprego, pois precisa vestir todos os dias uma horrorosa fantasia de um gato gigante e aguentar sempre a mesma rotina de maus tratos das crianças. Cansado de tudo e tentando se livrar da falta de sorte que o persegue, ele resolve buscar a ajuda de Don Leon, um suposto “mago” não muito talentoso, que o transforma justamente no que ele mais queria se livrar: sua própria fantasia! Em cartaz em grande circuito.

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LINO – O FILME (Brasil, 2017), de Rafael Ribas. Com as vozes originais de Selton Mello, Paolla Oliveira, Dira Paes. 93 min. Fox. Livre.

Cena de 2:22 - ENCONTRO MARCADO (2017), de Paul Currie

Cena de 2:22 – ENCONTRO MARCADO (2017), de Paul Currie

O trailer não engana. Trata-se de um filme B um tanto vagabundo. Mas a trama mexe com com o tempo e as leis da física ou algo do tipo e até pode ser interessante, mesmo com o alto número de críticas ruins no Rotten Tomatooes. Na trama, Dylan Branson (Michiel Huisman) é um homem que tem a sua vida permanentemente mudada quando uma série de eventos se repete exatamente no mesmo horário todos os dias, às 2:22 da tarde. Quando Dylan se apaixona por Sarah (Teresa Palmer), uma jovem mulher que tem sua vida ameaçada pelos eventos ocorridos, ele deve resolver o mistério que o cerca para preservar o amor que a vida lhe ofereceu como uma segunda chance. Em cartaz em grande circuito.

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2:22 – ENCONTRO MARCADO (2:22, EUA/Austrália, 2017), de Paul Currie. Com Teresa Palmer, Michiel Huisman, Sam Reid, Maeve Dermody, Remy Hii. 98 min. PlayArte. 12 anos.

Cena de POLÍCIA FEDERAL - A LEI É PARA TODOS (2017), de Marcelo Antunez

Cena de POLÍCIA FEDERAL – A LEI É PARA TODOS (2017), de Marcelo Antunez

O título do filme já é uma piada neste país cheio de sujeira que é varrida para debaixo do tapete e o que sabemos é que este filme é mais uma peça para fazer propaganda da Lava Jato, com intenções políticas pouco louváveis. Resta saber é se funciona como thriller policial, o que é pouco provável. Ainda assim, não custa dar uma espiada. A trama de Polícia Federal – A Lei É para Todos é inspirada em fatos reais sobre a Operação Lava-Jato, uma série de investigações sobre a corrupção no Brasil, desde o início do processo até a condução coercitiva do ex-presidente Lula. Marcelo Serrado interpreta o juiz Sérgio Moro. Em pré-estreia na quarta-feira, 6/9, em grande circuito.

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POLÍCIA FEDERAL – A LEI É PARA TODOS (Brasil, 2017), de Marcelo Antunez. Com Antonio Calloni, Marcelo Serrado, Ary Fontoura, Flávia Alessandra, Bruce Gomlevsky. 107 min. Downtown/Paris. 14 anos.

Saem de cartaz

Carros 3
Dunkirk
Em Ritmo de Fuga
O Castelo de Vidro
O Estranho Que Nós Amamos
O Filme da Minha Vida
O Reino Gelado – Fogo e Gelo
Planeta dos Macacos – A Guerra
Valerian e a Cidade dos Mil Planetas

As estreias nacionais desta quinta-feira que não entram em cartaz em Fortaleza

Até Nunca Mais
Lola Pater
O Jantar
Uma Mulher Fantástica

Veja o trailer de O Jantar

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SEMANA 35 – AS ESTREIAS DESTA QUINTA-FEIRA EM FORTALEZA

Uma das melhores semanas em se tratando de estreias deste ano. Temos os dramas Como Nossos Pais (2017), de Laís Bodanzky, e Lady Macbeth, de William Oldroyd; o documentário David Lynch – A Vida de um Artista (2016), de Jon Nguyen, Rick Barnes e Olivia Neergaard-Holm; o thriller de ação Atômica (2017), de David Leitch; o documentário Um Filme de Cinema (2015), de Walter Carvalho; a comédia de ação Dupla Explosiva (2017), de Patrick Hughes; a animação Emoji – O Filme (2017), de Tony Leondis; e a aventura Guardiões (2017), de Sarik Andreasyan. Em pré-estreia, o horror It – A Coisa (2017), de Andy Muschietti; e o thriller Polícia Federal – A Lei É para Todos (2017), de Marcelo Antunez. Haverá também, sessões especiais do primeiro episódio da série Inhumans (2017), da Marvel, exclusivamente para a sala IMAX

