SEMANA 18 – AS ESTREIAS DESTA QUINTA-FEIRA EM FORTALEZA

Desde a primeira semana do ano que não se via tão poucas estreias nos cinemas de Fortaleza. O motivo: Capitão América – Guerra Civil (2016), a aventura dirigida por Anthony e Joe Russo. Além desta superprodução que entra como uma avalanche em todos os cinemas de shopping da cidade, há apenas uma outra estreia: a comédia O Que Eu Fiz para Merecer Isso? (2014), de Patrice Leconte. Em caráter especial, temos os quatro filmes brasileiros inéditos da 3ª Semana do Cinema Brasileiro, dentro da maratona cultural Maloca Dragão 2016

Robert Downey Jr. em CAPITÃO AMÉRICA - GUERRA CIVIL (2016), de Anthony e Joe Russo

Robert Downey Jr. em CAPITÃO AMÉRICA – GUERRA CIVIL (2016), de Anthony e Joe Russo

Terceiro filme de super-heróis a aportar nos cinemas em 2016, Capitão América – Guerra Civil, ainda que seja dirigido pelos mesmos irmãos Anthony e Joe Russo, que lideraram o prestigiado Capitão América – Soldado Invernal (2014), mais parece uma continuação de Vingadores – Era de Ultron (2015), por conter vários super-heróis reunidos apoiando causas opostas. Como estamos vivendo um momento de polaridades e lutas entre irmãos – que não por acaso também foi apresentado em Batman vs Superman – A Origem da Justiça –, nada mais natural do que trazer para o cinema uma das melhores sagas dos quadrinhos Marvel recentes, a que mostrou uma disputa de grupos formados pelo Capitão América e pelo Homem de Ferro. No cinema, os motivos são diferentes, mas o importante é que o resultado seja positivo e se contabilize mais um acerto do Universo Expandido Marvel. Em cartaz em grande circuito, inclusive na sala IMAX.

Veja o trailer

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CAPITÃO AMÉRICA – GUERRA CIVIL (Captain America – Civil War, EUA, 2016), de Anthony e Joe Russo. Com Chris Evans, Robert Downey Jr., Scarlett Johansson, Sebastian Stan, Anthony Mackie, Don Cheadle, Jeremy Renner, Chadwick Boseman, Paul Bettany, Elizabeth Olsen. 147 min. Disney. 12 anos.

Christian Clavier em O QUE EU FIZ PARA MERECER ISSO? (2014), de Patrice Leconte

Christian Clavier em O QUE EU FIZ PARA MERECER ISSO? (2014), de Patrice Leconte

Cineasta considerado uma das grandes promessas do cinema francês anos atrás, com o sucesso em circuito comercial de filmes como Um Homem Muito Esquisito (1989) e O Marido da Cabeleireira (1990), aos poucos, a importância de Patrice Leconte foi se perdendo, embora seja interessante poder ter novamente a chance de ver um novo trabalho dele em nosso circuito novamente. Curiosamente, O Que Eu Fiz para Merecer Isso? carrega um título no Brasil quase idêntico ao de um filme de Pedro Almodóvar, e também traz no elenco Rossy de Palma, um rosto bem famoso dos filmes do genial cineasta espanhol. Na comédia francesa, Michel compra um álbum de jazz e decide passar uma tarde tranquila em sua casa, ouvindo música. Mas nada vai sair conforme planejado e uma série de problemas perturbam sua paciência – coisas envolvendo a família e os vizinhos, basicamente. Em cartaz no Pátio Dom Luís.

Veja o trailer

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O QUE EU FIZ PARA MERECER ISSO? (Une Heure de Tranquillité, França, 2014), de Patrice Leconte. Com Christian Clavier, Carole Bouquet, Valérie Bonneton, Rossy de Palma, Stéphane De Groodt, Sébastien Castro, Christian Charmentant, Arnaud Henriet, Ricardo Arciaga, Elisha Camacho. 79 min. Mares. Classificação a definir.

Especial

Cena de XINGU CARIRI CARURUARU CARIOCA (2015), de Beth Formaggini

Cena de XINGU CARIRI CARURUARU CARIOCA (2015), de Beth Formaggini

Terceiro ano que o Cinema do Dragão traz uma leva de filmes brasileiros inéditos, dentro da maratona cultural Maloca Dragão, formando uma pequena e interessante mostra. Geralmente os filmes dessa seleção costumam ser notáveis. Neste ano contaremos com os seguintes títulos, com as seguintes sinopses fornecidas pela organização:

28/09 às 19 hs: XINGU CARIRI CARUARU CARIOCA (92 min), de Beth Formaggini. No documentário Xingu Cariri Caruaru Carioca o encontro é nosso ponto de partida. A troca entre as chamadas “culturas populares” e a “cultura pop”. Músicos que se reúnem para conversar e tocar junto sons tradicionais e contemporâneos que se complementam mostrando que tudo está sempre em movimento e que o patrimônio cultural não é constituído de coisas passadas. É o registro presente de nossa capacidade criativa, sempre em transformação, dos nossos modos de ser e de fazer.

29/04 às 19h: ARACATI (62 min), de Aline Portugal e Julia de Simone. Vale do Jaguaribe, Ceará. Seguindo a rota do vento Aracati, o filme parte do litoral e adentra pelo interior do estado. Nesse percurso, observa a relação entre homem e paisagem, as transformações do espaço e os limites entre natureza e artifício.

30/04 às 19h: TODAS AS CORES DA NOITE (70 min), de Pedro Severien. Tiara (Giovanna Simões) é uma profissional no início da sua carreira. Muito estudiosa, ela quase não sai de casa ou se relaciona com outras pessoas, sendo bem vista por todos que a conhecem, como uma garota com futuro. Porém, sua solidão tem deixado marcas em sua memória, encondendo um lado seu que ela própria desconhece.

01/05 às 19h: TROPYKAOS (82 min), de Daniel Lisboa. Guima (Gabriel Pardal) é um poeta que está em crise. Em Salvador, ele sofre com as altas temperaturas do verão e acredita ter uma estranha doença: a “ultra violência solar”, causada pelo calor. No submundo, bem distante dos cartões postais da cidade, Guima é usuário de crack e vive na marginalidade. Um dia, parte em uma jornada de autoconhecimento em busca de um ar-condicionado.

Todas as sessões serão gratuitas e contarão com debates com os realizadores.

Veja o trailer de Xingu Cariri Caruaru Carioca

Saem de cartaz

De Onde Eu Te Vejo
Sinfonia da Necrópole

As estreias nacionais desta quinta-feira, 28, que não entram em cartaz em Fortaleza

A Frente Fria Que a Chuva Traz
Dois Rémi, Dois
Exilados do Vulcão
Fogo no Mar

Geraldinos
O Dono do Jogo

Teobaldo Morto, Romeu Exilado

Veja o trailer de A Frente Fria Que a Chuva Traz

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RANKING BRASIL – MOGLI ultrapassa BATMAN em estreia

Sem dificuldades, Mogli: O Menino Lobo conseguiu tomar a liderança de Batman vs. Superman: A Origem da Justiça em seu fim de semana de estreia no Brasil. A aventura dos famosos super-heróis ficou na segunda posição do ranking após uma queda considerável na renda. Zootopia: Essa Cidade é o Bicho também piorou o desempenho, mas conseguiu ficar com a terceira posição, sendo ultrapassado apenas pelo estreante. Da mesma forma, Invasão a Londres e Rua Cloverfield, 10 ficaram respectivamente em quarto e quinto lugar, próximo em renda da animação Zootopia

Neel Sethi como Mogli em cena de MOGLI: O MENINO LOBO.

