RANKING BRASIL – MINIONS estreia na frente

Minions estreou no último fim de semana no Brasil e surpreendeu na arrecadação chegando a tomar a liderança de Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros, que sustentava a posição há duas semanas. A animação se isolou na liderança do ranking, enquanto a aventura dos dinossauros terminou o fim de semana na segunda colocação. Os estreantes do fim de semana anterior, Divertida Mente e Dragon Ball Z: O Renascimento de Freeza, caíram uma posição, ficando em terceiro e quarto lugar, respectivamente. Qualquer Gato Vira-Lata 2 conseguiu se manter no quinto lugar

Cena de MINIONS.

Cena de MINIONS

A animação Minions teve um ótimo primeiro fim de semana no Brasil, terminando o domingo com uma arrecadação de R$ 22,7 milhões, cerca de duas vezes o obtido por Divertida Mente em sua estreia, no fim de semana anterior. Com a renda, a animação isolou-se na primeira colocação, tomando de vez a liderança de Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros, sustentada por duas semanas consecutivas. Cerca de 1,5 milhão de espectadores assistiram Minions de quinta, 18, a domingo, 21.

Cena de JURASSIC WORLD: O MUNDO DOS DINOSSAUROS.

Cena de JURASSIC WORLD: O MUNDO DOS DINOSSAUROS

Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros arrecadou R$ 10,2 milhões, valor que não foi suficiente para evitar a ultrapassagem do estreante Minions, terminando o fim de semana na segunda colocação do ranking. A aventura levou cerca de 640 mil espectadores aos cinemas em seu terceiro fim de semana no país, acumulando assim um público de 4,4 milhões. Com a renda obtida no fim de semana, Jurassic World soma agora um total de R$ 66,4 milhões por aqui.

Cena de DIVERTIDA MENTE.

Cena de DIVERTIDA MENTE

Divertida Mente, que vem agradando bastante os críticos e o público em geral no mundo inteiro, arrecadou R$ 5,6 milhões em seu segundo fim de semana, terminando o domingo na terceira posição do ranking. O valor representa uma queda de aproximadamente 40% em relação ao fim de semana anterior. Mais de 1,4 milhão de espectadores já conferiram Divertida Mente no Brasil, sendo que cerca de 406 mil viram a animação nesse último fim de semana. No total, o filme acumula uma renda de R$ 18,9 milhões no país.

Freeza em cena de DRAGON BALL Z - O RENASCIMENTO DE FREEZA.

Freeza em cena de DRAGON BALL Z – O RENASCIMENTO DE FREEZA

Sendo exibido em poucas salas no país, Dragon Ball Z – O Renascimento de Freeza terminou o seu segundo fim de semana no Brasil com uma renda de apenas R$ 655 mil. Mesmo com o resultado, o filme ainda conseguiu se assegurar na quarta colocação do ranking, no entanto o valor arrecadado no fim de semana representa uma queda de 70% em relação ao anterior, um número preocupante pois Dragon Ball Z – O Renascimento de Freeza está apenas em sua segunda semana em cartaz no país. Cerca de 50 mil espectadores foram aos cinemas ver o filme, que conta com um público acumulado de aproximadamente 286 mil espectadores. Atualmente, Dragon Ball Z acumula R$ 3,6 milhões no país.

Malvino Salvador e Cléo Pires em cena de QUALQUER GATO VIRA-LATA 2.

Malvino Salvador e Cléo Pires em cena de QUALQUER GATO VIRA-LATA 2

Na quinta colocação, ficou a comédia brasileira Qualquer Gato Vira-Lata 2 que tem sustentado o seu lugar entre os cinco primeiros há quatro semanas, mostrando-se com um bom desempenho em meio a vários filmes estrangeiros. A comédia terminou o fim de semana com uma renda de R$ 528 mil e um público de aproximadamente 37 mil espectadores. No total, o público e a renda do filme no país é 750 mil e R$ 9,6 milhões.

Confira a tabela com os dez melhores.

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Veja o trailer de Minions.

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SEMANA 27 – AS ESTREIAS DESTA QUINTA-FEIRA EM FORTALEZA

Apesar de a quinta-feira ser o dia da estreia da aventura sci-fi O Exterminador do Futuro – Gênesis (2015), de Alan Taylor, o que é mais importante para os amantes de cinema na cidade e motivo de comemoração é a volta definitiva do Cine São Luiz, que apresenta já no primeiro dia, 2 de julho, o melodrama clássico Cinema Paradiso (1988), de Giuseppe Tornatore, em versão restaurada. Confira a programação especial completa do mês no site da Secretaria de Cultura do Estado. As sessões acontecem sempre de quinta a domingo. Quanto às demais estreias da semana, o circuito local reserva três comédias: Cala a Boca, Philip (2014), de Alex Ross Perry; Belas e Perseguidas (2015), de Anne Fletcher; e Meu Passado me Condena 2 (2015), de Julia Rezende

Arnold Schwarzenegger em O EXTERMINADOR DO FUTURO - GÊNESIS (2015), de Alan Taylor

Arnold Schwarzenegger em O EXTERMINADOR DO FUTURO – GÊNESIS (2015), de Alan Taylor

Há séries que parece que não conseguem chegar ao fim. O Exterminador do Futuro é uma delas. Passados mais de 30 anos do original de James Cameron, eis que Arnold Schwarzenegger está de volta na pele (e aço) do exterminador. O novo filme, dirigido pelo Alan Taylor saído de Game of Thrones, que trouxe consigo a bela Emilia Clarke no papel mítico de Sarah Connor, não é exatamente uma continuação dos demais, mas uma reinvenção, por assim dizer, sendo mais ligada aos dois primeiros filmes. Na trama de O Exterminador do Futuro – Gênesis, John Connor, filho de Sarah, envia o amigo Kyle Reese de volta ao ano de 1984, mas nada é como ele esperava encontrar. Em exibição em grande circuito, inclusive com exibição em IMAX 3D.

Veja o trailer

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O EXTERMINADOR DO FUTURO – GÊNESIS (Terminator Genisys, EUA, 2015), de Alan Taylor. Com Arnold Schwarzenegger, Emilia Clarke,  Jai Courtney, J.K. Simmons, Jason Clarke, Brett Azar, Matt Smith, Byung-hung Lee, Aaron V. Williamson, Courtney B. Vance.  126 min. Paramount. 12 anos.

Jason Schwartzman em CALA A BOCA, PHILIP (2014), de Alex Ross Perry

Jason Schwartzman em CALA A BOCA, PHILIP (2014), de Alex Ross Perry

Mais uma comédia independente americana chega aos nossos cinemas, ainda que de maneira discreta. Cala a Boca, Philip nos apresenta a um escritor egocêntrico e pouco amoroso vivido por Jason Schwartzman que está incomodado com a demora na publicação de seu segundo romance. Ao mesmo tempo, o que o incomoda é sua própria indiferença em relação ao livro e também seu relacionamento em decadência com a namorada Ashley (Elisabeth Moss). Ele sente a necessidade de fugir de tudo e se isolar a fim de conseguir aquilo que ele mais deseja: concentrar-se em si mesmo. Em cartaz no Cinema do Dragão.

Veja o trailer

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CALA A BOCA PHILIP (Listen up Philip, EUA, 2014), de Alex Ross Perry. Com Jason Schwartzman, Elisabeth Moss, Jonathan Pryce, Krysten Ritter, Joséphine de La Baume, Jess Weixler, Dree Hemingway, Keith Poulson, Kate Lyn Sheil. 108 min. Zeta Filmes. 14 anos.