Cena de COMO NOSSOS PAIS (2017), de Laís Bodanzky

Cena de COMO NOSSOS PAIS (2017), de Laís Bodanzky

Grande vencedor da mais recente edição do Festival de Gramado, Como Nosso Pais é o mais novo filme de Laís Bodanzky, que não lançava um novo trabalho nos cinemas desde o delicioso As Melhores Coisas do Mundo (2010). Na trama oficial de Como Nossos Pais, Maria Ribeiro é Rosa, uma mulher de 38 anos que se encontra em uma fase de sua vida marcada por conflitos pessoais e geracionais: ao mesmo tempo em que precisa desenvolver sua habilidade como mãe de suas filhas, manter seus sonhos, seus objetivos profissionais e enfrentar as dificuldades do casamento, Rosa também continua sendo filha de sua mãe, Clarice (Clarisse Abujamra), com quem possui uma relação cheia de conflitos. Em cartaz em grande circuito.

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COMO NOSSOS PAIS (Brasil, 2017), de Laís Bodanzky. Com Maria Ribeiro, Paulo Vilhena, Jorge Mautner, Clarisse Abujamra, Annalara Prates. 102 min. Imovision. 14 anos.

Cena de LADY MACBETH (2016), de William Oldroyd

Cena de LADY MACBETH (2016), de William Oldroyd

Ao contrário do que muita gente pensa, Lady Macbeth não é inspirado na obra clássica de William Shakespeare, mas uma adaptação de um romance do russo Nikolai Leskov. Na trama oficial, Katherine (Florence Pugh) está presa a um casamento de conveniência. Casada com Boris Macbeth (Christopher Fairbank), a jovem agora se vê integrante de uma família sem amor. É só quando ela embarca em um caso extraconjugal com um trabalhador da propriedade do marido que as coisas começam a mudar. Ela só não contava que isso iria desencadear vários assassinatos. O filme tem conquistado público e crítica por onde tem passado. Considerado por muitos um dos melhores lançamentos do ano. Em cartaz no Cinema de Arte (Cinépolis RioMar).

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LADY MACBETH (Reino Unido, 2016), de William Oldroyd. Com Florence Pugh, Cosmo Jarvis, Paul Hilton, Naomi Ackie, Christopher Fairbank. 89 min. California. 14 anos.

Cena de DAVID LYNCH - A VIDA DE UM ARTISTA (2016), de Jon Nguyen, Rick Barnes e Olivia Neergaard-Holm

Cena de DAVID LYNCH – A VIDA DE UM ARTISTA (2016), de Jon Nguyen, Rick Barnes e Olivia Neergaard-Holm

Em tempos de Twin Peaks – The Return, a popularidade de David Lynch cresceu na mesma proporção que o amor de seus fãs pelo homem e seu trabalho. É um estado de gratidão enorme pelo conjunto da obra. Ser brindado com um pouco de sua vida e também informações sobre seu trabalho artístico é um presente. O documentário narra os anos de formação do artista, em uma pequena cidade americana, destacando principalmente sua carreira como pintor e alguns fatos de sua infância, antes de Lynch iniciar a brilhante carreira de cineasta e revolucionário da televisão. Não faltam nas falas de Lynch detalhes sobre pesadelos e situações sombrias que povoam sua mente fértil. Em cartaz no Cinema do Dragão.

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DAVID LYNCH – A VIDA DE UM ARTISTA (David Lynch – The Art Life, EUA/Dinamarca, 2016), de Jon Nguyen, Rick Barnes e Olivia Neergaard-Holm. Documentário. 88 min. Fênix. 12 anos.

Cena de ATÔMICA (2017), de David Leitch

Cena de ATÔMICA (2017), de David Leitch

O trailer de Atômica, com a presença brilhante de Charlize Theron, tem sido animador. E eis que finalmente teremos a chance de ver se o longa-metragem de estreia de David Leitch é mesmo tão bom quanto querem vender. Na trama oficial, Lorraine Broughton (Charlize Theron), uma agente disfarçada do MI6, é enviada para Berlim durante a Guerra Fria para investigar o assassinato de um oficial e recuperar uma lista perdida de agentes duplos. Ao lado de David Percival (James McAvoy), chefe da localidade, a assassina brutal usará todas as suas habilidades nesse confronto de espiões. Boa parte das críticas internacionais – e de grande veículos – têm sido bem generosas com o filme. Em cartaz em grande circuito, inclusive na sala IMAX.

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ATÔMICA (Atomic Blonde, Alemanha/EUA/Suécia, 2017), de David Leitch. Com Charlize Theron, James McAvoy, John Goodman, Eddie Marsan, Toby Jones. 115 min. Universal. 16 anos.