Neel Sethi como Mogli em cena de MOGLI: O MENINO LOBO

Em seu primeiro fim de semana em cartaz no país, Mogli: O Menino Lobo conquistou o público ao arrecadar cerca de R$ 9,5 milhões no período, valor que pressionou Batman vs. Superman a recuar na tabela e dar a primeira colocação do ranking ao estreante. Aproximadamente 570 mil espectadores foram aos cinemas assistir ao filme no fim de semana, que fez, como esperado, o melhor público do período.

Ben Affleck como Bruce Wayne em cena de BATMAN VS. SUPERMAN: A ORIGEM DA JUSTIÇA.

Ben Affleck como Bruce Wayne em cena de BATMAN VS. SUPERMAN: A ORIGEM DA JUSTIÇA

Já em seu quarto fim de semana em cartaz no país, Batman vs. Superman: A Origem da Justiça surpreendeu com uma queda considerável na renda, cerca de 50% em relação o valor obtido anteriormente. A aventura arrecadou cerca de R$ 7,6 milhões no período, conseguindo levar por mais de 450 mil espectadores às telonas no período. Com o resultado, o filme foi ultrapassado por Mogli e terminou o domingo na segunda colocação do ranking, com um valor acumulado estimado de R$ 115 milhões no país. O público acumulado no Brasil está por volta dos 7,3 milhões de espectadores.

Judy Hoops em cena de ZOOTOPIA: ESSA CIDADE É O BICHO.

Cena de ZOOTOPIA: ESSA CIDADE É O BICHO

Zootopia: Essa Cidade é o Bicho também caiu consideravelmente, mas conseguiu manter-se logo atrás de Batman vs Superman, sendo ultrapassado apenas pelo estreante Mogli. A animação arrecadou um valor de R$ 1,8 milhão no fim de semana, que representa uma queda próxima dos 50% em relação ao valor obtido anteriormente. Ao término do seu quinto fim de semana em cartaz no país, o filme passava a acumular um valor próximo de R$ 34,8 milhões em renda, e um público de 2,4 milhões de espectadores.

Gerard Butler em cena de INVASÃO A LONDRES.

Gerard Butler em cena de INVASÃO A LONDRES

Também como Zootopia, a ação Invasão a Londres obteve uma queda relativa ao fim de semana anterior próxima dos 50% ao arrecadar nesse último uma renda de R$ 1,5 milhão, resultado preocupante para um filme que está começando a sua terceira semana em cartaz no país. Mesmo com o resultado, Invasão a Londres conseguiu manter-se logo atrás de Zootopia. A renda acumulada era estimada de R$ 5,5 milhões ao término do domingo, com um público total de aproximadamente 380 mil ingressos no país.

Cena de RUA CLOVERFIELD, 10.

Cena de RUA CLOVERFIELD, 10.

O terror Rua Cloverfield, 10 foi mais um que caiu bastante no desempenho tendo estreado há pouco tempo. O filme arrecadou cerca de R$ 971 mil no último fim de semana, valor que representa uma queda próxima dos 60% em relação a renda obtida anteriormente, e com resultado ficou na quinta colocação do ranking. Há apenas duas semanas em cartaz no país, Rua Cloverfield, 10 já está numa situação preocupante, junto de Deus Não Está Morto 2, que também caiu, para a sexta colocação. Ambos passaram a acumular uma renda estimada de, respectivamente, R$ 3,6 milhões e R$ 3,0 milhões no país ao término do fim de semana.

Confira abaixo a tabela do ranking Brasil com os dez melhores.

RBRA

Veja o trailer de Mogli: O Menino Lobo.

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RANKING INTERNACIONAL – MOGLI assume liderança

Após entrar em cartaz em novas localidades como Brasil e China, Mogli: O Menino Lobo disparou na liderança do ranking ao arrecadar uma ótima renda no último fim de semana. O Caçador e a Rainha do Gelo estreou em alguns países e manteve-se próximo ao desempenho anterior, alcançando a segunda posição. Batman vs. Superman: A Origem da Justiça obteve uma queda considerável e acabou caindo para o terceiro lugar. Zootopia: Essa Cidade é o Bicho caiu no desempenho, mas conseguiu manter-se na quarta colocação. Invasão a Londres obteve uma queda considerável e terminou o período na quinta posição do ranking

Cena de MOGLI: O MENINO LOBO.

Cena de MOGLI: O MENINO LOBO

Em seu segundo fim de semana em cartaz no mercado internacional, Mogli: O Menino Lobo estreou em diversas localidades, que incluem China, França, Alemanha, Itália, Brasil entre outros. Com as novas estreias, o filme obteve uma arrecadação de US$ 136 milhões no período, um aumento grande em relação ao valor obtido no fim de semana anterior. Com o resultado, o filme passou a acumular US$ 187 milhões em receita no mercado internacional.

Charlize Theron em cena de O CAÇADOR E A RAINHA DO GELO.

Emily Blunt em cena de O CAÇADOR E A RAINHA DO GELO.

O Caçador e a Rainha do Gelo estreou em alguns países mas não conteve a queda na renda em relação a arrecadação obtida anteriormente. No entanto, a aventura acumulou cerca de US$ 17,6 milhões e teve sorte ao conseguir subir para a segunda colocação do ranking, mesmo com a pequena queda na renda. Em seu segundo fim de semana em cartaz no mercado, O Caçador e a Rainha do Gelo acumula cerca de US$ 43 milhões em receita.

Apocalypse em cena de BATMAN VS. SUPERMAN: A ORIGEM DA JUSTIÇA.

Apocalypse em cena de BATMAN VS. SUPERMAN: A ORIGEM DA JUSTIÇA

Em seu quarto fim de semana em cartaz no mercado internacional, Batman vs. Superman: A Origem da Justiça caiu cerca de 60% no seu desempenho em relação ao resultado obtido no fim de semana anterior. A aventura acumulou uma renda de US$ 15,1 milhões no período e foi para a terceira posição do ranking, perdendo a liderança sustentada por três semanas. Mesmo assim, o filme já acumula US$ 516 milhões em receita no mercado, um ótimo valor para um filme em cartaz há quatro semanas.

Cena de ZOOTOPIA: ESSA CIDADE É O BICHO.

Cena de ZOOTOPIA: ESSA CIDADE É O BICHO

Zootopia: Essa Cidade é o Bicho arrecadou cerca de US$ 10,8 milhões no último fim de semana, valor que representa uma queda considerável, mas não foi suficiente para tirar a animação de sua posição anterior, estando ainda na quarta colocação do ranking internacional. Zootopia está há 10 semanas em cartaz no mercado internacional e acumula uma receita de US$ 574 milhões.

Cena de INVASÃO A LONDRES.

Cena de INVASÃO A LONDRES

Assim como Batman vs. Superman, Invasão a Londres obteve uma queda considerável em seu desempenho e caiu duas posições no ranking internacional. O filme arrecadou cerca de US$ 9 milhões no período, valor que representa uma queda de aproximadamente 60% em relação o fim de semana anterior. Com o resultado, garantiu a quinta colocação do ranking, fechando o Top 5. O valor estimado acumulado pelo filme ao término do fim de semana era de US$ 120 milhões, estando esse há sete semanas em cartaz.