Sofia Vergara e Reese Witherspoon em BELAS E PERSEGUIDAS (2015), de Anne Fletcher

Sofía Vergara e Reese Witherspoon em BELAS E PERSEGUIDAS (2015), de Anne Fletcher

O trailer em si é divertido, ao mesmo tempo que não promete uma comédia com grandes pretensões. Em Belas e Perigosas, Reese Witherspoon é uma policial excessivamente correta que tenta proteger uma sexy viúva de um chefão das drogas (Sofía Vergara) enquanto fogem pelo Texas, perseguidas por policiais e assassinos armados. O filme é dirigido pela mesma Anne Fletcher de filmes que focam em personagens femininas, como Vestida para Casar (2008) e A Proposta (2009). Bom saber que há, ainda que tímida, vozes femininas em meio a um circuito mainstream predominantemente masculino. Em exibição em grande circuito.

Veja o trailer

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BELAS E PERSEGUIDAS (Hot Pursuit, EUA, 2015), de Anne Fletcher. Com Reese Witherspoon, Sofía Vergara, Matthew Del Negro, Michael Mosley, Robert Kazinsky, Richard T. Jones, Benny Nieves, Michael Ray Escamilla, Joaquín Cosio. 87 min. Warner. 12 anos.

Fábio Porchat e Miá Mello em MEU PASSADO ME CONDENA 2 (2015), de Julia Rezende

Fábio Porchat e Miá Mello em MEU PASSADO ME CONDENA 2 (2015), de Julia Rezende

As franquias de comédias brasileiras seguem firmes, desta vez com a continuação de Meu Passado me Condena – O Filme (2013), que trazia Fábio Porchat e Miá Mello em lua de mel. O novo filme já mostra o desgaste no casamento e o desejo de Miá em acabar com a relação. O que interrompe isso é a morte de um familiar de Fábio, o que faz com que os dois partam imediatamente para Portugal. Não devem faltar as famosas presepadas de Porchat e a doce simpatia de Miá em um trabalho de uma diretora que ganhou mais respeito depois de ter feito um drama romântico comovente lançado este ano nos cinemas, Ponte Aérea (2015). Em exibição em grande circuito.

Veja o trailer

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MEU PASSADO ME CONDENA 2 (Brasil, 2015), de Julia Rezende. Com Fábio Porchat, Miá Mello, Antonio Pedro, Ricardo Pereira, Miguel Pinheiro, Mafalda Pinto, Marcelo Valle, Inez Viana, Márcia Breia, Ernani Moraes. 105 min. Paris. 12 anos.

Saem de cartaz

A Espiã Que Sabia de Menos
Enquanto Somos Jovens
Jessabelle – O Passado Nunca Morre
Jornada ao Oeste
Lugares Escuros
Os Vingadores – A Era de Ultron
Qualquer Gato Vira-Lata 2
Tomorrowland – Um Lugar Onde Nada É Impossível

Estreias nacionais desta quinta-feira, 2, que não entram em cartaz em Fortaleza

Dois Casamentos
Kiriku – Os Homens e as Mulheres
Meu Verão na Provença
Os Olhos Amarelos dos Crocodilos
Rua Secreta
Um Pouco de Caos

Veja o trailer de Dois Casamentos

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RANKING INTERNACIONAL – JURASSIC WORLD continua líder

Pela terceira semana consecutiva, Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros terminou o fim de semana na liderança do ranking internacional. Minions estreou em mais alguns países e já obteve o suficiente para alcançar a segunda colocação com folga. Com a melhora de Minions, Divertida Mente caiu para a terceira posição, enquanto o estreante Ted 2 ficou em quarto, logo a frente de Terremoto: A Falha de San Andreas, que caiu duas posições em relação ao fim de semana passado

Cena de JURASSIC WORLD: O MUNDO DOS DINOSSAUROS.

Cena de JURASSIC WORLD: O MUNDO DOS DINOSSAUROS

Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros continua dominando o ranking internacional sendo líder pela terceira semana consecutiva. Mesmo com quedas significativas, o filme vem sustentando a primeira colocação de forma segura, tendo arrecadado US$ 82,5 milhões nesse último fim de semana. O valor representa uma queda de aproximadamente 50% em relação o fim de semana anterior, no entanto a arrecadação continua bastante alta quando comparada as rendas dos outros filmes também em cartaz no mercado internacional. Sendo ainda exibido em 66 países, a aventura já acumula uma renda de US$ 737 milhões internacionalmente, e aproximadamente US$ 1,24 bilhão, quando somada com a renda doméstica.

Cena de MINIONS.

Cena de MINIONS

Após estrear em seis novos países, Minions melhorou a renda em cerca de 300% em relação o fim de semana anterior, conseguindo subir da quarta para a segunda colocação do ranking com facilidade. A animação terminou o domingo, 28, com uma arrecadação de US$ 36 milhões no mercado internacional, valor que ultrapassa a renda de estreia de Meu Malvado Favorito 2 em 7%, que estreou em mais de 40 países nas suas duas primeiras semanas em cartaz. Exibido atualmente em apenas 10 países, o melhor desempenho do filme no último fim de semana foi no Reino Unido, onde foi primeiro colocado no ranking local com uma renda de US$ 16,1 milhões. A animação Minions acumula uma renda de US$ 51,7 milhões no mercado internacional, em sua segunda semana em cartaz, tendo ainda estreia prevista para mais 54 países.

Cena de DIVERTIDA MENTE.

Cena de DIVERTIDA MENTE

Após obter uma queda na renda, Divertida Mente escorregou da segunda para a terceira colocação do ranking com uma arrecadação de US$ 26,4 milhões nesse último fim de semana. A animação tem obtido os melhores resultados no México e na Rússia onde já arrecadou cerca de US$ 18,4 milhões e US$ 13,9 milhões, respectivamente. Em sua segunda semana em cartaz, Divertida Mente já acumula US$ 81,5 milhões nas bilheterias internacionais, estando em exibição em apenas 42 países, menos da metade da quantidade de países onde o filme ainda vai estrear.

Cena de TED 2.

Cena de TED 2

A comédia Ted 2 arrecadou cerca de US$ 20,3 milhões dos 26 países onde estreou no último fim de semana, terminando o domingo na quarta colocação do ranking. Alemanha e Austrália foram os locais onde o filme se destacou em seus primeiros dias em cartaz, tendo obtido US$ 4 milhões e US$ 3,2 milhões nesses, respectivamente, terminando o fim de semana na segunda colocação do ranking local em ambos. Ainda restam 38 países no calendário de estreias da comédia; no Brasil, a estreia está prevista para 27 de agosto.

Cena de TERREMOTO: A FALHA DE SAN ANDREAS.

Cena de TERREMOTO: A FALHA DE SAN ANDREAS

Terremoto: A Falha de San Andreas conseguiu se manter entre os cinco primeiros em sua quinta semana em cartaz no ranking internacional. O filme terminou o fim de semana com uma renda de US$ 10,4 milhões, cerca de 50% menor que a renda do fim de semana anterior, e continua com o melhor desempenho na China, onde já acumula US$ 99,3 milhões, mais que 30% da renda total obtida pelo filme no mercado internacional, US$ 297 milhões. Dentre as grandes conquistas do filme, está a de melhor arrecadação no México, Chile, Colômbia, Peru e Venezuela, por um filme da Warner Bros.

Confira abaixo a tabela com os dez melhores.

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Veja o trailer de Ted 2.