Cena de UM FILME DE CINEMA (2015), de Walter Carvalho

Cena de UM FILME DE CINEMA (2015), de Walter Carvalho

Recentemente homenageado no Cine Ceará, Walter Carvalho é o nosso mais celebrado diretor de fotografia brasileiro. Mas é sempre bom lembrar que ele também tem uma interessante carreira como cineasta, tanto de filmes de ficção quanto de documentários. Talvez o melhor deles seja Raul – O Início, o Fim e o Meio (2012). Em Um Filme de Cinema, a partir de grandes nomes da sétima arte, como Bela Tarr, Júlio Bressane, Ruy Guerra, Jia Zhang-ke e Karim Aïnouz, ele trata de discutir questões sobre a linguagem cinematográfica: como atingir a verdade? O cinema deveria ser realista ou privilegiar o falso? Qual é o papel da objetividade na hora de filmar? Como explorar o som? Qual é a diferença de usar planos longos em relação aos curtos? Em cartaz no Cinema do Dragão.

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UM FILME DE CINEMA (Brasil, 2015), de Walter Carvalho. Documentário. 108 min. ArtHouse. 14 anos.

Cena de DUPLA EXPLOSIVA (2017), de Patrick Hughes

Cena de DUPLA EXPLOSIVA (2017), de Patrick Hughes

Esta paródia de O Guarda-Costas parece ser um filme bem vagabundo, a julgar pelo que vende no trailer. Mas é possível que seja melhor do que se espera. Na trama oficial, o principal guarda-costas do mundo (Ryan Reynolds) possui um novo cliente: um assassino de aluguel que precisa testemunhar na Corte Internacional de Justiça (Samuel L. Jackson). Por anos eles estavam em lados opostos de um tiro, mas agora eles estão presos juntos. Eles precisam colocar as diferenças de lado para chegarem ao julgamento a tempo. Pela classificação indicativa, o filme parece que caprichou também na violência física, o que pode ser tanto um indicativo bom quanto de mau gosto. Em cartaz em grande circuito.

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DUPLA EXPLOSIVA (The Hitman’s Bodyguard, EUA/Bulgária/China/Holanda, 2017), de Patrick Hughes. Com Ryan Reynolds, Samuel L. Jackson, Gary Oldman, Elody Young, Tsuwayuki Saotome. 118 min. California. 14 anos.

Cena de EMOJI - O FILME (2017), de Tony Leondis

Cena de EMOJI – O FILME (2017), de Tony Leondis

Os produtores de animações andam cada vez mais desesperados por público, a ponto de colocarem no mercado algumas coisas que claramente são “inspiradas” demais em outras. Emoji – O Filme brinca com as figurinhas de celular e traz uma trama que lembra tanto Divertida Mente quanto Detona Ralph, mas em versão mais pobre e com um monte de críticas negativas no currículo. A trama se passa em Textópolis, a cidade onde os Emojis favoritos dos usuários de smartphones vivem e trabalham. Lá, todos eles vivem em função de um sonho: serem usados nos textos dos humanos. O problema é que Gene nasceu com um bug em seu sistema, que o permite trocar de rosto através de um filtro especial. Sua intenção é seguir uma jornada para resolver o seu problema. Em cartaz em grande circuito.

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EMOJI – O FILME (The Emoji Movie, EUA, 2017), de Tony Leondis. Com as vozes originais de T.J. Miller, James Corden, Anna Faris, Maya Rudolph. 86 min. Sony. Livre.

Cena de GUARDIÕES (2017), de Sarik Andreasyan

Cena de GUARDIÕES (2017), de Sarik Andreasyan

Engraçado que já fazia um tempo que a Paris tinha soltado o trailer desta aventura aparentemente muito tosca. Infelizmente, eles acabaram lançando nos cinemas. Trata-se de uma produção russa que quer também capitalizar com a moda dos filmes de super-heróis. Na trama oficial, em plena Guerra Fria, uma organização secreta chamada “Patriota” recrutou um grupo de super-heróis russos, modificando o DNA de quatro indivíduos, com o objetivo de defender o país de ameaças sobrenaturais. Arsus, Khan, Ler e Xenia representam os diferentes povos que compõem a União Soviética, e mantêm suas identidades bem guardadas para, também, não expor aqueles que têm a missão de proteger. Em cartaz no UCI Iguatemi e Cinépolis RioMar.

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OS GUARDIÕES (Zashchitniki, Rússia, 2017), de Sarik Andreasyan. Com Anton Pampushnyy, Sanjar Madi, Sebastien Sisak, Alina Lanina, Valeriya Shkirando. 89 min. Paris. 10 anos.