Confira abaixo a tabela do ranking internacional com os dez melhores.

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Veja o trailer de Batman vs. Superman: A Origem da Justiça.

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SEMANA 17 – AS ESTREIAS DESTA QUINTA-FEIRA EM FORTALEZA

Uma semana antes da estreia de outro grande blockbuster, é natural que o circuito se comporte de maneira mais tímida nas estreias. Mas há filmes interessantes em cartaz, como os dramas Mais Forte Que Bombas (2015), de Joachim Trier, e Nise – O Coração da Loucura (2015), de Roberto Berliner; o policial Em Nome da Lei (2016), de Sergio Rezende; o drama Amor por Direito (2015), de Peter Sollett; a fantasia O Caçador e a Rainha do Gelo (2016), de Cedric Nicolas-Troyan; o drama Milagres do Paraíso (2016), de Patricia Higgen; e a animação No Mundo da Lua (2015), de Enrique Gato. Em pré-estreia, a aventura Capitão América – Guerra Civil (2016), de Joe e Anthony Russo

Jesse Eisenberg em MAIS FORTE QUE BOMBAS (2015), de Joachim Trier

Jesse Eisenberg em MAIS FORTE QUE BOMBAS (2015), de Joachim Trier

Diretor do elogiado Oslo, 31 de Agosto (2011) e considerado um dos novos talentos do cinema nórdico contemporâneo, Joachim Trier ganha maior visibilidade agora com seu novo longa, Mais Forte Que Bombas, graças principalmente a um elenco estelar formado por Jesse Eisenberg, Gabriel Byrne e Isabelle Huppert. Na trama, anos após a morte da mãe (Isabelle Huppert) em um acidente de carro, Jonah (Jesse Eisenberg) volta para sua casa para uma retrospectiva de seu premiado trabalho como fotógrafa de guerra e reencontra o pai (Gabriel Byrne) e o irmão caçula (Devin Druid), ainda abalados pelo trauma. Com mágoas não superadas, os três buscam uma conexão através das lembranças completamente diferentes que têm da mulher. É um filme que trata da depressão de maneira bem séria e tensa. Em cartaz no Cinema de Arte (Cinépolis RioMar).

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MAIS FORTE QUE BOMBAS (Louder than Bombs, Noruega/França/Dinamarca, 2015), de Joachim Trier. Com Jesse Eisenberg, Gabriel Byrne, Isabelle Huppert, Devin Druid, Amy Ryan, Ruby Jerins, Megan Ketch, David Strathairn, Rachel Brosnahan, Russell Posner. 109 min. Vitrine. 14 anos.

Gloria Pires em NISE - O CORAÇÃO DA LOUCURA (2015), de Roberto Berliner

Gloria Pires em NISE – O CORAÇÃO DA LOUCURA (2015), de Roberto Berliner

A princípio o trailer de Nise – O Coração da Loucura não parece muito atraente, mesmo para espectadores que apreciam as produções brasileiras. Acontece que trata-se de um filme que foi bastante aplaudido pelo público do Festival do Rio do ano passado e que tem recebido ótimas críticas. A Dra. Nise da Silveira, que nos anos 1940 iniciou técnicas alternativas para pacientes em hospitais psiquiátricos em tempos em que o normal era eletrochoque e lobotomia, foi naturalmente incompreendida e isolada pelos colegas de trabalho por causa disso. Sua terapia consistia em cuidar dos pacientes através do amor e da arte. O diretor, Roberto Berliner, possui em seu currículo obras distintas como o documentário A Pessoa É para o Que Nasce (2003) e a comédia Julio Sumiu (2014). Nise – O Coração da Loucura entra em cartaz em grande circuito.

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NISE – O CORAÇÃO DA LOUCURA (Brasil, 2015), de Roberto Berliner. Com Gloria Pires, Simone Mazzer, Julio Adrião, Claudio Jaborandy, Fabrício Boliveira, Roney Villela, Flavio Bauraqui, Bernardo Marinho, Augusto Madeira, Zécarlos Machado. 106 min. Imagem. 12 anos.

Mateus Solano e Paolla Oliveira em EM NOME DA LEI (2016), de Sergio Rezende

Mateus Solano e Paolla Oliveira em EM NOME DA LEI (2016), de Sergio Rezende

O outro filme nacional em cartaz é um drama policial, Em Nome da Lei, que parece frágil pelo pouco que é visto no trailer, mas pode ter as suas qualidades, graças ao currículo respeitável do diretor Sergio Rezende, que namorou o gênero policial desde os anos 1980, com O Homem da Capa Preta (1986), e cujo último trabalho para o cinema foi o drama sobre o universo presidiário paulistano Salve Geral (2009). Em Nome da Lei traz Mateus Solano como um juiz federal recém-chegado na cidade de Fronteira, disposto a desmontar um esquema de contrabando e tráfico de drogas. Para prender Gomes, o personagem de Chico Diaz, ele vai contar com a ajuda da procuradora vivida por Paolla Oliveira, por quem se apaixona. Em cartaz em grande circuito.

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EM NOME DA LEI (Brasil, 2016), de Sergio Rezende. Com Mateus Solano, Paolla Oliveira, Chico Diaz, Eduardo Galvão, Emilio Dantas, Silvio Guindane, Juliana Lohmann, Gustavo Nader. 117 min. Fox. 14 anos.

Julianne Moore e Ellen Page em AMOR POR DIREITO (2015), de Peter Sollet

Julianne Moore e Ellen Page em AMOR POR DIREITO (2015), de Peter Sollet

Provavelmente Amor por Direito valha mais a pena por seu discurso militante e bastante atual sobre a questão dos direitos iguais entre pessoas homossexuais no que se refere, no caso, a uma pensão deixada pela companheira que está às portas da morte por causa de uma doença terminal. O casal de mulheres é formado por Julianne Moore e Ellen Page (esta, uma militante entusiasmada da causa). Moore é uma policial de New Jersey que conhece a mecânica vivida por Page e iniciam um relacionamento sério. Com a doença se agravando, a policial, vivendo em um universo bem preconceituoso, luta para conseguir, em sinal de amor, deixar a pensão da polícia para a namorada, mas esbarra nas autoridades que se recusam a reconhecer a união homoafetiva. Em cartaz em grande circuito.

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AMOR POR DIREITO (Freeheld, EUA, 2015), de Peter Sollett. Com Julianne Moore, Ellen Page, Steve Carell, Michael Shannon, Luke Grimes, Gabriel Luna, Anthony DeSando, Josh Charles, Kevin O’Rourke, William Sadler. 103 min. Paris. 12 anos.

Cena de O CAÇADOR E A RAINHA DO GELO (2016), de Cedric Nicolas-Troyan

Cena de O CAÇADOR E A RAINHA DO GELO (2016), de Cedric Nicolas-Troyan

O personagem do Caçador (Chris Hemsworth), que em Branca de Neve e o Caçador (2012) era uma espécie de coadjuvante, agora é protagonista em O Caçador e a Rainha do Gelo, longa-metragem de estreia do francês Cedric Nicolas-Troyan, diretor de segunda unidade que assumiu o posto de direção depois que Frank Darabond saiu do projeto por diferenças criativas. Com um belo trio de estrelas de Hollywood formado por Charlize Theron, Emily Blunt e Jessica Chastain, o filme é tanto um prequel quanto uma sequência de Branca de Neve e o Caçador. Na trama, a Rainha Freya (Blunt) decide ir em busca de seu espelho mágico, mas descobre que sua irmã, a Rainha Má (Theron), ressuscitou. Ela pede então ajuda aos rebeldes Eric (Hemsworth) e Sara (Chastain). Em cartaz em grande circuito.