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Semana 26 – Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros

A disputa com a animação Divertida Mente foi acirrada, mas pela terceira vez consecutiva os dinossauros levaram a melhor e lideraram o ranking de bilheteria. Principal estreia da semana, a comédia Ted 2 não emplacou e obteve uma renda muito abaixo da esperada

Cena de JURASSIC WORLD: O MUNDO DOS DINOSSAUROS

Cena de JURASSIC WORLD: O MUNDO DOS DINOSSAUROS

Em sua terceira semana em cartaz no mercado norte-americano, a aventura Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros continuou sendo o favorito de público e liderando o ranking das bilheterias locais. Mesmo tendo registrado uma queda de 49% em sua arrecadação, o longa da Universal conseguiu sustentar o primeiro lugar ao faturar de sexta a domingo US$ 54,20 milhões, uma ótima quantia que elevou o total acumulado da produção para espetaculares US$ 500,10 milhões. Dessa forma, Jurassic World se tornou o quinto filme na história a ultrapassar a marca de meio bilhão nas bilheterias norte-americanas, sendo os outros quatro as aventuras Batman: O Cavaleiro das Trevas e Os Vingadores, o romance Titanic e a sci-fi Avatar. No mercado internacional, cabe mencionar, o desempenho de Jurassic World também vai de vento em poupa, já tendo o filme arrecadado nada menos que US$ 737,50 milhões, o que lhe garante um total global de US$ 1,24 bilhão.

Cena de DIVERTIDA MENTE

Cena de DIVERTIDA MENTE

Na vice-liderança ficou a animação Divertida Mente, que não perdeu muito o fôlego da sua ótima abertura (a queda do filme foi de 42%) e ficou muito próxima de assumir o topo do ranking ao obter US$ 52,12 milhões no fim de semana. No total de dez dias, o elogiado longa animado soma uma bilheteria de US$ 184,94 milhões, o que faz alguns analistas considerarem a marca de US$ 300 milhões arrecadados uma certeza.

Banner internacional de TED 2 (2015), de Seth MacFarlane

Banner internacional de TED 2 (2015), de Seth MacFarlane

Em terceiro lugar aparece a maior novidade da semana, a comédia Ted 2, que acabou não conseguindo repetir o sucesso do filme original e decepcionou ao faturar US$ 33 milhões no seus três primeiros dias de exibição, valor muito abaixo dos US$ 55 milhões esperados pelos executivos da Universal. Neste ano, várias sequências tiveram dificuldades nas bilheterias, declarou à Variety o presidente do estúdio, Nicholas Carpou, sobre a performance de Ted 2, que tornou o filme a segunda “bola fora” seguida do diretor Seth MacFarlane, que em 2014 teve que amargar o fracasso da comédia Um Milhão de Maneiras de Pegar na Pistola. No Brasil, Ted 2 tem estreia agendada para o dia 27 de agosto.

Banner internacional de MAX (2015), de Boaz Yakin

Banner internacional de MAX (2015), de Boaz Yakin

A quarta colocação coube à outro estreante, o filme-família Max, que caiu no gosto do público (o longa recebeu um ‘A’, referente a excelente, na avaliação feita pelo CinemaScore) e não fez feio ao encerrar seu primeiro fim de semana com US$ 12,21 milhões, resultado superior aos US$ 10 milhões projetados inicialmente pelos analistas. Por enquanto, Max não possui uma data de estreia no mercado nacional.

Cena de  A ESPIÃ QUE SABIA DE MENOS

Cena de A ESPIÃ QUE SABIA DE MENOS

Encerrando a lista dos cinco primeiros colocados está a comédia A Espiã que Sabia de Menos, que registrou a menor queda do Top 10 (30%) e fez mais US$ 7,80 milhões. Em quatro semanas, o longa estrelado por Melissa McCarthy detém uma bilheteria de US$ 88,35 milhões no mercado norte-americano.

Confira abaixo o ranking completo com as dez maiores bilheterias deste final de semana na América do Norte:

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Assista ao trailer de Ted 2:

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WHAT HAPENNED MISS SIMONE? – Eis a Questão

Documentário que estreou esta semana no Netflix representa uma rara oportunidade de conhecer a vida e a carreira errantes de uma das grandes damas da música popular do século XX

WHAT HAPPENED, MISS SIMONE? (EUA, 2015) apresenta a vida e a carreira errante de uma das damas da música popular do século XX

WHAT HAPPENED, MISS SIMONE? (2015), de Liz Garbus, apresenta a vida e a carreira errante de uma das damas da música popular do século XX

Artistas são autodestrutivos? Não necessariamente. Ou não necessariamente mais do que a maioria das pessoas. Mas no caso de Eunice Kathleen Waymon, alcunha Nina Simone, esta é uma questão que perpassa a mente de quem assiste à What Happened, Miss Simone? (2015), disponibilizado esta semana no sítio Netflix, no Brasil.

Menina talentosa, Nina começou a estudar piano aos quatro anos, após impressionar a patroa da sua mãe, empregada doméstica, e uma professora, ambas brancas, presentes a um dos cultos evangélicos nos quais a criança-prodígio acompanhava o coral ao piano, na pequena Tryon, interior da mesma Carolina do Norte onde Dylan Roof destruiu a vida de nove afro-americanos (dentro de uma igreja!) na última semana.

Obcecada pela ideia (a ela imposta) de se tornar a primeira concertista “de cor” dos Estados Unidos, Nina enfrentou uma dura rotina de estudos que lhe roubou a juventude e acabou numa frustração que transformou a sua vida: aos dezenove anos, teve um pedido de bolsa rejeitado por uma prestigiada escola de música, não obstante seu excepcional talento ao piano. E não é necessário um grande esforço mental para saber por quê.

A partir de então, morreu a concertista afro-americana de interior e nasceu a pianista de inferninhos em Atlantic City, Nova Jersey, para onde nossa heroína se mudou no início da vida adulta. E mais: nasceu também a cantora Nina Simone. Embora não cantasse, foi forçada a fazê-lo por um dos donos dos bares onde tocava à noite por uns trocados, a fim de entreter um público displicente com scotches na mão. Era isso ou rua! E se tinha uma coisa de que Nina precisava, era de grana: queria ajudar os pais, de quem omitia seu trabalho, e financiar a continuidade dos seus estudos em piano – a miragem de uma carreira de concertista negra ainda povoava sua mente.

Ocorre que ela conseguiu mais do que isso: a voz grave e potente, a interpretação passional, mas ao mesmo tempo disciplinada, cativaram um público que cresceu à medida que Nina também gravava suas primeiras canções “populares”, se podemos chamar assim a chic I Loves you, Porgy, de George Gershwin, Ira Gershwin, Dubose Heyward e Ansgar Wemp, seu único hit a figurar no top 20 da Billboard. Completamente desinteressada da indústria fonográfica e do público casual de boates, Nina seguiu no seu objetivo de tocar seu amado Bach no prestigiado Carnegie Hall. 

Mas a onda já viera com tudo. E, para piorar a situação de Nina, ela conheceu um ex-policial durão que se tornou seu agente: Andrew Stroud. Empresário hábil, Andrew ajudou a encaminhar a carreira de Nina, ao mesmo tempo que destruía sua vida pessoal. Espancada e frustrada, Nina pareceu encontrar uma nova razão de ser na luta pelos direitos civis, na explosiva década de 1960. Após um atentado terrorista que matou quatro crianças negras no sul estadunidense, a artista mudou completamente o rumo da sua carreira: compôs canções de protesto que incluíam palavrões, um escândalo para a sociedade americana pré-rap; reformulou seu repertório, assumindo a postura eclética que marcaria sua carreira desde então.