Pré-estreia

Cena de IT - A COISA (2017), de Andy Muschietti

Cena de IT – A COISA (2017), de Andy Muschietti

Uma adaptação de It, de Stephen King, já havia sido feita para a televisão em uma produção que saiu em VHS um tempo atrás, no início dos anos 1990. O novo filme tem a vantagem de ser dirigido pelo cineasta argentino Andy Muschietti, o mesmo do controverso Mama (2013). Na trama oficial, quando as crianças começam a desaparecer na cidade de Derry, no Maine, as crianças do bairro se unem para atacar Pennywise, um palhaço malvado, cuja história de assassinato e violência remonta há séculos. O trailer já vem sendo exibido há algumas semanas nos cinema e promete ser um sucesso de público. A duração um pouco longa é meio atípica para um filme de horror, mas esperamos que o diretor consiga contornar este obstáculo. Em pré-estreia em grande circuito.

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IT – A COISA (It, EUA, 2017), de Andy Muschietti. Com Bill Skarsgård, Finn Wolfhard, Sophia Lillis, Javier Botet, Jaeden Lieberher. 135 min. Warner. 14 anos.

Cena de POLÍCIA FEDERAL - A LEI É PARA TODOS (2017), de Marcelo Antunez

Cena de POLÍCIA FEDERAL – A LEI É PARA TODOS (2017), de Marcelo Antunez

O título do filme já é uma piada neste país cheio de sujeira que é varrida para debaixo do tapete e o que sabemos é que este filme é mais uma peça para fazer propaganda da Lava Jato, com intenções políticas pouco louváveis. Resta saber é se funciona como thriller policial, o que é pouco provável. Ainda assim, não custa dar uma espiada. A trama de Polícia Federal – A Lei É para Todos é inspirada em fatos reais sobre a Operação Lava-Jato, uma série de investigações sobre a corrupção no Brasil, desde o início do processo até a condução coercitiva do ex-presidente Lula. Marcelo Serrado interpreta o juiz Sérgio Moro. Em pré-estreia na quarta-feira, 6/9, em grande circuito.

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POLÍCIA FEDERAL – A LEI É PARA TODOS (Brasil, 2017), de Marcelo Antunez. Com Antonio Calloni, Marcelo Serrado, Ary Fontoura, Flávia Alessandra, Bruce Gomlevsky. 107 min. Downtown/Paris. 14 anos.

Saem de cartaz

A Viagem de Fanny
Bye Bye Alemanha

Homem-Aranha – De Volta ao Lar
João, o Maestro
Transformers – O Último Cavaleiro
Valerian e a Cidade dos Mil Planetas

As estreias nacionais desta quinta-feira, 31, que não entram em cartaz em Fortaleza

150 Miligramas
Entrelinhas
O Acampamento

Veja o trailer de O Acampamento

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SEMANA 34 – AS ESTREIAS DESTA QUINTA-FEIRA EM FORTALEZA

Boa semana de estreias: temos os dramas Bingo – O Rei das Manhãs (2017), de Daniel Rezende, e Últimos Dias em Cuba (2016), de Fernando Pérez; o drama de guerra Na Mira do Atirador (2017), de Doug Liman; o drama O Castelo de Vidro (2017), de Destin Daniel Cretton; a comédia dramática Bye Bye Alemanha (2017), de Sam Garbarski; a comédia Doidas e Santas (2016), de Paulo Thiago; e a aventura A Torre Negra (2017), de Nikolaj Arcel. Em pré-estreia, o documentário Um Filme de Cinema (2015), de Walter Carvalho

Cena de BINGO - O REI DAS MANHÃS (2017), de Daniel Rezende

Cena de BINGO – O REI DAS MANHÃS (2017), de Daniel Rezende

Quem tem mais de 35 anos é possível que se lembre do Bozo, o palhaço que animava as manhãs e também tardes da televisão. O que ninguém sabe é os bastidores  da vida de um dos intérpretes do palhaço, Arlindo Barreto, que aqui aparece com o nome trocado, assim como o próprio nome do palhaço, mudado para Bingo por uso não autorizado no filme. Bingo – O Rei das Manhãs tem a intenção de contar a sua história, ainda que pareça receber muita influência do cinema americano que explora o uso de cocaína. Bingo é um palhaço que se importa bastante com sua carreira e pouco com a família. O filme parece ser bastante interessante para quem quiser entrar um pouco naquele universo pop da televisão brasileira dos anos 1980. Em cartaz em grande circuito.

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BINGO – O REI DAS MANHÃS (Brasil, 2017), de Daniel Rezende. Com Vladimir Brichta, Leandra Leal, Tainá Müller, Soren Hellerup, Emanuelle Araújo. 111 min. Warner. 16 anos.