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O CAÇADOR E A RAINHA DO GELO (The Huntsman: Winter’s War, EUA, 2016), de Cedric Nicolas-Troyan. Com Chris Hemworth, Jessica Chastain, Charlize Theron, Emily Blunt, Sam Claflin, Sophie Cookson, Nick Frost, Colin Morgan, Ralph Ineson, Sheridan Smith. 114 min. Universal. 12 anos.

Cena de MILAGRES DO PARAÍSO (2016), de Patricia Higgen

Cena de MILAGRES DO PARAÍSO (2016), de Patricia Higgen

Curioso a quantidade de filmes sobre fé que têm saltado no circuito nos últimos anos, incluindo os explicitamente religiosos. Milagres do Paraíso é mais um a engrossar a lista e traz no elenco Jennifer Garner como uma mãe que descobre que sua filha de 10 anos sofre de uma grave e incurável doença. Recorrendo às orações e à fé, algo que parecia ainda mais terrível aconteceu, mas que acabou por se mostrar uma saída para algo que os médicos jamais imaginavam que podia ocorrer. É certamente um filme que os mais céticos torcerão o nariz, sem falar que parece ser um pouco carregado no melodrama, mas que pode surpreender positivamente. Em cartaz em grande circuito.

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MILAGRES DO PARAÍSO (Miracles from Heaven, EUA, 2016), de Patricia Higgen. Com Jennifer Garner, Kylie Rogers, Martin Henderson, Brighton Sharbino, Courtney Fansler, Queen Latifah, Bryce Zentkovich, Eugenio Derbez, Kelly Collins Lintz. 109 min. Sony. Livre.

Cena de NO MUNDO DA LUA (2015), de Enrique Gato

Cena de NO MUNDO DA LUA (2015), de Enrique Gato

Mais uma animação fora do eixo hollywoodiano entra em cartaz. No Mundo da Lua é uma produção espanhola dirigida por Enrique Gato, que teve o seu As Aventuras de Tadeu (2012) lançado nos cinemas brasileiros poucos anos atrás. Na trama de No Mundo da Lua, um milionário quer colonizar a Lua e ainda tem planos maquiavélicos para executar por lá. Com a dificuldade do Governo e da NASA de contê-lo, entra em cena um grupo de astronautas formado por um trio de gerações diferentes, que embarca nessa missão arriscada. É mais um caso de filme pequeno que ganha espaço graças à abertura dada a filmes infantis feitos em 3D. Curiosamente, este é distribuído por uma major americana.

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NO MUNDO DA LUA (Atrapa la Bandera, Espanha, 2015), de Enrique Gato. Com as vozes originais de Dani Rovira, Michelle Jenner, Carme Calvell, Javier Balas, Camilo Garcia, Toni Mora, Marta Barbará, Fernando García Cabrera, Xavier Casan. 94 min. Paramount. Livre.

Pré-estreia

Cena de CAPITÃO AMÉRICA - GUERRA CIVIL (2016), de Anthony e Joe Russo

Cena de CAPITÃO AMÉRICA – GUERRA CIVIL (2016), de Anthony e Joe Russo

Terceiro filme de super-heróis a aportar nos cinemas em 2016, Capitão América – Guerra Civil, ainda que seja dirigido pelos mesmos irmãos Anthony e Joe Russo, que lideraram o prestigiado Capitão América – Soldado Invernal (2014), mais parece uma continuação de Vingadores – Era de Ultron (2015), por conter vários super-heróis reunidos apoiando causas opostas. Como estamos vivendo um momento de polaridades e lutas entre irmãos – que não por acaso também foi representado em Batman vs Superman – A Origem da Justiça –, nada mais representativo do que trazer para o cinema uma das melhores sagas dos quadrinhos Marvel recentes, a que mostrou uma disputa do grupo do Capitão América contra o grupo do Homem de Ferro. No cinema, os motivos são bem diferentes, mas o importante é que o resultado saia positivo e se contabilize mais um acerto do Universo Expandido Marvel. Em pré-estreia em grande circuito à meia-noite de quarta para quinta-feira, dia 27.

Veja o trailer

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CAPITÃO AMÉRICA – GUERRA CIVIL (Captain America – Civil War, EUA, 2016), de Anthony e Joe Russo. Com Chris Evans, Robert Downey Jr., Scarlett Johansson, Sebastian Stan, Anthony Mackie, Don Cheadle, Jeremy Renner, Chadwick Boseman, Paul Bettany, Elizabeth Olsen. 147 min. Disney. 12 anos.

Saem de cartaz

A Bruta Flor do Querer
A Série Insurgente – Divergente
Asterix e o Domínio dos Deuses
Casamento Grego 2
Cemitério do Esplendor
O Escaravelho do Diabo
Zoom

As estreias nacionais desta quinta-feira, 21, que não entram em cartaz em Fortaleza

Hardcore – Missão Extrema
Meu Nome É Jacque
O Futebol
O Tesouro
Uma História de Loucura

Veja o trailer de Uma História de Loucura

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Semana 16 – MOGLI: O MENINO LOBO

Novo filme da recente onda de readaptações dos clássicos de animação da Disney, Mogli: O Menino Lobo fez um sucesso estrondoso em sua estreia e liderou com folga as bilheterias norte-americanas

Banner internacional de MOGLI: O MENINO LOBO (2016), de Jon Favreau

Remake em live-action da clássica animação da Disney lançada no final da década de 60, a aventura Mogli: O Menino Lobo (The Jungle Book) chegou com tudo no mercado norte-americano e se tornou o líder disparado do ranking das bilheterias, conquistando no caminho alguns recordes, é claro.

Foram nada menos que US$ 103,56 milhões obtidos pelo filme de sexta a domingo, uma performance espetacular que superou bastante as expectativas dos executivos da Disney (que esperavam algo em torno de US$ 70 milhões) e que garantiu à produção os postos de segunda maior abertura do mês de abril de todos os tempos (perdendo apenas para Velozes e Furiosos 7, com US$ 147,18 milhões) e de terceira maior estreia de 2016 até o momento. O uso da tecnologia transformou o filme em uma experiência cinematográfica. Como em Avatar e As Aventuras de Pi, você tem que ver para acreditar. Nós conquistamos o interesse tanto do público familiar quanto do público adulto em geral, declarou ao Hollywood Reporter o presidente de distribuição da Disney, Dave Hollis. No Brasil, Mogli: O Menino Lobo já está em exibição nos cinemas.

Banner internacional de UM SALÃO DO BARULHO 3 (2016), de Malcolm D. Lee

A medalha de prata ficou com a segunda maior novidade da semana, a comédia Um Salão do Barulho 3 (Barbershop: The Next Cut), que fez US$ 20,21 milhões no fim de semana, resultado sólido e que, embora tenha ficado um pouco abaixo das expectativas de mercado (US$ 25 milhões), deixou os executivos da Warner muito satisfeitos. Dados os números enormes do primeiro colocado, nós nos saímos bem e alcançamos o nosso público, disse, também ao Hollywood Reporter, Jeff Goldstein, presidente de distribuição da Warner. Por enquanto, Um Salão do Barulho 3 não possui uma data de lançamento definida nos cinemas nacionais.