Mas esta militância apaixonada, como tudo o que Nina se propôs fazer na vida, lhe custou um preço alto demais: boicotada por gravadoras, explorada pelo marido e empresário e abalada pelo assassinato de Martin Luther King, a musicista revelou aos poucos uma personalidade bipolar e difícil para quem estava ao seu redor: abandonava o palco, caso visse alguém distraído na plateia; funcionava à base de remédios; pedia compulsivamente sexo e porradas do marido e espancava a própria filha, sentindo prazer por infligir-lhe dor.

Desiludida da vida e da música, abandonou o marido, a carreira, a filha, e passou anos errantes por Barbados, Libéria, Suíça e França, onde viveu até a morte. Sisuda e aborrecida, se abria apenas para seu diário – e para o público. É provável que o palco fosse o único lugar onde Nina podia, por alguns instantes, exorcizar os seus fantasmas, a amargura de viver uma vida que ela não desejava. Pelo menos não daquele jeito.

Dirigido pela prestigiada Liz Garbus, o documentário segue o modelo tradicional, sem quaisquer tentativas de renovação estética. Poucos entrevistados e muitas imagens de arquivo compõem um longa essencial para aqueles que desejam conhecer uma das damas da música popular estadunidense do século XX. A visão sensível da realizadora se evidencia especialmente na parte final do filme, quando o standard You’ll Never Walk Alone (Richard Rodgers e Oscar Hammerstein II ) se torna a trilha musical da derradeira fase da carreira de Nina Simone – o que não deixa de soar irônico (a tradução do título é “Você nunca caminhará sozinho”), quando se considera que a artista sempre se queixou da sua solidão.

Nina morreu em 2003, aos 70 anos, em decorrência de um câncer de mama. Mas esse não foi seu maior inimigo. Infelizmente, nessa tragédia, sua antagonista foi ela própria. Ao me deparar, muitos anos atrás, com uma coletânea daquela cantora de timbre esquisito e imagem de ídolo de ébano, quis logo saber quem ela era. Ninguém sabia. Mas Simone ainda estava viva. Só que era como se não estivesse. Faço então minha a pergunta inquietante que intitula o belo documentário: what happened, miss Simone? (ouvindo feelings, em apoteótica apresentação de mais uma das brilhantes e tristes divas da música popular).

Confira o trailer:

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25º Cine Ceará – Um Balanço do Festival

Foi uma edição especial. Como bem disse Halder Gomes lá no palco no primeiro dia do festival, 25 anos não são 25 dias. Vejamos rapidamente o que houve de interessante nesta edição do Cine Ceará, o mais tradicional festival de cinema cearense. Mais abaixo, a lista de todos os premiados

Visão do palácio do Cine-Teatro São Luiz na expectativa de uma sessão do festival

Visão do palácio do Cine-Teatro São Luiz na expectativa de uma sessão do festival

Desde o anúncio oficial dos indicados à categoria de melhor longa da mostra competitiva que se percebeu que seria uma edição diferente. Nomes como Pedro Costa (de Cavalo Dinheiro), Lisandro Alonso (de Jauja), Pablo Larraín (de O Clube) e Jorge Furtado (de Beleza Real) se destacaram e chamaram a atenção de cinéfilos do país para o festival, que também teve a honra de estar voltando à sua casa de direito: o agora Cine-Teatro São Luiz, reformado, lindo e com instalações de primeira linha.

Por outro lado, o problema da desigualdade social se mostrou ainda mais gritante na paisagem de Fortaleza dessa vez, com o contraste de pessoas em trajes de gala nas noites de abertura e encerramento e vários moradores de rua na Praça do Ferreira, como que pra mostrar que o nosso cartão postal está borrado. Inclusive, houve uma sessão em plena praça para eles de Cine Holliúdy uma noite.

Os homenageados desta edição foram a atriz Leandra Leal e os diretores Vladimir Carvalho e Cacá Diegues em diferentes dias. A noite com Leandra Leal causou furor, inclusive com disputa acirrada de jornalistas para entrevistá-la. Acabou não sendo bom pra ninguém com aquele calor das luzes, mas foi muito bom vê-la ao vivo. Assim como foi também muito bom ouvir o discurso dos 80 anos de idade de Vladimir e o discurso simpático de Cacá.

A homenageada Leandra Leal e sua mãe Ângela Leal na noite de abertura

A homenageada Leandra Leal e sua mãe Ângela Leal na noite de abertura

Quanto aos filmes, a edição teve espaço para obras difíceis, mas bem-vindas ao festival, como Jauja, de Alisandro Alonso, e Cavalo Dinheiro, de Pedro Costa. Quanto aos filmes menos badalados de outras partes da América Latina e da Península Ibérica, um dos mais simpáticos ao público foi o basco Loreak, de Jon Garaño e José Mari Goenaga, que ganhou o prêmio de melhor atriz.

E quanto aos brasileiros, foi bom poder ver obras tão distintas quanto o thriller dramático Real Beleza, de Jorge Furtado, e o documentário Cordilheiras no Mar: A Fúria do Fogo Bárbaro, de Geneton Moraes Neto. O primeiro pela fluidez e leveza, o segundo por aprofundar um momento especial da vida do cineasta Glauber Rocha.

Entre os curtas, destacaria três em qualidade e em inventividade: Quintal, de André Novais Oliveira; Kyoto, de Deborah Viegas; e Virgindade, de Chico Lacerda. Cada um, à sua maneira, soube trazer um frescor que animou esta edição do festival.

Vale destacar também que tivemos exibições especiais de dois curtas cearenses bem simpáticos, ambos dirigidos por Armando Praça e Janaína Marques: Silêncio e Flores. Também houve exibição especial do longa cearense A Lenda do Gato Preto, de Clébio Viriato Ribeiro, um filme feito à moda antiga, e com muito sacrifício ao longo dos anos.

As mostras Olhar do Ceará, com curtas cearenses que não fazem parte da premiação principal, e a Mostra Novo Cinema Espanhol tiveram uma boa recepção nas aconchegantes salas do Cinema do Dragão. Pena que nem todos os filmes vieram em DCP. Nem mesmo os especiais. Passar O Espírito da Colmeia, de Victor Erice, e Simão do Deserto, de Luis Buñuel, em cópias de baixa resolução é no mínimo lamentável. Melhor cuidado e carinho na próxima edição para essas mostras. Felizmente não foi o caso de Estrela Cadente, de Luis Miñaro, cuja belíssima cópia em DCP fez jus à excelente fotografia e à caprichada direção de arte.

Cena de ESTRELA CADENTE (2015), de Luis Miñarro

Cena de ESTRELA CADENTE (2015), de Luis Miñarro

Assim, entre produções boas e outras nem tanto, a questão de ser ou não a melhor edição do festival de todos os tempos fica no ar. Mas certamente seguirá sendo uma das mais memoráveis a quem teve a oportunidade de conferir. Aguardemos a 26ª, que homenageará o cinema mexicano.