Cena de ÚLTIMOS DIAS EM HAVANA (2016), de Fernando Pérez

Cena de ÚLTIMOS DIAS EM HAVANA (2016), de Fernando Pérez

Exibido no Cine Ceará deste ano, Últimos Dias em Havana, de Fernando Pérez, traz um personagem homossexual em condições de vida bem sofridas em Cuba. Diego, vivido por Jorge Martinez, está acamado e em situação grave ocasionada pela AIDS. Mesmo sem poder sair do quarto, ele conserva seu senso de humor e sua vontade de ter uma relação sexual com algum rapaz. Diego divide o apartamento com o amigo Miguel (Patricio Wood), um homem sério e sisudo que sonha em largar o país e ir embora para os Estados Unidos. Últimos Dias em Havana é um filme que se balança entre a leveza de seu bom humor e o melodrama, que surge especialmente perto do final. Em cartaz no Cinema do Dragão.

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ÚLTIMOS DIAS EM HAVANA (Últimos Días en la Habana, Cuba/Espanha, 2016), de Fernando Pérez. Com Jorge Martínez, Patricio Wood, Gabriela Ramos, Yailene Sierra. 92 min. Esfera. 14 anos.

Cena de NA MIRA DO ATIRADOR (2017), de Doug Liman

Cena de NA MIRA DO ATIRADOR (2017), de Doug Liman

Doug Liman, do ótimo No Limite do Amanhã (2014), volta ao campo de batalha, desta vez em um registro mais realista e minimalista. Na trama, dois soldados americanos descobrem que estão na mira de um atirador iraquiano durante um ataque. Eles não sabem onde o inimigo se esconde, nem podem se comunicar um com o outro, já que o adversário está interceptando a conversa dos americanos via rádio comunicador. Escondidos atrás de uma pequena parede de pedra, eles têm que encontrar uma maneira de sair vivos. A interpretação de Aaron Taylor-Johnson foi motivo de elogios em algumas críticas internacionais, em sua maioria positivas. Em cartaz em grande circuito.

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NA MIRA DO ATIRADOR (The Wall, EUA, 2017), de Doug Liman. Com Aaron Taylor-Johnson, John Cena, Laith Nakli. 88 min. H2O. 12 anos.

Cena de O CASTELO DE VIDRO (2017), de Destin Daniel Creton

Cena de O CASTELO DE VIDRO (2017), de Destin Daniel Creton

Vendo o trailer, dá pra pensar um pouco na família de Capitão Fantástico, de Matt Ross. Este O Castelo de Vidro é baseado no livro homônimo da jornalista Jeanette Walls, que retrata a infância de escritora, criada com os irmãos no seio de uma família desequilibrada, bastante pobre e nômade. O elenco não deixa de ser um atrativo (impressionante como Brie Larson tem atraído pessoas para seus filmes), mas que dividiu a crítica americana. As melhores críticas elogiam a narrativa fluida, a dificuldade de não gostar do filme, a complexidade de se adaptar a obra, a excelente performance de Woody Harrelson. Em cartaz em grande circuito.

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O CASTELO DE VIDRO (The Glass Castle, EUA, 2017), de Destin Daniel Cretton. Com Brie Larson, Woody Harrelson, Naomi Watts, Ella Anderson, Chandler Head. 127 min. Paris. 14 anos.

Cena de BYE BYE ALEMANHA (2017), de Sam Garbarski

Cena de BYE BYE ALEMANHA (2017), de Sam Garbarski

Deve ser no mínimo curiosa essa comédia alemã que tenta brincar com a situação dos judeus depois da Segunda Guerra Mundial. A história se passa em Frankfurt, em 1946. David Berman e seus seis amigos, todos judeus, só tem um propósito em mente: conseguir finalmente ir embora da Alemanha. Mas, nos tempos difíceis de crise após o fim da Segunda Guerra Mundial, eles precisam de muito dinheiro para realizar seu sonho de partir para os Estados Unidos. Para isso, encontram apenas uma saída: começar a vender lingeries para mulheres alemãs. Não deixa de ser um tanto indelicado pensar nesse tipo de coisa, de ver um filme leve sobre o pós-horror do Holocausto e de tudo de horrível que ocorreu. Em cartaz no Pátio Dom Luís.

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BYE BYE ALEMANHA (Es War Einmal in Deutschland…, Alemanha/Luxemburgo/Bélgica, 2017), de Sam Garbarski. Com Moritz Bleibtreu, Antje Traue, Tim Seyfi, Mark Ivanir, Anatole Taubman. 102 min. Mares. Classificação a definir.