Na esquerda, cena de A CHEFA e na direita cena de BATMAN VS SUPERMAN

Na esquerda, cena de A CHEFA e na direita cena de BATMAN VS SUPERMAN

Campeã da semana passada, a comédia A Chefa registrou uma perda de 57% em sua arrecadação e obteve US$ 10,17 milhões, ficando com o terceiro lugar e novamente à frente de Batman vs Superman: A Origem da Justiça, que também perdeu bastante o fôlego (o filme caiu 61%) e faturou US$ 9,01 milhões, ocupando então a quinta posição. Em dez dias, A Chefa acumula uma renda de US$ 40,35 milhões, enquanto que Batman vs Superman soma em quatro semanas US$ 311,31 milhões.

Cena de ZOOTOPIA

Completando a lista dos cinco primeiros colocados está a animação Zootopia: Essa Cidade é o Bicho, que por conta da concorrência de Mogli apresentou a sua primeira queda mais expressiva (43%) e arrecadou US$ 8,23 milhões. No total, Zootopia detém uma bilheteria de ótimos US$ 307,47 milhões.

Confira abaixo o ranking completo com as dez maiores bilheterias deste final de semana na América do Norte:

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Assista ao trailer de Mogli: O Menino Lobo.

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A JUVENTUDE – Um olhar melancólico da vida

Em A Juventude (Youth, 2015), Paolo Sorrentino aposta mais no força das cenas do que no próprio enredo e termina por entregar um enaltecimento da vida com contornos amargos

Banner internacional de A JUVENTUDE (2015), de Paolo Sorrentino

Paolo Sorrentino não é um cineasta fácil, além de ser talvez mais odiado do que querido. É necessário uma predisposição ao seu estilo nem sempre de fácil absorção e tão afeito aos sentimentos de depressão e apatia. Isso se percebe principalmente em Aqui é o Meu Lugar (2011) e em menor escala também em A Grande Beleza (2013). Em menor escala pois o cineasta de 46 anos demonstra um carinho imenso pela fase outonal da vida. E isso se repete em A Juventude (2015), uma espécie de reprise a esse olhar.

Sai de cena o grande Toni Servillo e entram outros grandes atores, dessa vez ainda mais célebres e conhecidos, Michael Caine e Harvey Keitel, dois gigantes do cinema mundial que vinham trabalhando como coadjuvantes de luxo em produções mais recentes. Sorrentino lhes confere o protagonismo novamente.

Cena de A JUVENTUDE

Em A Juventude, Michael Caine é o maestro Fred Ballinger, um homem amargurado que está passando uma temporada em um spa de luxo nos alpes suíços com seu melhor amigo, o cineasta Mick Boyle (Keitel), e com sua filha e assistente Rachel Weisz. No lugar, Sorrentino até inclui um sósia do Maradona, que havia recebido uma dedicatória especial do diretor quando o mesmo recebeu o Oscar de filme estrangeiro em 2014.

Como a passagem do tempo é um dos principais temas de A Juventude, é natural que em meio aos corpos enrugados também ganhem destaque os corpos jovens e perfeitos, como é o caso da Miss Universo que adentra nua a piscina em sequência memorável. Aliás, vale destacar que a beleza plástica que Sorrentino dá ao filme em diversos momentos tanto vale para os corpos jovens quanto para os corpos velhos.

Cena de A JUVENTUDE

Uma coisa que o filme requer do espectador é que aceite o tempo próprio do cineasta. Quem já viu pelo menos dois trabalhos dele sabe mais ou menos o que esperar. Talvez até tenha criado certa antipatia, na verdade. E há também uma relação muito próxima do cineasta com a apatia, que está muito presente em Fred Ballinger, embora depois saibamos que se trata de uma espécie de tentativa de esconder os sentimentos, e isso fica explícito na cena do emissário da Rainha da Inglaterra implorando a presença do maestro no aniversário do Príncipe Phillip.

Embora seja um filme sobre a velhice – a juventude aparece como um momento distante, quase longe da memória, como vemos nos diálogos entre Fred e Mick –, o filme tem uma vitalidade admirável, iniciando-se com uma cantora em um palco giratório ofertando música boa para um público seleto. Ao mesmo tempo, há um clima quase hipnótico no ar, graças ao andamento lento associado à beleza das imagens de cores vivas – o diretor de fotografia é Luca Bigazzi, o mesmo dos trabalhos anteriores do cineasta.

Cena de A JUVENTUDE

A Juventude é um filme que aposta mais na força das cenas, das imagens e dos personagens do que em um enredo. No começo, até pensamos que o convite do emissário da Rainha seria a força motriz da trama, mas isso passa longe de ser. Há camadas de subtramas, como a que envolve a filha de Fred, que vive um momento difícil, depois de ter sido abandonada pelo marido. E em alguns momentos personagens sem nome surgem do nada em pequenas passagens, como a jovem prostituta ou o citado jogador de futebol aposentado cujo nome nunca é citado.

O que se percebe ao final de A Juventude é que um trabalho bem mais melancólico que A Grande Beleza. Embora seja possível enaltecer a vida, há inúmeros momentos em que os personagens lamentam não ter feito determinada coisa, como quando Fred diz que daria 20 anos da vida dele por uma noite com determinada moça de sua juventude. E principalmente o modo como as coisas terminam para o maestro, no que se refere à sua esposa e também ao seu amigo. Dessa forma, o suposto enaltecimento da vida em todas as suas fases acaba ganhando contornos amargos.

Pôster de A JUVENTUDE (Youth, 2015), de Paolo Sorrentino

Pôster de A JUVENTUDE (Youth, 2015), de Paolo Sorrentino

Título: A Juventude (Youth)

Estreia: 31/03/2016

Gênero: Drama, Comédia

Duração: 124 min.

Origem: Itália, França, Suiça, Reino unido

Direção: Paolo Sorrentino

Roteiro: Paolo Sorrentino

Distribuidor: Fênix Filmes

Classificação: 12 anos

Ano: 2015

 

 

Assista o trailer de A Juventude:

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MOGLI: O MENINO LOBO – ENCANTA ADULTOS E CRIANÇAS

Dirigido por Jon Favreau, que comandou Homem de Ferro (Iron Man, 2008), o filme é baseado nas eternas histórias de Rudyard Kipling (trata-se de um clássico literário do final do século 19) e inspirado na também clássica animação da Disney Mogli – O Menino Lobo (The Jungle Book, 1967), de Wolfgang Reitherman. Nós vemos na tela grande uma aventura épica inovadora sobre Mogli, o menino criado por uma alcateia de lobos

Cena de MOGLI - O MENINO LOBO (The Jungle Book, 2016) de Jon Freaveu

Cena de MOGLI – O MENINO LOBO (2016), de Jon Freaveu

O que chama a atenção é o fato desse filme ser feito quase que completamente em computação gráfica, tendo êxito perante o público moderno enquanto mantém toda a magia da animação original da Disney, especialmente nas canções, como na saudosa Somente o Necessário, entoada por Baloo (Bill Murray) e Mogli na graciosa cena do rio. Destaque também para a belíssima atuação de Neel Sethi no papel de Mogli. Ele foi escolhido entre milhares de candidatos depois de uma busca mundial pelo menino-lobo perfeito…

Mogli fora criado por lobos, mas ele é um filhote de homem. Assim, não é tão ágil como os demais animais, mas é bastante esperto. Chega um momento da infância de Mogli em que ele sente que não é mais bem-vindo na floresta. Isso ocorre durante um período de estiagem, quando o temido tigre Shere Khan (Idris Elba), que carrega cicatrizes causadas por caçadores, promete eliminar o que ele considera uma ameaça. Forçado a abandonar o único lar que conhece, Mogli embarca em uma cativante jornada de autoconhecimento, guiado pela pantera e mentora Bagheera (Ben Kingsley) e pelo alegre urso Baloo.