PREMIADOS

Mostra Competitiva Ibero-Americana de Longa-Metragem

Troféu Mucuripe

Melhor Longa-Metragem – O Clube – Prêmio de US$ 10.000,00 (dez mil dólares)

Melhor Direção – Lisandro Alonso por Jauja

Melhor Fotografia – Leonardo Simões por Cavalo Dinheiro

Melhor Edição – Yan Vega por A Obra do Século

Melhor Roteiro – Guilhermo Calderón, Daniel Villalobos e Pablo Larraín por O Clube

Melhor Som – Óliver Blanc e Vasco Pedroso, por Cavalo Dinheiro

Melhor Trilha Sonora Original – Vicente Rorras, em A Obra do Século

Melhor Direção de Arte – Pedro Costa por Cavalo Dinheiro

Melhor Ator – Elenco masculino do filme O Clube

Melhor Atriz – Itziar Ituño (Loreak)

Prêmio especial do júri – Cordilheiras no Mar: A Fúria do Fogo Bárbaro

Prêmio da Crítica para Melhor Longa (ABRACCINE) – O Clube

Menção Honrosa da Crítica (ABRACCINE) – Crumbs

O CLUBE (2015), de Pablo Larraín, o grande vencedor do 25º Cine Ceará

O CLUBE (2015), de Pablo Larraín, o grande vencedor do 25º Cine Ceará

Mostra Competitiva Brasileira de Curta-Metragem

Troféu Mucuripe

Melhor Curta-Metragem – Kyoto, de Deborah Viegas

Melhor Direção – Virgindade, de Chico Lacerda

Melhor Roteiro – Quintal, de André Novais Oliveira

Melhor Produção Cearense – Miragem, de Virgínia Pinho

Prêmio especial do júri – Feio, Velho e Ruim, de Marcus Curvelo

Prêmio da crítica para Melhor Curta – Quintal, de André Novais Oliveira

Mostra Olhar do Ceará

Prêmio Descaminhos dos Sentidos – Citopídeo, do grupo Chinfrapala

Prêmio A Ficção Necessária – Tenho um dragão que mora comigo, de Wislan Esmeraldo

Troféu Mucuripe -Prêmio Melhor Filme Alguns Páreos em Palermo, de Gabriel Silveira

Menção Honrosa – Vailamideus, de Ticiana Augusto Lima

PRÊMIOS ESPECIAIS

Prêmio Aquisição Canal Brasil

Melhor filme da Mostra Competitiva Brasileira de Curta-Metragem: Quintal, de André Novais Oliveira  R$ 15.000,00 (quinze mil reais)

Prêmio BNB

Mostra Competitiva Brasileira de Curta-Metragem – Kyoto, de Deborah Viegas -R$5.000,00 (cinco mil reais);

Mostra Olhar do Ceará – Citopídeo, do grupo Chinfrapala e Tenho um dragão que mora comigo, de Wislan Esmeraldo – cada um recebe R$2.500,00 (dois mil e quinhentos reais); e Alguns Páreos em Palermo, de Gabriel Silveira – R$5.000,00 (cinco mil reais)

Prêmio Olhar Universitário

Troféu Mucuripe

Longa-Metragem Crumbs, de Miguel Llansó

Curta-Metragem Miragem, de Virgínia Pinho

Troféu Oscarito – Ator Jamenes Prata, pelo filme Muriel

Prêmio Casa Amarela Eusélio Oliveira (Infraestrutura e edição)

Melhor Curta-Metragem da Mostra Olhar do Ceará: Alguns Páreos em Palermo, de Gabriel Silveira

Prêmio Mistika (Masterização em DCP)

Melhor Curta-Metragem da Mostra Olhar do Ceará: Alguns Páreos em Palermo, de Gabriel Silveira

Prêmio CIA RIO

Miragem, de Virgínia Pinho -R$27.000,00 em equipamentos de iluminação

Veja o trailer de O Clube

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SEMANA 26 – AS ESTREIAS DESTA QUINTA-FEIRA EM FORTALEZA

Depois de duas semanas intensas para os cinéfilos de Fortaleza, com Festival Varilux e Cine Ceará, o retorno à normalidade, apesar de uma ocupação de quase metade das salas com a animação Minions (2015), de Kyle Balda e Pierre Coffin, há uma boa quantidade de opções alternativas para fazer a festa de quem curte ir ao cinema. Temos o drama Rainha & País (2014), de John Boorman; a comédia dramática Enquanto Somos Jovens (2014), de Noah Baumbach; o drama A Gangue (2014), de Miroslav Slaboshpitsky; o faroeste dramático Jauja (2014), de Alisandro Alonso; o drama Jornada ao Oeste (2014), de Tsai Ming-liang; e a comédia dramática Em um Pátio de Paris (2014), de Pierre Salvadori. Em pré-estreia, O Exterminador do Futuro – Gênesis (2015), de Alan Taylor

Tansin Egerton e Callum Turner em RAINHA & PAÍS (2014), de John Boorman

Tansin Egerton e Callum Turner em RAINHA & PAÍS (2014), de John Boorman

Em 1987, o veterano cineasta inglês John Boorman dirigiu um filme autobiográfico que encantou um grande público, Esperança e Glória, sobre um garoto de nove anos que cresce na Londres atingida pela Segunda Guerra Mundial. Rainha & País é continuação desse filme e apresenta o mesmo personagem agora crescido e ingressando no exército para lutar na Guerra da Coreia. Durante esse tempo, ele e o melhor amigo Percy enfrentam seus superiores e também se aventuram no amor. David Thewlis, conhecido da franquia Harry Potter, ganhou prêmio de melhor ator coadjuvante pelo seu papel no filme no CinEuphoria. Em cartaz no Cinema do Dragão.

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RAINHA & PAÍS (Queen and Country, Irlanda/França/Romênia, 2014), de John Boorman. Com Callum Turner, Caleb Landry Jones, Pat Shortt, David Thewlis, Richard E. Grant, Vanessa Kirby, Tamsin Egerton, Aimee-Ffion Edwards, Miriam Rizea. 114 min. Paris. 14 anos.

Naomi Watts e Ben Stiller em ENQUANTO SOMOS JOVENS (2014), de Noah Baumbach

Naomi Watts e Ben Stiller em ENQUANTO SOMOS JOVENS (2014), de Noah Baumbach

Noah Baumbach é um dos cineastas independentes mais interessantes da atualidade. A Lula e a Baleia (2005), Margot e o Casamento (2007) e Frances Ha (2012) são três ótimos exemplos de seu talento e sua versatilidade. Enquanto Somos Jovens já conquista pelo trailer, ao nos apresentar a um casal de quarentões que começa a se socializar com um casal na casa dos vinte. Isso acaba por mexer com sua noção de idade física e mental e a perceber certas diferenças de geração. A questão de nunca terem tido um filho começa a incomodar novamente, mas de maneira diferente, já que estão tentando agir como jovens novamente, com os exemplos do casal de espírito livre e libertário. Em cartaz no Pátio Dom Luís.

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ENQUANTO SOMOS JOVENS (While We’re Young, EUA, 2014), de Noah Baumbach. Com Naomi Watts, Ben Stiller, Amanda Seyfried, Adam Driver, Maria Dizzia, Adam Horovitz, Matthew Maher, Peter Yarrow, Bonnie Kaufman, Hector Otero. 97 min. Mares Filmes. 12 anos.

Yana Novikova e Grigoriy Fesenko em A GANGUE (2014), de Miroslav Slaboshpitsky

Yana Novikova e Grigoriy Fesenko em A GANGUE (2014), de Miroslav Slaboshpitsky

O que você acha de experimentar um filme que não conta com diálogos nem voice-over e que é todo narrado em linguagem de libras, além, claro, da linguagem cinematográfica? Parece interessante, não? Especialmente quando foca no amor, no sexo e na violência. Na história de A Gangue, o protagonista precisa cometer uma série de ilegalidades para ser aceito numa gangue que comanda o lugar. O filme foi premiado na semana da crítica do Festival de Cannes de 2014. Pelo que dizem, trata-se também de um filme perturbador, capaz de fazer muito espectador virar o rosto. Em cartaz no Cinema do Dragão.

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A GANGUE (Plemya, Ucrânia/Holanda, 2014), de Miroslav Slaboshpitsky. Com Yana Novikova, Grigoriy Fesenko, Rosa Babiy, Alexander Dsiadevich, Yaroslav Biletskiy, Ivan Tishko, Alexander Osadchiy. 132 min. Filmes da Mostra. 18 anos.