Cena de DOIDAS E SANTAS (2016), de Paulo Thiago

Cena de DOIDAS E SANTAS (2016), de Paulo Thiago

Em tempos em que até as comédias brasileiras andam tímidas, é até bom ver que de vez em quando elas reaparecem. Afinal, as comédias há tempos têm sido a preferência nacional entre as produções brasileiras. Na trama oficial de Doidas e Santas, Beatriz (Maria Paula) é uma terapeuta de casais que também escreve livros sobre o tema. Pressionada com o prazo cada vez mais apertado para escrever seu novo livro, ela precisa lidar com a vida pessoal. Problemas no próprio casamento, com o advogado Orlando (Marcelo Faria), e ainda a filha adolescente (Luana Maia) e a mãe (Nicette Bruno), com as quais vive batendo de frente. Em cartaz em grande circuito.

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DOIDAS E SANTAS (Brasil/Argentina, 2016), de Paulo Thiago. Com Maria Paula, Georgiana Góes, Nicette Bruno, Flávia Alessandra, Jonas Bloch. 95 min. Imagem. 12 anos.

Cena de A TORRE NEGRA (2017), de Nikolaj Arcel

Cena de A TORRE NEGRA (2017), de Nikolaj Arcel

Baseado em obra de Stephen King, A Torre Negra vem arrancando desapontamentos de muitos críticos. Agora chegou a vez de testar o gosto do público com esta superprodução dirigida pelo diretor do ótimo O Amante da Rainha (2012). Na trama oficial, um pistoleiro chamado Roland Deschain (Idris Elba) percorre o mundo em busca da famosa Torre Negra, prédio mágico que está prestes a desaparecer. Essa busca envolve uma intensa perseguição ao poderoso Homem de Preto (Matthew McConaughey), passagens entre tempos diferentes, encontros intensos e confusões entre o real e o imaginário. Em cartaz em grande circuito, inclusive na sala IMAX.

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A TORRE NEGRA (The Dark Tower, EUA, 2017), de Nikolaj Arcel. Com Idris Elba, Matthew McCounaughey, Tom Taylor, Dennis Haysbert, Ben Gavin. 95 min. Sony. 12 anos.

Pré-estreia

Cena de UM FILME DE CINEMA (2015), de Walter Carvalho

Cena de UM FILME DE CINEMA (2015), de Walter Carvalho

Recentemente homenageado no Cine Ceará, Walter Carvalho é o nosso mais celebrado diretor de fotografia brasileiro. Mas é sempre bom lembrar que ele também tem uma interessante carreira como cineasta, tanto de filmes de ficção quanto de documentários. Talvez o melhor deles seja Raul – O Início, o Fim e o Meio (2012). Em Um Filme de Cinema, a partir de grandes nomes da sétima arte, como Bela Tarr, Júlio Bressane, Ruy Guerra, Jia Zhang-ke e Karim Aïnouz, ele trata de discutir questões sobre a linguagem cinematográfica: como atingir a verdade? O cinema deveria ser realista ou privilegiar o falso? Qual é o papel da objetividade na hora de filmar? Como explorar o som? Qual é a diferença de usar planos longos em relação aos curtos? Em pré-estreia no sábado, no Cinema do Dragão.

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UM FILME DE CINEMA (Brasil, 2015), de Walter Carvalho. Documentário. 108 min. ArtHouse. 14 anos.

Saem de cartaz

O Dia Mais Feliz da Vida de Olli Mäaki
O Reino Gelado – Fogo e Gelo

As estreias nacionais desta quinta-feira, 24, que não entram em cartaz em Fortaleza

A Finada Mãe da Madame
Mimosas
Shivá – Uma Semana e um Dia

Veja o trailer de Shivá – Uma Semana e um Dia

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SEMANA 33 – AS ESTREIAS DESTA QUINTA-FEIRA EM FORTALEZA

Mais uma semana bem diversificada e animadora de estreias. Há os dramas Corpo Elétrico (2017), de Marcelo Caetano, e Afterimage (2016), de Andrzej Wajda; o horror Annabelle 2 – A Criação do Mal (2017), de David F. Sandberg; o drama João, o Maestro (2017), de Mauro Lima; e a animação Uma Família Feliz (2017), de Holger Toppe. Em pré-estreia, o drama O Castelo de Vidro (2017), de Destin Daniel Creton, e a comédia dramática Bye Bye Alemanha (2017), de Sam Garbaski. Em exibição especial, a Mostra de Cinema Nórdico, no Cinema do Dragão

Cena de CORPO ELÉTRICO (2017), de Marcelo Caetano

Cena de CORPO ELÉTRICO (2017), de Marcelo Caetano

Trata-se do primeiro longa-metragem de Marcelo Caetano, que já trabalhou como assistente de direção de cineastas como Kiko Goifman, Hilton Lacerda, Gabriel Mascaro e Anna Muylaert. Logo, ele faz parte dessa nova geração de ótimos realizadores que trazem uma saudável inquietação para a tela e, em consequência, para a audiência. Na trama, Elias (Kelner Macêdo) é o jovem criador de uma fábrica de confecção roupas no centro de São Paulo. Ele mantém pouco contato com a família na Paraíba, e passa seus dias entre o trabalho e os encontros com outros homens. Enquanto reflete sobre as possibilidades de futuro, começa a ficar cada vez mais próximo dos colegas da fábrica, e vê os amigos seguirem caminhos diferentes dos seus. Em cartaz no Cinema do Dragão.