Em sua jornada, Mogli encontra criaturas da selva que não são exatamente bondosas, incluindo Kaa (Scarlett Johansson), uma cobra cuja voz sedutora e olhar penetrante hipnotizam o menino-lobo, e Rei Loiue (Christopher Walken), um primata pré-histórico gigantesco, com fala mansa que tenta convencer Mogli a contar o segredo da ilusória flor vermelha mortal: o fogo. O filme contém diversos momentos tensos e assustadores, o que tem se tornado raro num mundo onde as crianças só podem assistir contos de fadas felizes e/ou politicamente corretos… Assim, o público alvo do longa é a família, que terão valores importantes transmitidos ao longo da projeção.

A dublagem nacional conta com Marcos Palmeira na voz de Baloo; Dan Stulbach como o pantera Bagherah; Julia Lemmertz na voz de Raksha, a mãe-loba; Alinne Moraes como a misteriosa serpente Kaa. O tigre Shere Khan teve a voz de Thiago Lacerda, enquanto o oragotango Rei Louie foi dublado por Tiago Abravanel. O 3D é usado para proporcionar grande profundidade de campo. Importante ver o filme na melhor sala de cinema disponível…

Poster de MOGLI - O MENINO LOBO (The Jungle Book, 2016) de Jon Freaveu

Poster de MOGLI – O MENINO LOBO (The Jungle Book, 2016), de Jon Freaveu

Título: Mogli – O Menino Lobo (The Jungle Book)

Estreia: 14/04/2016

Gênero: Aventura, Drama, Fantasia, Família

Duração: 105 min.

Origem: Estados Unidos

Direção: Jon Favreau

Roteiro: Justin Marks

Distribuidor: Walt Disney Pictures do Brasil

Classificação: 10 anos

Ano: 2016

 

 

Confira o trailer de Mogli – O Menino Lobo:

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RANKING BRASIL – BATMAN VS. SUPERMAN segue firme na liderança

Batman vs. Superman: A Origem da Justiça conseguiu manter-se distante em renda dos outros filmes em cartaz, mantendo com segurança a liderança do ranking. A animação Zootopia: Essa Cidade é o Bicho continuou caindo na renda, mas conseguiu manter a segunda posição. O estreante Invasão a Londres foi o que obteve melhor desempenho no fim de semana dentre as novidades, ficando com a terceira posição, enquanto que as outras duas, Rua Cloverfield, 10 e Deus Não Está Morto 2, ficaram em quarto e quinto lugar, respectivamente

Henry Cavill como Superman em cena de BATMAN VS. SUPERMAN: A ORIGEM DA JUSTIÇA.

Henry Cavill como Superman em cena de BATMAN VS. SUPERMAN: A ORIGEM DA JUSTIÇA

Em seu terceiro fim de semana em cartaz no país, Batman vs. Superman: A Origem da Justiça caiu cerca de 40% no desempenho, mas ainda se mantém na liderança com folga. A aventura arrecadou R$ 14,4 milhões no período ao levar pouco mais de 830 mil espectadores aos cinemas. Ao término do fim de semana, o público e a receita total acumulada era 6,5 milhões de espectadores e R$ 102 milhões em renda.

Cena de ZOOTOPIA: ESSA CIDADE É O BICHO.

Cena de ZOOTOPIA: ESSA CIDADE É O BICHO

Em sua quarta semana em cartaz no país, Zootopia: Essa Cidade é o Bicho caiu pouco, cerca de 20%, em relação o desempenho do fim de semana anterior e conseguiu manter a segunda posição do ranking Brasil. A animação obteve uma renda próxima de R$ 3,8 milhões ao levar pouco mais de 260 mil espectadores aos cinemas no período. Ao término do domingo, a receita total estimada era de R$ 31,8 milhões, enquanto que o público está por volta dos 2,2 milhões de espectadores.

Cena de INVASÃO A LONDRES.

Cena de INVASÃO A LONDRES

Invasão a Londres arrecadou R$ 3 milhões em seu primeiro fim de semana em cartaz no país e ficou com a terceira colocação do ranking. Pouco menos de 200 mil espectadores foram aos cinemas assistir Invasão a Londres. O filme estrelado por Gerard Butler foi o melhor estreante do fim de semana, ficando a frente do terror Rua Cloverfield, 10 e do drama Deus Não Está Morto 2 no ranking. Em público, o filme também ganhou, por uma diferença maior que 50 mil espectadores para ambos os filmes.

Cena de RUA CLOVERFIELD, 10.

Cena de RUA CLOVERFIELD, 10

Em quarto lugar, ficou o terror Rua Cloverfield, 10 que acumulou uma renda próxima de R$ 2,1 milhões em seu primeiro fim de semana no país. Tendo sido bastante elogiado pela crítica americana, o filme levou pouco mais de 130 mil espectadores aos cinemas do Brasil.

Jesse Metcalfe e Melissa Joan Hart em cena de DEUS NÃO ESTÁ MORTO 2.

Jesse Metcalfe e Melissa Joan Hart em cena de DEUS NÃO ESTÁ MORTO 2

A continuação Deus Não Está Morto 2 superou a crítica americana e conseguiu um bom resultado em seu primeiro fim de semana no Brasil. O drama alcançou a quinta colocação do ranking ao arrecadar cerca de R$ 1,5 milhão no período. Pouco mais de 100 mil espectadores foram aos cinemas assistir ao filme.

Confira abaixo a tabela com os dez melhores do ranking Brasil.

RBRA

Veja o trailer de Rua Cloverfield, 10.

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VIII Mostra Outros Cinemas – Conheça os curtas-metragens selecionados

A VIII Mostra Outros Cinemas, realizada pela Sereia Filmes, divulgou a lista dos 22 curtas-metragens selecionados para a edição que acontece de 4 a 8 de maio, na CAIXA Cultural Fortaleza. Em menos de um mês de inscrições, o evento recebeu cerca de 300 filmes. Foram selecionadas produções de 13 estados brasileiros, sendo cinco do Ceará

Banner Divulgação da VIII Mostra Outros Cinemas

Banner Divulgação da VIII Mostra Outros Cinemas

De acordo com Bárbara Cariry, curadora e produtora da Mostra Outros Cinemas, esse ano o público pode esperar uma programação diversificada. Os filmes selecionados representam um recorte interessante da atual produção nacional. São diferentes abordagens e linguagens dos realizadores, mostrando o talento dos cineastas brasileiros, afirma.

Cena de Homens com Cheiro de Flor (CE), de Joe Pimentel

Cena de HOMENS COM CHEIRO DE FLOR (CE), de Joe Pimentel

Além dos curtas, dois longas-metragens também integram a programação não competitiva. O documentário Mais do que Eu Possa me Reconhecer (RJ), de Allan Ribeiro, será o filme de abertura, enquanto o longa cearense Homens com Cheiro de Flor, de Joe Pimentel, será exibido na Sessão Especial para alunos de escolas públicas. Toda a programação é gratuita.