Viilbjørk Malling Agger e Viggo Mortensen em JAUJA (2014), de Lisandro Alonso

Viilbjørk Malling Agger e Viggo Mortensen em JAUJA (2014), de Lisandro Alonso

Jauja foi exibido na última sexta-feira na Mostra Competitiva do Cine Ceará. Muitos acharam o filme difícil. E talvez seja mesmo. Há uma boa chance de conferi-lo agora em uma sala menor e mais intimista, mais apropriada a obras desse tipo. A trama já carrega em si uma atmosfera de sonho, em que um pai (Mortensen) viaja com a filha (Agger) para um deserto localizado no fim do mundo. Uma tarefa que muitos já tentaram, mas poucos conseguiram com sucesso. Jauja, que conta com uma janela 1.33:1, foi premiado com o prêmio da crítica em Cannes, o FIPRESCI, dentro da seção “Um Certo Olhar”. Em cartaz no Cinema do Dragão.

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JAUJA (Argentina/Dinamarca/França/México/EUA/Alemanha/Brasil/Holanda, 2014), de Lisandro Alonso. Com Viggo Mortensen, Viilbjørk Malling Agger, Ghita Nørby, Esteban Bigliardi, Diego Roman, Adrián Fondari, Mariano Arce, Misael Saavedra. 109 min. Vitrine. 12 anos.

Kang-sheng Lee em JORNADA AO OESTE (2014), de Tsai Ming-liang

Kang-sheng Lee em JORNADA AO OESTE (2014), de Tsai Ming-liang

Falando em filmes difíceis, entra em cartaz também um dos mais novos trabalhos de Tsai Ming-liang, o mesmo de Cães Errantes (2013), exibido aqui no ano passado e que já oferecia uma experiência desafiadora para o espectador, ao lidar com a questão do tédio, do cinema lento, como uma forma de protesto ao conservadorismo e à dominação do cinema mainstream. Em Jornada ao Oeste, que conta com menos de uma hora de duração, ele dá continuidade à série de filmes sobre o errante (walker), iniciada em Walker (2012) e continuada em uma série de curtas. O novo filme conta com um convidado bem especial, Denis Lavant, o ator-fetiche dos filmes de Leos Carax.  Em cartaz no Cinema do Dragão.

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JORNADA AO OESTE (Xi You, França/Taiwan, 2014), de Tsai Ming-liang. Com Kang-sheng Lee, Denis Lavant. 56 min. Zeta Filmes. Livre.

Catherine Deneuve protagoniza EM UM PÁTIO DE PARIS (2014), de Pierre Salvadori

Catherine Deneuve protagoniza EM UM PÁTIO DE PARIS (2014), de Pierre Salvadori

O Cinema de Arte promete uma minimostra de filmes estrelados por Catherine Deneuve, sendo Em um Pátio de Paris o primeiro deles. Na trama, Antoine (Gustave Kerven) é um homem deprimido demais para dar continuidade à sua banda de rock. Sem muitas habilidades, ele tem sorte de ser contratado para tomar conta de um velho prédio. É lá nesse lugar que ele começa a manter um relacionamento com uma mulher recém-aposentada (Catherine Deneuve) cujo equilíbrio mental está se deteriorando. Em cartaz no Cinema de Arte (Cinépolis – RioMar).

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EM UM PÁTIO DE PARIS (Dans la Cour, França, 2014), de Pierre Salvadori. Com Catherine Deneuve, Gustave Kerven, Féodor Atkine, Pio Marmaï, Michèle Moretti, Nicolas Bouchad, Oleg Kupchik, Garance Clavel. 97 min. Mares Filmes. 14 anos.

Cena de MINIONS (2015), de Kyle Balda e Pierre Coffin

Cena de MINIONS (2015), de Kyle Balda e Pierre Coffin

Os Minions fizeram tanto sucesso como coadjuvantes das animações Meu Malvado Favorito (2010) e Meu Malvado Favorito 2 (2013) que acabaram ganhando um filme só pra eles, depois de terem se tornado os mascotes oficiais da Illumination Entertainment. A história de Minions se passa antes de eles conhecerem o malvado Gru e destaca uma malvada em especial, Scarlett Overkill, com a voz original de Sandra Bullock. A Universal está botando tanta fé na nova animação que praticamente metade das salas do circuito está destinada às criaturinhas amarelas. Uma dominação que deve prejudicar uma outra animação ainda em cartaz, da empresa concorrente, Divertida Mente.

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MINIONS (EUA, 2015), de Kyle Balda e Pierre Coffin. Com as vozes originais de Pierre Coffin, Sandra Bullock, Jon Hamm, Michael Keaton, Allison Janney, Steve Coogan, Jennifer Saunders, Geoffrey Rush, Steve Carell. 91 min. Universal. Livre.

Pré-estreia

Emilia Clarke em O EXTERMINADOR DO FUTURO - GÊNESIS (2015), de Alan Taylor

Emilia Clarke em O EXTERMINADOR DO FUTURO – GÊNESIS (2015), de Alan Taylor

Há séries que parece que não conseguem chegar ao fim. O Exterminador do Futuro é uma delas. Passados mais de 30 anos do original de James Cameron, eis que Arnold Schwarzenneger está de volta na pele (dupla) do exterminador. O novo filme, dirigido pelo Alan Taylor saído de Game of Thrones, que trouxe consigo a bela Emilia Clarke, no papel mítico de Sarah Connor, não é exatamente uma continuação dos demais, mas uma reinvenção, por assim dizer, sendo mais ligada ao primeiro filme. Na trama de O Exterminador do Futuro – Gênesis, John Connor, filho de Sarah, envia o amigo Kyle Reese de volta ao ano de 1984, mas nada é como ele esperava encontrar. Em cartaz em algumas sessões de pré-estreia no grande circuito, na terça-feira (30) ou na quarta (1), dias que antecedem sua estreia nacional.

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O EXTERMINADOR DO FUTURO – GÊNESIS (Terminator Genisys, EUA, 2015), de Alan Taylor. Com Emilia Clarke, Arnold Schwarzenegger, Jai Courtney, J.K. Simmons, Jason Clarke, Brett Azar, Matt Smith, Byung-hung Lee, Aaron V. Williamson, Courtney B. Vance.  126 min. Paramount. 12 anos.

Saem de cartaz

Sangue Azul
Sob o Mesmo Céu

Estreias nacionais desta quinta-feira, 25, que não entram em cartaz em Fortaleza

Casadentro
Muitos Homens num Só
O Gorila
O Último Poema do Rinoceronte
Virando a Página

Veja o trailer de O Gorila

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Semana 25 – Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros

Conforme o esperado, os dinossauros continuaram devorando as bilheterias norte-americanas, contudo, isso não impediu a elogiada animação Divertida Mente de também registrar um excelente desempenho

JURASSIC WORLD: O MUNDO DOS DINOSSAUROS

Cena de JURASSIC WORLD: O MUNDO DOS DINOSSAUROS

Após passar à frente de Os Vingadores e assumir na semana passada o posto de maior abertura de todos os tempos no mercado norte-americano, se tornou uma certeza que Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros garantiria mais um final de semana altamente lucrativo nas bilheterias locais. Desse modo, a única dúvida dos analistas era se o novo filme da franquia Jurassic Park iria novamente ultrapassar os heróis mais poderosos da Terra e se tornar o longa de maior faturamento na segunda semana de exibição da história, o que não foi o caso… por muito pouco.