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CORPO ELÉTRICO (Brasil, 2017), de Marcelo Caetano. Com Kelner Macêdo, Lucas Andrade, Welket Bungué, Ana Flavia Cavalcanti, Ronaldo Serruya. 94 min. Vitrine. Classificação a definir.

Cena de AFTERIMAGE (2016), de Andrzej Wajda

Cena de AFTERIMAGE (2016), de Andrzej Wajda

O último filme da carreira do grande cineasta polonês Andrzej Wajda (1926-2016), diretor de Danton – O Processo da Revolução (1983), ganha espaço em nosso circuito com a estreia do drama biográfico Afterimage. O filme conta a história de Wladyslaw Strzeminski (Boguslaw Linda), um artista de vanguarda polonês que superou todas as dificuldades impostas pelas suas deficiências físicas – ele não possuía uma perna e um braço – e também o ódio, a indiferença e a crueldade dispensados pelas autoridades de seu país para se tornar um dos artistas mais reverenciados do século XX. O filme anterior de Wajda exibido no Brasil foi outra cinebiografia, Walesa (2013), também uma obra biográfica com subtexto político. Em cartaz no Pátio Dom Luís.

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AFTERIMAGE (Powidoki, Polônia, 2016), de Andrzej Wajda. Com Boguslaw Linda, Aleksandra Justa, Bronislawa Zamachowska, Zofia Wichlacz, Krzysztof Pieczynski. 98 min. Imovision. Classificação a definir.

Cena de ANNABELLE 2 - A CRIAÇÃO DO MAL (2017), de David F. Sandberg

Cena de ANNABELLE 2 – A CRIAÇÃO DO MAL (2017), de David F. Sandberg

Mesmo não tendo críticas tão favoráveis, o primeiro Annabelle (2014), trazendo um personagem nascido de uma subtrama do ótimo Invocação do Mal (2013), conquistou uma bilheteria respeitável. O suficiente para que se pensasse em um filme que contasse a origem da boneca demoníaca. Na trama, anos após a trágica morte de sua filha, um habilidoso artesão de bonecas e sua esposa decidem, por caridade, acolher em sua casa uma freira e dezenas de meninas desalojadas de um orfanato. Atormentado pelas lembranças traumáticas, o casal ainda precisa lidar com um amedrontador demônio do passado: Annabelle, criação do artesão. Em cartaz em grande circuito.

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ANNABELLE 2 – A CRIAÇÃO DO MAL (Annabelle – Creation, EUA, 2017), de David F. Sandberg. Com Stephanie Sigman, Talitha Bateman, Lulu Wilson, Miranda Otto, Anthony LaPaglia. 109 min. Warner. 14 anos.

Cena de JOÃO, O MAESTRO (2017), de Mauro Lima

Cena de JOÃO, O MAESTRO (2017), de Mauro Lima

Interessante ter no mesmo dia do lançamento do filme de Wajda, outra história sobre um músico que lida com a superação de uma deficiência física: João, o Maestro. A trama começa com João Carlos Martins, ainda criança, sendo considerado um prodígio do piano. Aos poucos, sua fama ganha os noticiários e leva o músico à Europa e a outros países da América do Sul. Estabelecido como pianista de sucesso, na fase adulta, sofre um acidente que prejudica o movimento da mão direita. João tenta se restabelecer e, enquanto isso, apresenta-se em concertos usando uma mão só. No entanto, um segundo acidente retira os movimentos da mão esquerda. João reinventa-se mais uma vez, como maestro. Em cartaz no Cine Aldeota e UCI Iguatemi.

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JOÃO, O MAESTRO (Brasil, 2017), de Mauro Lima. Com Caco Ciocler, Alexandre Nero, Ondina Clais, Alinne Moraes, Rodrigo Pandolfo. 116 min. Sony. Classificação a definir.