Cena de Eu Queria Ser Arrebatada, Amordaçada e, nas minhas Costas, Tatuada (RJ), de Andy Malafaia

Cena de EU QUERIA SER ARREBATADA, AMORDAÇADA E, NAS MINHAS COSTAS, TATUADA (RJ), de Andy Malafaia

SELEÇÃO DE CURTAS – VIII MOSTRA OUTROS CINEMAS

A Casa sem Separação (PR, 2015, 26’, Ficção, Livre), de Nathália Tereza

À Parte do Inferno (SP, 2015, 23’, Ficção, 14 anos), de Raul Arthuso

A Vez de Matar, a Vez de Morrer (MS, 2016, 25’, Ficção, 16 anos), de Giovani Barros

Antes da Encanteria (CE, 2016, 21’, Documentário, 14 anos), de Elena Meirelles, Gabriela Pessoa, Jorge Polo, Lívia de Paiva e Paulo Victor Soares

Cinemão (CE, 2015, 15’, Ficção, 18 anos), de Mozart Freire

Com Todo Amor de que Disponho (PR, 2015, 23’, Ficção, 16 anos), de Aristeu Araujo

Enquanto a Família Dorme (GO, 2015, 20’, Ficção, 12 anos), de Getúlio Ribeiro

Esperando Gordão (SP, 2015, 9’, Documentário, Livre), de Thiago B. Mendonça

Eu Queria Ser Arrebatada, Amordaçada e, nas Minhas Costas, Tatuada (RJ, 2015, 16’, Ficção, 16 anos), de Andy Malafaia

Ingrid (MG, 2016, 7’, Documentário, Livre), de Maick Hannder

Macapá (MA, 2015, 7’, Documentário, Livre), de Marcos Ponts

Mãe e Filho (PE, 2015, 15’, Documentário, Livre), de Paolo Gregori

Micro-Macro (CE, 2015, 1’, Animação/Experimental, Livre), de Diego Akel

Mitã Odjau Ramo – Quando a Criança Nasce (ES, 2015, 18’, Documentário, Livre), de Ricardo Sá

Neandertais (BA, 2016, 20’, Ficção, Livre), de Marcus Curvelo

O Homem que Virou Armário (CE, 2016, 22’, Ficção, Livre), de Marcelo Ikeda

O Mundo Sem Nós (CE, 2016, 16’, Ficção/Experimental, 12 anos), de Robson Levy

Objetos (RS, 2015, 16’, Ficção, 12 anos), de Germano de Oliveira

Outono Celeste (RS, 2015, 11’, Ficção, Livre), de Iuri Minfroy

Sexta-feira (PB, 2015, 11’, Documentário, Livre), de Gian Orsini

Sopro, Uivo e Assobio (RJ, 2015, 23’, Ficção, 12 anos), de Bernard Lessa

Trem (SP, 2015, 3’, Experimental, Livre), de Renato Coelho

Cena de O Homem que Virou Armário (CE), de Marcelo Ikeda

Cena de O HOMEM QUE VIROU ARMÁRIO (CE), de Marcelo Ikeda

Sobre a Mostra Outros Cinemas

A Mostra Outros Cinemas tem como proposta difundir obras audiovisuais de arte, experimentais e contemporâneas. Uma mostra feita para aqueles que estudam cinema, trabalham com cinema ou querem fazer cinema, possibilitando o conhecimento da produção realizada por jovens de todo o Brasil. São outros olhares, discursos, sentimentos e estéticas, bem diferentes dos estabelecidos pelo grande mercado de entretenimento.

Serviço:

Cinema: VIII Mostra Outros Cinemas

Local: CAIXA Cultural Fortaleza

Endereço: Av. Pessoa Anta, 287, Praia de Iracema

Data: 4 a 8 de maio de 2016

Horário e Classificação indicativa: Consultar programação

Entrada gratuita (sujeita à lotação do teatro)

Acesso para pessoas com deficiência e assentos especiais
Mais informações:
www.mostraoutroscinemas.com | facebook.com/Mostra.OutrosCinemas

Bilheteria CAIXA Cultural Fortaleza:
(85) 3453-2770

SEMANA 16 – AS ESTREIAS DESTA QUINTA-FEIRA EM FORTALEZA

Nesta semana de poucas estreias, os destaques são a comédia Ave, César (2016), de Joel e Ethan Coen; a aventura Mogli: O Menino Lobo (2016), de Jon Favreau; e a comédia musical Sinfonia da Necrópole (2014), de Juliana Rojas. Completam as estreias o thriller Mentes Criminosas (2016), de Ariel Vromen; e o suspense O Escaravelho do Diabo (2016), de Carlo Milani. Em pré-estreia, a fantasia O Caçador e a Rainha do Gelo (2016), de Cedric Nicolas-Troyan, e o drama Milagres do Paraíso (2016), de Patricia Higgen

George Clooney em AVE, CÉSAR (2016), de Joel e Ethan Coen

George Clooney em AVE, CÉSAR (2016), de Joel e Ethan Coen

Os irmãos Coen são diretores de uma filmografia admirável e certamente estão entre os melhores cineastas surgidos na década de 1980 ainda em atividade. Com o intervalo entre um trabalho e outro que parece estar aumentando (durou três anos também de Bravura Indômita, 2010, para Inside Llewyn Davis – Balada de um Homem Comum, 2013), um novo filme da dupla deve ser sempre visto com atenção e alegria. No caso de Ave, César!, é o retorno deles à comédia. Desta vez eles brincam com a Hollywood dos anos 1950, os últimos anos da chamada Era de Ouro. Na trama, Josh Brolin é o responsável por proteger as estrelas de escândalos e polêmicas e vive um dia bem intenso quando um de seus astros (George Clooney) é sequestrado no meio das filmagens de um filme chamado Ave, César! Em cartaz no UCI Iguatemi.

Veja o trailer

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AVE, CÉSAR! (Hail, Caesar!, Reino Unido/EUA/Japão, 2016), de Joel e Ethan Coen. Com Josh Brolin, George Clooney, Alden Ehrenreich, Ralph Fiennes, Scarlett Johansson, Tilda Swinton, Frances McDormand, Jonah Hill, Veronica Osorio, Alison Pill. 106 min. Universal. 12 anos.

Cena de MOGLI: O MENINO LOBO (2016), de Jon Favreau

Cena de MOGLI: O MENINO LOBO (2016), de Jon Favreau

Tem-se percebido o quanto certas histórias que foram conhecidas inicialmente através de animações da Disney têm aparecido agora em forma de filmes em live action. Foi o caso de Cinderela, de Alice no País das Maravilhas, de 101 Dálmatas, e de versões que mudam o ponto de vista, como Malévola, baseado em A Bela Adormecida. Mogli: O Menino Lobo é um projeto ambicioso de Jon Favreau (Homem de Ferro, Chef) que mistura animação em CGI (todos os animais) com pessoas em carne e osso (o menino Mogli, principalmente). O filme tem sido recebido com entusiasmo pela crítica que até o momento pôde vê-lo, o que é um bom sinal. Diversão de qualidade para toda a família é algo que precisa ser feito com carinho mesmo. Em cartaz em grande circuito, inclusive na sala IMAX.