No total, foram US$ 102,01 milhões obtidos por Jurassic World de sexta a domingo, quantia sem dúvida espetacular e que quase lhe garantiu o novo recorde, tendo em vista que Os Vingadores fez US$ 103,05 milhões no seu segundo final de semana. Ainda assim, o pessoal da Universal não tem do que reclamar no quesito recorde, uma vez que Jurassic World garantiu mais um para a sua coleção na última sexta: o de filme que chegou mais rápido à marca de US$ 300 milhões, tendo levado apenas 8 dias para realizar tal feito. Atualmente, o longa detém uma renda de expressivos US$ 398,23 milhões, o que o deixa a um passo de se tornar a maior bilheteria do ano, superando os US$ 451,03 milhões de Os Vingadores: Era de Ultron.

Banner internacional de DIVERTIDA MENTE (2015), de Pete Docter e Ronaldo Del Carmen

Banner internacional de DIVERTIDA MENTE (2015), de Pete Docter e Ronaldo Del Carmen

Na segunda colocação aparece a principal estreia da semana o longa animado Divertida Mente (Inside Out), que ao contrário do que muitos imaginaram, não sofreu com a concorrência de Jurassic World e registrou um desempenho simplesmente fantástico, tendo arrecadado US$ 91,05 milhões, valor que supera bastante as projeções mais otimistas dos analistas (que apontavam para US$ 60 milhões) e que representa a segunda maior abertura da Pixar, ficando atrás apenas de Toy Story 3 (US$ 110,30 milhões). Além disso, a performance de Divertida Mente foi boa o bastante para lhe assegurar o posto de maior abertura de um filme original (que não seja sequência ou adaptação) de todos os tempos, algo que deixou os executivos da Disney bastante satisfeitos. John Lasseter (o chefe de criação da Pixar) diz que a qualidade é o melhor plano de negócios, e isso é a pedra angular de todo lançamento da Pixar. Qualidade, nesse caso, se traduziu em Divertida Mente se tornar a maior abertura de um filme original da história da indústria cinematográfica com folga. O filme tem personagens fáceis de se identificar, é sofisticado, e atrai tanto adultos quanto crianças. Nós sabíamos que tínhamos algo extraordinário quando vimos que sessões de 9 da noite tinham ingressos esgotados, declarou ao Hollywood Reporter o presidente de distribuição da Disney, Dave Hollis. Divertida Mente já está em cartaz no Brasil.

Na esquerda cena de A ESPIÃ QUE SABIA DE MENOS e na direta cena de TERREMOTO: A FALHA DE SAN ANDREAS

Na esquerda cena de A ESPIÃ QUE SABIA DE MENOS e na direta cena de TERREMOTO: A FALHA DE SAN ANDREAS

Em terceiro e quarto lugar ficaram a comédia de ação A Espiã que Sabia de Menos e o filme-desastre Terremoto: A Falha de San Andreas, que renderam respectivamente US$ 10,50 milhões e US$ 8,24 milhões. Ao todo, A Espiã que Sabia de Menos soma uma bilheteria de US$ 74,37 milhões, enquanto que Terremoto contabiliza US$ 132,22 milhões.

Cena de DOPE (2015), de Rick Famuyiwa

Cena de DOPE (2015), de Rick Famuyiwa

A quinta posição coube à outra novidade, a dramédia Dope, que acabou não empolgando muito o público e faturou somente US$ 6,01 milhões no seu primeiro fim de semana, resultado um tanto abaixo dos já não muito expressivos US$ 10 milhões esperados pelo pessoal da Open Road Films. Em declaração à Variety, o presidente de marketing do estúdio atribuiu o fraco desempenho de Dope à concorrência representada por Jurassic World e Divertida Mente. Quando você tem dois filmes faturando juntos quase US$ 200 milhões, é difícil para qualquer outro se sair bem, disse. Por enquanto, Dope não possui uma data de estreia definida no mercado nacional.

Confira abaixo o ranking completo com as dez maiores bilheterias deste final de semana na América do Norte:

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Assista ao trailer de Divertida Mente:

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SEMANA 25 – AS ESTREIAS DESTA QUINTA-FEIRA EM FORTALEZA

O grande destaque da semana para os cinéfilos que estiverem em Fortaleza é a 25ª edição do Cine Ceará, que contará com uma das melhores programações da história do festival. Confira no site oficial as diversas opções. Quanto ao circuito comercial, temos as animações Divertida Mente (2015), de Pete Docter e Ronaldo Del Carmen, e Dragon Ball Z – O Renascimento de Freeza (2015), de Tadayoshi Yamamuro; além do thriller Lugares Escuros (2014), da comédia romântica Minha Querida Dama (2014), de Israel Horovitz, e do horror Jessebelle – O Passado Nunca Morre (2014), de Kevin Greutert

Os controladores de emoções de DIVERTIDA MENTE (2015), de Pete Docter e Ronaldo Del Carmen

Os controladores de emoções de DIVERTIDA MENTE (2015), de Pete Docter e Ronaldo Del Carmen

Uma das boas surpresas da mais recente edição do Festival de Cannes foi a excelente repercussão boca a boca que Divertida Mente teve por onde passou. Um misto de muitos risos seguido de sensações de emoção genuína mostraram que a Pixar ainda está no topo das equipes criativas de animação do mundo ocidental.  Muito do louvor que o filme tem conquistado se deve ao roteiro inteligente que mostra de maneira bastante inventiva como funciona o mundo das emoções de uma tradicional família americana. A história gira em torno de uma garotinha com problemas de adolescência em briga com seus pais, que reagem conforme seus reais interesses ou com que a sociedade lhes cobra.

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DIVERTIDA MENTE (Inside Out, EUA, 2015), de Pete Docter e Ronaldo Del Carmen. Com as vozes originais de Rashida Jones, Diane Lane, Amy Poehler, Kyle MacLachlan, Bill Hader, John Ratzenberger, Phyllis Smith, Frank Oz, Lewis Black, Flea. 94 min. Disney. Livre.

Charlize Theron em LUGARES ESCUROS (2015), de Gilles Paquet-Brenner

Charlize Theron em LUGARES ESCUROS (2015), de Gilles Paquet-Brenner

A cinematografia francesa é uma das mais diversas do planeta e é uma pena que poucos filmes dos gêneros horror e suspense produzidos por lá cheguem em nosso circuito. No caso de Lugares Escuros, acabou chegando por ser falado em inglês e trazer astros de Hollywood. Não chega a ser motivo de reclamação, afinal, temos novamente num mesmo filme Charlize Theron e Nicholas Hoult, que brilharam em Mad Max – Estrada da Fúria. Em Lugares Escuros, Charlize é uma mulher traumatizada pelo assassinato de toda a família quando ela ainda era uma criança. Um dia ela é abordada por uma sociedade secreta especializada em investigar crimes sem solução e é obrigada a relembrar toda a tragédia do passado.

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LUGARES ESCUROS (Dark Places, França, 2015), de Gilles Paquet-Brenner. Com Charlize Theron, Chloë Grace Moretz, Nicholas Hoult, Christina Hendricks, Corey Stoll, Drea de Matteo, Tye Sheridan, Sean Bridgers, Andrea Roth. 113 min. Paris. 16 anos.