Cena de UMA FAMÍLIA FELIZ (2017), de Holger Tappe

Cena de UMA FAMÍLIA FELIZ (2017), de Holger Tappe

Uma Família Feliz não é a primeira animação que brinca com monstros clássicos do cinema e da literatura. Outras tantas já surgiram, tanto em filmes quanto em séries. Esta animação alemã nos apresenta a Emma, a mãe da família Wishbone, que está tentando de todas as formas salvar a relação com seus familiares, que não é nada amigável. Já que nenhum deles se dá muito bem e a paz e tranquilidade são quase impossíveis, ela planeja uma noite de diversão fora de casa. Mas a confusão começa quando, inesperadamente, uma bruxa os transforma em monstros. Trata-se de uma bruxa que executou um serviço a pedido de Drácula, o príncipe das trevas. Em cartaz em grande circuito.

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UMA FAMÍLIA FELIZ (Happy Family, Alemanha, 2017), de Holger Tappe. Com Emily Watson, Jason Isaacs, Nick Frost, Jessica Brown Findlay, Celia Imrie. 96 min. Paris. Livre.

Pré-estreia

Cena de O CASTELO DE VIDRO (2017), de Destin Daniel Creton

Cena de O CASTELO DE VIDRO (2017), de Destin Daniel Creton

Vendo o trailer, dá pra pensar um pouco na família de Capitão Fantástico, de Matt Ross. Este O Castelo de Vidro é baseado no livro homônimo da jornalista Jeanette Walls, que retrata a infância de escritora, criada com os irmãos no seio de uma família desequilibrada, bastante pobre e nômade. O elenco não deixa de ser um atrativo (impressionante como Brie Larson tem atraído pessoas para seus filmes), mas que dividiu a crítica americana. As melhores críticas elogiam a narrativa fluida, a dificuldade de não gostar do filme, a complexidade de se adaptar a obra, a excelente performance de Woody Harrelson. Em pré-estreia no UCI Iguatemi, na sexta e no sábado.

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O CASTELO DE VIDRO (The Glass Castle, EUA, 2017), de Destin Daniel Cretton. Com Brie Larson, Woody Harrelson, Naomi Watts, Ella Anderson, Chandler Head. 127 min. Paris. 14 anos.

Cena de BYE BYE ALEMANHA (2017), de Sam Garbarski

Cena de BYE BYE ALEMANHA (2017), de Sam Garbarski

Deve ser no mínimo curiosa essa comédia alemã que tenta brincar com a situação dos judeus depois da Segunda Guerra Mundial. A história se passa em Frankfurt, em 1946. David Berman e seus seis amigos, todos judeus, só tem um propósito em mente: conseguir finalmente ir embora da Alemanha. Mas, nos tempos difíceis de crise após o fim da Segunda Guerra Mundial, eles precisam de muito dinheiro para realizar seu sonho de partir para os Estados Unidos. Para isso, encontram apenas uma saída: começar a vender lingeries para mulheres alemãs. Não deixa de ser um tanto indelicado pensar nesse tipo de coisa, de ver um filme leve sobre o pós-horror do Holocausto e de tudo de horrível que ocorreu. Em pré-estreia no Pátio Dom Luís.

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BYE BYE ALEMANHA (Es War Einmal in Deutschland…, Alemanha/Luxemburgo/Bélgica, 2017), de Sam Garbarski. Com Moritz Bleibtreu, Antje Traue, Tim Seyfi, Mark Ivanir, Anatole Taubman. 102 min. Mares. Classificação a definir.

Especial

Cena de A HORA DO LINCE (2013), de Søren Kragh-Jacobsen

Cena de A HORA DO LINCE (2013), de Søren Kragh-Jacobsen

A partir desta quinta-feira, 17, o Cinema do Dragão vai exibir 14 produções dos países Dinamarca, Noruega, Finlândia e Suécia, em uma programação totalmente gratuita. O filme que abrirá o evento será o sueco Histórias de Estocolmo (2013), de Karin Fahlén. A mostra tem como objetivo promover a cultura dos países nórdicos e representa uma ótima oportunidade de entrar em contato com algumas obras que muito provavelmente não entrarão em cartaz em nosso circuito. Outros filmes de destaque são A Hora do Lince (2013), de Søren Kragh-Jacobsen, Eu Sou Sua (2013), de Iram Haq, e Marie Krøyer (2012), de Bille August. A programação contará com quatro filmes exibidos por dia.

Veja o trailer de Marie Krøyer

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Saem de cartaz

De Canção em Canção
El Mate
Intolerância.doc
Motorrad

Perdidos em Paris
Rifle

As estreias desta quinta-feira, 17, que não entram em cartaz em Fortaleza

El Mate
Intolerância.doc
Lady Macbeth
Mamam a Tort
Motorrad

O Homem Que Matou John Wayne
Viva o Cinema!

Veja o trailer de O Homem Que Matou John Wayne

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