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MOGLI: O MENINO LOBO (The Jungle Book, EUA, 2016), de Jon Favreau. Com Neel Sethi e as vozes originais de Bill Murray, Ben Kingsley, Idris Elba, Lupita Nyong’o, Scarlett Johnasson, Giancarlo Esposito, Christopher Walken, Garry Shandling. 105 min. Disney. 10 anos.

Cena de SINFONIA DA NECRÓPOLE (2014), de Juliana Rojas

Cena de SINFONIA DA NECRÓPOLE (2014), de Juliana Rojas

Juliana Rojas, depois de uma excelente carreira em curtas-metragens centrados no cinema de horror e mais um ótimo longa dirigido em parceria com Marco Dutra chamado Trabalhar Cansa (2011), resolveu iniciar sua carreira solo no circuito comercial com uma comédia musical cujo cenário é um cemitério. Com muito bom humor e canções inspiradas, Sinfonia da Necrópole nos apresenta a um aprendiz de coveiro que costuma desmaiar ao ver enterros e sua paixão por uma funcionária do serviço funerário que inicia um levantamento sobre túmulos abandonados, de modo a aproveitar melhor o espaço do local. A paixão não o deixa pedir demissão e misteriosos eventos começam a abalá-lo. Em cartaz no Cinema do Dragão.

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SINFONIA DA NECRÓPOLE (Brasil, 2014), de Juliana Rojas. Com Eduardo Gomes, Luciana Paes, Hugo Villavicenzio, Paulo Jordão, Germano Melo, Luís Mármora, Adriana Mendonça, Antonio Velloso, Augusto Pompeo, Lilian Blanc. 85 min. Vitrine.

Kevin Costner em MENTES CRIMINOSAS (2016), de Ariel Vromen

Kevin Costner em MENTES CRIMINOSAS (2016), de Ariel Vromen

Engana-se quem pensa que Mente Criminosa é a estreia do israelense Ariel Vromen em Hollywood. Na verdade, já se trata de seu quarto longa-metragem, sendo que o anterior, O Homem de Gelo (2013), foi lançado direto em vídeo no Brasil. Mente Criminosa segue a linha de filmes de crime do anterior, com um toque mais fantástico. Na trama, os segredos, memórias e habilidades de um agente da CIA morto são implantados em um prisioneiro (Kevin Costner), com a intenção de ajudá-lo a interromper uma trama maquiavélica. O elenco ainda conta com outros nomes de destaque, como Gary Oldman, Ryan Reynolds e a “Mulher-Maravilha” Gal Gadot, que interpreta a esposa do agente morto. Em cartaz no UCI Iguatemi e Cinépolis RioMar.

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MENTE CRIMINOSA (Criminal, Reino Unido/EUA, 2016), de Kevin Costner, Ryan Reynolds, Gal Gadot, Tommy Lee Jones, Gary Oldman, Alice Eve, Michael Pitt, Robert Davi, Scott Adkins, Colin Solmon. 114 min. California. 14 anos.

Cena de O ESCARAVELHO DO DIABO (2016), de Carlo Milani

Cena de O ESCARAVELHO DO DIABO (2016), de Carlo Milani

Quem tem mais de 30 anos certamente lembra da Coleção Vaga-Lume da Editora Ática, dirigida ao público infanto-juvenil. Lançado na década de 1970, O Escaravelho do Diabo, de Lúcia Machado de Almeida, foi um dos livros mais populares entre os leitores jovens mas só agora tiveram a ideia de transformá-lo em filme, um filme de suspense dirigido também a um público infanto-juvenil. Resta saber se vai ser bem aceito. Dependendo da qualidade da produção, mesmo que não haja uma boa bilheteria, O Escaravelho do Diabo pode se tornar um pequeno clássico. Na trama, uma série de crimes contra pessoas ruivas abala uma cidadezinha. Depois da morte de seu irmão, Alberto, de 13 anos, resolve investigar o caso, pedindo a ajuda do experiente mas esquecido Inspetor Pimentel. Em cartaz em grande circuito.

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O ESCARAVELHO DO DIABO (Brasil, 2016), de Carlo Milani. Com Thiago Rosetti, Bruna Cavalieri, Marcos Caruso, Jonas Bloch, Lourenço Mutarelli, Celso Frateschi, Selma Egrei, Augusto Madeira, Isaac Bardavid, Ana Cecília Costa. 90 min. Downtown/Paris. 12 anos.

Pré-estreias

Cena de O CAÇADOR E A RAINHA DO GELO (2016), de Cedric Nicolas-Troyan

Cena de O CAÇADOR E A RAINHA DO GELO (2016), de Cedric Nicolas-Troyan

O personagem do Caçador (Chris Hemsworth), que em Branca de Neve e o Caçador (2012) era uma espécie de coadjuvante, agora é protagonista em O Caçador e a Rainha do Gelo, longa-metragem de estreia do francês Cedric Nicolas-Troyan, diretor de segunda unidade que assumiu o posto de direção depois que Frank Darabond saiu do projeto por diferenças criativas. Com um belo trio de estrelas de Hollywood formado por Charlize Theron, Emily Blunt e Jessica Chastain, o filme é tanto um prequel quanto uma sequência de Branca de Neve e o Caçador. Na trama, a Rainha Freya (Blunt) decide ir em busca de seu espelho mágico, mas descobre que sua irmã, a Rainha Má (Theron), ressuscitou. Ela pede então a ajuda aos rebeldes Eric (Hemsworth) e Sara (Chastain). Em pré-estreia em grande circuito, na quarta-feira, 20.

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O CAÇADOR E A RAINHA DO GELO (The Huntsman: Winter’s War, EUA, 2016), de Cedric Nicolas-Troyan. Com Chris Hemworth, Jessica Chastain, Charlize Theron, Emily Blunt, Sam Claflin, Sophie Cookson, Nick Frost, Colin Morgan, Ralph Ineson, Sheridan Smith. 114 min. Universal. 12 anos.

Cena de MILAGRES DO PARAÍSO (2016), de Patricia Higgen

Cena de MILAGRES DO PARAÍSO (2016), de Patricia Higgen

Curioso a quantidade de filmes sobre fé que têm saltado no circuito nos últimos meses e anos, incluindo os explicitamente religiosos. Milagres do Paraíso é mais um a engrossar a lista e traz no elenco Jennifer Garner como uma mãe que descobre que sua filha de 10 anos sofre de uma grave e incurável doença. Recorrendo às orações e à fé, algo que parecia ainda mais terrível aconteceu, mas que acabou por se mostrar uma saída para algo que os médicos jamais imaginavam que podia acontecer. É certamente um filme que os mais céticos torcerão o nariz, sem falar que parece ser um pouco carregado no melodrama, mas que pode surpreender positivamente. Em pré-estreia no fim de semana no Cinépolis RioMar.

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MILAGRES DO PARAÍSO (Miracles from Heaven, EUA, 2016), de Patricia Higgen. Com Jennifer Garner, Kylie Rogers, Martin Henderson, Brighton Sharbino, Courtney Fansler, Queen Latifah, Bryce Zentkovich, Eugenio Derbez, Kelly Collins Lintz. 109 min. Sony. Livre.

Saem de cartaz

A Bruxa
Decisão de Risco
Kung Fu Panda 3
Nos Passos do Mestre
Para Minha Amada Morta

As estreias nacionais desta quinta-feira, 14, que não entram em cartaz em Fortaleza

A Três Vamos Lá
O Signo das Tetas
Onde o Mar Descansa
Truman

Veja o trailer de Onde o Mar Descansa

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