Kevin Kline e Maggie Smith em MINHA QUERIDA DAMA (2014), de Israel Horovitz

Kevin Kline e Maggie Smith em MINHA QUERIDA DAMA (2014), de Israel Horovitz

Certamente, o título original (My Old Lady) quer remeter ao clássico My Fair Lady. Não quiseram no Brasil, talvez por achar pouco elegante, traduzi-lo como “Minha velha dama”. De todo modo, o filme trata mesmo disso: da questão da idade, embora não seja necessariamente a idade da personagem da veterana Maggie Smith, mas da personagem de Kristin Scott Thomas, que depois que se mudou para a França só é vista basicamente em filmes que se passam lá. Na trama, Kevin Kline é um herdeiro de uma casa que só pode ser vendida quando a sua atual habitante (Maggie Smith) morrer. Sem saber direito o que fazer, ele acaba descobrindo o amor ao conhecer a filha dessa senhora idosa, uma filha que também se acha velha para ter um relacionamento ou ser considerada bela. Lançamento exclusivo do Cinema de Arte.

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MINHA QUERIDA DAMA (My Old Lady, Reino Unido/França/EUA, 2014), de Israel Horovitz. Com Kevin Kline, Kristin Scott Thomas, Maggie Smith, Dominique Pinon, Noémie Lvovsky, Stéphane De Groodt, Jean-Christophe Allais, Jocelyne Bernas. 107 min. California. 14 anos.

Sarah Snook em JESSABELE - O PASSADO NUNCA MORRE (2014), de Kevin Greutert

Sarah Snook em JESSABELE – O PASSADO NUNCA MORRE (2014), de Kevin Greutert

Jessabelle – O Passado Nunca Morre tem a maior cara de mais um desses filmes de horror genéricos que infestam o circuito nos últimos anos. De todo modo, para os fãs do gênero, é sempre bom saber que o horror ainda tem apelo popular e, como o cinema é uma caixinha de surpresas, quem sabe Jessabelle não seja descartável, mas um eficiente filme de assombração. Na trama, Jessie (Sarah Snook), depois de sofrer um acidente terrível que a deixa numa cadeira de rodas, muda-se para a casa de seu pai onde passou a infância. Além desse drama pessoal, ela terá que conviver também com um espírito maligno chamado Jessabelle, que pode ter relações diretas com seu nascimento. O diretor, Kevin Greutert, tem em seu currículo dois exemplares da franquia Jogos Mortais.

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JESSABELLE – O PASSADO NUNCA MORRE (Jessabelle, EUA, 2014), de Kevin Greutert. Com Sarah Snook, Mark Webber, Joelle Carter, David Andrews, Ana de la Reguera, Amber Stevens West, Chris Ellis, Brian Hallisay, Vaughn Wilson, Larisa Oleynik. 90 min. PlayArte. 14 anos.

Cena de DRAGON BALL Z - O RENASCIMENTO DE FREEZA (2015), de Tadayoshi Yamamuro

Cena de DRAGON BALL Z – O RENASCIMENTO DE FREEZA (2015), de Tadayoshi Yamamuro

Se essas animações dos personagens de Dragon Ball Z continuam sendo trazidas aos cinemas é porque há um séquito fiel de fãs que tornam esses épicos viáveis comercialmente. No novo filme, Freeza, o Imperador do Mal renasce, e os heróis Goku, Vegeta, Mestre Kame e Gohan precisam juntar as suas forças para combater e mais uma vez vencer o perigoso inimigo. Dragon Ball Z – O Renascimento de Freeza é o 15º filme da franquia, derivada do anime criado em 1996 por Akira Toriyama. No Japão, o filme foi exibido em IMAX 3D.

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DRAGON BALL Z – O RENASCIMENTO DE FREEZA (Doragon Bôru Z – Fukkatsu no “F”, Japão, 2015), de Tadayoshi Yamamuro. Com as vozes originais de Masako Nozawa, Ryō Horikawa, Ryūsei Nakao, Masako Nozawa, Mayumi Tanaka, Toshio Furukawa, Hikaru Midorikawa, Masaharu Satō, Hiromi Tsuru, Yuko Minaguchi, Miki Itō. 94 min. Fox. Livre.

Saem de cartaz

Cada um na Sua Casa
Os Últimos Cangaceiros
Permanência

Estreias nacionais desta quinta-feira, 18, que não entram em cartaz em Fortaleza

Bike vs Carros
Cobain – Montage of Heck
Enquanto Somos Jovens
Jornada ao Oeste
O Cidadão do Ano

Veja o trailer de Enquanto Somos Jovens

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RANKING INTERNACIONAL – JURASSIC WORLD estreia com renda histórica

A sequência da famosa franquia, Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros, estreou na primeira colocação do ranking internacional com a segunda melhor renda da história no mercado. Terremoto: A Falha de San Andreas não conseguiu evitar a queda na arrecadação, terminando na segunda colocação. A Espiã que Sabia de Menos também caiu em relação ao fim de semana anterior, mas conseguiu continuar a frente de Sobrenatural: Capítulo 3, que terminou o fim de semana em quarto lugar. Mad Max: Estrada da Fúria fechou o top cinco ultrapassando Um Lugar Onde Nada é Impossível

Cena de JURASSIC WORLD: O MUNDO DOS DINOSSAUROS.

Cena de JURASSIC WORLD: O MUNDO DOS DINOSSAUROS

A aventura Jurassic World: O Mundo do Dinossauros não agradou muito a crítica internacional, mas tal recepção não afetou no sucesso do filme, que conseguiu obter a segunda melhor renda de fim de semana da história do mercado internacional. Jurassic World terminou o domingo com US$ 307 milhões, apenas US$ 7 milhões abaixo do primeiro colocado, Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 2. O filme também bateu um recorde recente, o de melhor renda num fim de semana de um filme da Universal Pictures, colocando Velozes e Furiosos 7 para a segunda colocação, com US$ 250 milhões. Somando com a renda doméstica, a aventura já passa de meio bilhão de dólares, cerca de US$ 511 milhões.

Dwayne Johnson em cena de TERREMOTO: A FALHA DE SAN ANDREAS.

Dwayne Johnson em cena de TERREMOTO: A FALHA DE SAN ANDREAS

Na terceira semana em cartaz, Terremoto: A Falha de San Andreas terminou o fim de semana na segunda colocação do ranking após a chegada de Jurassic World, com uma renda de US$ 42,5 milhões. Devido também a grande queda na China, onde estreou no fim de semana passado, a registrou uma perda cerca de 60% em relação ao fim de semana anterior. Terremoto acumulou US$ 23,7 milhões na China, no último fim de semana. No total, o filme chega a uma renda de US$ 254 milhões no mercado internacional.

Melissa McCarthy em cena de A ESPIÃ QUE SABIA DE MENOS.

Melissa McCarthy em cena de A ESPIÃ QUE SABIA DE MENOS

Em terceiro lugar na lista dos mais rentáveis, A Espiã Que Sabia de Menos também caiu, no entanto terminou o fim de semana com uma queda menor que a de Terremoto, ficando com uma arrecadação de US$ 13,5 milhões no fim de semana. No total, A Espiã Que Sabia de Menos acumula US$ 80,1 milhões no mercado internacional.

Stefanie Scott em cena de SOBRENATURAL: CAPÍTULO 3.

Stefanie Scott em cena de SOBRENATURAL: CAPÍTULO 3

O terror Sobrenatural: Capítulo 3 caiu quase 60% em relação ao fim de semana anterior, contudo, conseguiu se manter entre os cinco primeiros, caindo apenas uma posição em relação ao último ranking. Atualmente, o filme acumula uma renda total de US$ 26,3 milhões. Enquanto isso, Mad Max: Estrada da Fúria fechou o top cinco do fim de semana, mantendo a ordem da tabela anterior. A ação estreia no Japão no próximo fim de semana. No total, Mad Max acumula uma renda de US$ 195 milhões.

Confira a tabela com os dez primeiros colocados.

RINT-24-2015

Veja o trailer de Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros.

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